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6 de março de 2016

Novidade Casa das Letras - Extinção


Extinção
de Kazuaki Takano

Ele é o novo homem, fruto da evolução da raça humana. Mas será o seu futuro ou o seu fim? 




Sinopse

Durante uma reunião em Washington, D.C., o presidente dos Estados Unidos é informado sobre a existência de uma ameaça para a segurança nacional: um menino de três anos, de seu nome Akili, é o ser mais inteligente do planeta. Representante do passo seguinte na evolução humana, Akili apercebe-se de padrões, prevê acontecimentos futuros mais rapidamente do que a maioria dos supercomputadores e é capaz de manipular acontecimentos a grande escala, como se fossem peças num tabuleiro de xadrez. Mas apesar de todo o seu poder, Akili tem a maturidade emocional de uma criança – o que o pode transformar na ameaça mais perigosa que a humanidade alguma vez enfrentou.

Jonathan Yeager, um militar americano, lidera uma equipa de operacionais de elite que se infiltra na selva do Congo, seguindo as ordens do presidente para destruir esta ameaça para a Humanidade, antes que Akili possa aplicar, a cem porcento, todas as suas capacidades. Mas Yeager tem um filho pequeno, muito doente, e os avançados conhecimentos de Akili em todas as áreas, incluindo a medicina, podem ser a única esperança do militar para salvar a vida da criança.

Em breve Yeager vai confrontar-se com o dilema de ter de escolher entre seguir ordens ou salvar uma criatura com planos desconhecidos que pode querer salvar a humanidade como a conhecemos ou destruí-la. 


Autor


KAZUAKI TAKANO licenciou-se em estudos cinematográficos no Los Angeles City College e trabalhou durante muitos anos como guionista no Japão. Extinção é a sua primeira obra traduzida.

4 de março de 2016

Novidade Porto Editora - O Regresso do Hipnotista

O Regresso do Hipnotista

Lars Kepler convocam protagonista do

primeiro livro no seu novo thriller, Stalker



Em 2010, a Porto Editora publicou O Hipnotista, a estreia da saga policial de Lars Kepler que alcançou o sucesso e o reconhecimento da crítica. A 3 de março chega às livrarias o quinto título da série, Stalker, cuja trama inclui o inspetor Joona Linna, como é habitual, mas também o hipnotista Erik Maria Bark que cativou os leitores do primeiro livro.
Graças ao suspense, à complexidade do enredo e às personagens cativantes, Stalker foi o livro mais vendido na Suécia no ano da sua publicação. A dupla Lars Kepler, composta por Alexander Ahndoril e pela luso-descendente Alexandra Coelho Ahndoril, é já uma marca no panorama do thriller nórdico, e a sua série já ultrapassa os 5 milhões de exemplares vendidos nos 40 países em que está publicada.


Sinopse

Um assassino em série aterroriza Estocolmo. Qual voyeurista, ele filma as suas presas, sempre mulheres, na intimidade das suas casas e depois coloca os vídeos no YouTube, enviando em simultâneo um link para o Departamento da Polícia Criminal.
Quando a primeira mulher aparece morta, vítima de um brutal homicídio, a Polícia começa as suas investigações, mas os vídeos que se sucedem não permitem identificar os alvos. Desconfiando de que o marido da segunda vítima, Björn Kern, traumatizado após ter encontrado o corpo da mulher, detém informações cruciais que podem ajudar o caso, a Polícia decide pedir ajuda ao hipnotista Erik Maria Bark. No entanto, aquilo que Björn lhe conta leva Erik a mentir à Polícia.
Se as luzes estiverem acesas, um stalker consegue ver a sua presa do lado de fora, mas, se estiverem apagadas, é impossível ver um stalker que já se encontre dentro de casa. Tranque as portas e corra as cortinas – os Lars Kepler regressaram com um novo thriller de cortar a respiração.


Os Autores

Lars Kepler é o pseudónimo de uma dupla de escritores de sucesso na Suécia: Alexander Ahndoril e Alexandra Coelho Ahndoril. O Hipnotista, primeiro volume da saga, alcançou um enorme sucesso internacional e foi adaptado ao cinema pela mão do realizador Lasse Hallström. Depois de O Hipnotista, O Executor, A Vidente e O Homem da Areia, chega-nos Stalker.
Mais informações em www.larskepler.com

Imprensa

«Lars Kepler, os sucessores de Larsson.»
El Mundo

«Joona Linna é um polícia deveras merecedor de uma série de romances.»
José Riço Direitinho, Ípsilon

«Incrível […] Este livro consegue ser melhor do que os anteriores.»
Berglingske

«Uma receita fantástica com ingredientes capazes de despertar os maiores medos e as fantasias mais obscuras.»
Dagsavisen

3 de março de 2016

Novidades 20|20 Editora - Vozes de Chernobyl

Vozes de Chernobyl, a obra mais aclamada da Prémio Nobel de Literatura de 2015 Svetlana Alexievich e um dos títulos mais esperados de 2016, chega finalmente às livrarias no dia 26 de fevereiro e já com uma segunda edição a caminho fruto da procura do mercado.

Com prefácio do reconhecido jornalista Paulo Moura e tradução de Galina Mitrakhovich, Vozes de Chernoby é visto como o livro mais duro e impactante de Svetlana Alexievich. Trata-se da primeira obra a apresentar relatos pessoais do desastre de Chernobyl, através de monólogos de centenas de pessoas que viveram a tragédia nuclear de abril de 1986 direta ou indiretamente: desde cidadãos inocentes aos bombeiros chamados para limpar a zona do desastre, bem como membros do governo e forças do regime soviético que tentaram silenciar o ocorrido.

Esses relatos, que resultam de um trabalho jornalístico de fundo, não são uma mera citação contínua dos entrevistados, sendo antes transformados pela autora em textos apresentados na primeira pessoa. O livro narrado em três partes: «A Terra dos Mortos», «A Terra dos Vivos» e «Engolidos pela Tristeza», é aplaudido pela crítica.

ELOGIOS 

«A sua técnica é uma mistura vigorosa de eloquência e de silêncio, descrevendo a incompetência, o heroísmo e o luto: a partir dos monólogos dos seus entrevistados, ela cria uma história que o leitor consegue de facto palpar. Ao lê-la, percebi pela primeira vez que Chernobyl foi o tsunami da Europa: mas fomos nos, humanos, que o criámos, e este tsunami é interminável.» - The Telegraph

«Terríveis e grotescas, as histórias de Vozes de Chernobyl acrescem página após página como a radiação alojada nos corpos dos sobreviventes.» - The New York Times

«Quão genuinamente humanas são estas histórias: cada voz expressa fúria, medo, ignorância, estoicidade, compaixão e amor. Alexievich pôs a sua saúde em risco para reunir estes inestimáveis testemunhos de quem viveu o desastre na linha da frente, transformados aqui numa obra literária essencial e assombrosa.» - Donna Seaman, Booklist

«Vozes de Chernobyl deixa queimaduras de radiação no cérebro dos seus leitores.» - Julian Barnes, The Guardian

  
SINOPSE

A 26 de abril de 1986, Chernobyl foi palco do pior desastre nuclear de sempre. As autoridades soviéticas esconderam a gravidade dos factos da população e da comunidade internacional, e tentaram controlar os danos enviando milhares de homens mal equipados e impreparados para o vórtice radioativo em que se transformara a região. O acidente acabou por contaminar quase três quartos da Europa.

Numa prosa pungente e desarmante, Svetlana Alexievich da voz a centenas de pessoas que viveram a tragédia: desde cidadãos comuns, bombeiros e médicos, que sentiram na pele as violentas consequências do desastre, até as forças do regime soviético que tentaram esconder o ocorrido. Os testemunhos, resultantes de mais de 500 entrevistas realizadas pela autora, são apresentados através de monólogos tecidos entre si com notável sensibilidade, apesar da disparidade e dos fortes contrastes que separam estas vozes.

Svetlana Alexievich nasceu em 1948 em Ivano-Frankivsk, na Ucrânia, tendo crescido em Minsk, capital da Bielorrússia, onde vive atualmente. Jornalista e escritora, e autora de cinco livros e de vinte guiões de documentários. Entre muitos outros importantes galardões internacionais, recebeu o Prix Medicis Essai 2013, o premio Ryszard Kapuściński 2011 e o Book Critics Circle Award 2006 para não-ficção, antes da sua consagração definitiva com o Prémio Nobel de Literatura 2015.

Svetlana criou um novo género literário de não-ficção que é inteiramente seu. Escreve «romances de vozes». Desenvolveu este género livro após livro, apurando a estética da sua prosa documental, sempre escrita a partir de centenas de entrevistas. Com uma notável concisão artística, a sua perícia permite-lhe enlaçar as vozes originais dos testemunhos numa paisagem de almas. As cinco obras em prosa de Svetlana constituem o projeto literário Vozes da Utopia, que reúne a história do espírito universal das pessoas - e não apenas do povo soviético. Deste projeto fazem parte Vozes de ChernobylA Guerra não Tem Rosto de Mulher (Elsinore, setembro de 2016), O Fim do Homem Soviético (Porto Editora, 2015), As Últimas Testemunhas e Rapazes de Zinco (ambos Elsinore, 2017).



A obra de Svetlana Alexievich é caracterizada pela marca da sua escrita e a força histórica dos seus textos. Essa marca, incomum em obras de não-ficção, é expressa sobretudo através do método da autora, os mecanismos literários com que tece os assuntos sobre os quais escreve, distanciando-se enquanto narradora sem se distanciar enquanto jornalista, e fixando a memória coletiva e individual de um povo através de testemunhos na primeira pessoa com uma sensibilidade incomum e uma força estilística notável. Os seus livros são obras históricas e de não-ficção trabalhadas de forma profundamente literária. São, acima de tudo, Literatura.

«Tenho procurado o género mais adequado à minha visão do mundo, que expresse a forma como os meus ouvidos ouvem e como os meus olhos observam a vida. Tentei isto e aquilo, e por fim apropriei-me de um género no qual as vozes humanas falam por si mesmas. Nos meus livros, pessoas reais descrevem os grandes eventos do nosso tempo, como a guerra, o desastre de Chernobyl e a derrocada de um império imenso. Em conjunto, registam verbalmente a história do país, a sua história comum, enquanto cada uma delas transporta para as palavras a sua própria vida. Hoje, o homem e o mundo tornaram-se multifacetados e diversificados, e aquilo que é documentado através da arte tem-se transformado em algo cada vez mais interessante, enquanto a arte em si mesma muitas vezes se revela impotente. O documento — tudo o que é documentado — aproxima-nos da realidade, pois captura e preserva o original. Após vinte anos de trabalho com material documental, e tendo escrito cinco livros com base nesse espólio, declaro que a arte falhou na compreensão de muito do que são as pessoas. Não me limito a registar uma história seca de eventos e factos; estou a escrever a história de sentimentos humanos. Aquilo que as pessoas pensaram, compreenderam e recordaram durante o evento. Aquilo em que acreditaram ou de que desconfiaram, as ilusões, esperanças e medos que viveram. É impossível imaginar ou inventar isto, a qualquer ritmo e em tal multiplicidade de detalhes reais. Esquecemo-nos rapidamente de como éramos há dez, vinte ou cinquenta anos. Por vezes, sentimo-nos envergonhados do nosso passado e recusamos acreditar no que verdadeiramente nos aconteceu. A arte pode mentir, mas o documento nunca o faz, embora seja também o produto da paixão e da vontade de alguém. Componho os meus livros a partir de milhares de vozes, testemunhos, fragmentos da nossa vida e do nosso ser. Demorei três a quatro anos a escrever cada livro. Para cada projeto, conheci cerca de 500 a 700 pessoas e registei as conversas que mantive com elas. Os meus registos compreendem várias gerações. Começam com as memórias de pessoas que testemunharam a Revolução de 1917, atravessam as guerras e os gulags estalinistas, chegando aos dias presentes. São as histórias de uma alma soviética e russa.» - Svetlana Alexievich.

Leia as primeiras páginas aqui.

22 de novembro de 2015

Jeff Kinney em Portugal


Jeff Kinney, no âmbito de uma mediática e inédita digressão mundial – 15 cidades espalhas pelos 5 Continentes -, esteve em Lisboa no lançamento do seu 10.º livro da colecção O Diário de Um Banana (The Diary of Wimpy Kid, no original).
Um lançamento que contou com a presença de Jeff Kinney e do Greg, e onde pais e filhos poderam, à semelhança do que aconteceu na FLL 2014, conviver, fazer perguntas, pedir autógrafos e, para os mais jovens, a Booksmile também teve algumas surpresas preparadas, com oferta de brindes exclusivos.
De frisar é o facto que O Diário de um Banana 9: Assim Vais Longe, lançado em novembro de 2014, foi o segundo livro mais vendido em Portugal na época natalícia (atrás de José Rodrigues dos Santos) e permaneceu no TOP 10 Geral de Ficção durante várias semanas.
A coleção bestseller mundial, que com o lançamento do 10.º volume irá alcançar os 164 milhões de exemplares editados, está traduzida em 48 línguas, com 53 diferentes edições – inclusive em Latim, tendo sido uma cópia entregue em mão ao Papa Francisco - e já ultrapassou os 755 mil editados em Portugal.
O Diário de um Banana é, neste momento, a coleção preferida dos jovens leitores em todo o mundo, apresentando números que deixam outras coleções, igualmente bem-sucedidas, bem longe na tabela de vendas e emoções. Ou não fosse Jeff Kinney, segundo a última lista publicada pela Forbes , o 6.º autor mais bem-sucedido em todo o mundo (23 milhões de dólares totalizados no último ano).

23 de outubro de 2015

Novo livro de Jodi Picoult - A Contadora de Histórias

Uma das mais bem-sucedidas escritoras da atualidade traz-nos a história de uma amizade improvável cujo futuro sofrerá implicações vindas do passado.

Sage Singer é padeira de profissão. Trabalha de noite, a preparar o pão e os bolos para o dia seguinte, tentando fugir a uma realidade de solidão, a más memórias e à sombra da morte da mãe. Quando Josef Weber, um velhote que faz parte do grupo de apoio de Sage, começa a passar pela padaria, os dois forjam uma amizade improvável. Apesar das diferenças, veem um no outro as cicatrizes que mais ninguém consegue ver.

Tudo muda no dia em que Josef confessa um segredo vergonhoso há muito escondido e pede a Sage um favor extraordinário. Se ela disser que sim, irá enfrentar não só as repercussões morais do seu ato, mas também potenciais repercussões legais. Agora que a integridade do amigo mais chegado que alguma vez teve está manchada, Sage começa a questionar os seus pressupostos e as expectativas em torno da sua vida e da sua família.

Um romance profundamente honesto, em que Jodi Picoult explora graciosamente até onde podemos ir para impedir que o passado dite o nosso futuro.

22 de outubro de 2015

Sexo - Livro de Instruções

Informações e técnicas essenciais à otimização do desempenho sexual onde o grande preliminar é o humor.

O sexo é tão antigo como a civilização humana. Então por que é que, depois destes anos todos, os segredos de uma vida sexual gratificante são ainda tão ofuscados?

Felizmente, aqui está o manual para responder a todas as questões mais prementes:

Porque é que os homens adormecem depois do orgasmo?

O que é o ponto G e onde posso encontrá-lo?

Como posso introduzir brinquedos sexuais no meu relacionamento?

Que raio é “rodar a maçaneta”?

Todas as respostas a estas e outras perguntas sempre com o característico humor desta coleção e com grafismos muito explicativos!

Novo livro de José Manuel Félix Ribeiro - EUA versus China – Confronto ou Coexistência

Poderá Portugal passar entre os pingos da chuva da globalização? Um livro de Félix Ribeiro
Os Estados Unidos são o pilar-chave do Ocidente. Portugal, mas a Europa também, tem de organizar e pensar o seu futuro na globalização apoiando-se nesse pilar. Este é um dos desafios do novíssimo livro de Félix Ribeiro, EUA versus China – Confronto ou Coexistência.

O reputado economista José Manuel Félix Ribeiro, autor do sucesso que foiPortugal, a Economia de uma Nação Rebelde, está de volta com EUA versus China e, desta vez, aborda as tensões políticas e económicas do mundo em que vivemos, colocando o prisma na relação entre Estados Unidos da América e China. Um livro para ver o mundo como nunca o vimos. A China, o mundo muçulmano, a viabilidade da integração europeia são apresentadas, pelo autor, num retrato tão implacável como dinâmico. Chega às livrarias a 21 de Outubro.

EUA versus China – Confronto ou Coexistência
José Manuel Félix Ribeiro
15x23
216 páginas
17,00 €
Não Ficção/Economia
Nas livrarias a 21 de Outubro
Guerra e Paz Editores

Este é um livro exaustivo sobre a globalização e os desafios do novo milénio, que expõe as novas estratégias militares dos EUA e o futuro do Ocidente no sistema internacional.

EUA versus China analisa as linhas de força que nos levaram à crise financeira de 2008 e a resposta da nova administração dos EUA, num período em que a China, com um «novo imperador», se está a organizar para disputar a posição de Império do Meio, com a Ásia no centro das ambições.

Confronto ou coexistência é a pergunta que José Manuel Félix Ribeiro tenta responder num livro imprescindível para entender o mundo actual.

21 de outubro de 2015

Novidades Editoriais da Elsinore - Arranha-Céus

«Arranha-Céus» marca o regresso do autor de culto J.G. Ballard ao mundo editorial português. À venda a 12 de outubro.

«Mais tarde, sentado na varanda a comer o cão, o Dr. Robert Laing refletiu sobre 
os estranhos acontecimentos que nos últimos três meses tinham ocorrido no interior do prédio enorme.» 
É assim que arranca «Arranha-Céus», romance inédito em português de J. G. Ballard, autor de culto e sem fronteiras, especialista em diagnosticar e antecipar o mal-estar futuro. Num imponente edifício de quarenta andares, o último grito da arquitetura contemporânea, vive Robert Laing, um bem-sucedido professor de medicina, e duas mil pessoas. Para desfrutarem desta vida luxuosa, não precisam sequer de sair do prédio: ginásio, piscina, supermercado, tudo se encontra à distância de um elevador. Mas alguma coisa estranha borbulha por baixo desta superfície de rotina.

Primeiro vandalizam-se os automóveis do parque de estacionamento, depois assaltam-se os habitantes. Um incidente conduz a outro e, acossados, os habitantes separam-se por pisos. Quando aparecem as primeiras vítimas, a festa mal começou. O realizador de documentários Richard Wilder resolve avançar, de câmara em punho, numa viagem por esta inexplicável orgia de destruição, testemunhando o colapso do que nos torna humanos.

Entre a alucinação e a anarquia, a visão futurista de J. G. Ballard oferece-nos o retrato demencial, lógico de como a vida moderna nos pode empurrar, não para um estádio mais avançado na evolução, mas para as mais primitivas formas de sociedade.

«Arranha-Céus» (High Rise no original) assinala a estreia de Ballard no catálogo Elsinore. Muito em breve poderemos ver a adaptação deste romance cheio de arestas ao cinema.

Em suma: seja bem-vindo ao inferno da vida moderna.


«Arranha-Céus» de J. G. Ballard (224 pp, 16,99€)


«O melhor romance de Ballard. Um triunfo.» - The Times

«Ballard é o mais imaginativo dos sucessores de H. G. Wells.» - Kingsley Amis
«Inventivo. Arranha-Céus é um bestiário intenso e vívido, que permanece, incómodo, na nossa mente.» - Martin Amis

O Que Vemos, Quando Lemos - Novidades Elsinore

O que vemos quando lemos? Tolstoi chegou a descrever Anna Karénina? Herman Melville alguma vez nos revelou a aparência exata de Ismael? O conjunto de imagens fragmentadas numa página — uma orelha elegante ali, uma madeixa rebelde acolá, um chapéu posicionado de determinada maneira — e outras pistas e significantes ajudam- -nos a imaginar uma personagem. Mas, na verdade, a sensação de conhecermos intimamente uma personagem tem pouco que ver com a nossa capacidade de imaginarmos as figuras literárias que amamos (ou odiamos).

O Que Vemos Quando Lemos é uma exploração singular e deslumbrante da fenomenologia da leitura, mostrando-nos como formamos imagens a partir da leitura de obras literárias, e como essas interpretações transformam a própria obra.Peter Mendelsund, um dos mais conceituados designers editoriais contemporâneos, combina uma carreira artística premiada com a sua primeira paixão, a literatura, num dos mais provocadores e invulgares exercícios acerca da forma como compreendemos o ato de ler.

AUTOR
O autor, um dos mais conceituados designers editoriais contemporâneos, combina uma carreira artística premiada com a sua primeira paixão, a literatura, num dos mais provocadores e invulgares exercícios acerca da forma como compreendemos o ato de ler.
Peter Mendelsund é diretor de arte associado da Alfred A. Knopf, uma das mais conceituadas editoras norte-americanas, e pianista clássico em recuperação. O seu trabalho tem sido reconhecido pelo Wall Street Journal como produzindo «as capas de livros mais icónicas e imediatamente reconhecíveis da ficção contemporânea». Vive em Nova Iorque.

IMPRENSA
«Um tratado ilustrado e divertido que explora os desafios particulares de transformar palavras em imagens, numa combinação de ilustração com filosofia, crítica literária e teoria do design.» - TheNew York Times

20 de outubro de 2015

Um Ano de Mindfulness

 
Um Ano de Mindfulness - Meditações semanais para colorir

52 ilustrações a traço para colorir, cada ilustração complementada por uma frase, incorporada no próprio desenho. São frases inspiradoras que convidam à reflexão sobre a consciência, a presença e a harmonia interior, de alguns dos autores mais respeitados a escrever sobre estes temas, como Paulo Coelho, Louise Hay, Augusto Cury, Brian Weiss, Eckhart Tolle e Osho.

As 52 ilustrações foram concebidas para que se colorisse uma por semana, completando assim um ano de prática de mindfulness; mas a decisão de como colorir este livro cabe inteiramente ao leitor.

No verso de cada ilustração existe uma página pautada em branco cujo espaço pode ser usado para escrever os pensamentos que ocorrem ao colorir, ou a interpretação do significado de cada ilustração ou ainda reflexões acerca da frase que a acompanha.

As páginas deste livro são picotadas para que se possa, caso se deseje, arrancá-las e emoldurar as suas pinturas. Podem também ser deixadas no livro, para que este álbum, uma vez colorido, constitua um belo livro ilustrado como recordação de um ano de mindfulness.

A estreia em Portugal de Augusto Cury no romance


Título: Felicidade Roubada
Autor: Augusto Cury
Género: Desenvolvimento pessoal
N.º de páginas: 208
Data de lançamento: 9 de outubro
PVP: 15,50€

O novo romance de Augusto Cury sobre os fantasmas da emoção que sabotam a felicidade.
E se, de repente, perdesse a capacidade de fazer aquilo que dá sentido à sua vida? E se fosse paralisado pelos seus medos? Alan Alcântara é um neurocirurgião bem-sucedido, que dedica grande parte do seu tempo à medicina. Cético e pragmático, não reconhece qualquer sinal de fraqueza em si e tem dificuldade em lidar com a vulnerabilidade nos outros.
A vida profissional consome-lhe toda a energia, e, apesar de amar a sua inteligente filha Lucila e sua adorável mulher Cláudia, mal convive com elas. Pensa que o amor é algo incondicional e não precisa de cuidados...
Durante uma cirurgia, no entanto, Alan é acometido por uma crise de pânico e não é capaz de terminar o procedimento, deixando a responsabilidade para o seu auxiliar. Alan convence-se de estar a sofrer um ataque cardíaco, e não admite o diagnóstico: tem um transtorno psíquico. Mas o seu mal-estar jamais poderia ter origem emocional, pensa; isso é para fracos. Alan verá as suas certezas desmoronarem-se perante a doença – que irá significar, em última instância, uma oportunidade rara para ele se reconstruir como ser humano.

Sobre o autor:
É psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e escritor. Desenvolveu o conceito de inteligência multifocal, uma perspetiva inovadora do funcionamento da mente e da construção do pensamento. É investigador na área de qualidade de vida e de desenvolvimento da inteligência, abordando a natureza, a construção e a dinâmica da emoção e dos pensamentos. Os seus livros ocupam os lugares cimeiros nas listas de livros mais vendidos em todos os países onde são publicados. É considerado o autor mais lido do Brasil dos últimos anos e um verdadeiro fenómeno editorial, com mais de 20 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo.
Dirige o Instituto Academia de Inteligência, que dá formação a executivos, educadores, médicos, psicólogos, advogados, universitários e a qualquer pessoa interessada em expandir os horizontes da sua mente, em educar a sua emoção e em melhorar a sua qualidade de vida.
O Dr. Cury é patrono da Universidade da Criança em Portugal e doutor Honoris Causa da universidade Unifil, assim como membro de honra da academia de génios do Instituto da Inteligência, no Porto.

19 de outubro de 2015

As aventuras de Alex Cross continuam em Fogo Cruzado

Titulo: Alex Cross: Fogo Cruzado
Autor: James Patterson
N.º Páginas: 384
PVP: 18,79€
Nas livrarias a 12 de Outubro


Fogo Cruzado, hoje nas livrarias, é o mais recente volume de uma das séries policiais mais populares no planeta e a que lançou James Patterson, o autor mais bem-sucedido em todo o mundo, para o estrelato.


Alex Cross: Fogo Cruzado, à semelhança dos restantes livros da série, é um livro de leitura compulsiva, recheado de ação e reviravoltas. Aliás, uma escrita a que James Patterson já nos habituou e que lhe permitiu criar uma legião de fãs em todo o mundo, resultando em mais de 305 milhões de livros vendidos.

Sinopse:
Os planos para o casamento do detetive Alex Cross com a sua noiva, Bree Stone, são interrompidos. Alex é chamado à cena de crime do assassínio de dois dos mais corruptos de Washington, DC: um congressista sem escrúpulos e um lobista dissimulado. Mas o atirador furtivo volta a atacar, escolhendo outros políticos corruptos como alvos, e desencadeando uma torrente de teorias — afinal, será este atirador um herói ou um mercenário?
O caso toma proporções inesperadas e o FBI destaca o arrogante agente Max Siegel para a investigação. Rapidamente, Alex e Siegel entram em confronto acerca de quem tem jurisdição sobre o caso.
Entretanto, os assassínios continuam. Enquanto se debate com a identidade do atirador, Siegel e o casamento, Alex recebe um telefonema do seu mais mortífero adversário — Kyle Craig. O génio do crime está de volta a DC e não irá descansar enquanto não tiver eliminado de vez Cross e todos os seus entes queridos. Apanhado no fogo cruzado, irá Alex conseguir sobreviver?

Prémio:
James Patterson será distinguido com o Liberarian Award for Outstanding Service to the Amercian Literary Community na 66.ª edição dos National Book Awards, os principais galardões de literatura dos Estados Unidos. 
A organização justifica a atribuição deste prémio fruto das contribuições que o autor fez até hoje para garantir a vitalidade da cultura literária americana. James Patterson já doou mais de 250 mil livros a crianças, mais de 650 mil livros a soldados americanos e milhões de dólares para bolsas escolares. Os National Book Awards serão atribuídos numa cerimónia a realizar no dia 18 de novembro, em Nova Iorque.

Sobre o autor:
James Patterson já criou mais personagens inesquecíveis do que qualquer outro escritor da atualidade. É o autor dos policiais Alex Cross, os mais populares dos últimos vinte e cinco anos dentro do género.
Entre os seus maiores bestsellers estão também Invisível, Private: Agência Internacional de Investigação, The Women’s Murder Club (O Clube das Investigadoras) e Michael Bennett. (www.jamespatterson.com)

James Patterson é o autor que teve mais livros teve até hoje no topo da lista de bestsellers do New York Times, segundo o Guinness World Records. Desde que o seu primeiro romance venceu o Edgar Award, em 1977, os seus livros já venderam mais de 305 milhões de exemplares.
Patterson escreveu também diversos livros para leitores jovens e jovens adultos, de grande êxito, entre os quais estão as séries Confissões, Maximum Ride, Escola e Eu, Cómico. Em Portugal, James Patterson é publicado pela Topseller (adulto e jovem adulto) e pela Booksmile (juvenil).

Novidades Topseller, para ela

Depois de Filhas da Tempestade, um excitante romance passado em 1453, a rainha do romance histórico regressa com O Ouro Alquimista. Estamos em 1454, na opulenta cidade de Veneza.

Quem também está de regresso com mais um romance histórico é Tessa Dare, com A Noiva do Marquês.

18 de outubro de 2015

«Minha Mulher, A Solidão», edição de luxo de Fernando Pessoa

O que é que Fernando Pessoa nos tem a dizer sobre as mulheres? E se, num livro único, se reunissem os textos de Pessoa e dos seus heterónimos sobre as mulheres, o casamento, o amor e o desejo? São tex­tos em que se acon­se­lham mulhe­res. Num deles, Pes­soa — ou será Ber­nardo Soa­res? — propõe-se ensi­nar às mulhe­res como trair os mari­dos em ima­gi­na­ção.

Vem aí um livro de con­se­lhos a casa­das, mal­ca­sa­das e algu­mas sol­tei­ras. São con­se­lhos hete­ro­ní­mi­cos de Fer­nando Pes­soa (que tan­tas vezes terá sido hete­ró­nimo de si mesmo). Vem aí um livro de soli­dão, a soli­dão de mulher num homem que, se as que­ria, não sabia como havia de as querer.

É este o livro que a Guerra e Paz faz chegar às livrarias, a 21 de Outubro. Inspirado num verso de Pessoa, o livro chama-se Minha Mulher, a Solidão. Mas vamos também chamar-lhe, porque há outros textos que assim o exigem, Conselhos a Casadas, Malcasadas e algumas Solteiras. Um livro irreverente, de capa dura e lombada solta, com costura à vista.
Trata-se de um livro de colecção, para bibliófilos, que nenhum admirador de Pessoa pode perder. Capa em cartão grosso, de 3,5 mm de espessura, com as faces do miolo pintadas à mão, a vermelho, o livro abre logo com uma surpresa: uma pintura original de Ana Vidigal, a que se segue um texto-poema de Eugénia de Vasconcellos. Duas mulheres confrontam-se com a misoginia de Fernando Pessoa.

Mas há mais surpresas neste Minha Mulher, a Solidão. A par dos textos sobre as mulheres, impressos em papéis de luxo (dois Munken diferentes de 150 gramas) irrompe um segundo livro, em papel de jornal, reveladores de outras sexualidades, da pulsão homoerótica à perversão masoquista.

A organização é de Manuel S. Fonseca, que escreve o texto de apresentação. O grafismo é de Ilídio Vasco.

Tal como Flores do Mal, o livro de Fernando Pessoa com capa de madeira que apresentamos em 2014, também Minha Mulher, a Solidão tem uma tiragem limitada e numerada de 1.850 exemplares.

O Torcicologologista, Excelência é o novo livro de Gonçalo M. Tavares

O Torcicologologista, Excelência é o novo livro de Gonçalo M. Tavares e chega esta semana às livrarias

O Torcicologologista, Excelência é um livro de ficção, irónico, capaz de fazer soltar uma gargalhada, mas também duro, composto de duas partes bem distintas. A primeira, onde o desencanto se cruza com um humor corrosivo, é composta de diálogos ficcionais, uma espécie de diálogos socráticos, entre duas personagens, os Excelências, criadas e desenvolvidas durante anos por Gonçalo M. Tavares nas páginas do Diário de Notícias. Vossa Excelência fala para Vossa Excelência e no meio do absurdo que é a existência, e a tentativa de entendê-la, os dois lá vão dissertando sobre o bem e o mal, as revoluções, o tédio, a dança e a preguiça, sobre as grandes questões e os pequenos contratempos, sobre os saltos e as quedas. A ironia, o humor e a sabotagem contínua do pensamento e da linguagem vão avançando no meio destes dois curiosos Excelências, personagens de educação esmerada e raciocínio rápido.

A segunda parte de O Torcicologologista, Excelência remete para a agitação da cidade, para os pequenos gestos e as grandes tragédias dos humanos que lá vivem. Uma tragédia acelerada em que o zoom súbito e o rápido olhar sobre os humanos coloca em primeiro plano uma personagem colectiva: a cidade - a cidade moderna, com as suas doenças, as suas obsessões e, por vezes, a sua esperança.

Alfarroba - O que vem aí?

Conheça os próximos lançamentos:
Um senhor Narigudo e outros mais-que-tudo de João Barbosa
Alex e as formigas navegadoras de João Cunha Silva
A janela aberta da casa fechada de Rosa de Vasconcelos
Soberba Ilusão de Andreia Ferreira
Neste livro há um narigudo, um orelhudo, um dentuças, um careca, um baixinho, um sardento, e por aí fora.Cada poema, sua personagem, sua característica. São dezasseis poemas cheios de rima e de boa disposição, que caricaturam e brincam com características físicas.

PVP 12,5€ 

Lançamento dia 17 de outubro, pelas 15.30, no Complexo das Salinas do Samouco, Alcochete.
Nesta casa fechada mora a Felisbela, que, por estar sempre, sempre à janela, numa janela sempre, sempre bem aberta, canta baixinho canções e vê tudo com muita imaginação.

PVP 12,5€

Lançamento dia 24 de outubro, pelas 21.00, na Biblioteca Municipal de Paços de Ferreira.
A Alex, uma formiga sonhadora e sem receios, irá pôr em prática um plano para salvar a colónia de formigas onde vive. Contará com a ajuda de um pássaro, um guarda-rios, e de um menino, o Simão.

Será que a colónia ficará a salvo?

PVP 10€

Lançamento dia 24 de outubro, pelas 15.00, na Casa Barbot, Vila Nova de Gaia.
O fim está próximo, mas Carla não sabe. Concentra-se no próximo passo: expulsar o demónio Rita da sua vida de uma vez por todas. Porém, o anjo tem um plano, os demónios querem-na morta, amigos aliam-se com inimigos, e até aqueles em quem ela mais confia escondem segredos. Ela é o alvo.
Na excitante conclusão da trilogia, iniciada com Soberba Escuridão, Carla enfrenta o seu destino - as hordas do Céu e do Inferno parecem determinadas a utilizá-la quer ela queira quer não.

PVP 15€

Lançamento dia 25 de outubro, pelas 15.00, na Fnac Braga.

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11 de outubro de 2015

2º volume da série de Jeffrey Archer: Os Pecados do Pai

Título: Os Pecados do Pai
Autor: Jeffrey Archer
Género: Thriller
Tradução: Fernanda Oliveira
N.º de páginas: 368
Data de lançamento: 2 de outubro
PVP: 17,70€

Segundo volume da série As Crónicas de Clifton, do escritor de sucesso que conta com 250 milhões de livros vendidos em 97 países.
A Grã-Bretanha está na iminência de declarar guerra à Alemanha. Harry Clifton, na esperança de fugir às consequências de um escândalo familiar, e percebendo que nunca poderá casar com Emma Barrington, alista-se na Marinha Mercante. Quando um U-Boot alemão lhe afunda o navio, Harry e um punhado de marinheiros, entre eles um americano chamado Tom Bradshaw, são salvos pelo SS Kansas Star. Nessa noite, quando Bradshaw morre, Harry aproveita a oportunidade para enterrar o seu passado e assume a identidade do morto.

Nova Iorque, 1939. Tom Bradshaw é preso por homicídio qualificado. É acusado de matar o irmão. Quando Sefton Jelks, um advogado de primeira linha de Manhattan, lhe oferece os seus serviços a troco de nada, Tom, que não tem dinheiro, não tem grande alternativa a não ser aceitar a sua garantia de uma sentença mais ligeira. Depois de julgado e condenado, Jelks desaparece e a única maneira que Tom tem de provar a sua inocência é revelando a sua verdadeira identidade, algo que ele jurou nunca fazer de forma a proteger a mulher que ama.
Entretanto, a jovem em questão viaja até Nova Iorque, deixando para trás, em Inglaterra, o filho de ambos. Recusa-se a acreditar que o homem com quem ia casar tenha morrido no mar e está decidida a fazer o que for preciso para o encontrar. A única prova que tem é uma carta, que ficou por abrir numa consola de lareira em Bristol durante mais de um ano.

Sobre o autor:Tem mais de 250 milhões de exemplares vendidos em 97 países e 37 idiomas. Autor de 16 romances, seis coleções de contos, três peças de teatro, três volumes do seu diário da prisão e um evangelho. É o único autor que foi número 1 em ficção (15 vezes), contos (quatro vezes) e não ficção (Os Diários da Prisão). Archer é casado com Dame Mary Archer DBE, têm dois filhos e vivem em Londres e Cambridge.

Imprensa:
«Um dos maiores contadores de histórias do mundo.» Los Angeles Times
«Não há melhor contador de histórias vivo.» Larry King
«Um contador de histórias da estirpe de Alexandre Dumas… um talento inultrapassável.» The Washington Post
«Archer é um mestre da ficção.» Time

"O Tibete de África", de Margarida Paredes

Título: O Tibete de África
Autor: Margarida Paredes
N.º de Páginas: 136
PVP: 13,95€
Disponível a 7 de outubro

Um triângulo amoroso desenhado pelo colonialismo português

Edição revista de um dos primeiros romances pós-coloniais da Literatura Portuguesa.

O Tibete de África, de Margarida Paredes é um romance em que a autora cruza três vidas marcadas pelo colonialismo e pela ditadura.
Através de um triângulo amoroso, Margarida Paredes apresenta uma visão feminista sobre o colonialismo e das suas consequências, numa escrita fluída, audaz e crua. O Tibete de África foi inicialmente publicado em 2006, antes da vaga de literatura pós-colonial (por ex. Dulce Maria Cardoso, Isabela Figueiredo), e isso, bem como a sua qualidade literária, justificam esta reedição.

Sinopse:
Lisboa, anos 90.
Ana Sousa é gestora de topo numa empresa de telecomunicações e está casada com Amâncio, um homem mais velho que fugiu de Portugal «a salto» durante a ditadura. Nascida em Angola, Ana regressou a Portugal ainda criança, na ponte aérea de 1975. Num país pequeno onde os «retornados» eram tratados com desprezo, Ana compreende desde cedo que está por sua conta e risco, e acaba por desenvolver uma personalidade forte e ambiciosa. A estabilidade de Ana é posta em causa quando Justino, um engenheiro angolano integra a sua equipa e quando ela é destacada para liderar o investimento da sua empresa no Ruanda, país de grande beleza natural, conhecido como «o Tibete de África».
É no Ruanda que Ana e Justino se encontram quando o presidente no país é assassinado e a guerra civil recomeça, dando inicio a um genocídio. Debaixo de fogo, o presente e o passado confundem-se e os fantasmas da infância de Ana ressurgem na paixão que sente por Justino.

«Retrato íntimo do processo de descolonização, da integração europeia, dos regimes cleptocratas africanos no pós-independência, O Tibete em África é um gume frio, cortante, a penetrar de forma inconformada nas visões – que surpreendentemente permanecem vivas na sociedade portuguesa – romantizadas do colonialismo português.» - do prefácio de Raquel Ribeiro.

Sobre a autora:
Margarida Paredes é natura do Penedo da Saudade, em Coimbra. Em 1974, abandonou o curso universitário na Bélgica para lutar pela independência de Angola ao lado do MPLA, movimento a que aderiu em 1973. Passou por Brazzaville e foi uma das primeiras militantes vindas do Congo a entrar em Luanda após o 25 de Abril de 1974. Depois da independência abandonou o exército angolano para trabalhar no Conselho Nacional de Cultura com o poeta António Jacinto. Aí desenvolveu projetos na área dos espetáculos e artes plásticas, trabalhando com «crianças-­‐soldado» e órfãos de guerra. Regressou a Portugal em 1981.
Licenciada em Estudos Africanos pela Faculdade de Letras de Lisboa, obteve o grau de Doutora em Antropologia pelo ISCTE-­‐IUL com o tema «Mulheres na Luta Armada em Angola».
No pós­‐doutoramento, trabalhou o tema «Mulheres Afrodescendentes da Polícia Militar em Salvador».
É investigadora e professora na Universidade Federal da Bahia, Salvador, Brasil. Desenvolve uma linha de pesquisa sobre Masculinidades Femininas no Campo Militar.

10 de outubro de 2015

Porto Editora - Ficção - Um gato muito especial

Um gato muito especial Alfie – o gato do bairro é o romance de estreia da britânica Rachel Wells
No próximo dia 15 de outubro, a Porto Editora publica Alfie – o gato do bairro. O romance de estreia da britânica Rachel Wells – cujo tremendo sucesso levou já a uma sequela, A Cat Called Alfie, a publicar no Reino Unido no próximo mês de novembro – dá a conhecer aos leitores uma personagem muito especial: Alfie, abandonado após a morte da sua dona, é um gato à procura de uma casa e um perplexo observador dos comportamentos dos humanos. Quando chega a Edgar Road, o bairro que lhe parece ideal para encontrar um lar, está longe de imaginar que terá de conquistar não um, mas quatro novos donos.

Neste comovedor romance sobre a solidão, a esperança e o valor daverdadeira amizade nos momentos mais negros, os leitores conhecem Edgar Road pelos olhos e reflexões deste gato tão especial que vai mudar a vida de todos com quem se cruza.

Um livro obrigatório para todos os leitores que gostaram de A minha história com Bob.

SINOPSE
Alfie é um sem-abrigo, abandonado após a morte da sua dona. Agora, é o momento de procurar uma nova casa e alguém que lhe dê carinho e conforto – um verdadeiro lar. Quando chega a Edgar Road, parece-lhe ser aquele o sítio ideal para ficar, mas está longe de imaginar que encontrará, em vez de um, quatro novos lares. No entanto, terá de usar perseverança para convencer os seus futuros donos disso mesmo, pois a última coisa de que precisam é de um gato.

Mas quando começam a surgir complicações nas suas vidas, todos se apercebem o quão importante Alfie se tornou. Ele trouxe-lhes esperança nos momentos mais negros e mostrou-lhes que a solidariedade é um valor inestimável.

9 de outubro de 2015

TOPSELLER: MGM e Matthew Vaughn levam «Peregrino», de Terry Hayes, ao Grande Ecrã

Peregrino, de Terry Hayes, um dos melhores thrillers de espionagem publicados nos últimos tempos e que chegará às livrarias nacionais a 26 de outubro, pela Topseller, já tem adaptação ao cinema confirmada. 

Matthew Vaughn foi o realizador escolhido para levar ao grande ecrã este fantástico e elogiado thriller, cujos direitos já tinham sido adquiridos pela MGM. Lloyd Braun e Andrew Mittman juntam-se a Vaughn, com as filmagens a terem início em 2016. 

Terry Hayes está já a terminar o segundo volume de uma série que poderá tornar-se, sendo essa a intenção da MGM, numfranchising tipo 007. 

“Não podíamos estar mais satisfeitos por termos chegado a acordo com um realizador da qualidade de Matthew para trazerPeregrino ao grande ecrã”, afirmou o presidente do grupo MGM Jonathan Glickman. “A sensibilidade de Matthew, junto com a incrível história de Terry Hayes, tornam esta dupla perfeita para dar vida à personagem e dá-la a conhecer ao grande público.” Mais sobre a notícia, aqui.

SINOPSE de PEREGRINO
UMA CORRIDA VERTIGINOSA CONTRA O TEMPO E UM INIMIGO IMPLACÁVEL. 
Uma jovem mulher brutalmente assassinada num hotel barato de Manhattan. 
Um pai decapitado em praça pública sob o sol escaldante da Arábia Saudita. 
Os olhos de um homem roubados do seu corpo ainda vivo.
Restos humanos ardendo em fogo lento na montanha de uma cordilheira no Afeganistão.
Uma conspiração para levar a cabo um crime terrível contra a Humanidade. 
E um único homem para descobrir o ponto preciso onde estas histórias se cruzam: Peregrino.

BIOGRAFIA DE TERRY HAYES (Autor disponível para entrevistas)
Nascido no Reino Unido, Terry Hayes emigrou para a Austrália em criança e foi jornalista no maior jornal do país, The Sydney Morning Herald. Foi correspondente nos Estados Unidos, e regressou a Sydney para se tornar jornalista de investigação, correspondente político e colunista. 

Escreveu, com George Miller, o argumento de Mad Max 2: O Guer­reiro da Estrada. Também coproduziu e escreveu Calma de Morte, o filme que lançou a carreira internacional de Nicole Kidman, Mad Max 3: Além da Cúpula do Trovão e inúmeros telefilmes e minisséries, duas das quais receberam nomeações para os Emmy internacionais. No total, recebeu mais de 20 prémios em cinema e televisão. 

Em Los Angeles, trabalhou como argumentista em grandes produções de estúdio, como Payback — A Vingança, com Mel Gibson, A Verdadeira História de Jack, o Estripador, com Johnny Depp, e Limite Vertical, com Chris O’Donnell. 

Peregrino é o seu romance de estreia e foi de imediato um bestseller internacional, vendido para mais de 25 países, e vencedor do National Book Award (Reino Unido), o Crimson Scribe Award e o Hebban Crimezone Award. 

A Topseller lançará o próximo livro do mesmo autor, The Year of the Locust, em 2016. 

CRÍTICAS
«Peregrino é simplesmente um dos melhores romances de suspense que já li. Terry Hayes tem uma prosa forte, diálogos credíveis e uma soberba trama original que daria para três livros. Tudo isto com o toque de mestre que o autor claramente possui.» - David Baldacci, autor bestseller internacional 

«Malta, é de loucos. É o novo Em Parte Incerta, que foi o último livro que eu não consegui mesmo parar de ler. A sério, digam-me o que acharam depois de o lerem. Bastam cinco capítulos e vão ficar doidos.» - Jimmy Fallon 

«O livro tem mais voltas e reviravoltas do que qualquer outro do género publicado em muito tempo. Vai ficar agradavelmente surpreendido ao encontrar um novo tipo de thriller, onde há tanto de cérebro como de músculos.» - New York Times 

«Escrito a um ritmo alucinante, capaz de fazer parar o coração, este thriller aterra algures entre Homeland e Breaking Bad, para depois nos transportar para um nível completamente diferente. Em parte romance de espionagem, em parte thriller psicológico. Voltas e reviravoltas. Personagens emocionalmente complexas. Questões geopolíticas relevantes.» - Wall Street Journal 

«Peregrino é um verdadeiro thriller do século xxi: um enredo intenso, mas com protagonistas pormenorizadamente desenha­dos. As reviravoltas na história lembram uma cobra fechada dentro de um saco. O estilo é visceral, corajoso e cinematográ­fico… Um livro convincente e ambicioso, escrito com habilidade e entusiasmo.» - The Times 

«Um thriller excecional, com um narrador totalmente credível, que tem tantas identidades secretas que dificilmente se lembrará do seu verdadeiro nome.» - Publishers Weekly