Estes dias têm estado muito
quentes mas também há emoções a fervilhar No Calor da Noite. Este é já o
terceiro livro do protagonista da série de TV Castle. Depois dos volumes anteriores, que têm igualmente como
personagens centrais Richard e kate, “No Calor da Noite” narra a nova aventura
de Nikki Heat, determinada e ousada, tão fascinante e bem-humorada como a série
em exibição no AXN. Nikki Heat foi afastada da polícia e embarca sozinha numa
investigação. Só James Rook a poderá ajudar a recuperar o seu distintivo,
fazendo aumentar a temperatura da sua relação.
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1 de julho de 2016
30 de abril de 2016
Novidade Clube do Autor | A Memória - David Baldacci
Sinopse:
Eis a história de um homem dotado de uma memória perfeita e perseguido por um crime sangrento. Ele não se consegue esquecer de nada – mas há uma noite que ele gostaria de apagar para sempre da sua mente… Ou então descobrir finalmente quem destruiu o seu mundo.
2 de fevereiro de 2016
Opinião - "O Grande Gatsby" de F. Scott Fitzgerald
Sinopse
Justamente considerada uma das mais importantes obras do século XX, O Grande Gatsby é um retrato notável da era dourada do jazz, em toda a sua decadência e excessos. Pelos olhos do provinciano Nick Carraway, conhecemos a história do misterioso Jay Gatsby, um milionário que subiu na vida a pulso, movido pela paixão quixotesca que nutre pela jovem Daisy, uma rica herdeira, bela e frívola. A sua obcessão por ela fá-lo reinventar-se para por fim poder reclamar a sua amada, numa autêntica encarnação do sonho americano. Porém, o reencontro de ambos acaba por desencadear uma série de acontecimentos trágicos, com Gatsby a ser vítima não apenas da sua ambição, mas de sensibilidade e a falta de valores que imperam na sociedade americana da época.
Opinião por Margarida Rodrigues
Nick Carraway, um jovem de
origens humildes muda-se para Nova Iorque no verão de 1922 - as expectativas
são altas: uma pequena casa em West Egg, Long Island e um emprego como corretor
da Bolsa. Do outro lado da baía, em East Egg, vive a prima de Nick, Daisy e o
seu marido Tom Buchanan. É também apresentada Jordan Baker, uma golfista
profissional, amiga de Daisy e frequentadora das famosas festas do vizinho de
Nick: Jay Gatsby. É numa destas festas que Nick trava conhecimento com Gatsby e
descobre toda a verdade sobre o misterioso anfitrião. Gatsby e Daisy foram
outrora amantes e quando este foi chamado para combater na Grande Guerra e não
regressou, Daisy vê-se obrigada a seguir em frente. Mas Jay nunca desistiu,
pois todas as festas que realizava em sua casa eram na esperança que, um dia,
Daisy aparecesse. No entanto, o reencontro de ambos acaba por desencadear uma
série de eventos trágicos que expõe algumas duras verdades sobre o amor, naquela
efervescente e eléctrica cidade.
O livro da autoria de F. Scott Fitzgerald transporta-nos para um mundo
de sonhos, amores proibidos, luxo e esperança. O livro serve também de crítica
social, retratando a sociedade da época: uma sociedade focada na futilidade e
no dinheiro, onde o amor era um tema posto de parte.
A história é contada por Nick, dando-nos uma perspetiva dos anos 20
pouco explorada: a descrição dos locais como o Vale das Cinzas, as casas de Jay
Gatsby e Tom Buchanan, as roupas e as festas… Um mundo luxuoso e desconhecido.
Os personagens da história são tanto simples como complexas. Nick é um
jovem modesto com poucas ambições, simbolizando a simplicidade, que se deixa
seduzir pelo mundo da riqueza e ostentação, representado pelo resto do elenco.
Daisy é uma personagem complexa, dividida entre o conforto e estabilidade que
Tom lhe dá e a forte paixão que sente por Gatsby. Este último é um personagem
um tanto confusa. Claramente ambicioso mostra também uns traços de ingenuidade.
Tom é a superioridade e a extravagância em pessoa.
O Grande Gatsby é um clássico que aconselho a todos que procuram uma
leitura absorvente e cheia de drama e intrigas que vai fazer qualquer um suster
a respiração!
31 de agosto de 2015
Conheça a vida trágica de D. Leonor de Habsburgo

Título: A Traição de D. Manuel I
Autor: Jorge Sousa Correia
N.º de Páginas: 416
PVP: 16,50 €
Como é que uma princesa da Casa mais exuberante da época, os Habsburgos, fica disponível para casar com o rei português, mais velho do que ela trinta anos?
Quando, em 1518, D. Leonor de Habsburgo veio na companhia do futuro imperador Carlos V, seu irmão, da Flandres para Espanha, no seu pensamento só uma promessa de casamento permanecia. Chegava depois a Portugal, onde tinha noivo seguro, o príncipe herdeiro, à sua espera para encerrar um capítulo há muito negociado por D. Manuel I e a família dos Habsburgo. Então por que razão se casou com o pai do noivo? E o que fez D. Manuel I desejar a noiva do filho e atraiçoar o acordo?
Esta é a história da vida trágica da rainha consorte D. Leonor de Habsburgo, uma das mais bonitas princesas europeias da época dos descobrimentos, que foi um joguete de intrigas em nome de ambições políticas.
Nas livrarias a partir de 26 de agosto.
Sobre o autor:
Jorge Sousa Correia nasceu em Setúbal em 1946. É licenciado em História, tendo lecionado a disciplina. Estreou-se no romance em 2013 com O Mistério do Infante Santo, seguindo-se As Sombras de D. João II.
Descubra a Ninfa do lago e outras histórias, de Karen Blixen

Título: Ehrengard - A ninfa do lago
Autor: Karen Blixen
Tradução: Maria João Andrade
N.º de Páginas: 208
PVP: 14,50 €
No ano em que se comemora o 53º aniversário da morte de Karen Blixen, a autora do clássico África Minha, o Clube do Autor edita Ehrengard – A ninfa do lago. Um livro onde a fantasia e a realidade se tocam em três histórias inesquecíveis.
No castelo de um pequeno principado, o pintor e conselheiro da grã-duquesa cai em devaneios enquanto observa uma bela jovem. Sedutor experimentado, o artista dará mostras de uma paciência infinita com o propósito de desvendar os mistérios de Ehrengard. Mas a bela ninfa não cederá facilmente aos galanteios do apaixonado. Publicado postumamente, esta história é o último grande escrito da autora.
Em Ehrengard - A ninfa do lago encontramos dois outros contos de Karen Blixen, que fazem desta obra um livro a não perder: As cariátides e Um conto rural. Um conjunto dos melhores textos escritos após a sua experiência em África.

Sobre a autora:
Karen Blixen nasceu na Dinamarca, em 1885, e morreu em 1962. Viveu vários anos no Quénia, onde geriu uma plantação de café. Foi essa vivência que a inspirou a escrever o famoso África Minha. Recebeu o prémio Tagea Brandt Rejselegat em 1939.
14 de junho de 2015
Opinião - A Maior Loja do Mundo - Brad Stone
Título: A Maior Loja do Mundo
Autor: Brad Stone
Editora: Clube do Autor
Sinopse:
A maior loja do mundo não é apenas a história de como uma empresa de garagem se torna um fenómeno mundial com impacto nas nossas vidas, é um livro fundamental para todos aqueles que querem perceber melhor como funciona o universo das vendas na era da Internet.
Audaz, revolucionária, ambiciosa e controversa, a história de sucesso da empresa criada por Jeff Bezos - entretanto comparado a outros nomes influentes da tecnologia como Jobs, Gates ou Zuckerberg - é tão fascinante quanto valiosa. Todos aqueles que pensam criar ou já têm um negócio não podem deixar de ler este livro.
Opinião por Pedro Leite:
É impressionante a dimensão os nossos sonhos podem tomar! Esta foi um dos pensamentos que me abalou pela altura que acabei de ler o livro "A maior loja do mundo" escrito por Brad Stone, e que é um retrato sobre a evolução a maior loja online dos nossos tempos, desde a sua fase embrionária até aos dias de hoje. Com uma escrita suave e irreverente, Brad Stone escavacou até ao subsolo, a história da Amazon e de Jeff Bezos (fundador), mostrando desde o processo criativo de desenvolvimento da empresa, às adversidades e problemas graves que quase a deitaram por terra. Ao longo do livro podemos retirar do livro podemos retirar várias noções essenciais de boas e más técnicas de empreendedorismo, e temos também as noções dadas por Jeff Bezos um dos maiores empresários que me deram a conhecer através claro deste livro.
Recomendo a leitura
1 de abril de 2014
Opinião - O Grande Gatsby
Título: O Grande Gatsby
Autor: F. Scott Fitzgerald
Editora: Clube do Autor / Presença / Relógio D` Água / Europa-América
Sinopse:
A existência de F. Scott Fitzgerald coincide literariamente com os dois decénios que separam as duas guerras, repartindo-se entre a América onde nasceu, numa pacata cidade do Middle West, no Minnesota, e a França, onde viveu durante vários anos com a família. O seu nome evoca-nos uma geração que associamos à lendária idade do jazz, vertiginosa e fútil. Fitzgerald pertenceu a essa geração, foi um dos seus arautos. A sua vida tão precocemente visitada pela fama, e tão cedo destruída, é a carne e o sangue de que é feita a sua obra. O Grande Gatsby é o seu maior romance, talvez porque nele se fundem com rara felicidade essa matéria-prima, a sua própria experiência de vida, e uma linguagem de grande qualidade poética.
Opinião por Márcia Monteiro:
Na minha opinião, "O Grande Gatsby" é um livro
excelente. Não consigo pensar numa única coisa má a apontar (exceto o final,
mas acho que se isso não acontecesse, não aprenderia coisas importantes). O
autor concentrou-se mais nos personagens do que no enredo o que fez o livro
interessante, mas simples.
O personagem principal, Gatsby, é (para mim, pelo menos) uma
pessoa excepcional e misteriosa que vive apenas com o propósito de ver o seu
primeiro amor novamente.
Nick Carraway é um bom narrador e durante toda a história
ele permanece passivo e observador, tendo apenas um papel importante no final.
Eu gostei de Nick.
Daisy é a essência da história e tudo gira em torno dela. Eu
não sou uma fã da personagem porque acho que ela deveria ter assumido as suas
responsabilidades em vez de se esconder atrás Tom.
No geral, "O Grande Gatsby" é um livro excepcional
que certamente irei reler muitas vezes.
12 de março de 2014
Opinião - O Amor é Outra Coisa
Título: O Amor é Outra Coisa
Autor: Margarida Rebelo Pinto
Editora: Clube do Autor
Sinopse:
O amor está antes e depois de tudo porque há sempre uma nova forma de o viver. O amor está em cada gesto que fazemos, tem as cores da amizade, da devoção, da maternidade, da família, do trabalho, da casa, da vida de todos os dias. Descubra o novo romance de Margarida Rebelo Pinto, depois da sua incursão pelo romance histórico com Minha Querida Inês.
Opinião por Maria de Fátima Silva:
O Amor é Outra Coisa de Margarida Rebelo Pinto mostra-nos
a complexidade das relações amorosas e que nunca devemos tomar nada por
adquirido. O amor pode-se desgastar, como tal devemos lutar para o manter. A
vida nem sempre é fácil e o amor também não. A protagonista é uma mulher forte
e eloquente que não deixa nada ao acaso e que luta sempre em tudo o que
acredita. A sua vida nunca foi fácil, mas ela irá sempre lutar, dia após dia.
30 de novembro de 2011
Opinião - Encontros Marcados
Título: Encontros MarcadosAutor: Gonçalo Cadilhe
Editora: Clube do Autor
Sinopse:
Quando se junta na mesma pessoa o viajante, o escritor e o supersticioso daqueles que acredita, no destino, mas só depois de ele ter acontecido -qual é o resultado? Gonçalo Cadilhe revela agora alguns dos momentos marcantes que o ajudaram a definir a sua carreira de viajante, a sua vida de espírito livre e o mundo em que se move. São os encontros marcados pelo destino e com os quais o autor nos surpreende numa colecção de textos luminosos, sobre tudo o que nos pode acontecer a viajar pelo mundo; ou em casa a ler sobre esse mundo; ou na vida, quando crescemos, e só mais tarde, ao olhar para trás, percebemos a marca que deixou.
Opinião por Susana Fino:
O último livro que li foi o “Encontros marcados”, do Gonçalo Cadilhe. Confesso que, quando o comecei a ler, não tinha as minhas expectativas demasiado elevadas e talvez esse tenha sido um dos motivos pelos quais o livro me surpreendeu pela positiva.
Neste livro, que acaba por ser, como é dito pelo próprio, o mais pessoal dos seus livros, Gonçalo Cadilhe descreve os encontros mais importantes que viveu durante as suas várias – e distantes – viagens e que, por um motivo ou outro, o marcaram profundamente. Encontros com outras culturas, com outras pessoas e consigo próprio.
Um dos exemplos descritos no livro que mais recordo é o do encontro que o autor teve com uma família norte-americana – pai, mãe e duas filhas – que estava a dar uma volta ao mundo em sentido inverso à dele, para aproveitar o último ano que iriam, provavelmente, estar a viver com as duas filhas e para lhes mostrar, entre outras coisas, que os restantes países do Mundo (fora EUA) não eram hostis e que eles (americanos) seriam bem recebidos em todos eles, desde que respeitassem as regras e as culturas locais. Esta história, em particular, lembrou-me que todos os estereótipos que temos sobre as diversas culturas não são mais do que meros… preconceitos. Que é necessário viver com cada um dos povos que habita este planeta, compreendê-los, para que possamos ter, nós próprios, uma visão e uma opinião sobre cada um deles. Acima de tudo, o mais interessante neste livro é a capacidade de transmitir uma perspectiva das diferenças culturais e da forma como cada povo reage às mesmas circunstâncias (por exemplo, na descrição que faz dos processos de obtenção de visto em países africanos, ou na forma como foi recebido no hostel na Austrália, entre outros). A leitura deste livro permite-nos ter uma percepção de como é viajar nesses países.
Este livro contém também algumas dicas (preciosas) sobre viagens e, estando eu a planear uma viagem à Índia no início do próximo ano (e não sendo eu, de forma alguma, uma pessoa com muita experiência nesta matéria), irei respeitar, certamente, algumas das dicas que são dadas pelo autor.
Este livro é uma colecção de experiências e aventuras do autor, que já passou por tantos e tão diferentes países. Agora estou curiosa (bastante até) para ler os outros livros de Gonçalo Cadilhe e ver o que o futuro lhe reserva em termos literários.
Editora: Clube do Autor
Sinopse:
Quando se junta na mesma pessoa o viajante, o escritor e o supersticioso daqueles que acredita, no destino, mas só depois de ele ter acontecido -qual é o resultado? Gonçalo Cadilhe revela agora alguns dos momentos marcantes que o ajudaram a definir a sua carreira de viajante, a sua vida de espírito livre e o mundo em que se move. São os encontros marcados pelo destino e com os quais o autor nos surpreende numa colecção de textos luminosos, sobre tudo o que nos pode acontecer a viajar pelo mundo; ou em casa a ler sobre esse mundo; ou na vida, quando crescemos, e só mais tarde, ao olhar para trás, percebemos a marca que deixou.
Opinião por Susana Fino:
O último livro que li foi o “Encontros marcados”, do Gonçalo Cadilhe. Confesso que, quando o comecei a ler, não tinha as minhas expectativas demasiado elevadas e talvez esse tenha sido um dos motivos pelos quais o livro me surpreendeu pela positiva.
Neste livro, que acaba por ser, como é dito pelo próprio, o mais pessoal dos seus livros, Gonçalo Cadilhe descreve os encontros mais importantes que viveu durante as suas várias – e distantes – viagens e que, por um motivo ou outro, o marcaram profundamente. Encontros com outras culturas, com outras pessoas e consigo próprio.
Um dos exemplos descritos no livro que mais recordo é o do encontro que o autor teve com uma família norte-americana – pai, mãe e duas filhas – que estava a dar uma volta ao mundo em sentido inverso à dele, para aproveitar o último ano que iriam, provavelmente, estar a viver com as duas filhas e para lhes mostrar, entre outras coisas, que os restantes países do Mundo (fora EUA) não eram hostis e que eles (americanos) seriam bem recebidos em todos eles, desde que respeitassem as regras e as culturas locais. Esta história, em particular, lembrou-me que todos os estereótipos que temos sobre as diversas culturas não são mais do que meros… preconceitos. Que é necessário viver com cada um dos povos que habita este planeta, compreendê-los, para que possamos ter, nós próprios, uma visão e uma opinião sobre cada um deles. Acima de tudo, o mais interessante neste livro é a capacidade de transmitir uma perspectiva das diferenças culturais e da forma como cada povo reage às mesmas circunstâncias (por exemplo, na descrição que faz dos processos de obtenção de visto em países africanos, ou na forma como foi recebido no hostel na Austrália, entre outros). A leitura deste livro permite-nos ter uma percepção de como é viajar nesses países.
Este livro contém também algumas dicas (preciosas) sobre viagens e, estando eu a planear uma viagem à Índia no início do próximo ano (e não sendo eu, de forma alguma, uma pessoa com muita experiência nesta matéria), irei respeitar, certamente, algumas das dicas que são dadas pelo autor.
Este livro é uma colecção de experiências e aventuras do autor, que já passou por tantos e tão diferentes países. Agora estou curiosa (bastante até) para ler os outros livros de Gonçalo Cadilhe e ver o que o futuro lhe reserva em termos literários.
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