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1 de agosto de 2016

Novidade Guerra e Paz | Não se Diz Tudo aos Homens - Andreia Onofre

Não se Diz Tudo aos Homens

Andreia Onofre


Sinopse
Carolina tem um plano romanesco para conquistar António, o joalheiro que ela decidiu querer para futuro, legal e legítimo marido. Ele não sabe ainda, mas ela engendrou um original jogo de sedução para que ele a descubra. Carolina nunca diz tudo aos homens, acredita que basta orientá-los, sobretudo aos portugueses, que se habituaram a descobrir tantos caminhos marítimos. E como descendente de navegadores lusos, António vai, de certeza, descobri-la. Carolina é também protagonista na descoberta de um pormenor que mudará para sempre a existência de Kal, outra personagem de Não se Diz Tudo aos Homens. Kal, que é incapaz de se envolver num só conflito, acaba por se apaixonar pelo «homem mais bonito do mundo». Duas mulheres, um joalheiro e o homem mais bonito do mundo: um romance em filigrana. Para mulheres originais, que gostam de se reinventar a cada novo dia. E para os homens fascinados por elas.

Sobre a autora:
Andreia Onofre. Mistura, ora explosiva, ora equilibrada, entre Amélie Poulain e a Uma Thurma de Kill Bill. Mulher-caleidoscópio, 41 anos, vários percursos, ex-jornalista, ex-guionista, ex-realizadora, ancorada no marketing digital e fundadora da rede social para empreendedores wePinch. Mãe cool, companheira cúmplice, e agora, que com putos, sempre à espera de viver, tipo Miss, num mundo melhor.

27 de julho de 2016

Guerra e Paz | «A Menina dos Ossos de Cristal» chega ao Plano Nacional de Leitura




Ana Simão nasceu com Osteogénese Imperfeita, uma doença rara com nome complicado, popularmente conhecida por “doença dos ossos de vidro”. Ossos que se partem com tanta facilidade que o simples facto de posicionar mal um pé pode resultar numa fractura e muitas horas de fisioterapia. Ana Simão, autora do livro A Menina dos Ossos de Cristal, publicado pela Guerra e Paz, em 2014, vê agora a singularidade da sua doença também reconhecida pelo Plano Nacional de Leitura (PNL), que acaba de incluir o livro na selecção para 2016/2017. Com esta medida, o Plano Nacional de Leitura dá voz a um caso pessoal e dramático, relatado com mestria e imaginação, contribuindo assim para a formação de adultos mais conscientes e tolerantes, valorizando uma cultura solidária  de entreajuda e compreensão.
Este não é o único título Guerra e Paz distinguido pelo Plano Nacional de Leitura, que passa agora também a incluir dois novos títulos, publicados este ano pela editora e que ainda não constavam na lista de sugestões de leitura: O Que Fazem Mulheres, de Camilo Castelo Branco, e O Amante de Lady Chatterley, de D. H. Lawrence. Com A Menina dos Ossos de Cristal, de Ana Simão, a Guerra e Paz contribui com três novidades para a formação de jovens e adultos.
Não param por aqui as novas edições da Guerra & Paz no PNL. Há a acrescentar cinco entradas de grande valor. Falamos de O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry; Os Maias e A Cidade e as Serras, de Eça de Queiroz; A Ilha do Tesouro, de Robert Louis Stevenson; e, não menos relevante, a edição anotada d’ Os Lusíadas, de Luís de Camões.
Estes novos títulos juntam-se  a três outros livros da Guerra &Paz que já anteriormente faziam parte do PNL: O Triunfo do Ocidente, de Rodney Stark; A Malta das Trincheiras, de André Brün; Uma Visita Politicamente Incorrecta ao Cérebro Humano, de Alexandre Castro Caldas.
Já perdeu a conta? Nós ajudamos. São onze títulos Guerra e Paz incluídos no Plano Nacional de Leitura. A nossa sugestão? Disfrute e leia. Leia muito.

9 de julho de 2016

Novidade Guerra e Paz | A Definição do Amor - Jorge Reis-Sá


Sinpose:
«E, num acaso da noite, vindo eu do hospital, do barulho dos rádios nas enfermarias junto ao quarto – os homens a acompanharem as esposas na visita semanal aos doentes mas mais interessados no futebol – da Susana continuamente parada, o cilindro azul e o barulho repetido da sua respiração, vindo eu da vida que me escolheram sem uma palavra – Francisco, importa-se de ficar viúvo? Dava jeito.
sem uma possibilidade de aceitação, sequer, vindo eu, o velho Fidélio perguntou está melhor. Ainda nestes dias não tinha chorado, já se contam quatro. A minha mulher vai morrer, assim se desligue a máquina que a respira. O meu filho vai ficar órfão, o meu outro filho sequer vai nascer, o mais certo. E eu sóbrio e inflexível, a não querer entender. Mas a pergunta do velho Fidélio foi a mais forte dor no coração – a Susana dizia sempre boa noite, Sr. Fidélio, e as pombas, bem?, sacudindo o resto das migalhas para os pardais no andar de cima. Abracei-o. Fraquejaram-me as pernas. Chorei por quatro dias, Susana – quem vai agora perguntar pelas pombas ao velho Fidélio?»

8 de julho de 2016

Novidade Guerra e Paz | Dicionário de Palavras Supimpas - José Alfredo Neto


Dicionário de Palavras Supimpas
José Alfredo Neto

Sinopse:
Palavras há muitas, tal como dizia o outro a respeito de chapéus. Tal como no caso dos chapéus, difícil é escolher uma que vá bem com a ocasião.
Este dicionário pode ajudar.
Num dicionário convencional, entre sulipampa e surripiar surgem páginas inteiras de palavras como suor ou superveniência. Neste, a única que aparece é supimpa. As outras, há que reconhecê-lo, não são supimpas. Logo, não existem neste dicionário. Isto torna-o muito mais elegante, naturalmente, mas também muito mais útil. Porquê? Porque no dia-a-dia, em casa, no trabalho, na escola, no transporte público, na rede social, a vida só tem a ganhar com um uso mais liberal da palavra supimpa. Seja pela sonoridade, pelo significado ou pela contradição entre ambos, a palavra supimpa é aquela que abrilhanta o discurso de quem a usa e que alivia, mesmo que temporariamente, o ouvido de quem a escuta ou os olhos de quem a lê.

Sobre o Autor:
José Alfredo Neto. Nasceu em Lisboa, mais concretamente em Alcântara, em 1964. O pai, nascido em Angola de pais oriundos da Beira Baixa, era professor universitário, e a mãe, algarvia de Olhão, bióloga. Fez a escola primária no Externato Fernão Mendes Pinto, a secundária no Liceu D. Pedro V e uma licenciatura em Comunicação Social no ISCSP, da então chamada Universidade Técnica de Lisboa, à época na Rua da Junqueira. Depois deu em publicitário. É casado, tem uma filha e continua a viver em Lisboa.

6 de julho de 2016

Novidade Guerra e Paz | Acredita em Ti - Eduardo Silva


Sinopse:
Ao longo da minha vida tive a oportunidade de constatar que o crescimento interior, contrariamente ao biológico, que acontece a um ritmo muito semelhante para todos, resulta das nossas vivências, aprendizagens e influências culturais. Vejo a mudança e o crescimento como dois elementos que interagem de forma contínua, orientando-nos em direcção ao nosso propósito de vida. Só aqueles que acreditam podem algum dia mudar e crescer! Quero revelar-te que nem sempre acreditei em mim! Houve períodos em que me senti vazio, incompleto, só e totalmente perdido. A sequência deste percurso vivido na primeira pessoa foi impulsionadora na concepção desta obra. Um livro que pretende inspirar-te para viveres uma vida equilibrada, livre, plena, confiante e feliz no presente.

2 de julho de 2016

Livros Amarelos | Vamos abrir um buraco no cadáver de Fernando Pessoa

Vamos abrir um buraco no cadáver de Fernando Pessoa e vamos abrir um buraco no cadáver de Miguel de Unamuno. Para quê abrir buracos em cadáveres, perguntarão os leitores? Para lhes insuflar vida, responde a Guerra e Paz Editores.
Tomemos nos braços o cadáver de Pessoa, o seu «Banqueiro Anarquista», por exemplo. O que acontecerá se, por esse buraco, lhe insuflarmos o sopro da boca de Oscar Wilde chamado «A Alma do Homem sob a Égide do Socialismo»? Arranquemos ao túmulo, piedosamente, o cadáver do espanhol Miguel de Unamuno pegando-lhe pelo buraco que dá pelo nome de «Portugal, um povo suicida» e disparemos lá para dentro o tiro que espatifou os miolos do português Manuel Laranjeira e a que ele chamou «Pessimismo Nacional». Há mais vida num tiro suicida do que numa longa existência canalha!
De que morte e de que vida é que estamos a falar? Estamos a falar de textos que o respeito atirou para um cemitério chamado literatura. A melhor forma de matar um texto, a melhor forma de matar a criação é catalogá-la e engavetá-la.
Matemos a morte, regressemos à vida! Para dar vida a contos, a romances, a poemas e a ensaios é necessário abrir-lhes um buraco por onde entrem outros textos. A melhor forma é rasga-los à discussão. A melhor forma é pintá-los a uma cor inesperada e insólita.
Hoje, a Guerra e Paz inicia uma viagem de devassa ao cemitério que é o património literário da humanidade. É mentira, os textos não estão mortos. Às nossas escondidas, nos escusos vãos das bibliotecas, os textos literários fazem uns com os outros coisas inconfessáveis. Era preciso caçar-lhes essas relações clandestinas. A Guerra e Paz editores criou o paparazzo da história da literatura e do pensamento. Chama-se ”Livros Amarelos” e é uma nova colecção. A colecção que revela as relações comprometedoras de textos célebres.
Célebres, célebres, muito bons, muito bons, mas metidos a um canto, e isso é exactamente o que esta colecção quer veementemente rejeitar, contrariar e desmentir. “Livros Amarelos” é uma colecção de textos que se erguem de um salto, afectivamente activos.
Esta é uma colecção que, ao contrário de muitos planetas e de tantas estrelas, se pode ver à vista desarmada. São livros de 15 por 21 centímetros e são amarelos. Completamente amarelos e pintados à mão nas três faces do miolo. Custa um dinheirão ao editor? Custa, mas é bonito que se farta. E não são só livros bonitos. A Guerra e Paz rasgou-lhes a beleza, com um corte elíptico e alongado que deixa ver uma faísca de vermelho ou verde ou azul, conforme a cor que as guardas do livro, debaixo da capa, venham a ter.
São os “Livros Amarelos”, amarelos por serem voyeurs, amarelos em vénia à Yellow Book, a revista que, na Londres do século XIX, foi o primeiro sopro de vida desse modernismo que ainda hoje, no século XXI, se nos cola à pele, como grafismo de Ilídio Vasco, autor do design, grita nestes livros.
Saem, agora, os dois primeiros. Num, o «Banqueiro Anarquista», de Fernando Pessoa, dialoga com «A Alma do Homem Sob a Égide do Socialismo», de Oscar Wilde. Entre os dois textos, intrometem-se 60 páginas com a biografia dos autores e um texto que vai por trás do anarquismo dos autores, tortura-os com perguntas e tenta desesperadamente estabelecer as relações deles. Escreve-o Manuel S. Fonseca.
O outro livro junta «O Pessimismo Nacional», de Manuel Laranjeira, insólito médico e autor português, que escreveu uma carta ao amigo espanhol Miguel de Unamuno e a seguir se suicidou, levando o perplexo filósofo espanhol, em «Portugal, um Povo Suicida», a desesperar face à psicologia dos portugueses, esse povo vizinho que tem na morte a solução para a crise espiritual e a bancarrota financeira. Passaram cem anos e podia ser hoje, é o que Helder Guégués também diz no texto em que ressuscita o suicida português e o anti-falangista espanhol.
Nasceu uma nova colecção, os Livros Amarelos”. Em cada livro dois textos de dois grandes autores. Podem ser novelas, contos, poemas ou ensaios. Um intrometido «estudo» contemporâneo virá sempre lançar a rede que liga esses dois textos clássicos. Em Setembro, o próximo livro, amarelíssimo, juntará «A Célebre Rã Saltador do Condado de Calaveras», de Mark Twain, e «Rikki-Tikki-Tavi», de Rudyard Kipling. Mark Twain e Kipling trazem rãs, cães, cavalos, ratos-alfaiates e najas, as cobras-capelo. E um mangusto. O mangusto, já se sabe, tem bons dentes e é imune ao veneno das cobras mais peçonhentas. Saídos do cemitério e regressados à vida, é mesmo de um mangusto que os proteja que os Livros Amarelos” estão a precisar: bem-vindos ao século XXI.

Modo de uso dos “Livros Amarelos”
Toque-lhes: O amarelo não se pega.
Compre-os: É uma forma legítima e desejável de posse.
Meta o dedo: É irresistível, o cortante da capa abre uma fenda que apetece tactear.
Abra-os: Têm segredos que só quem vai lá dentro descobre.

Leia-os: Os seus olhos são o violino que dá música à sua alma.

20 de junho de 2016

Novidade Guerra e Paz | Camas Politicamente Incorrectas da Sexualidade Contemporânea - Eugénia de Vasconcelos


Eugénia de Vasconcellos, poeta e ficcionista, acabou de publicar um extraordinário livro de poesia, «O quotidiano a secar em verso», que a crítica e o meio literário saudaram expressivamente. Na Alemanha, uma colectânea de contos de autoras portuguesas, em que participa, vai também ser traduzida, agora. A Guerra e Paz decidiu, por isso, relançar, com nova capa, um ensaio da autora que continua actualíssimo: «Camas Politicamente Incorrectas da Sexualidade Contemporânea».
Há três razões essenciais para se ler este livro:

1. «As Camas» apresenta-nos a nossa sexualidade como nunca foi discutida.
2. É um livro de quatro camas – ou de quatro maneiras de irmos para a cama – todas elas objecto de uma análise irreverente: a cama feminista, a cama católica, a cama de casal e a cama permissiva.
3. É um livro sério, profundo, francamente provocador e divertido, que se confronta com Freud e Jung, com clássicos como «O Erotismo», de Georges Bataille, ou os romances de Sade, e com autoras contemporâneas como Judith Butler, Naomi Wolf e Camille Paglia.

31 de maio de 2016

Novidade Guerra e Paz | O Que um Adulto Nunca Disse - Ana Amorim Dias

 Advogada, empresária, escritora e barmaid, Ana Amorim Dias puxa para si a hercúlea missão de aproximar jovens e adultos no livro O Que Nunca Um Adulto te Disse, que chega às livrarias a 18 de Maio. Aos 40 anos, mãe de dois rapazes, a autora rapidamente percebeu a dificuldade que existe na comunicação entre pais e filhos, adultos e adolescentes, crianças e crescidos. E percebeu que tem uma missão: aproximar as duas partes.
De igual para igual, Ana Amorim Dias fala com os jovens em discurso directo sobre o amor, o sexo, a escola, os comportamentos de risco, os pais, as drogas, o bullying e as redes sociais. O Que Nunca Um Adulto te Disse é um livro com uma linguagem franca e inteligente. Escrito a pensar nos filhos e escrito a pensar nos pais.
O Que Nunca Um Adulto te Disse não é só um livro, é uma conversa simples e descomplexada que a autora tem directamente com os jovens. Estes vão descobrir como conquistar os pais e fazer com que passem de «carrascos» a cúmplices. Vão ler sobre a importância do amor, da escola e de todos os relacionamentos humanos. Vão descobrir como manter a segurança nas redes sociais e nas festas. E também vão perceber como devem reagir quando se sentirem desintegrados ou tiverem que enfrentar processos de divórcio dos pais, ausências, bullying e outros problemas. E mais: É que se emprestarem este livro aos pais, eles vão finalmente entendê-los!

29 de maio de 2016

Novidade Guerra e Paz | O Retrato de Dorian Gray - Oscar Wilde


Sinpose:
Este romance foi publicado, pela primeira vez, em Julho de 1890, numa revista mensal americana, a Lippincott’s. O editor, temendo acusações de indecência, expurgou-o, no entanto, de palavras e passagens que considerava ofensivas ou chocantes. Um ano depois, o autor publicaria o romance, agora na forma de livro, revendo a versão anterior, acrescentando-a substancialmente e transformando-a num manifesto filosófico: a beleza é a única coisa que interessa perseguir e conquistar na vida. Dorian Gray é um jovem belíssimo. Basil, encantado com a sua beleza, pinta-lhe o retrato. Apaixonado pela sua própria imagem na tela, Dorian deseja que esses traços imutáveis de beleza fiquem para sempre no seu rosto e que seja o retrato a envelhecer. É este o parti-pris narcisista, ou fáustico, do romance de Oscar Wilde. Romance filosófico, sobre a sua tese de fundo, Jorge Luis Borges disse: «Lendo e relendo Wilde ao longo dos anos, reparei numa coisa que os seus panegiristas não parecem sequer suspeitar: a saber, o facto mais elementar que, em boa verdade, Wilde tem sempre razão.»

22 de maio de 2016

Novidade Guerra e Paz | Feliz Divórcio - Elizabete Agostinho


Feliz Divórcio - Elizabete Agostinho 

Hoje, sete em cada dez casamentos acabam em divórcio: a separação já não é um estigma. Banalizado, nem por isso o divórcio deixa de ser um processo individual doloroso, que provoca uma gigantesca mudança de vida. Neste percurso solitário surgem muitas dúvidas e pensamentos negativos difíceis de partilhar até com os mais próximos. Feliz Divórcio quer ser um Manual de Instruções para uma separação o mais saudável e informada possível, desde a nova lei do divórcio às responsabilidades parentais, passando pelo processo interior de transformação, a aceitação do passado e o trabalho necessário para conseguir adaptar-se a esta nova vida, que implica mudanças na relação com a família, os amigos, os filhos e, sobretudo, consigo. Se vai passar pelo processo, se vive neste momento uma separação ou se ficou com marcas de uma separação recente, já terá percebido que raramente tem informação objectiva, fidedigna e sobretudo franca e honesta sobre o assunto. É o que vai encontrar neste livro. 

Sobre a Autora:
Elizabete Agostinho. Nasceu em Paris, onde viveu até aos 18 anos. Mas o desejo de voar pelas próprias asas trouxe-a até Coimbra, para tirar o curso de Jornalismo na Faculdade de Letras. Foi em Portugal que decidiu viver, apesar de ter passado por Liverpool e Barcelona. Jornalista e tradutora, coordenou o livro As Grandes Cartas de Amor, editado pela Guerra e Paz, e dedica grande parte do seu tempo ao cinema, a sua outra grande paixão. Sempre sentiu necessidade de contar estórias, seja através do jornalismo ou da ficção. A experiência do divórcio e a procura compulsiva de informação para enfrentar essa experiência de vida foi o ponto de partida para este seu livro.

10 de maio de 2016

Novidade Guerra e Paz | O Quotidiano a Secar em Verso - Eugénia de Vasconcelos


Sinopse:
Uma casa, um lugar: o coração,
o tempo onde, afinal, existíssemos
fora deste problema da habitação.
É nómada a tua língua e a minha,
dizemos palavras sem morada,
desmontando a cada dia as tendas
e a poesia sem retorno e sem adeus.
Não posso chegar nem a ti nem a Ele,
nem deixar de caminhar para ti e até Ele.
Vivo, amo e digo como quem reza,
entre isto e a morte inscrevo o vazio da fé,
nele levanto uma casa, um lugar: o coração.

9 de maio de 2016

Novidade Guerra e Paz | À Espera de Bojangles - Olivier Bourdeaut


À Espera de Bojangles - Olivier Bourdeaut

Sob o olhar maravilhado e infantil do filho, um casal dança o Mr. Bojangles de Nina Simone. O seu amor é mágico, vertiginoso, uma festa perpétua. Em casa deles só há lugar para o prazer, para a fantasia, para os amigos. Quem dá o tom, quem conduz o baile é a mãe, chama tremeluzente, fugidia e extravagante. Foi ela que adoptou o quarto membro da família, a Menina Sem Préstimo, uma grande ave exótica que deambula no apartamento da família. É ela que não pára de os arrastar, a todos, para um turbilhão de poesia e de quimeras. Mas um dia ela vai longe demais. O pai e o filho farão tudo para evitar o inelutável. Eles querem que a festa continue, custe o que custar. Nunca a expressão «amor louco» foi usada com tanta propriedade. O optimismo das comédias de Frank Capra, aliado à fantasia da Espuma dos Dias, de Boris Vian. 

Biografia do Autor: 
Olivier Bourdeaut. Nasceu à beira do Oceano Atlântico, em 1980. Recusando compreender o que ele queria aprender, o Sistema de Ensino depressa o devolveu à liberdade. Nessa altura, graças à ausência de televisão em sua casa, pode ler com abundância e vaguear sonhadoramente quanto quis. Durante dez anos trabalhou no imobiliário, indo de falhanços a fiascos com um entusiasmo crescente. Depois, durante dois anos, transformou-se no responsável de uma agência de experts em chumbo, responsável por uma assistente mais diplomada do que ele e responsável de caçadores de térmitas, mas os insectos encarregaram-se de minar e roer a sua responsabilidade. Foi ainda abridor de torneiras num hospital e factótum de uma editora de livros escolares – na mouche – e apanhador de flor do sal de Guérande a Croisic, entre outras coisas. Sempre quis escrever. À Espera de Bojangles é disso a primeira prova disponível.

Novidade Guerra e Paz | O Homem que não Tinha Idade - Fernando Correia


Sinopse:
PODE UM ROMANCE SER UM GRITO DE ALERTA?
O Homem Que Não Tinha Idade é um grito de revolta e um grito de amor.
Este é o romance que todos os pais e todos os filhos, todos os avós e todos os netos têm de ler.
João, o herói deste livro, pode ser velho e pode ser viúvo. Mas João não quer ser abandonado num depósito de trapos e sombras. João quer ter direito a uma vida livre, quer ter direito a amar e ser amado, quer fazer coisas e ser útil com as próprias mãos.
Um grande romance de Fernando Correia. O romance em que o autor revela o mais íntimo e pessoal de si mesmo.

29 de abril de 2016

Novidade Guerra e Paz | A Volta ao Mundo em 80 Dias - Júlio Verne

Sinopse:
Neste livro, Júlio Verne narra a tentativa de um cavalheiro inglês, Phileas Fogg, fazer uma viagem de circum-navegação à volta do mundo em 80 dias, acompanhado pelo seu criado francês, Jean Passepartout.
Phileas é um homem de hábitos firmes. Todos os dias acorda às 8h da manhã, todos os dias faz a barba às 9h37 e sai, a seguir, em direcção ao clube onde vai ler o jornal. Só uma aposta obstinada e desmesurada o levaria a mudar de hábitos. Phileas aposta com os outros cavalheiros do clube que é capaz de dar a volta ao mundo em apenas 80 dias. Com A Volta ao Mundo em Oitenta Dias, o êxito foi absoluto e imediato. Foi publicado em 1873, em folhetins, que eram avidamente procurados pelos leitores. Os correspondentes dos principais jornais europeus e dos Estados Unidos em Paris acompanhavam a aventura do fleumático cavalheiro como se se tratasse de alguém real. O entusiasmo foi tal, que houve companhias de navegação que ofereceram fortunas para que as personagens fizessem a última etapa num dos seus navios.

25 de abril de 2016

Novidade Guerra e Paz | O Pequeno Livro Vermelho - Mao Tsé-Tung



O Pequeno Livro Vermelho - Mao Tsé-Tung

Este livro andou nas mãos de milhões de seres humanos: da China à Europa, de acontecimentos histórico míticos como o Maio de 68 a filmes de Jean-Luc Godard, das mãos dos operários e militares chineses, em Pequim, às mãos do estudantes de Direito do MRPP, em Lisboa. Visto como um livro libertador, que poria em causa todo o poder – «Bombardeiem o Quartel-General» era o apelo de Mao – o que na sua construção aforística se esconde é o mais exacerbado culto da personalidade. Fanatismo, tortura, repressão da mais ínfima liberdade de pensamento, e um milhão de mortos, é o balanço que a China faz da influência deste livro. Nele vem desaguar toda a história do comunismo chinês, um comunismo que foi, desde o seu começo, furiosamente estatal e impiedosamente repressivo. 

O Pequeno Livro Vermelho é precedido por um estudo de Manuel S. Fonseca: Violência, Fome e Reeducação na China de Mao. Edição profusamente ilustrada.

10 de abril de 2016

Novidade Guerra e Paz | Dieta Única - Mariana Chaves

Sinopse:
Uma dieta feita com total respeito pela saúde de quem quer perder peso.
-A DIETAÚNICA é anticancro. Mariana Chaves integra no seu método a experiência do seu trabalho oncológico no Hospital de Santa Maria e no CENC - Centro do Sono.
-Esta é uma dieta que assenta num grande princípio: EMAGRECER NÃO É PASSAR
FOME
Depois deste livro, nunca mais vai precisar de outro livro de dieta: esta não é uma dieta para estar magra ou magro este Verão.

7 de abril de 2016

Novidade Guerra e Paz | O Acordo Ortográfico de 1990 não está em Vigor


Sinopse:
Este livro demonstra, em três textos lapidares, que a ortografia em vigor em Portugal é a de 1945. Em primeiro lugar, por não ter sido juridicamente revogada, em segundo lugar, porque o processo de entrada em vigor do AO de 1990, não tendo o Governo cumprido os passos processuais que a sua aprovação implicava, é como se legalmente não existisse. São três estudos que, em vez de serem análises frias ou mornas, são bem quentes, isto é, propositadamente provocadoras de discussão real, invectivando os adversários a vir à luta sabática, linguística e jurídica, a fim de clarificar, quanto antes e definitivamente, uma situação em que se está abusivamente mutilando a língua portuguesa.

29 de março de 2016

Passatempo - Em português se faz favor"

A D'Magia em parceria com a Guerra e Paz tem para oferecer um exemplar de "Em português se faz favor" de Helder Guégués.

Sinopse:
Um livro útil para todos os falantes comuns que queiram exprimir-se melhor em português. Fundamentado na sua larga experiência como revisor e inspirado num mote dado por Francisco Rodrigues Lobo, o autor aponta-nos alguns dos erros e confusões mais comuns, passando por questões de regência verbal, ortografia, pronúncia, concordância, modismos e mau uso e formação do plural, sempre com abonações reais.

Para te habilitares a ser o vencedor responde às seguintes perguntas:
1 - Este livro é útil para quem?
2 - O que é o autor nos aponta?


E envia os teus dados pessoais (incluíndo o nome completo, morada e nome de seguidor no Facebook), com o assunto "Em Português se faz favor", até ao dia 18 de Abril, para literatura@dmagia.net.

Caso nos siga nas nossas plataformas, a tua participação conta como mais uma por cada plataforma em que nos seguires. Basta nos referires na tua participação o teu nome de seguidor em cada uma delas. As nossas plataformas são:

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Twitter - https://twitter.com/dmagia

Regras do passatempo:
1) Só aceitamos participações de residentes em Portugal.
2) Podem participar todos os dias. No máximo de uma vez por dia.
3) Só serão aceites participações de fãs e/ou seguidores.
4) É obrigatório dar like no Facebook na Página D'Magia
5) Ser fã do facebook e seguidor do blog dá direito a duas participações no passatempo. Não te esqueças de referir o teu nome de seguidor no email juntamente com os teus dados
6) Poderás partilhar este passatempo numa rede social e via twitter uma vez por dia. Cada nova partilha conta como uma participação extra. Basta nos ires enviando os links.
7) O prémio é sorteado via random.org entre todos os participantes validados.
8) Os vencedores serão contactados por email.
9) Não nos responsabilizamos por qualquer extravio no envio do prémio.

Boa sorte a todos!!!