Mostrar mensagens com a etiqueta Editora Marcador. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Editora Marcador. Mostrar todas as mensagens

16 de agosto de 2016

Marcador | As Rochas – Peter Nichols


Tendo como cenário uma bela e assombrosa paisagem mediterrânica, com os seus olivais a perder de vista, este livro recupera o conforto familiar entre expatriados na ilha de Maiorca e procura descobrir um segredo com décadas: qual terá sido o acontecimento misterioso e catastrófico que levou à separação de dois noivos em lua-de-mel, em 1948, de uma forma tão repentina e definitiva que nunca mais voltaram a falar-se, embora ficassem a viver na mesma ilha por mais sessenta anos?
E de que forma, tantos anos mais tarde, a sua história influenciou o romance, ao estilo trágico de Romeu e Julieta, dos seus respectivos filhos? Centrada num conhecido alojamento de férias à beira-mar e nos seus hóspedes glamorosos que desfrutam da boa vida, do vinho, do sol, do sexo e das festas, esta é uma dupla história de amor que começa com um mistério que se vai adensando década após década.

Sobre o Autor

PETER NICHOLS é autor dos bestsellers internacionais; A Voyage for Madmen e Evolution’s Captain, e três outros livros de ficção, memórias e não-ficção. Passou três anos no mar como comandante e foi professor de Escrita Criativa na Georgetown University, na New York University, em Paris e na Bowdoin College, no Maine. Trabalhou em publicidade, foi pastor no País de Gales, trabalhou como argumentista e fez a travessia do Atlântico sozinho. Divide o seu tempo entre a Europa e os Estados Unidos. É professor no programa Master in Fine Arts, da Antioch University Los Angeles.

7 de agosto de 2016

Marcador | Vertigem Assassina – Nelson DeMille


Sinopse

Depois de um embate com um famigerado terrorista conhecido como O Leopardo, Jonh Corey saiu da Unidade Antiterrorista e regressou a casa, na cidade de Nova Iorque. Arranjou emprego no Grupo de Vigilância Diplomática (DSG). Embora se pense que a nova tarefa de Corey no DSG – vigiar diplomatas russos que trabalham na missão da ONU – é um “trabalho calmo”, ele não se importou nada de se livrar das garras do FBI, libertando-se da burocracia da vida de escritório.
Corey, apercebe-se, contudo de algo que o Governo dos Estados Unidos deixou escapar: a ameaça bem real de uma Rússia está a ressurgir.
Quando Vasily Petrov, coronel dos serviços de informações externas russos que finge ser diplomata, desaparece de uma festa em casa de um oligarca Russo, em Southampton, é Corey quem tem de o encontrar. O que andarão os Russos a tramar e porquê? Haverá a possibilidade de uma ameaça nuclear? Será que Corey irá, por fim, ser ultrapassado e ludibriado, ficando a América sujeita a um ataque mais nefasto do que tudo aquilo por que já passou?

Sobre o autor

Nelson DeMille nasceu na cidade de Nova Iorque em 1943. Em 1978 publicou o seu primeiro grande romance By the Rivers of Babylon, que foi um sucesso comercial junto da crítica. Desde então escreveu mais catorze romances e passou bons bocados a criar as suas personagens de Jonh Corey. Construiu uma carreira literária marcada por enormes sucessos mundiais. Todos os seus livros chegaram ao primeiro lugar do The New York Times e da Publishers Weekly, tendo totalizado em conjunto, 380 semanas na lista dos mais vendidos. É um dos três escritores que mais vendem em todo o Mundo, com mais de 100 milhões de livros vendidos.

1 de agosto de 2016

Marcador | Naquela Ilha – Ana Simão


Sinopse
Uma ilha onde nada acontece.
Uma premonição.
Um destino implacável.
Uma jovem apaixonada por um homem mais velho.
Um farol cheio de segredos.
Uma história única.
 “Parece que ainda estou a ouvir aquela vos nova. Fecho os olhos e procuro-a dentro de mim. Consigo escutá-la. Gosto dela. É uma voz rouca de mel, serena e macia. Foi a única voz que ouvi quando regressei a mim. Estava tão perto e as outras tão longe. Não sei quanto tempo estive ausente, mas foi aquela voz que me trouxe à vida. Nunca a vou esquecer. Nem quero. Percebi naquele instante que estava viva e em segurança. E isso foi bom. Não sei quem é. Queria tanto agradecer-lhe: salvou-me a vida. Não sei como o vou encontrar. Já perguntei mas ninguém sabe.”

Sobre a autora
Ana Simão nasceu em Santarém. É licenciada em Gestão de Recursos Humanos. Trabalhou na Camara Municipal de Santarém nas áreas da cultura, do turismo e da acção social. É autora do bestseller: “A Menina dos Ossos de Cristal” e desenvolve acções de sensibilização em escolas, sobre as questões da deficiência. 

13 de julho de 2016

Marcador Editora | “Portugal das Maravilhas” – Enrique Pinto-Coelho


Sinopse

Enrique Pinto-Coelho é filho de mãe portuguesa e de pai espanhol, criado em Madrid, sempre quis saber mais sobre este lado da fronteira. Como jornalista, pôde percorrer Portugal de lés a lés, aprendendo a desactivar os clichés que aprendera em Espanha sobre os portugueses, e olhando para o país, as suas manias e os seus defeitos e virtudes. Entrelaçando observações pertinentes e humorísticas dos tiques nacionais com relatos históricos que explicam um pouco quem somos este é um livro sobre como os estrangeiros vêem e vivem em Portugal, e um retracto particular das décadas de democracia e de União Europeia.

Marcador Editora | “Confissões de uma Médica” – Sofia Serrano


Sinopse


Confissões de uma Médica, escrito na primeira pessoa por uma médica obstetra, leva-nos para a intimidade de alguém que tem a assombrosa missão de trazer ao mundo, todos os dias, novas vidas – tantas vezes salvando aquelas que estão em risco. Relata as peripécias rocambolescas e cómicas de quem passa tanto tempo num hospital, como os amantes que visitam as grávidas antes dos maridos ou as mulheres que se julgam gordas, quando estão, de facto, grávidas de gémeos. Mas, mais do que tudo, é um relato fiel e empolgante de alguém que é apaixonado pelo ofício que escolheu: ajudar a dar à luz, a trazer vida ao mundo – um milagre que nunca deixa de nos espantar.

24 de abril de 2016

Novidade Marcador | A mãe é que sabe

 a mãe é que sabe: como sobreviver aos primeiros 2 anos

A mãe é que sabe, e se há alguém que tem de meter isso na cabeça, são as mães. Produto de um blogue criado com muito amor, este livro que pretende ser a melhor amiga de quem esteja a passar pela maternidade.
Mais do que uma ida à esteticista, o que toda a mãe precisa, ainda para mais nos primeiros tempos, é de se sentir compreendida, acompanhada e confiante.
Neste livro as autoras contam-nos, de uma forma bastante divertida, como sobrevivem aos primeiros dois anos das suas bebés. Conselhos, opiniões e desabafos que lhes saem do coração. 

Sobre as Autoras:
JOANA PAIXÃO BRÁS acima de tudo, mãe. Neste momento uma mãe bem grande, com uma filha que adora dizer «cocó malcheiroso» e outra que está no forno. É scalabitana, licenciada, trabalha em televisão, é voz off de um canal e blogger. Tem 29 anos e, pelo menos até aos 89, tem esperança de que o namorado a peça em casamento. Romântica e lamechas que até enjoa, adora viver e todos esses clichés de quem é feliz. 
 JOANA GAMA nascida e criada. Licenciada. Fez e faz de tudo um pouco para chamar a atenção (rádio, televisão, stand-up comedy, comédia de improviso, piercings a mais nas orelhas e até desenvolveu com o tempo uma ligeira deficiência na fala), mas chegou à conclusão de que ter um filho seria provavelmente o que mais a preencheria, literalmente também na fase de incubação. É uma mulher. Para já.

16 de março de 2016

Opinião “O Deserto dos Tártaros”, de Dino Buzatti


Sinopse
Giovanni Drogo, recém-nomeado nomeado oficial, aproxima-se do seu destino, a fortaleza Bastiani, com um indefinível pressentimento de que algo na sua vida o conduz a uma total solidão. A fortaleza, enorme, amarela, situada nos limites do deserto, outrora reino dos míticos Tártaros, acolhe-o na sua misteriosa imponência. Dentro desta, o tenente Drogo é contaminado pelo clima heróico de avidez de glória que parece petrificar, numa espera perene, oficiais e soldados. Aguardando todos o dia em que os inimigos virão do Norte...

Opinião por Xano Vahia 
Obra de Dino Buzatti, “O Deserto dos Tártaros”, conta-nos a história de um jovem oficial do exército, Giovanni Drogo, que é mobilizado para a fortaleza Bastiani afim de cumprir dois anos de serviço. Antes da partida da cidade natal, e do abandono da sua mãe e irmãos, sente um misto de angústia e de ansiedade, típico de quem deixa toda uma vida para trás, para dar lugar a uma nova muito sonhada. Ao longo da viagem rumo à sua nova unidade, rejubila com o que o aguarda, fazendo planos das grandes batalhas que irá travar, dos feitos gloriosos que lhe estão destinados, do reconhecimento dos seus pares e finalmente da consagração final aos olhos da própria nação. Ao penetrar as altas muralhas da fortaleza, a quimera formada no seu íntimo desvanece, ficando perplexo com o ar desolador que aí encontra. Homens derrotados, paredes frias e húmidas vencidas pelo tempo da longa espera de uma batalha que nunca chega a acontecer, destruindo, assim, a réstia de esperança, ”os corvos fazem o ninho e as andorinhas vão-se embora.”  A ânsia de partir demonstrada aos seus superiores dá lugar a um orgulho cego, misturado com a crença de que um dia a grande batalha será travada e que valeu a pena aquele sacrifício, levando-o a desperdiçar a sua juventude.

“O Deserto dos Tártaros” é a analogia perfeita que define as vidas de milhões de pessoas, demonstrando as suas crenças castradoras de evolução, os sonhos muito perdidos, privilegiando as rotinas extenuantes em detrimento da audácia. No final, a aceitação da vida medíocre como o prémio que foi possível, não sem antes sentir o amargo de boca de que tudo poderia ser diferente se... 
 

14 de janeiro de 2016

Opinião - "O Homem Que Perseguia o Tempo" de Diane Setterfield

 
Sinopse:
Num momento de rivalidade infantil, William deixa-se levar pelo entusiasmo e não hesita em apontar a fisga a uma gralha-calva poisada num ramo, que acaba por matar. Um ato que, apesar de cruel, não teve qualquer significado e depressa foi esquecido. Mas as gralhas-calvas não esquecem...
Anos depois, já na idade adulta, com mulher e filhos, quando um desconhecido entra misteriosamente na vida de William, a sua sorte começa a mudar - e surgem as consequências terríveis e imprevistas daquele incidente do passado. Numa tentativa desesperada de salvar o único bem precioso que lhe resta, William celebra um acordo deveras estranho, com um sócio ainda mais estranho. Juntos, fundam um negócio inquestionavelmente macabro.
 
Opinião por Marta Nogueira
Diane Setterfield constrói com exímia perícia, contenção e economia de palavras um romance brilhante, arrepiante e estranho sobre um rapaz que muda para sempre a vida de um ser e, já adulto, vê a sua própria vida mudar radicalmente quase do dia para a noite - como consequência ou não? desse breve mas fundamental episódio escrito na sua infância. Na verdade, vamos descobrindo ao longo da narrativa cheia de mistério e interrogações colocadas subliminarmente ao leitor, que talvez as explicações directas e detalhadas deixem de importar a partir de certa altura e que o objectivo não é descobrir quem ou o quê perturbou a vida de William Bellman.
A história segue a vida de quatro rapazes presentes nesse episódio quase iniciático, mas sobretudo a de Will Bellman cuja ascensão e sucesso seguidas pela tragédia e pela infelicidade, Setterfield descreve em capítulos curtos e concisos e que apetece ler uns a seguir aos outros com avidez. Informações necessárias e suficientes sobre a vida destas personagens, pontilhadas com pequenos e subtis apontamentos sobre outras vidas que se entrelaçaram com a de Will no início da sua viagem por este mundo, fornecem-nos mais dúvidas do que certezas, mas é desta forma que a autora consegue conquistar o leitor de forma inequívoca.
Este é um romance sobre culpa e arrependimento, sobre a consciência de uma criança, sobre a memória, sobre a perda e sobre como por vezes somos capazes de desperdiçar uma vida inteira por não sermos capazes de nos perdoarmos a nós próprios, por não sermos capazes de abraçarmos os desgostos, fazermos o luto e seguirmos em frente, como Dora, a sua filha, consegue.