28 de julho de 2011

Novidade Porto Editora para Agosto

Título: A Siciliana
Autor: Sveva Casati Modignani
Págs: 416
PVP: 16,60 €

A Porto Editora reedita A Siciliana, um livro de sucesso de Sveva Casati Modignani que chega às livrarias no dia 4 de agosto.
Este romance, que já foi adaptado à televisão, apresenta-nos Nancy Pertinace, uma enigmática freira com um misterioso passado, que subitamente se arrisca a ser desvendado por um jornalista. Uma narrativa empolgante, repleta de emoções fortes, para tentar descobrir o que esconde, afinal, esta siciliana.

Sinopse:
Ela era uma «donna d'onore» de uma das famílias mais poderosas da Cosa Nostra, o braço da Máfia em Nova Iorque…
Numa pequena vila siciliana, um jornalista pede uma entrevista a uma freira enigmática: ela é Nancy Pertinace, outrora figura pública de Nova Iorque e candidata a mayor da cidade. Ao longo de vários dias, Nancy fará revelações surpreendentes sobre o seu passado e sobre os motivos que a levaram a refugiar-se nos confins daquela ilha. Porém, nem sempre o que é revelado é absoluto e há mais sombras no seu presente do que se possa imaginar….
Sveva Casati Modignani assina aqui um romance empolgante, que foi já adaptado à televisão.

Sobre a autora:
Reconhecida como a signora do bestseller italiano, com 11 milhões de exemplare vendidos, Sveva Casati Modignani está traduzida em 17 países e é hoje uma das autoras mais populares em Portugal. No catálogo da Porto Editora figuram já os seus romances Feminino Singular, Baunilha e Chocolate, O Jogo da Verdade, Desesperadamente Giulia e O Esplendor da Vida.

Novidade Quetzal para Agosto

Sérgio Godinho: “Mútuo Consentimento” – o novo disco a 12 de Setembro

“O escritor de canções” está de regresso aos discos!

Com edição marcada para o próximo dia 12 de Setembro, “Mútuo Consentimento” chega 5 anos depois de “Ligação Directa”, aquele que tinha sido o último álbum de estúdio de Sérgio Godinho.

No ano em que passam 40 anos da edição de “Os Sobreviventes”, o primeiro longa duração da sua carreira, Sérgio Godinho olha em frente e apresenta-nos um disco constituído por 11 novas canções como só ele nos sabe oferecer.

Gravado em Março e Abril deste ano, “Mútuo Consentimento”, traz-nos algumas parcerias inéditas: Bernardo Sassetti, Noiserv, Francisca Cortesão (aka Minta), o percussionista António Serginho (Foge Foge Bandido) e a Roda de Choro de Lisboa são alguns dos que se juntaram à banda que tem acompanhado Sérgio Godinho nos últimos anos – “Os Assessores”. Isto para além de Hélder Gonçalves, membro dos Clã, com quem tem vindo a colaborar regularmente. A produção e direcção musical esteve a cargo do “assessor” Nuno Rafael.

A edição de “Mútuo Consentimento” será acompanhada de concertos de lançamento que serão a seu tempo comunicados. Até lá, fiquem atentos, porque o véu irá sendo levantado… sem acesso bloqueado e em mútuo consentimento.

26 de julho de 2011

Novidades Civilização para Agosto


Titulo: O Lago dos Sonhos
Autor
Kim Edwards

DA MESMA AUTORA DO BESTSELLER SEGREDOS DE FAMÍLIA

Sinopse:
Depois de vários anos no estrangeiro, Lucy regressa a casa. Encontrando-se numa encruzilhada na sua vida, sente-se perseguida pela morte misteriosa do pai, que ocorreu há uma década. Certa noite, já tarde, enquanto deambula pela enorme casa familiar na margem de um lago, descobre, escondida no assento de uma janela, uma coleção de objetos que, à primeira vista, parecem simples curiosidades, mas que depressa irão revelar uma complexa história familiar. As saudades do passado, avivadas pelo reencontro com o seu primeiro grande amor, conduzem-na a situações inesperadas. […]

Titulo: Adrenalina
Autor:
Jeff Abbott

DO AUTOR DO BESTSELLER PÂNICO

Sinopse:
Sam Capra está a viver a vida dos seus sonhos. Um jovem americano em Londres, tem um apartamento perfeito, um emprego perfeito na CIA e uma esposa perfeita, Lucy, que está grávida de sete meses do seu primeiro filho. Mas, num dia de sol, tudo se desmorona. Sam recebe uma chamada de Lucy enquanto está a trabalhar. Ela diz-lhe para sair imediatamente do edifício. Ele sai momentos antes de o edifício explodir, matando todos os que estão lá dentro. Lucy desaparece e Sam acorda numa cela de prisão. Porque é que Lucy lhe telefonou? Seria ela uma esposa apaixonada ou uma agente inimiga? O seu filho, que ainda não nasceu, estará a salvo? […]

Titulo: A Decisão Final do Major Pettigrew
Autor:
Helen Simonson

ENTROU DIRETAMENTE PARA PRINCIPAIS TOPS DOS EUA

Sinopse:
O Major Ernest Pettigrew não está interessado nas frivolidades do mundo moderno. Desde a morte da mulher, Nancy, que ele tenta evitar as coscuvilheiras da aldeia, o seu ganancioso filho e a cada vez mais evidente suburbanização do campo inglês, preferindo levar uma vida calma defendendo os valores tradicionais pelos quais as pessoas se regem há várias gerações. Mas quando a morte do irmão desencadeia uma amizade inesperada com a Sr.ª Ali, uma viúva paquistanesa, dona da loja da aldeia, o Major é arrastado do seu mundo disciplinado e forçado a confrontar as realidades da vida no século XXI. Unidos pelo amor à literatura e pela perda dos respetivos cônjuges, o Major e a Sr.ª Ali cedo descobrem que a sua amizade se está a transformar em algo mais profundo.

25 de julho de 2011

Opinião - Crescendo

Título: Crescendo
Autor: Becca Fitzpatrick
Editora: Porto Editora

Sinopse:
A vida de Nora Grey continua longe de ser perfeita. Sobreviver a um ataque que podia ter-lhe custado a vida não foi fácil, mas tudo se resolveu, graças ao seu anjo da guarda ¿ uma criatura misteriosa, sedutora e bela.
Mas Patch tem sido tudo menos angelical. Está mais distante do que nunca e parece estar a passar demasiado tempo com a arqui-inimiga de Nora, Marcie Millar. E, como se isso não bastasse, Nora é assombrada por recordações do seu pai assassinado, começando a pensar que as intrigas dos anjos poderão estar relacionadas com a morte dele.
Desesperada por desvendar os estranhos acontecimentos do seu passado, Nora expõe-se ao perigo, na esperança de encontrar algumas respostas.
Mas todos sabemos que há perguntas que nunca devem ser feitas...

Opinião por Ana Domingos:
Depois da leitura do primeiro livro da saga Hush, Hush, as expectativas para a sequela eram elevadas, ansiando o desvendar dos caminhos seguidos por Nora e o sedutor Patch.
Foi com surpresa que recebi a continuação de Crescendo com um revirar completo na relação dos personagens centrais da história. Não com tanta surpresa, foi possível perceber desde cedo, nesta leitura, que o estilo inconfundível de Fitzpatrick, com uma junção de humor, romance e suspense, se mantinha inabalável. Foi esta escrita característica e viciante que me levou a “devorar” o livro em apenas algumas horas, tal era a minha ânsia em saber o que iria acontecer, tal era a minha vontade em continuar a virar página após página. Assim, fugi da realidade que é a minha vida e passei uma tarde embrenhada no mundo criado por Fitzpatrick, sendo já uma das autoras que mais me marcou no estilo de literatura fantástica. É das poucas autoras capazes de me fazer ansiar pelo desenrolar do enredo e, neste Crescendo, essa vontade de descobrir o destino dos personagens foi maior que nunca. Como é característico nesta saga, pude experienciar uma leitura repleta de sentido de amizade e companheirismo entre Nora e Vee, uma atracção irresistível entre o par romântico que, por um lado a tudo está disposto para se manter unido e lutar contra os arcanjos mas, por outro lado teme as consequências do seu manifesto amor e da sua irreverência.
De capítulo em capítulo, e hora após hora, fui-me deliciando com o desenrolar da acção, absorvida pelos mistérios com que me deparava e esperando pelo desenlace final que, devo dizer, não era nada do que estivera à espera e me deixou boquiaberta e desesperada pela publicação do 3º livro, Silence. O remate deste livro é de uma mestria impressionante que, admito, não presenciei em nenhum outro livro, congelando a leitura numa cena de absoluta importância na história.
Uma viagem maravilhosa pelo mundo fantástico dos seres míticos que são os Anjos, com todo o seu poder. Irresistível. Viciante. Sedutor. Misterioso. Adorei.

Opinião - Expresso do Cantão

Título: Expresso do Cantão
Autor: Giuliano da Empoli
Editora: Bertrand

Sinopse:
1503: Giovanni da Empoli, um jovem mercador florentino, embarca nos navios que conduzem pela primeira vez o grande Afonso de Albuquerque ao continente indiano.
Trata-se do início de uma aventura que haveria de durar quinze anos, durante os quais Giovanni da Empoli participaria nos eventos mais importantes da sua época e conheceria os seus protagonistas: de Savonarola a Magalhães, de Maquiavel a Leão X.

2008: Giuliano da Empoli, descendente do mercador florentino, decide seguir o trilho do seu ousado antepassado.

Numa altura em que o baricentro do mundo começa a deslocar-se novamente para o Oriente, o autor oferece-nos um relato de viagens encantador que descreve duas fases cruciais da globalização através do olhar de dois testemunhos ligados por um fio invisível que percorre cinco séculos de História.

Opinião por Ana Carvalho:
Para quem gosta de história, da possibilidade de sonhar, comparar realidades temporais numa mesma dinâmica territorial e conhecer novas perspectivas culturais, e para quem tem curiosidade e fome de conhecimento do mundo global, Expresso de Cantão é o livro indicado.
Ainda que o prólogo e os dois primeiros capítulos se tornem por vezes aborrecidos, a verdadeira narrativa da viagem dos dois Empoli é completamente viciante. Não é um livro para consumo imediato, apelando mais a reflexões sobre as diferentes realidades territoriais e culturais que se vão descobrindo, os movimentos de vanguarda, os pensamentos de novas personagens implicadas no funcionamento do seu país natal ou de coração, os pequenos rasgos de revolta de pessoas não acomodadas com aquilo que a história anteriormente lhes ditou. Para quem gosta ou para quem nunca conheceu nenhum país asiático, é um rasgo de clarividência, em muitas formas.
Historicamente, apesar de ter perfeita noção de que os livros de história do ensino obrigatório são muito simplistas, acho que nunca mais vou olhar para Afonso de Albuquerque da mesma forma.
Recomendo vivamente, embora seja preciso interesse e alguma concentração.

Opinião - Marley e Eu

Título: Marley e Eu
Autor: John Grogan
Editora: Casa das Letras

Sinopse:
A história enternecedora e inesquecível de uma família e do seu cão malcomportado que ensina o que realmente importa na vida.

Chamavam-se John e Jenny, eram jovens, apaixonados e estavam a começar a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, "um bola de pêlo amarelo em forma de cachorro", que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos. Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava-se todo por cima das visitas, roubava roupa interior feminina e abocanhava tudo a que pudesse deitar o dente. De nada lhe valeram os tranquilizantes receitados pelo veterinário, nem, tão pouco, a "escola de boas maneiras", de onde, aliás, foi expulso.
Só que Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Partilhou a alegria da primeira gravidez do casal e o seu desgosto com a morte prematura do feto, esteve sempre presente no nascimento dos bebés ou quando os gritos de uma vítima de esfaqueamento ecoaram pela noite dentro. Conseguiu ainda a "proeza" de encerrar uma praia pública e arranjou um papel numa longa-metragem, através do qual se fartou de "conquistar" corações humanos.
A família Grogan aprendeu, na prática, que o amor se manifesta de muitas maneiras... e feitios.

Opinião por Ana Maciel:
Marley e Eu relata a história de uma família e seu cão. Mostra os laços de amor, respeito e companheirismo entre o cão e seus donos.
O livro fez-me rir e chorar muitas vezes... Na verdade quando eu não estava a rir, estava a chorar.
Um dos factores positivos foi ver em Marley as peripécias de Maggie, minha cadela e, talvez por isso, me tenha emocionado tanto.
Marley e Eu mostrou-me que em outros países, existem pessoas que compartilham o mesmo sentimento que eu, o que me fez perceber que o amor é uma linguagem universal. Um animal reforça os laços familiares e nos coloca diante das verdadeiras importâncias da vida.
A linguagem é muito simples e directa. Existe descrição, mas só o necessário para nos contextualizarmos, nada excessivo ou cansativo. O autor soube as palavras adequadas para passar para os leitores tudo o que foi narrado no livro. Uma boa história pra relaxar a mente, iniciar o processo de leitura e para aprender a amar os animais... No fim nos deixa mais humanos!
Quando for ler, compre, pois vai querer guardá-lo ou emprestá-lo a outros amigos. É realmente sensacional. Recomendadíssimo!

Opinião - A paixão de Jane Eyre

Título: A paixão de Jane Eyre
Autor: Charlotte Bronte
Editora: Europa-América

Sinopse:
A Paixão de Jane Eyre, publicada pela primeira vez em 1847, atraiu de imediato a atenção do público da época e dividiu a crítica. Habituada às heroínas de Jane Austen, que pareciam conhecer exactamente o seu lugar na sociedade, a sociedade britânica sentiu-se desconfortável com o personagem feminino criado por Charlotte Brontë: embora as acções de Jane observem o código convencional de comportamento feminino, deixam transparecer também uma poderosa declaração de independência das mulheres.

A Paixão de Jane Eyre é a história de uma órfã que vive com a sua desagradável tia e os seus nada atractivos primos. Mais tarde, colocada num asilo, Jane começa a desenvolver um espírito independente para a época e aprende que a melhor maneira de manter o respeito próprio na adversidade é manter o autocontrole. Esta aprendizagem servir-lhe-á para toda a vida e permite-lhe repudiar noivos, ser auto-suficiente, mudar de identidade e encontrar um seu igual ao nível intelectual e da paixão sexual.

Opinião por Ana Pereira:
Um dos meus livros preferidos de sempre é sem dúvida o Jane Eyre.
Lembro-me enquanto criança da minha mãe a ler este livro, com uma capa dura, muita antiga, com as paginas amareladas, e letras muito pequenas. Marcava-me o facto de pensar que o livro era muito pesado para a minha idade, e inconscientemente já devia associar a uma escrita pesada, excessivamente dramática e deprimente. Vários anos depois, na adolescência, estudei o livro como um trabalho, e adorei.
Passados muitos anos, voltei a ler, e é impressionante o teor místico, e ao mesmo tempo cativante, de toda a coragem e inteligência/raciocínio rápido daquela menina. Espero um dia, muito velhinha de o voltar a ler, e conseguir me surpreender ainda mais, se é que é possível. Com isto, aconselho qualquer pessoa, de qualquer idade (pelo menos a partir dos 15 anos) a ‘experimentar’ esta leitura tão especial e intemporal.

24 de julho de 2011

Opinião - Véu Pintado

Título: Véu Pintado
Autor: William Somerset Maugham
Editora: Asa

Sinopse:
Kitty sente-se prisioneira de um casamento infeliz e de um estilo de vida que está longe de ser aquele que sonhou para si. Sem que tivesse obtido a notoriedade social que desejava e afastada do seu país e da família devido à profissão do marido - bacteriologista destacado para Hong Kong -, a jovem acaba por encontrar algum consolo numa relação extraconjugal. Mas a traição acaba por ser descoberta pelo marido, que leva a cabo uma estranha e terrível vingança…

Através do despertar espiritual da adorável e fútil Kitty, Somerset Maugham pinta um retrato vívido da presença britânica na China e apresenta-nos uma galeria de personagens inesquecíveis.

O Véu Pintado foi por três vezes adaptado para o cinema: em 1934, num filme protagonizado por Greta Garbo; em 1957, com Bill Travers e Eleanor Parker; e em 2006, num filme realizado por John Curran, com Edward Norton e Naomi Watts nos principais papéis.

Opinião por Ildefonso Silva:
O Véu Pintado é um livro fácil de ler. É curto e tem uma escrita muito simples e bonita. Contado inteiramente do ponto de vista de Kitty, é o estudo introspectivo de um personagem em busca da sua plenitude como mulher, após toda a realidade crua e dura à qual se vê forçada a viver. Vou definitivamente ler mais livros deste autor. Sozinha com um homem que já a adorava e agora a despreza, só resta a Kitty os seus próprios pensamentos para lhe fazer companhia. Ela começa a pensar sobre a sua vida , olha para as pessoas ao seu redor para tentar encontrar respostas à pergunta mais importante na vida: o que é realmente importante?

Opinião - O Símbolo Perdido

Título: O Símbolo Perdido
Autor: Dan Brown
Editora: Bertrand

Sinopse:
Washington, D. C.: Robert Langdon, simbologista de Harvard, é convidado à última hora para dar uma palestra no Capitólio. Contudo, pouco depois da sua chegada, é descoberto no centro Rotunda um estranho objecto com cinco símbolos bizarros.
Robert Langdon reconhece-os: trata-se de um convite ancestral para um mundo perdido de saberes esotéricos e ocultos.
Quando Peter Solomon, eminente maçom e filantropo, é brutalmente raptado, Langdon compreende que só poderá salvar o seu mentor se aceitar o misterioso apelo.
Langdon vê-se rapidamente arrastado para aquilo que se encontra por detrás das fachadas da cidade mais poderosa da América: câmaras ocultas, templos e túneis. Tudo o que lhe era familiar se transforma num mundo sombrio e clandestino, habilmente escondido, onde segredos e revelações da Maçonaria o conduzem a uma única verdade, impossível e inconcebível.
Trama de história veladas, símbolos secretos e códigos enigmáticos, tecida com brilhantismo, O Símbolo Perdido é um thriller surpreendente e arrebatador que nos surpreende a cada página.
O segredo mais extraordinário e chocante é aquele que se esconde diante dos nossos olhos…

Opinião por João Silva:
Já li todos os livros de Dan Brown, e não apenas O Código Da Vinci e Anjos e Demónios, mas também Deception Point, um livro não tão conhecido. Eu gosto de seu estilo de escrita, uma vez que os livros são escritos em camadas, com códigos e mistérios, e como eles são tão acelerados, fazem com que a leitura seja viciante.
O Símbolo Perdido é o terceiro livro da série Robert Langdon, e fiquei contente de ver que Dan Brown trouxe este carácter dinâmico e divertido de volta. Neste novo romance, ele desafia novamente os leitores com inteligência… uma história que oferece surpresas a cada esquina. O Símbolo Perdido é, a meu ver, exactamente o que os fãs de Dan Brown têm estado à espera: o seu romance mais emocionante de sempre.

Opinião - Crepúsculo

Título: Crepúsculo
Autor: Stephenie Meyer
Editora: Gailivro

Sinopse:
A mudança de Isabella Swan para Forks — uma cidade pequena do estado de Washington — podia ter sido o passo mais entediante que ela jamais dera. No entanto, quando ela conhece o misterioso e cativante Edward Cullen, a sua vida sofre uma viragem emocionante e aterradora. Até este momento, Edward conseguiu manter a sua identidade vampírica em segredo na comunidade em que vive. A partir de agora, porém, ninguém está a salvo, sobretudo Isabella, a pessoa que Edward mais preza. O casal de namorados dá por si precariamente equilibrado no fio da navalha — entre o desejo e o perigo.

Opinião por Vitor Caixeiro:
Quando escolhemos um livro para ler, normalmente a primeira coisa em que reparamos é a capa. É o que mais nos chama a atenção, mas poderá ser o mais enganador que há num livro. Isto foi o que me aconteceu primeiramente com esta obra. Vi-a em várias livrarias, em certos sítios na Internet, mas nunca me debrucei a ler a sinopse porque a dita imagem dos dois braços com a maça não me cativava de todo. Nem o título me sugeria uma história interessante, e não conseguia de modo algum relacioná-lo com o tema de capa.
Alguns anos depois, alguém me diz que no cinema está em exibição um filme com o nome de "Crepúsculo", baseado naquela obra. Mais uma vez, não me interessei. Contudo, o meu pouco ou nenhum interesse iria mudar quando amigos meus me falam do filme. Tanto eles como elas me diziam que era um filme fantástico, comovente e um dos poucos que os manteve estáticos nos assentos da sala de cinema. Fiquei bastante curioso, e não resisti a comprar um bilhete nesse mesmo dia. E para meu espanto, tornou-se um dos meus filmes favoritos, que eu certamente iria adquirir em DVD e rever muitas vezes.
Não queria ficar por ali. A história era demasiado bonita e especial para ser unicamente marcada pelo filme. Já sabia que existia uma obra que lhe deu origem. Lê-la estaria nos planos das férias mais próximas, ou talvez até mais cedo, se não me importasse de passar algumas madrugadas acordado e no dia seguinte ficar com olheiras enormes. Decidi ler os primeiros capítulos lentamente e esperar pelo tempo em que pudesse dedicar totalmente à leitura. Embora essa fosse a minha ideia, tal não foi obviamente possível.
Tinha conhecimento da história, todas as personagens figuravam na minha mente, bem como os locais que servem de cenário ao desenrolar da acção, logo não havia maneira de passar muito tempo a imaginar esses detalhes, se bem que o livro incluía um catálogo bem mais vasto.
Um fim-de-semana bastou, deste modo, para concluir a minha leitura. Não houve um único momento em que eu quisesse deixar Forks e aquele ambiente misterioso. As descrições fabulosas, os diálogos espontâneos e o suspense aterrador fizeram daquele enredo um magnífico e irresistível conto de fadas para jovens adultos, com uma única e especial história de amor.
Gostei do facto da autora ter desenvolvido ao pormenor o relacionamento entre Bella e Edward e o quão forte se foi tornado ao longo do livro, e não se limitar apenas à narração de conteúdo sobre os seres sobrenaturais que tanto intrigam o leitor, deixando alguns destes aspectos para as próximas sequelas. Este pano de fundo reforça a ideia de um grandioso amor impossível, visto que Edward pertence a um mundo ao qual Bella não faz parte. Assim, penso que consegue captar melhor a atenção de quem tem a intenção de se manter fiel e continuar interessado nesta saga.
Ao escrever o livro na primeira pessoa (pela visão de Bella Swan) a autora transmite pensamentos mais profundos e realísticos do que se fosse uma narradora ausente, outro facto que me agradou nesta obra.
O modo como está escrita é perfeitamente acessível, permitindo desta forma uma leitura fluente e uma apreensão mais rápida dos acontecimentos. Ainda assim, Stephenie Meyer não se poupou às descrições e adjectivações tanto das personagens como dos espaços, mas como é evidente tudo isso faz parte da essência de um livro.
O final foi de certa forma inesperado, a meu ver (é um pouco diferente do filme), algo que eu valorizo muito e assim sendo foi o que mais gostei do livro, embora o fim signifique que o livro está a chegar ao fim. Porém, não há que desesperar pois aguardam-me três sequelas recheadas de novos mistérios, personagens e intrigas que certamente tornarão mais forte o meu gosto por a saga Luz e Escuridão.

Opinião - Os homens que odeiam as mulheres

Título: Os homens que odeiam as mulheres
Autor: Stieg Larsson
Editora: Bis

Sinopse:
O jornalista de economia Mikael Blomkvist precisa de uma pausa. Acabou de ser julgado por difamação ao financeiro Hans-Erik Wennerstrom e condenado a três meses de prisão. Decide afastar-se temporariamente das suas funções na revista Millennium. Na mesma altura, é encarregado de uma missão invulgar. Henrik Vanger, em tempos um dos mais importantes industriais da Suécia, quer que Mikael Blomkvist escreva a história da família Vanger. Mas é óbvio que a história da família é apenas uma capa para a verdadeira missão de Blomkvist: descobrir o que aconteceu à sobrinha-neta de Vanger, que desapareceu sem deixar rasto há quase quarenta anos. Algo que Henrik Vanger nunca pôde esquecer. Blomkvist aceita a missão com relutância e recorre à ajuda da jovem Lisbeth Salander. Uma rapariga complicada, com tatuagens e piercings, mas também uma hacker de excepção. Juntos, Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander mergulham no passado profundo da família Vanger e encontram uma história mais sombria e sangrenta do que jamais poderiam imaginar.

Opinião por Jorge Martins:
Terminei de ler este livro há uns dias atrás. Fantástico! O problema dele é que, como o próprio livro diz nos comentários, é que é muito difícil parar de lê-lo, tanto que cheguei a lê-lo até de madrugada!
Romance, policial e estrangeiro (sueco), o primeiro volume da trilogia Millennium relata a história do patriarca de um grande e intrigante clã que, após o misterioso desaparecimento de sua neta recebe, em todos os seus aniversários, uma flor semelhante à mesma flor que ela lhe dera quando ainda estava presente.
Como uma última tentativa ele tenta, obcecadamente, descobrir o que aconteceu com ela, quem lhe manda as flores, e acaba contratando o protagonista da história: Mikael Blomkvist - jornalista económico que acaba descobrindo muito mais do que Henrik, o patriarca, pudesse imaginar.
É uma leitura atractiva, que o levou a se tornar um bestseller com mais de 10 milhões de exemplares vendidos no mundo.

Opinião - A Primeira a Morrer

Título: A Primeira a Morrer
Autor: James Patterson
Editora: Quinta Essência

Sinopse:
Lindsay Boxer, detective da Brigada de Homicídios da cidade de São Francisco, acaba de receber más notícias: sofre de uma doença rara que pode ser fatal. Decidida a ultrapassar mais este problema, atira-se de corpo e alma ao caso que tem em mãos: o do assassino em série apostado em perseguir e assassinar recém-casados, a quem chamam o «Assassino dos Noivos».
Habituada a enfrentar o mundo sozinha, desta vez Lindsay decide escutar a voz do coração: apaixona-se pelo novo parceiro, Chris Raleigh, e recorre à ajuda das amigas para formar uma aliança improvável - O Clube das Investigadoras. Juntando as poucas pistas disponíveis, as amigas identificam o assassino mais aterrador que alguma haviam visto, até que uma cruel reviravolta revela que o caso tem contornos mais complexos e que elas estavam, afinal, enganadas… Ou será que não?
Primeira a Morrer é uma história, envolvente e cheia de suspense que mantém os leitores presos até à última página.

Opinião por Angelina Violante:
Realmente concordo com a última frase da sinopse em género número e grau.
Foi a primeira vez que li algo deste autor, mas já me conseguiu cativar, se todos os livros dele forem assim tão intensos é um mestre.
Ainda tenho cá o segundo volume para ler, vamos ver se é tão bom ou ainda melhor.

Opinião - Hush Hush

Título: Hush Hush
Autor: Becca Fitzpatrick
Editora: Porto Editora

Sinopse:
UM JURAMENTO SAGRADO
UM ANJO CAÍDO
UM AMOR PROIBIDO

Apaixonar-se não fazia parte dos planos de Nora Grey. Nunca se sentira atraída por nenhum dos rapazes da sua escola, apesar da insistência de Vee, a sua melhor amiga.
Então, aparece Patch. Com um sorriso fácil e uns olhos que mais parecem trespassar-lhe a alma, Patch seduz Nora, deixando-a completamente indefesa.
Mas, após uma série de encontros assustadores com Patch, que parece estar sempre onde ela está, Nora não consegue decidir se há de cair-lhe nos braços ou fugir sem deixar rasto.
Em busca de respostas para o momento mais confuso da sua vida, Nora dá consigo no centro de uma antiga batalha entre imortais. E quando é chegada a altura de escolher um rumo, a opção errada poderá custar-lhe a vida.

Opinião por Cátia Grenho:
O livro que tão apaixonadamente li em 11 horas +/- foi Hush Hush, de Becca Fitzpatrick.
Considero o melhor livro de literatura fantástica que já li.
Desde a Saga Luz e Escuridão que o mundo fantástico da literatura deu um salto. Contudo, saltou só para um lado. Vampiros e mais vampiros. As histórias são diferentes, mas acabam todos por ter a mesma essência, ele não pode ficar com ela porque é vampiro mas ela atrai-se ainda mais pelo fruto proibido mas acabam juntos enfrentado tudo.
Becca Fitzpatrick deu um salto diferente e apresentou uma visão apaixonada, viciante e completamente extraordinária dos anjos caídos. Apresenta-nos uma versão doce e romântica de um anjo caído que precisa sacrificar uma humana para se tornar humano. Não sendo uma humana qualquer ele aproxima-se de Nora e como é evidente acabam apaixonados, a novidade é que até metade do livro ele quer matá-la.
A linguagem actual e fácil de ler, com um toque de comédia tornam o livro numa inquietação do inicio ao fim, sendo impossivel parar num ponto final e não acabar o parágrafo. E quem diz parágrafo acrescenta a meta da folha e consequentemente continuará a ler.
Sou apaixonada por literatura fantástica e a minha opinião/critica talvez difere de muitas outras opiniões.
Ainda assim, afirma que foi o melhor livro que li, consequentemente Crescendo, a continuação de HushHush acarreta a mesma opinião.
Através de encontros inesperados, maus da fita que nunca passariam pela cabeça, história completamente diferente do que tentamos adivinhar. Sedução entre personagens, falas cómicas e irónicas que aliviam situações tensas e não nos deixam presos num livro pesado. Diálogos românticos e atrevidos entre as personagens principais ao mesmo tempo que temos presente a necessidade de Patch (anjo caído) em seduzir Nora e levá-la ao pico da provocação e necessidade de o ter.
Poderia continuar a descrever o quão maravilhoso é o livro e o quão surpreendida pela positiva fiquei com esta alternativa ao rumo que a literatura fantástica estava a levar, contudo, seria repetir ideias e opiniões.
Assim termino dizendo que é um livro fantástico, e como nada é o que parece, irão surpreender-se com a história criada por Becca Fitzpatrick tal como eu fiquei.
Aconselho vivamente.

Opinião - O Rei do Inverno

Título: O Rei do Inverno
Autor: Bernard Cornwell:
Editora: Planeta

Sinopse:
Século quinto. A Grã-Bretanha encontra-se no limiar das trevas. Esbatem-se as memórias da civilização romana, os deuses pagãos recuam perante o avanço do Cristianismo, os Saxões parecem animais a atacar as nossas fronteiras. São frágeis as alianças que unem os reinos insubordinados da Grã-Bretanha contra os invasores, alianças cimentadas pelo vigor do Rei Supremo, Uther Pendragon. Mas Pendragon está em declínio e o seu herdeiro não é um chefe poderoso, mas sim apenas uma criança nascida numa gélida noite de Inverno. Só um homem poderia salvar o trono de Uther; só ele poderia manter os reinos em luta unidos contra o verdadeiro inimigo – os Saxões. Esse homem é Artur: soldado, homem de Estado, protegido de Merlim, filho ilegítimo de Uther. Mas Artur tinha sido desterrado, mandado para o exílio na Bretanha pelo seu próprio pai. Derfel, um dos seus lanceiros, narra a história do regresso de Artur e da sua busca da paz: uma busca pelejada, sangrenta, e finalmente, triunfante.
O Rei do Inverno é uma história magnífica da Idade das Trevas e da realidade da guerra e das lutas políticas numa terra onde a religião compete com a magia pelas almas das pessoas. Esta história retrata o rei Artur, mais o homem do que a lenda, um génio militar que, com um pequeno grupo de guerreiros a ele ligados por lealdade e amor, lutou para manter viva a centelha da civilização num mundo brutal e selvagem

Opinião por Mariana Teixeira:
Sabem aqueles livros que nos chamam na prateleira das livrarias? Aqueles livros em que pegamos vezes sem conta, pensando se valerá a pena comprar, que criam em nós uma ânsia de leitura mesmo antes de virar a primeira página? Para mim "O Rei do Inverno" foi um desses livros.
Sabia sobre ele e por princípio uma série de coisas. Sabia que era o primeiro de uma trilogia denominada "Crónicas do Senhor da Guerra", sabia que tinha bastantes folhas e estava escrito com letras relativamente pequenas. Mais importante que tudo, sabia que se tratava de uma recriação das lendas arturianas e talvez viesse daí a minha atracção natural pelo livro.
Não esperava, no entanto, a narrativa que encontrei, o que não pode ser considerado um ponto negativo.
"O Rei no Inverno" é - se tentarmos definir o livro numa palavra simples - um romance cru. Desengane-se quem vier à procura de versões romantizadas, de príncipes guerreiros e princesas encantadas, encantamentos maravilhosos e cenas de levar às lágrimas. Bernard Cornwell escreve sobre a história de Artur com um realismo impressionante, sem poupar o leitor da crueldade e violência características da época mas que a esmagadora maioria dos outros autores optam por deixar de lado. Poder-se-ia no entanto pensar que tal facto tomaria completamente conta da narrativa, deixando pouco espaço para a abstracção do leitor, mas tal não acontece. Essa narrativa crua e forte mantem-se, de facto, durante todo o livro, mas é possível ao leitor habituar-se a até abstrair-se da mesma, enquanto Cornwell nos conduz com mestria pelas aventuras do guerreiro Derfel, criado no Tor, amigo pessoal de Artur e monge católico na fase final da sua vida. De facto, trata-se mais de um livro sobre a visão de Derfel sobre Artur e os acontecimentos ocorridos na Bretanha do que própri a e unicamente uma narração da vida de Artur. E isto não tira interesse ao Romance. Pelo contrário, Derfel revela-se uma personagem principal interessantíssima na sua lealdade e coragem, sem nunca perder a pitada de irreverência de que são feitos os bons protagonistas.
Apesar de se revelar, de facto, uma história fascinante, não se deve esquecer, no entanto, que se trata de um livro com uma quantidade generosa de factos históricos (mesmo que fictícios), o que poderá, sem dúvida, tornar a leitura mais demorada e até cansativa a determinada altura. Aconselho vivamente ao leitor que se vir em apuros que não faça como eu (por alguma razão que ainda não identifiquei com clareza apenas me lembro que os mapas existem quando acabo a leitura) e consulte o mapa e o guia de personagens existentes no início do livro. Seja como for, não deverá ser dado demasiado valor a este aspecto, uma vez que, com ou sem consulta, a determinada altura torna-se bastante mais fácil o reconhecimento tanto dos reis e respectivos territórios.
Trata-se assim, portanto, de um livro denso e de leitura nem sempre fácil, mas com uma visão original e uma narrativa que com o tempo se torna apaixonante, principalmente para os amantes da descrição de batalhas, arte que é sem dúvida dominada pelo autor.

20 de julho de 2011

Lançamento SUPER POKER

Passatempo - Descobrir Buda

A D'Magia em parceria com a Âncora Editora tem para oferecer 2 exemplares de "Descobrir Buda", de Paulo Borges.

Sinopse:
Este livro reúne estudos e ensaios sobre aspectos centrais da teoria e prática da Via do Buda ou do Despertar (vulgarmente conhecida por budismo), incluindo análises comparativas com outras tradições, como a hindu, a cristã e a da ciência ocidental.
Descobrir Buda procura conciliar os ensinamentos budistas tradicionais, orais e escritos, com uma reflexão e meditação séria sobre o seu sentido. Entre os temas abordados, destacam-se a sexualidade, a identidade pessoal, Deus e o conceito de realidade.
Esta apresentação da Via do Buda inscreve-se, sobretudo, na vertente do Grande Veículo (Mahãyãna) e do Veículo de Diamante (Vajrayãna).

Autor:
Paulo Borges (Lisboa, 1959) é presidente da União Budista Portuguesa e da Associação Agostinho da Silva. Lecciona Filosofia na Universidade de Lisboa.
É director da revista Cultura ENTRE Culturas, sócio-fundador e membro da direcção do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, sócio-fundador e vice-presidente da Associação Interdisciplinar para o Estudo da Mente e fundador e membro da Comissão Coordenadora do Partido pelos Animais e pela Natureza.

É autor de uma vasta obra, que inclui ensaio filosófico, poesia, ficção e teatro. Sob a chancela da Âncora Editora, publicou os livros Agostinho da Silva – Uma Antologia e Tempos de Ser Deus – A Espiritualidade Ecuménica de Agostinho da Silva. É ainda autor da tradução para português da obra Estágios de Meditação, de Dalai Lama, e coordenador da colecção «Obras de Agostinho da Silva».


Para te habilitares a ser um dos vencedores responde às seguintes perguntas:

1 – Quando foi editado este livro?
2 – A que colecção da Âncora Editora pertence?
3 – Quais são os dois sinónimos indicados no livro para o que vulgarmente chamamos de budismo?

E envia os teus dados pessoais (incluíndo o nome, morada, e nick de seguidor do blogue), com o assunto "Descobrir Buda", até ao dia 3 de Agosto para literatura@dmagia.net.


Regras do passatempo:
1) Ser seguidor do blogue.
2) Apenas participantes com moradas de Portugal.
3) Apenas uma participação por cada nome e email.
4) Participações sem menção ao nick de seguidor do blogue não serão validadas. Atenção: o que é pedido é o nick de seguidor do blogue e não do facebook.

Passatempo - Nunca te esqueci

A D'Magia em parceria com a Quinta Essência tem para oferecer 1 exemplar de "Nunca te esqueci" de Michael Baron.

Sinopse:
A única ponte para o futuro é através do passado.
Hugh Penders viveu num estado de apatia durante quase uma década, desde que o seu irmão Chase morreu num acidente de viação. Transporta no íntimo dois segredos que nunca foi capaz de partilhar com ninguém: acredita que poderia ter sido capaz de evitar o acidente e está profundamente apaixonado por Iris, a namorada de Chase.
Quando o pai de Hugh sofre um grave ataque cardíaco, Hugh tem de regressar à sua casa em Nova Inglaterra, de onde andara a fugir nos últimos dez anos. Um dia, encontra Iris - que se mudara havia muito tempo - na rua. Iniciam uma amizade e Hugh acredita que está a apaixonar-se novamente por ela.
Contudo, o fantasma de Chase paira sobre ambos. E, quando cada um deles revela uma verdade que o outro desconhecia, as suas vidas, a perspectiva que tinham de Chase, e as suas oportunidades de um futuro conjunto mudarão para sempre.
Imbuído da força do desejo e do impacte da perda, Nunca te Esqueci é uma narrativa comovente e romântica que emocionará profundamente o leitor.


Para te habilitares a ser um dos vencedores basta nos enviares uma crítica a um livro lido por ti.
E enviar os teus dados pessoais (incluíndo o nome, morada, e nick de seguidor do blogue), com o assunto "Nunca te esqueci", até ao dia 1 de Agosto, para literatura@dmagia.net.

Regras do passatempo:
1) Ser seguidor do blogue.
2) Apenas participantes com moradas de Portugal.
3) Apenas uma participação por cada nome e email.
4) Participações sem menção ao nick de seguidor do blogue não serão validadas. Atenção: o que é pedido é o nick de seguidor do blogue e não do facebook.

Passatempo - Conspiração Julho

A D'Magia em parceria com a Contraponto tem para oferecer 2 exemplares de "Conspiração 365 Julho" de Gabrielle Lord.

Sinopse:
Libertar-se da rede de pesca é a mais pequena das preocupações de Cal, pois esperam-no inúmeros perigos no cais. Ele consegue esquivar-se da polícia, mas fica em dívida para com o capitão do barco, e o preço a pagar é bem alto. Afinal, como pode ele continuar a investigar o testamento do Piers Ormond enquanto anda a amanhar peixe para recuperar a sua liberdade?
Cal vê-se obrigado a procurar a tia-avó, a única pessoa que o poderá ajudar a prosseguir na sua busca. Só que, com os capangas de Sligo no seu encalço, decerto que o jovem não será a única visita inesperada que Millicent terá. Uma tempestade sinistra está prestes a rebentar. Deverá Cal expor outro familiar ao perigo?
O relógio não pára.
Cada segundo pode ser o último.


Para te habilitares a ser um dos vencedores responde às seguintes perguntas:

1 - Qual é mais pequena das preocupações de Cal?
2 - Com quem fica ele em divida?
3 - Quem é a única pessoa que o poderá ajudar a prosseguir na sua busca?

E envia os teus dados pessoais (incluíndo o nome, morada, e nick de seguidor do blogue), com o assunto "Conspiração", até ao dia 1 de Agosto para literatura@dmagia.net.


Regras do passatempo:
1) Ser seguidor do blogue.
2) Apenas participantes com moradas de Portugal.
3) Apenas uma participação por cada nome e email.
4) Participações sem menção ao nick de seguidor do blogue não serão validadas. Atenção: o que é pedido é o nick de seguidor do blogue e não do facebook.

Novidades Dom Quixote para Agosto

Título: A Guerra dos Mascates
Autor: Miguel Real

Sinopse:
Recuperando e desenvolvendo a obra homónima de José de Alencar escrita no século XIX – da qual ressuscita personagens que cruza com ícones históricos e algumas das figuras permanentes dos seus «romances brasileiros» –, Miguel Real oferece-nos com A Guerra dos Mascates a narrativa de um confronto e
ntre pequenos comerciantes e aristocratas que mobilizou a totalidade da população das cidades de Recife e Olinda no século XVIII.
Amor romântico e ódio colectivo, febre de fé e febre de dinheiro, dignidade social e vingança pessoal, conjugam-se na descrição de personalidades inesquecíveis do cândido ao malévolo para compor um romance deliciosamente irónico que confirma Miguel Real como um dos mais portentosos ficcionistas da actualidade.

Nas livrarias a 29 de Agosto

Título: Hoje Preferia não Me Ter Encontrado
Autor: Herta Müller

Sinopse:
Na viagem de eléctrico que a leva às instalações da Polícia Secreta, hora marcada, dez em ponto, a jovem narradora vê a sua vida passada em revista: a infância na cidade de província, a fixação semierótica no pai, a deportação dos avós, o casamento ingénuo com o filho do «comunista perfumado», a felicidade precária que vive com Paul, apesar do fardo que a bebida impõe ao amor que ela lhe dedica.
Quase chegada ao destino, levanta-se de repente uma altercação no carro eléctrico que leva o guarda-freio a saltar precisamente a paragem em que devia sair. Vê-se numa rua desconhecida, onde descobre Paul com um velho de aspecto suspeito.
Decide então não comparecer ao interrogatório.

Nas livrarias a 29 de Agosto

Título: A Bofetada
Autor: Christos Tsiolkas

Sinopse:
Durante um encontro de amigos, um homem dá uma bofetada a uma criança de três anos. Trata-se de um acto isolado, mas as suas repercussões vão fazer-se sentir nas vidas das oito pessoas que o testemunham de perto. As suas lealdades e paixões são postas à prova, redefinidas, extremadas.
Para as oito personagens, aquele é um momento transformador. Uma a uma, as suas vozes vão dar início a uma caleidoscópica e inquietante viagem aos limites do amor, do sexo, do casamento e da família. Celebrado pela crítica e pelos júris dos mais importantes prémios literários, este é um livro fracturante e controverso.
A Bofetada, primeiro romance do autor a ser publicado em Portugal, vencedor do Commonwealth Prize e finalista do Booker Prize, será brevemente adaptado para televisão, no formato de série.

Nas livrarias a 29 de Agosto.

Faulkner e Aquilino em Julho na Bertrand

Título: Quando os Lobos Uivam
Autor: Aquilino Ribeiro

Nas livrarias a 22 de Julho

Sinopse:
Serra dos Milhafres, finais dos anos 40, o Estado Novo resolve impor aos beirões uma nova lei: Os terrenos baldios que sempre tinham sido utilizados para bem comunitário e onde essa comunidade retirava parte vital do seu sustento, seriam agora “expropriados” e utilizados para plantar pinheiros. Emerge um clima de medo nas pessoas e é esse clima que Manuel Louvadeus, que havia emigrado para o Brasil anos antes, vem encontrar quando regressa à aldeia.

Agora um Homem vivido e culto, Manuel tem uma visão e um sentido de justiça que rapidamente o fazem cair nas boas graças do povo. Toma então parte da sua gente, homens honestos e humildes que trabalham de sol a sol mas que não deixam de viver em condições miseráveis. A revolta acaba por suceder e tudo acaba numa caçada aos homens por parte da polícia que leva muitos deles à prisão acusados de serem instigadores e cérebros da revolta. O Estado mostra então todo o seu esplendoroso poder. Aqui representada está a saga dos beirões na defesa dos terrenos baldios perante a ditadura do Estado Novo.

«Manuel Louvadeus dum galão subiu os degraus. Em cima, no patamar, topou a porta fechada e deteve-se, quando ia para bater, como quem toma fôlego. Com a breca, achava tudo tal e qual! Os dez anos de ausência apagaram-se como um sopro perante a obsessiva eternidade que se lhe oferecia ao lance de olhos. (…) Que distância, anos e anos que correram na levada do tempo, e as coisas conservarem-se ali iguaizinhas, estáticas, teimosas no seu ar de encantamento! Talvez mais velhas… Sim, mais velhas, ferradas mais fundo pelos dentes da morte e a despenhar-se na voragem como as telhas do beiral. E haviam, porventura, de resistir aos vaivéns mais que o coirão dum homem, entretanto que se fartava de dar tombo por esses mundos de Cristo?!»

Sobre o autor:
Aquilino Ribeiro nasceu na Beira Alta no ano de 1885 e morreu em Lisboa em 1963.
Deixou uma vasta obra em que cultivou todos os géneros literários partilhando com Fernando Pessoa, no dizer de Óscar Lopes, o primado das letras portuguesas do século XX. Foi sócio de número da Academia das Ciências e, após o 25 de Abril, reintegrado, a título póstumo, na Biblioteca Nacional, condecorado com a Ordem da Liberdade e homenageado, quando do seu centenário, pelo Ministério da Cultura. Em Setembro de 2007, por votação unânime da Assembleia da República, o seu corpo foi depositado no Panteão Nacional.

Outras obras de Aquilino Ribeiro:
- O Malhadinhas
- As Três Mulheres de Sansão
- O Servo de Deus e a Casa Roubada
- Geografia Sentimental
- A Casa Grande de Romarigães
- O Galante Século XVIII
- Um Escritor Confessa-se
- Romance da Raposa
- Aldeia: Terra, Gente e Bichos
- D. Quixote De La Mancha
- Príncipes de Portugal. Suas Grandezas e Misérias

Título: O Intruso
Autor: William Faulkner

Nas livrarias a 22 de Julho

Sinopse:
«Era meio-dia desse domingo quando o xerife chegou à cadeia com Lucas Beauchamp, embora toda a cidade (para não dizer todo o condado) soubesse já desde a noite anterior que Lucas matara um homem branco.»


Prémio Nobel da Literatura em 1949, vencedor de dois National Book Award e dois prémios Pulitzer.

Passado numa cidade sulista da América, O Intruso aborda os preconceitos raciais, partindo de uma situação em que um negro que se recusa a adoptar uma atitude tipicamente servil é acusado de matar um branco. Ajudado pelo seu advogado Gavin Stevens, personagem recorrente nas obras do autor, vai travar uma longa batalha pela justiça.

O livro foi adaptado ao cinema por Clarence Brown, em 1949.

Sobre o autor:
William Faulkner (1897–1962) é considerado um dos maiores escritores do século XX. Recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 1949 e o National Book Award em 1951 e em 1955. Foi também vencedor de dois prémios Pulitzer.
É autor de romances fortemente psicológicos e simbólicos, cujas personagens vivem situações desesperadas, que retratam a decadência do Sul dos Estados Unidos.
Em 2010, a Bertrand Editora publicou o livro Santuário.

Kanye West e Jay Z - Watch The Throne

Na passada quinta-feira, Jay Z convidou alguns media para uma primeira audição seleccionada de músicas do álbum de Kanye West e Jay Z, intitulado “ Watch the Throne”. Como podemos ler nos links em baixo, estamos perante um lançamento que se pode tornar o mais importante da história do hip hop. Ainda sem data definida para a release, o disco está a começar a criar muita expectativas.

Por agora, seguem algumas declarações dos poucos “sortudos” que tiveram oportunidade de estar presentes nesta audição:

Rolling Stone.com
“If "Liftoff" isn't a chart hit within the next year, I'll be surprised. Jay-Z and Kanye get downright triumphal over synthesized fanfare à la West's "All of the Lights," and Beyoncé's anthemic hook is the type of thing that makes radio programmers go weak in the knees. Huge.”

Entertainment Weekly.com
“Simply put: Throne proves to be a masterpiece. No exaggeration.”

MTV.com
“Throughout the album, Yeezy holds his own when rapping alongside Jay-Z, a lyricist of the highest caliber.”

Billboard
“The songs were dramatic and boastful, with Jay-Z often taking the lead lyrically, and the collection showcased the differences between the two artists - Jay-Z, the technical marksman, and Kanye, the emotive chest beater.”

BET.com
“if there’s one thing that both Jay-Z and Kanye can’t escape, even with all their worldly experiences, it’s the ability to motivate people with their music”

AllHipHop
“Overall, Watch The Throne is one of the most interesting pieces of Hip-Hop I've heard in a long time…Through it all, it’s very cool to see Hip-Hop artist evolving creatively. Fearlessly.”

GQ.com
"Otis," one of the most purely soulful songs the two have ever made together, features a pounding sample of Otis Redding's "Try a Little Tenderness" up front. A clear standout and the first one I wanted to hear again.

Vibe.com
“The expectations for this album are insane. And if Jay and Ye delivered the Holy Trinity of rap records people would still find flaws. But they do this for the culture and the record isn’t done yet. What I will say is I heard some great material last night. And goodnight.”

Rammstein - «best of» em Novembro

Como celebração de 16 anos a incendiar os palcos, os Rammstein apresentam-nos agora, uma retrospectiva dos seus temas mais significativos, intitulada “Made In Germany 1995 - 2011”.

Famosos pela sua presença em palco e pelos espectáculos ao vivo repletos de energia e efeitos pirotécnicos, os Rammstein voltam a espalhar o seu metal poderoso e polémico pelos palcos da Europa, numa tour que começa a 6 de Novembro de 2011.

A par com a tour europeia, “Made In Germany 1995-2011” será editado, onde constam 20 dos melhores temas originais dos Rammstein, incluindo uma nova faixa, assim como todo o catálogo de vídeo da banda, pela primeira vez em CD/DVD. A edição está prevista para Novembro.

A banda alemã já actuou diversas vezes em Portugal, destacando os espectáculos mais recentes, no Pavilhão Atlântico em 2009 e no Rock in Rio em 2010, onde apresentaram o disco “Liebe ist Für Alle Da”, demonstrando porque são reconhecidos pelas suas actuações ao vivo e porque têm uma legião de fãs tão significativa em Portugal.

JAMES MORRISON REGRESSA COM UM - SURPREENDENTE NOVO ÁLBUM, INTITULADO «THE AWAKENING

COM PRODUÇÃO DE BERNARD BUTLER, O SEU PRIMEIRO DISCO PARA A ISLAND RECORDS TEM EDIÇÃO MARCADA PARA 26 DE SETEMBRO E INCLUI UMA COLABORAÇÃO COM JESSIE J.

O PRIMEIRO SINGLE, «I WON’T LET YOU GO», CHEGA A 19 DE SETEMBRO.

O incrível terceiro álbum de James Morrison, «The Awakening», será editado pela Island Records a 26 de Setembro.

O disco, o primeira nesta editora, foi produzido por Bernard Butler e gravado nos estúdios Konk, em Londres. Intitulado «The Awakening», o álbum é a continuação de uma história de enorme aclamação global, alcançada por James Morrison com os dois álbuns anteriores que, em conjunto, já ultrapassaram os 4.5 milhões de exemplares vendidos. Enquanto o seu registo de estreia, «Undiscovered», tomou de assalto o topo da tabela britânica de álbuns, «Songs For You, Truths For Me», de 2008, que incluia um dueto com Nelly Furtado em «Broken Strings», vendeu mais de 1.5 milhões de cópias.

«The Awakening» também conta com uma fantástica colaboração, desta vez com Jessie J em «Up» – esta e uma outra canção foram produzidas por Mark Taylor; todas as restantes contam com a produção de Bernard Butler.

Segundo James Morrison, «o trabalho com Bernard Butler deu a estas canções uma dimensão completamente nova. Para mim, este disco revela as influências resultantes do meu profundo amor pela soul clássica – de artistas como Marvin Gaye, Stevie Wonder, Otis Redding – mas também tem sonoridades muito contemporâneas. Além disso, a preparação para o álbum coincidiu com uma fase de grandes mudanças na minha vida: a música que está no disco revela claramente que este não era apenas o álbum que eu “queria” fazer; este era o álbum que eu “tinha” que fazer. Agora!»

James Morrison, cuja última digressão pelo Reino Unido, após a edição de «Songs For You, Truths For Me», ficou marcada por inúmeros pavilhões completamente esgotados, actua no Roundhouse, em Londres, no dia 30 de Julho, inserido no iTunes Festival. Ainda este ano, está igualmente prevista a realização de uma digressão em território britânico.