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17 de maio de 2015

Opinião - As Serviçais - Kathryn Stockett


Título: As Serviçais
Autora: Kathryn Stockett
Editora: Saída de Emergência

Sinopse:
Skeeter tem vinte e dois anos e acabou de regressar da universidade a Jackson, Mississippi. Mas estamos em 1962, e a sua mãe só irá descansar quando a filha tiver uma aliança no dedo.
Aibileen é uma criada negra, uma mulher sábia que viu crescer dezassete crianças. Quando o seu próprio filho morre num acidente, algo se quebra dentro dela. Minny, a melhor amiga de Aibileen, é provavelmente a mulher com a língua mais afiada do Mississippi. Cozinha divinamente, mas tem sérias dificuldades em manter o emprego… até ao momento em que encontra uma senhora nova na cidade.
Estas três personagens extraordinárias irão cruzar-se e iniciar um projecto que mudará a sua cidade e as vidas de todas as mulheres, criadas e senhoras, que habitam Jackson. São as suas vozes que nos contam esta história inesquecível cheia de humor, esperança e tristeza.
Uma história que conquistou a América e está a conquistar o mundo.

Opinião por Filipa Monteiro:
São três personagens marcantes que nos contam tudo o que se passava em Jackson, Mississipi, em 1960, neste livro.
São as vozes de duas serviçais que nos contam o como e o porquê de trabalharem como trabalham.
As vantagens (?), os riscos, os abusos, a humilhação, o desrespeito e o respeito.
Contam-nos histórias que eu penso sempre que, em 1960 já não ocorria nada do que é relatado... pelo menos como é escrito... queria eu acreditar. É fantástica a maneira como a autora consegue mostrar através dum livro e personagens fictícias tudo o que as pessoas passaram num passado recente.
A história é contada com bastante humor e com bastantes ensinamentos. Uma coisa que achei ridícula é, os brancos não queriam que os pretos convivessem com eles, comessem com eles, que sequer lhes tocassem (sim, uma chávena de cafá era servida colocada directamente na mesa, não corriam o risco de a passar de mão em mão ou... podiam tocar-se...) mas, os filhos dos brancos são criados pelos pretos. Sim, todos os que "agora" mandam nas serviçais, por casa, foram criados por elas...
Há coisas que me revoltaram, nunca tinha pensado que a mulher branca, por exemplo é pior que o homem branco... e quando explicam o porquê, não podia concordar mais. As mulheres... são e sempre foram pelos vistos, mais mesquinhas. Não sei... A parte em que as criadas são obrigadas a ter uma casa-de-banho para elas então...
O livro vale mesmo pela coragem de uma jovem branca que vai tentar o que nunca foi feito.
Vale, pela força e determinação de duas serviçais, que nunca desistem e que mostram o que de bom o ser humano tem.
São afinal as serviçais que mostram/ensinam, uma rapariguinha branca a gostar e a acreditar em si própria... E isso, deu frutos... anos depois...
Lindo. Lindo. Lindo.

4 de maio de 2015

Opinião - The Walking Dead: A Ascenção do Governador


Título: The Walking Dead - A Ascensão do Governador
Autores: Robert Kirkman e Jay Bonansinga
Editora: Saída de Emergência

Sinopse:
No universo de The Walking Dead (uma admirável BD agora transformada numa premiada série de TV) não há maior vilão do que o Governador. Ele é o déspota que governa a cidade isolada de Woodbury e tem doentias noções de justiça: seja a forçar prisioneiros a combater zombies na arena para divertimento dos locais, seja a destroçar violentamente aqueles que o confrontam. O Governador é um vilão que tão cedo não se esquece e a sua história é uma das mais controversas que Robert Kirkman, criador de The Walking Dead, alguma vez concebeu. Agora, pela primeira vez, os fãs irão descobrir como é que o Governador se tornou neste homem implacável e aquilo que o levou a tais extremos.

Opinião por Daniela Marques:
Tinha muita curiosidade em relação a este livro pois é de uma série a qual gosto muito e na verdade o livro não me decepcionou. A história passasse no início do apocalipse e retrata a vida de um grupo de homens e de uma criança a lutar pela sobrevivência. Muitos ficam pelo caminho mas Brian, o seu irmão, a sua sobrinha e um amigo do irmão revelaram-se mais resistentes ao longo da história. Brian é o irmão medroso de Phillipe que apesar de ser o mais novo sempre foi mais corajoso e valente. A única missão de Brian nestas jornadas era carregar a sua sobrinha as cavalitas.
Pelo caminho encontraram outros sobreviventes, alguns bons, outros maus e todo esse percurso foi marcando-os e transformando-os.
O fim do livro foi completamente inesperado! Quando damos conta Phillipe tomba!
Mas então não é ele o governador da série??? E é nesse momento que Brian se apercebe que está forte e mais vivo do que nunca e que por isso resolve adoptar o nome do irmão e tornar-se assim ele o governador.

8 de abril de 2015

E Se...? Respostas inteligentes e hilariantes a perguntas absurdas

Milhões de pessoas visitam XKCD.com todas as semanas para ler a vinheta de Randall Munroe. As suas figuras simples e desenhos minimalistas sobre ciência, tecnologia, amor e o sentido da vida têm uma vasta legião de seguidores.

Fãs de XKCD colocam a Munroe imensas questões bizarras. E se tentasses bater uma bola de basebol lançada a 90% da velocidade da luz? Se houvesse um apocalipse robótico, quanto tempo duraria a Humanidade na Terra?

Na busca de respostas, Munroe opera simulações de computador, analisa dossiês de pesquisa militar confidencial, resolve equações diferenciais e consulta operadores de reatores nucleares. As suas respostas são obras de arte de perspicácia e humor e normalmente preveem a absoluta aniquilação da Humanidade ou uma explosão inimaginável que arrase tudo!

E se…? é leitura obrigatória para todos aqueles que adoram os grandes enigmas da vida, da ciência e, claro, perguntas tão absurdas quão divertidas.
Leia as primeiras páginas aqui.

23 de março de 2015

Últimos Ritos - Uma magnífica estreia literária baseada e inspirada numa história real

Título: Últimos Ritos
Autor:
 Hannah Kent

É nas paisagens mais belas que se revelam as histórias mais terríveis. Da Islândia para o mundo literário, Hannah Kent grava na memória das páginas a história de Agnes Magnúsdóttir, a última pessoa a ser condenada à pena de morte em terras islandesas. Sem oportunidade para se defender ou se redimir, Últimos Ritos trata dos últimos dias de uma mulher à qual roubaram a verdade – e com isso, a vida.

No norte da Islândia em 1829, Agnes Magnúsdottir é condendada à morte por ter assassinado brutalmente dois homens. Enquanto se preparam os últimos preparativos judiciais para a sua execução, Agnes é enviada para a quinta do Ofi cial Distrital Jón Jónsson, onde também residem a sua mulher e as duas fi lhas. Horrorizados por serem impelidos a receberem uma mulher acusada de homicídio, a família evita Agnes.
Apesar disso, Agnes não se encontra totalmente só. Tóti, o assistente do reverendo, designado para conduzir espiritualmente Agnes nesta sua última travessia, compadece-se dela, tentando resgatar a sua alma. Enquanto os meses estivais defi nham para o inverno rigoroso e as tarefas da vida rural e doméstica se sucedem tarefas domésticas, obrigando todos a conviverem e coabitarem mais proximamente uns dos outros, a história de traição e sangue que persegue Agnes oferece outra versão… e à medida que se aproximam os seus últimos dias, a pergunta arde na garganta de todos: Agnes é culpada ou não?
Baseado e inspirado numa história real, Últimos Ritos é um romance profundamente comovedor sobre a liberdade pessoal e a veracidade das histórias que trazemos connosco: como somos vistos pelos outros ou como acreditamos que somos? De que maneiras arriscamos tudo por amor?
Numa prosa bela e límpida, Hannah Kent retrata a paisagem islandesa em todo o seu esplendor, revelando o fogo sob o gelo glaciar, em que cada dia é uma batalha pela sobrevivência. E é neste livro que se pergunta: como pode alguém sobreviver e acreditar nas letras do seu próprio nome, quando a sua vida depende das histórias contadas pelos outros?

PRÉMIOS:
Abia Literary Fiction Book Of The Year 2014
Davitt Awards Best Debut Novel 2014
Davitt Awards Reader’s Choice 2014
Aba Nielsen Bookdata Bookseller’s Choice Award 2014
Booktopia People’s Choice Award 2014
Faw Christina Stead Award 2013
Indie Awards Debut Fiction De Year 2014
Victorian Premier’s Literary Award People’s Choice Award 2014
Smh Best Young Australian Novelist 2014

21 de fevereiro de 2015

Novidade Saida de Emergencia

Edição/reimpressão: 2015
Páginas: 320
Editor: Saída de Emergência
ISBN: 9789896377366
PVP: 17,76€
Disponível a partir de 20-02-2015

Sinopse
Na agreste paisagem islandesa, Hannah Kent traz à luz dos nossos dias a história de Agnes que, acusada do brutal assassínio do seu anterior amo, é enviada para uma quinta isolada enquanto aguarda a sua hora final. 
Apavorados com a perspetiva de virem a albergar uma assassina, a família que a acolhe evita Agnes nas primeiras abordagens. Apenas Tóti, um padre designado para acompanhar Agnes nesta última caminhada e ser o seu guardião espiritual, procura compreendê-la. Mas assim que a data da morte de Agnes se avizinha, a mulher e filhas do lavrador descobrem que há uma segunda versão para a história brutal que ouviram. 
Fascinante e lírica, Últimos Ritos evoca uma existência dramática num tempo e espaço distantes, dirigindo-nos a enigmática pergunta: como pode uma mulher suportar a mágoa e a injustiça quando a sua vida depende das histórias contadas pelos outros?

Hannah Kent nasceu em Adelaide, Austrália, em 1985. Em jovem viajou até à Islândia num intercâmbio do Rotary Club, onde primeiro conheceu a história de Agnes Magnúsdóttir.
Hannah é a cofundadora e editora do jornal literário australiano Kill Your Darlings, e encontra-se a completar o doutoramento na Flinders University.
Em 2011 ganhou o primeiro Escrever a Austrália – Melhor Manuscrito Não Publicado (Writing Australia Unpublished Manuscript Award).Últimos Ritos é o seu primeiro romance. 

Imprensa
«Eis uma voz original e nova, com um profundo e encantador sentido linguístico e de narrativa. O primeiro romance de Hannah Kent, Últimos Ritos, é uma verdadeira pedra preciosa, com a sua prosa tão resistente e cintilante como a paisagem escandinava.» Geraldine Brooks, Vencedora do Prémio Pulitzer

5 de janeiro de 2015

Novidades Saida de Emergencia

Título: O Pirata do Rei na Terra do Sol
Autor: Clóvis Bulcão 

Um paraíso na terra tem de ser desejado. Terras férteis, pólvora, sal, ouro – tudo isto abunda no Brasil em pleno século XVIII, como uma arca do tesouro à espera de ser aberta.
Na Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro há personagens  cheias de vida à espera de serem lembradas, ruas pisadas por mulheres sedutoras e trafi cantes de pólvora, piratas e padeiras, numa paisagem que se contempla no êxtase do sol tropical.

Esta bela e inesquecível cidade foi, em 1711, sequestrada por um pirata do rei. Descubra toda a história pela pena de Clóvis Bulcão no deslumbrante O Pirata do Rei na Terra do Sol.

BEM-VINDOS AO NOVO MUNDO
O Pirata em questão é René Duguay-Trouin, lendário corsário ao serviço do rei Luís XIV, que lhe confiou primeiro um dos seus barcos, o Profond, e depois armadas numerosas. Os corsários são, de certa forma, “piratas legais”, isto é, são autorizados pelo Rei ou pelo Estado a fazer perseguição e pilhagem em navios particulares aos navios mercantes de um país inimigo. O corsário tem na sua posse uma carta de corso que o legitima para tais funções. Muitas caravelas portuguesas e castelhanas foram pilhadas por corsários ingleses e franceses.
Na Terra do Sol A Terra do Sol é o Brasil, mais precisamente a Cidade de São Sebastião do Rio de  Janeiro, que é sequestrada por René Duguay-Trouin. O Sol poderia ser aqui representativo da abundância de ouro em território brasileiro, o que motivou a inveja de outros países, como França, cobiçando a riqueza minéria a que os portugueses tinham acesso.
Posição de Portugal na altura
Estamos em pleno século XVIII, e é o rei D. João V, O Magnânimo, que governa, em pleno clima absolutista. No meio de festas e celebrações generosas, D. João V usou e abusou do ouro no Brasil, ficando célebre por fundar o Convento de Mafra, e ansiando projetar Portugal nos palcos da Europa como uma nação na vanguarda. A Guerra da Sucessão e as Guerras do Oriente não o abalaram, tendo sido um grande edificador (e gastador), fomentou também os estudos históricos em Portugal. Foi um hábil diplomata em termos de política externa e relações internacionais, e foi no seu reinado que se solidifi cou a aliança Portugal-Inglaterra. Mal saberia ele que França atacaria a sua mais rica colónia… 

Sobre o autor:
Clóvis Bulcão é professor de História do Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro e um célebre historiador com presença frequente na televisão e rádio brasileiras. Procura divulgar os conhecimentos de história a todos, comentando ocasionalmente a realidade política e social. Publicou no Brasil, entre outras obras, Padre António Vieira - Um Esboço Biográfico (Ed. J. Olympio), que teve imenso sucesso junto do público leitor e académico. Este é o seu primeiro romance em Portugal.

Título: Eleanor & Park
Autor: Rainbow Rowell 

Este livro é urgente – tem que ser lido. O amor tem histórias difíceis e complicadas, e algumas clamam por ser lidas quanto antes. Esta é uma delas: bullying, negligência parental, violência doméstica, pobreza – nada disto tem força quando o amor nasce.
Eleanor e Park encontram semelhanças para lá das suas fronteiras, encontram a sua música para calar os gritos – encontram a sua salvação através da banda desenhada, e a sua redenção através da música.
Este é um romance de hoje e de amanhã – para nos mostrar que a vida é realmente bela, apesar dos elefantes na sala, dos fantasmas em casa e dos monstros na escola.
“Nunca vi nada como Eleanor e Park. É uma belíssima história de amor. Relembrou-me o que é ser jovem e apaixonado por uma rapariga, mas também ser jovem e apaixonado por um livro.” John Green, autor de A Culpa É das Estrelas
“Um retrato honesto de arrebatar o coração sobre um amor imperfeito mas inesquecível.” The Horn Book

10 de novembro de 2014

Opinião - Sangue Impetuoso

Título: Sangue Impetuoso
Autor: Charlaine Harris
Editora: Saida de Emergência

Sinopse:
Sookie tem um homicídio para investigar. Uma rapariga morre numa festa de vampiros e tudo indica que o culpado seja Eric, o seu namorado. Eric jura-se inocente, a polícia não acredita e até Sookie tem dúvidas. E não sente grande vontade de aceitar a sua palavra depois de o apanhar a saborear o sangue da vítima minutos antes da morte.
Mas algo estranho se passa. Porque lhe pediram que chegasse à festa fatídica alguns minutos mais tarde apenas para o surpreender em flagrante? E porque «temperou» a vítima o seu sangue antes de se aproximar de Eric? Terá sido apenas por querer ser irresistível ou haverá um motivo mais sinistro? Sookie terá de descobrir... mas é o pior momento possível para investigar, numa altura em que a sua família fae vive um momento problemático e Sookie acaba por se ver inevitavelmente arrastada. Há ainda uma última complicação: o cluviel dor que a avó lhe deixou. Conceder-lhe-á um desejo que poderá tornar real a maior aspiração do seu coração. O único problema é que ainda não sabe o que o seu coração deseja realmente. Ou quem...  

Opinião por Raquel Leite:
A série da Sookie Stackhouse a chegar ao fim, tive que deixar a penosa maratona da Ward de lado para me dedicar ao fim desta, e só me faltavam dois para terminar.
Este é então o penúltimo livro da série, e mais uma vez Sookie está metida em sarilhos, mais ou menos.
Depois de apanhar o seu “marido” a sugar o sangue a outra humana, Sookie fica o suficientemente chateada com ambos. Mas não tanto para a matar, no entanto alguém ficou, pois esta foi encontrada morta no jardim de Eric e ninguém sabe como tal aconteceu. E mais uma vez é Sookie que tem de resolver o assunto, para variar.
Este livro é notoriamente mais calmo que os restantes e mais leve, mas é igualmente viciante. Apesar de Sookie estar constantemente cansada, tanto pelo trabalho e pelas suas relações. Uma nova entrada de uma mulher está-lhe a fazer nervos e o seu marido não ajuda em nada, mesmo em nada.
Estou a gostar da relação de Sookie com Sam que cada vez parece-me mais forte, e a presença de cada um na vida um do outro, já para não falar da posição que ocupam no Bar.
Realmente não senti que a serie se tenha estado a arrastar muito, bem que a Sookie anda sempre a matar alguém seja que espécie for.
“Era tão raro ter de me livrar de um cadáver sozinha que não soube o que responder. As fadas transformam-se em pó e os vampiros desfaziam-se. Os demónios precisavam de ser queimados. Os humanos eram muito problemáticos.”
De louvar é o humor que está cada vez mais presente, e de facto é uma das boas coisas dos livro.