25 de fevereiro de 2013
DIÁRIO SECRETO DE UMA MULHER, de Sophie Morgan
Título: Diário Secreto de uma Mulher
Autor: Sophia Morgan
PVP: 14,90€
N.º de páginas: 288
Em primeiro lugar, quero que saibam que não sou uma depravada. Bem, pelo menos não mais do que qualquer outra pessoa. Quem viesse a minha casa ficaria mais espantado com as pilhas de louça por lavar do que com a minha masmorra. O custo de vida na cidade é demasiado elevado e, dado o meu orçamento, uma masmorra não é mesmo uma opção.
UMA HISTÓRIA REAL
Sobre o livro:
Sophie Morgan é uma jovem jornalista de sucesso.
Divertida, inteligente, atraente e generosa, ela podia ser uma das suas amigas. A sua vida é absolutamente banal… com excepção de um “pormenor”: na cama, ela gosta de se entregar a um homem dominador. Sophie é uma submissa. E é também suficientemente ousada para revelar a sua arrojada vida íntima: das primeiras experiências eróticas à recém-descoberta sexualidade, na qual James, um “Christian Grey” da vida real, teve um papel fundamental. É só quando o conhece que ultrapassa verdadeiramente os seus limites. À medida que a paixão entre ambos se intensifica, a questão que coloca a si própria é: até onde será capaz de ir?
Poderá o homem perfeito ser também perfeitamente cruel?
Na senda de 50 Sombras de Grey, este ousado relato pessoal desvenda os segredos e desconstrói os mitos do que realmente significa ser submissa.
Arrojado, controverso e sensual, este Diário está recheado de uma honestidade tão surpreendente que ninguém – homem ou mulher – será capaz de o pousar. E quando terminar, o leitor vai perceber por que razão “Sophie” é um pseudónimo.
Sobre a autora:
Sophie Morgan é o pseudónimo de uma jornalista britânica.
Autor: Sophia Morgan
PVP: 14,90€
N.º de páginas: 288
Em primeiro lugar, quero que saibam que não sou uma depravada. Bem, pelo menos não mais do que qualquer outra pessoa. Quem viesse a minha casa ficaria mais espantado com as pilhas de louça por lavar do que com a minha masmorra. O custo de vida na cidade é demasiado elevado e, dado o meu orçamento, uma masmorra não é mesmo uma opção.
UMA HISTÓRIA REAL
Sobre o livro:
Sophie Morgan é uma jovem jornalista de sucesso.
Divertida, inteligente, atraente e generosa, ela podia ser uma das suas amigas. A sua vida é absolutamente banal… com excepção de um “pormenor”: na cama, ela gosta de se entregar a um homem dominador. Sophie é uma submissa. E é também suficientemente ousada para revelar a sua arrojada vida íntima: das primeiras experiências eróticas à recém-descoberta sexualidade, na qual James, um “Christian Grey” da vida real, teve um papel fundamental. É só quando o conhece que ultrapassa verdadeiramente os seus limites. À medida que a paixão entre ambos se intensifica, a questão que coloca a si própria é: até onde será capaz de ir?
Poderá o homem perfeito ser também perfeitamente cruel?
Na senda de 50 Sombras de Grey, este ousado relato pessoal desvenda os segredos e desconstrói os mitos do que realmente significa ser submissa.
Arrojado, controverso e sensual, este Diário está recheado de uma honestidade tão surpreendente que ninguém – homem ou mulher – será capaz de o pousar. E quando terminar, o leitor vai perceber por que razão “Sophie” é um pseudónimo.
Sobre a autora:
Sophie Morgan é o pseudónimo de uma jornalista britânica.
Passatempo - Os anjos do amor
A D'Magia em parceria com a Nascente para oferecer dois exemplares de "Os anjos do amor" de Haziel.

«O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como Eu vos amei.» Haziel, a maior autoridade mundial em angelologia e autor do livro de referência O Nosso Anjo da Guarda Cura-nos, fornece nesta obra conselhos de inspiração superior para que o Amor reine no mundo. Descubra como invocar os Anjos do Amor e deixe que estes o ajudem a obter uma vida plena de afeto.
Para te habilitares a ser um dos vencedores responde às seguintes perguntas:
1 - Qual é o mandamento?
2 - Haziel é a maior autoridade mundial em?
3 - Que anjos vamos descobrir como invocar?
E envia os teus dados pessoais (incluíndo o nome, morada, e nick de seguidor do blogue), com o assunto "Anjos", até ao dia 15 de Março, para literatura@dmagia.net.
Regras do passatempo:
1) Ser seguidor do blogue.
2) Apenas participantes com moradas de Portugal.
3) Apenas uma participação por cada nome e email.
4) Participações sem menção ao nick de seguidor do blogue não serão validadas. Atenção: o que é pedido é o nick de seguidor do blogue e não do facebook
5) Condições e Termos de Participação estão em www.dmagia.net/faq.html.
24 de fevereiro de 2013
Porto Editora - Ficção - 'Os Alferes', de Mário de Carvalho
Título: Os Alferes
Autor: Mário de Carvalho
Págs: 120
Capa: Mole com badanas
PVP: 14,40 €
Após o êxito de O Varandim seguido de Ocaso em Carvangel, publicado pela Porto Editora em setembro de 2012, chega agora o momento de reeditar a obra completa de Mário de Carvalho, a começar com Os Alferes. Este livro, que regressa às livrarias a 18 de fevereiro, reúne três contos protagonizados por jovens oficiais do Exército num palco de guerra ou ocupação colonial.
O primeiro conto, «Era uma vez um Alferes», foi adaptado duas vezes para cinema (pelos realizadores Luis Filipe Costa e Júlio Alves) e uma vez para teatro (Il était une fois un souslieutenant, por Otile Ehret). Os Alferes foi publicado no Brasil, França e Itália, país onde recebeu o Prémio Internazionalle Città di Cassino.
Sobre o livro:
Numa distante picada de África, um jovem alferes vê-se confrontado com um dilema de vida ou de morte e com o absurdo da própria guerra.
No Leste de Angola, urde-se uma trama de sedução, ciúme, traição e morte.
Num Timor mítico, ecoam os feitos e os sofrimentos da saga universal dos portugueses.
Três histórias onde um fio de humor, não raro amargo, percorre todas as cenas, mesmo as mais violentas ou sombrias.
Três narrativas, três sobressaltos, três momentos ímpares da literatura portuguesa.
Sobre o autor:
Mário de Carvalho nasceu em Lisboa em 1944. Licenciou-se em Direito e viu o serviço militar interrompido pela prisão. Desde muito cedo ligado aos meios da resistência contra o salazarismo, foi condenado a dois anos de cadeia, tendo de se exilar após cumprir a maior parte da pena. Depois da Revolução dos Cravos, em que se envolveu intensamente, exerceu advocacia em Lisboa. O seu primeiro livro, Contos da Sétima Esfera, causou surpresa pelo inesperado da abordagem ficcional e pela peculiar atmosfera, entre o maravilhoso e o fantástico. Desde então, tem praticado diversos géneros literários –
romance, novela, conto e teatro –, percorrendo várias épocas e ambientes, sempre em edições sucessivas. Utiliza uma multiforme mudança de registos, que tanto pode moldar uma narrativa histórica como um romance de atualidade; um tema dolente e sombrio como uma sátira viva e certeira; uma escrita cadenciada e medida como a pulsão duma prosa endiabrada e surpreendente.
Nas diversas modalidades de Romance, Conto e Teatro, foram atribuídos a Mário de Carvalho os prémios literários portugueses mais prestigiados (designadamente os Grandes Prémios de Romance, Conto e Teatro da APE, o prémio do Pen Clube e o prémio internacional Pégaso). Os seus livros encontram-se traduzidos em várias línguas. Obras como Os Alferes, A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho, Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde, ou O Varandim seguido de Ocaso em Carvangel são a comprovação dessa extrema versatilidade.
Autor: Mário de Carvalho
Págs: 120
Capa: Mole com badanas
PVP: 14,40 €
Após o êxito de O Varandim seguido de Ocaso em Carvangel, publicado pela Porto Editora em setembro de 2012, chega agora o momento de reeditar a obra completa de Mário de Carvalho, a começar com Os Alferes. Este livro, que regressa às livrarias a 18 de fevereiro, reúne três contos protagonizados por jovens oficiais do Exército num palco de guerra ou ocupação colonial.
O primeiro conto, «Era uma vez um Alferes», foi adaptado duas vezes para cinema (pelos realizadores Luis Filipe Costa e Júlio Alves) e uma vez para teatro (Il était une fois un souslieutenant, por Otile Ehret). Os Alferes foi publicado no Brasil, França e Itália, país onde recebeu o Prémio Internazionalle Città di Cassino.
Sobre o livro:
Numa distante picada de África, um jovem alferes vê-se confrontado com um dilema de vida ou de morte e com o absurdo da própria guerra.
No Leste de Angola, urde-se uma trama de sedução, ciúme, traição e morte.
Num Timor mítico, ecoam os feitos e os sofrimentos da saga universal dos portugueses.
Três histórias onde um fio de humor, não raro amargo, percorre todas as cenas, mesmo as mais violentas ou sombrias.
Três narrativas, três sobressaltos, três momentos ímpares da literatura portuguesa.
Sobre o autor:
Mário de Carvalho nasceu em Lisboa em 1944. Licenciou-se em Direito e viu o serviço militar interrompido pela prisão. Desde muito cedo ligado aos meios da resistência contra o salazarismo, foi condenado a dois anos de cadeia, tendo de se exilar após cumprir a maior parte da pena. Depois da Revolução dos Cravos, em que se envolveu intensamente, exerceu advocacia em Lisboa. O seu primeiro livro, Contos da Sétima Esfera, causou surpresa pelo inesperado da abordagem ficcional e pela peculiar atmosfera, entre o maravilhoso e o fantástico. Desde então, tem praticado diversos géneros literários –
romance, novela, conto e teatro –, percorrendo várias épocas e ambientes, sempre em edições sucessivas. Utiliza uma multiforme mudança de registos, que tanto pode moldar uma narrativa histórica como um romance de atualidade; um tema dolente e sombrio como uma sátira viva e certeira; uma escrita cadenciada e medida como a pulsão duma prosa endiabrada e surpreendente.
Nas diversas modalidades de Romance, Conto e Teatro, foram atribuídos a Mário de Carvalho os prémios literários portugueses mais prestigiados (designadamente os Grandes Prémios de Romance, Conto e Teatro da APE, o prémio do Pen Clube e o prémio internacional Pégaso). Os seus livros encontram-se traduzidos em várias línguas. Obras como Os Alferes, A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho, Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde, ou O Varandim seguido de Ocaso em Carvangel são a comprovação dessa extrema versatilidade.
23 de fevereiro de 2013
Gradiva - Os Livros de Fevereiro de 2013
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Passatempo - Alguém no céu gosta de si
A D'Magia em parceria com a Matéria-Prima Edições para oferecer dois exemplares de "Alguém no céu gosta de si" de Arielle Ford.
Este livro é uma colecção de relatos extremamente invulgares, inspiradores e sensibilizadores de pessoas comuns que viveram experiências incomuns, ou mesmo místicas. Inclui histórias de assombro e felicidade plena, de anjos, de ocorrências milagrosas, de experiências próximas da morte, de intervenções divinas, de curas, de transformações pessoais, de encontros com homens e mulheres santos, e de coincidências fantásticas.
As pessoas que as contam têm as mais variadas origens. São escritores, médicos, bailarinos, músicos, professores, pasteleiros, actrizes, advogados, arquitectos, estudantes, funcionários públicos, locutores de rádio, jornalistas.
As histórias de Alguém No Céu Gosta de Si destinam-se àqueles que acreditam numa presença invisível que nos ama e protege. Gosto de pensar nelas como contos de fadas para adultos (crianças grandes!), na maioria com final feliz. Como os contos de fadas, muitas destas histórias revelam pedaços escondidos de sabedoria que tornarão a vida de quem as lê mais rica e gratificante. Porque o universo tem um sentido e uma razão, e o que acontece nas nossas vidas não é meramente casual.
Para te habilitares a ser um dos vencedores responde às seguintes perguntas:
1 - Este livro é uma colecção de?
2 - Quais as origens das pessoas que contam estas histórias?
3 - As histórias de Alguém No Céu Gosta de Si destinam-se a quem?
E envia os teus dados pessoais (incluíndo o nome, morada, e nick de seguidor do blogue), com o assunto "Alguém", até ao 10 de Março, para literatura@dmagia.net.
Regras do passatempo:
1) Ser seguidor do blogue.
2) Apenas participantes com moradas de Portugal.
3) Apenas uma participação por cada nome e email.
4) Participações sem menção ao nick de seguidor do blogue não serão validadas. Atenção: o que é pedido é o nick de seguidor do blogue e não do facebook
5) Condições e Termos de Participação estão em www.dmagia.net/faq.html.
22 de fevereiro de 2013
Novidades Planeta para Fevereiro

Autor: Cassandra Clare
N.º de Páginas: 368
PVP: 18,85 €
Disponível a partir de 14 de Fevereiro
O sucesso de vendas desta série best-seller de fantasia urbana garantiu já a sua passagem para o cinema. O filme A Cidade dos Ossos - baseado no primeiro volume da série - será apresentado no Festival de Cinema de Cannes e a estreia está marcada para Agosto nos EUA.
Os Caçadores de Sombras estão de volta com o segundo livro da nova trilogia da segunda série. Uma obra incontornável da literatura fantástica, dirigida a um público urbano e adulto, que mergulha o leitor num universo que combina cenários cosmopolitas e modernos com as lutas ancestrais entre anjos e demónios.
A série mereceu já a aprovação internacional do público, da crítica e os elogios de Stephenie Meyer, autora de Crepúsculo: «A série Os Caçadores de Sombras é um mundo onde adoraria viver. Fantástico!»
«Cassandra Clare, a herdeira de Stephanie Meyer, impõe-se na literatura fantástica para jovens adultos e promete continuar a construir uma mitologia própria em que ressoem todas as culturas do mundo e onde todos possam reconhecer um pouco de si.» Diário de Notícias
No submundo mágico da Londres vitoriana, Tessa Gray encontrou por fim a segurança com os Caçadores de Sombras. Mas esta torna-se efémera quando forças desonestas na Clave se revelam para destruir a sua protectora, Charlotte, e substituí-la como chefe do Instituto.
Se Charlotte perder a sua posição, Tessa será posta na rua – e presa fácil para o misterioso Magister, que deseja usar os poderes de Tessa para os seus fins obscuros. Com a ajuda do bonito e autodestrutivo Will e do devotado e dedicado Jem, Tessa descobre que a guerra do Magister contra os Caçadores de Sombras é pessoal. Quando encontra um demónio mecânico com um aviso de Will, apercebe-se que o Magister sabe de todos os seus movimentos… e que um deles os traiu.
Tessa descobre que o seu coração está cada vez mais atraído por Jem, apesar do seu anseio por Will e dos sombrios estados de alma que continuam a abalar a sua confiança.
Mas algo está a mudar em Will… a parede que construiu à sua volta desmorona-se. A verdade leva os amigos para o perigo, e Tessa descobre que quando o amor e mentiras se misturam podem corromper até o coração mais puro.
Caçadores de Sombras
. 40 semanas no top de best-sellers do New York Times
. Best-seller do USA Today
. Best-seller do Wall Street Journal
. Best-seller do Publishers Weekly
. Dois milhões de exemplares impressos
. Traduzido em mais de 25 línguas.
«A atmosfera onde se encontra Clare está influenciada, em partes iguais, pelo terror gótico e a tendência para a fantasia moderna de Neil Giam. Os mais fervorosos fãs de terror ficarão rendidos perante esta trilogia.»Publishers Weekly
Sobre a autora:
Cassandra Clare nasceu no Irão e passou os primeiros anos a viajar pelo mundo com a família e vários baús cheios de livros de fantasia, entre os quais As Crónicas de Nárnia. Mais tarde, trabalhou como jornalista emLos Angeles e Nova Iorque. Cassandra Clare vive em Massachusetts com o marido, os gatos e ainda mais livros.
Caçadores de Sombras é o título da trilogia que começou com A Cidade dos Ossos, uma fantasia urbana povoada por vampiros, demónios, lobisomens, fadas, e que é um autêntico romance de acção explosiva.
Título: Marginal
Autor: Cristina Carvalho
N.º de Páginas: 152
PVP: 15,50 €
Nas livrarias a partir de 7 de Fevereiro
Depois de A Casa das Auroras, o romance que marcou a estreia da autora na Planeta, uma vez mais, a voz literária de Cristina Carvalho arrasta-nos para um território humano que não se rende às conveniências, nem às evidências.
Uma voz sempre aberta ao inesperado e que nos surpreende a cada história para a qual nos convida a entrar.
Um enredo intrigante, que leva à descoberta de um passado insuspeitado e de uma época onde a liberdade sexual se começou a afirmar e as mulheres começaram a conquistar a sua independência na sociedade portuguesa. Um dia, quando ela, a minha sogra, se preparava para ir para a praia com o seu belo fato de banho preto com rosas verdes e saiote compreensivo e vestida por cima com um vestido próprio de ir para a praia, calçada com sandálias brancas de salto alto próprias para ir para a praia e um chapéu de pano cheio de flores coladas, também de pano, próprio para ir para a praia e uns grandes óculos escuros, perguntei-lhe: «Gosta desse seu fato de banho? Gosta mesmo? Da saiazinha a tapar as pernas e o desenho do rabo?»
Ela parou entre portas, tirou os óculos escuros e olhou para mim com o ar mais triste deste mundo e, com a boca praticamente fechada, murmurou qualquer coisa parecida com isto: «Sabes o que é que eu gostava mesmo? Era de me enterrar completamente nua na areia e sentir a areia húmida nas pernas, que me chegasse até às coxas, até às ancas e que eu me deixasse enterrar tanto e tanto e tanto que pudesse desaparecer para nunca mais ser vista…»
Isto disse a minha sogra entre portas. E saiu. Excerto de Marginal
Uma mulher e um achado assombroso que revela instantâneos de uma juventude enterrada na rotina dos dias. Um passado vivido ao longo dessa emblemática estrada que liga a dourada sociedade da Linha de Cascais à cidade de Lisboa. Onde começa a margem e termina o «dever ser» para uma jovem portuguesa, nas décadas de 50 a 70 do século passado? Pode uma dúzia de imagens de um passado rebelde abalar a calma de um presente sem cor?
O que eles dizem de Cristina Carvalho
«Cristina Carvalho tem uma grande e rara qualidade, a sua escrita fogosa e cativante arrasta-nos com ela.»Manuel da Silva Ramos
«A actual ficção portuguesa conta com nomes que têm merecido o reconhecimento da crítica internacional. Neste panorama de novos autores, a obra da escritora Cristina Carvalho […] tem-se destacado pela sua originalidade e escrita envolvente.» Vítor Quelhas
«Cristina Carvalho tem um talento assimétrico para as vidas simples, que conta e reconta como quem desfia rosários onde o caruncho beijou cada mistério.» Fátima Maldonado
«Que as histórias são muito mais do que narrativas, do que sons e imagens que nos ocupam a imaginação enquanto ouvimos e lemos o recitar colorido das palavras, intuíamo-lo há muito. Mas uma coisa é sabê-lo, outra senti-lo a vibrar em nós…ou a ronronar, se a escritora e o seu gato não levarem a mal.» Luísa Mellid-Franco
Sobre a autora:
Cristina Carvalho nasceu em Lisboa a 10 de Novembro de 1949. Durante a sua actividade profissional, contactou com milhares de pessoas e visitou inúmeros países, sendo a Escandinávia e o Oeste português as regiões que mais ama e que mais influência exercem sobre o seu imaginário e a sua personalidade enquanto transitório ser humano do sexo feminino, habitante do planeta Terra e, por acaso, escritora.
Não por acaso, nesta sua actividade a que não chama profissional, é já autora de onze livros, com o presente, e outros se seguirão.
Até à data, tem publicados: Até já não É Adeus (1989); Momentos Misericordiosos (1992); Ana de Londres (1996); Estranhos Casos de Amor (2003); O Gato de Uppsala (2009); Nocturno: o Romance de Chopin (2009) e Lusco-Fusco (2012) (os três últimos seleccionados para o Plano Nacional de Leitura); Tarde Fantástica (2011); A Casa das Auroras (2011); Rómulo de Carvalho/António Gedeão – Príncipe Perfeito (2012).
Autor: Cristina Carvalho
N.º de Páginas: 152
PVP: 15,50 €
Nas livrarias a partir de 7 de Fevereiro
Depois de A Casa das Auroras, o romance que marcou a estreia da autora na Planeta, uma vez mais, a voz literária de Cristina Carvalho arrasta-nos para um território humano que não se rende às conveniências, nem às evidências.
Uma voz sempre aberta ao inesperado e que nos surpreende a cada história para a qual nos convida a entrar.
Um enredo intrigante, que leva à descoberta de um passado insuspeitado e de uma época onde a liberdade sexual se começou a afirmar e as mulheres começaram a conquistar a sua independência na sociedade portuguesa. Um dia, quando ela, a minha sogra, se preparava para ir para a praia com o seu belo fato de banho preto com rosas verdes e saiote compreensivo e vestida por cima com um vestido próprio de ir para a praia, calçada com sandálias brancas de salto alto próprias para ir para a praia e um chapéu de pano cheio de flores coladas, também de pano, próprio para ir para a praia e uns grandes óculos escuros, perguntei-lhe: «Gosta desse seu fato de banho? Gosta mesmo? Da saiazinha a tapar as pernas e o desenho do rabo?»
Ela parou entre portas, tirou os óculos escuros e olhou para mim com o ar mais triste deste mundo e, com a boca praticamente fechada, murmurou qualquer coisa parecida com isto: «Sabes o que é que eu gostava mesmo? Era de me enterrar completamente nua na areia e sentir a areia húmida nas pernas, que me chegasse até às coxas, até às ancas e que eu me deixasse enterrar tanto e tanto e tanto que pudesse desaparecer para nunca mais ser vista…»
Isto disse a minha sogra entre portas. E saiu. Excerto de Marginal
Uma mulher e um achado assombroso que revela instantâneos de uma juventude enterrada na rotina dos dias. Um passado vivido ao longo dessa emblemática estrada que liga a dourada sociedade da Linha de Cascais à cidade de Lisboa. Onde começa a margem e termina o «dever ser» para uma jovem portuguesa, nas décadas de 50 a 70 do século passado? Pode uma dúzia de imagens de um passado rebelde abalar a calma de um presente sem cor?
O que eles dizem de Cristina Carvalho
«Cristina Carvalho tem uma grande e rara qualidade, a sua escrita fogosa e cativante arrasta-nos com ela.»Manuel da Silva Ramos
«A actual ficção portuguesa conta com nomes que têm merecido o reconhecimento da crítica internacional. Neste panorama de novos autores, a obra da escritora Cristina Carvalho […] tem-se destacado pela sua originalidade e escrita envolvente.» Vítor Quelhas
«Cristina Carvalho tem um talento assimétrico para as vidas simples, que conta e reconta como quem desfia rosários onde o caruncho beijou cada mistério.» Fátima Maldonado
«Que as histórias são muito mais do que narrativas, do que sons e imagens que nos ocupam a imaginação enquanto ouvimos e lemos o recitar colorido das palavras, intuíamo-lo há muito. Mas uma coisa é sabê-lo, outra senti-lo a vibrar em nós…ou a ronronar, se a escritora e o seu gato não levarem a mal.» Luísa Mellid-Franco
Sobre a autora:
Cristina Carvalho nasceu em Lisboa a 10 de Novembro de 1949. Durante a sua actividade profissional, contactou com milhares de pessoas e visitou inúmeros países, sendo a Escandinávia e o Oeste português as regiões que mais ama e que mais influência exercem sobre o seu imaginário e a sua personalidade enquanto transitório ser humano do sexo feminino, habitante do planeta Terra e, por acaso, escritora.
Não por acaso, nesta sua actividade a que não chama profissional, é já autora de onze livros, com o presente, e outros se seguirão.
Até à data, tem publicados: Até já não É Adeus (1989); Momentos Misericordiosos (1992); Ana de Londres (1996); Estranhos Casos de Amor (2003); O Gato de Uppsala (2009); Nocturno: o Romance de Chopin (2009) e Lusco-Fusco (2012) (os três últimos seleccionados para o Plano Nacional de Leitura); Tarde Fantástica (2011); A Casa das Auroras (2011); Rómulo de Carvalho/António Gedeão – Príncipe Perfeito (2012).
Título: As Recordações de Edna
Autor: Sam Savage
N.º de Páginas: 184
PVP: 15,50 €
Disponível a 7 de Fevereiro
Do aclamado autor de Firmin e O Grito da Preguiça, um novo e fascinante romance, como já nos habitou o mestre da escrita, Sam Savage.
Um livro intimista que aborda a temática do processo criativo, do pânico da página em branco, das recordações e da forma como os narrar, com a premissa da solidão. O terceiro livro, editado pela Planeta, do autor-fenómeno que se estreou aos 65 anos com o best-seller Firmin.
«Sam Savage é emocionante no uso de uma linguagem cadenciada e na caracterização irrepreensível da excêntrica e exasperante Edna, a evocativa, poética e convincente personagem principal». The New York Review of Books
Sam Savage criou personagens que fascinaram o mundo. Em As Recordações de Edna, o autor regressa, mais uma vez, com uma personagem marcada pela contradição – ao mesmo tempo atraente e exasperante, cómica e trágica.
O livro transporta-nos ao campo de batalha interior de um autor frente à sua máquina de escrever.
Quando uma editora lhe solicitou que escrevesse um prefácio ao romance do seu falecido marido, Edna decide escrever um livro autónomo «não apenas sobre Clarence mas também sobre a minha vida, porque ninguém pode aspirar a conhecer Clarence sem isso». Ao mesmo tempo, a vizinha pede-lhe que tome conta do seu apartamento repleto de plantas e animais. As exigências dos seres vivos – uma ratazana, peixes, fetos – competem pela atenção de Edna com recordações há muito reprimidas. Dia após dia, páginas de pensamentos aparentemente aleatórios brotam da sua máquina de escrever. A pouco e pouco, toma forma no mosaico de memórias a história de um casamento notável e de uma mente levada ao limite.
Serão as recordações de Edna uma homenagem ao marido ou um acto de vingança? Terá sido a vítima culta e hipersensível de um marido bruto e ambicioso, ou terá ele tido que cuidar de uma mulher neurótica?
Cabe ao leitor decidir.
«Este livro, que se lê como uma espécie de cruzamento entre The Motion of Light in Water, de Samuel R. Delany, e The Wall, de Marlen Hausuhofer, e aborda a verdade fundamental da memóriae a tarefa heróica da solidão, é uma obra original e irresistível. Recomenda-se vivamente.» Library Journal
«Este é um livro verdadeiramente belo. Tal como em todos os seus romances, a escrita de Sam Savage é intrinsecamente verdadeira e pura e de grande qualidade poética. Se há actualmente um escritor americano vivo que deve ser ainda mais apreciado, esse escritor é Sam Savage. Quer técnica quer estilisticamente, Savage é um verdadeiro mestre da escrita. Independant Publisher
Sobre o autor
Sam Savage é doutorado em Filosofia pela Universidade de Yale, onde leccionou algum tempo. Abandonou o ensino para se dedicar a outras actividades. Trabalhou como mecânico de bicicletas, pescador profissional e impressor tipográfico. Aos 65 anos estreou-se na literatura com Firmin (Planeta, 2009), uma obra carismática, que alcançou rapidamente um grande êxito em todo o mundo, a que se seguiu O Grito da Preguiça (Planeta, 2010). Sam Savage foi finalista dos Prémios Barnes & Noble Discover Great New Writers Award, do PEN L.L. Winship Award e Society of Midland Writers Award. Natural da Carolina do Sul, vive em Madison, Wisconsin.
Autor: Sam Savage
N.º de Páginas: 184
PVP: 15,50 €
Disponível a 7 de Fevereiro
Do aclamado autor de Firmin e O Grito da Preguiça, um novo e fascinante romance, como já nos habitou o mestre da escrita, Sam Savage.
Um livro intimista que aborda a temática do processo criativo, do pânico da página em branco, das recordações e da forma como os narrar, com a premissa da solidão. O terceiro livro, editado pela Planeta, do autor-fenómeno que se estreou aos 65 anos com o best-seller Firmin.
«Sam Savage é emocionante no uso de uma linguagem cadenciada e na caracterização irrepreensível da excêntrica e exasperante Edna, a evocativa, poética e convincente personagem principal». The New York Review of Books
Sam Savage criou personagens que fascinaram o mundo. Em As Recordações de Edna, o autor regressa, mais uma vez, com uma personagem marcada pela contradição – ao mesmo tempo atraente e exasperante, cómica e trágica.
O livro transporta-nos ao campo de batalha interior de um autor frente à sua máquina de escrever.
Quando uma editora lhe solicitou que escrevesse um prefácio ao romance do seu falecido marido, Edna decide escrever um livro autónomo «não apenas sobre Clarence mas também sobre a minha vida, porque ninguém pode aspirar a conhecer Clarence sem isso». Ao mesmo tempo, a vizinha pede-lhe que tome conta do seu apartamento repleto de plantas e animais. As exigências dos seres vivos – uma ratazana, peixes, fetos – competem pela atenção de Edna com recordações há muito reprimidas. Dia após dia, páginas de pensamentos aparentemente aleatórios brotam da sua máquina de escrever. A pouco e pouco, toma forma no mosaico de memórias a história de um casamento notável e de uma mente levada ao limite.
Serão as recordações de Edna uma homenagem ao marido ou um acto de vingança? Terá sido a vítima culta e hipersensível de um marido bruto e ambicioso, ou terá ele tido que cuidar de uma mulher neurótica?
Cabe ao leitor decidir.
«Este livro, que se lê como uma espécie de cruzamento entre The Motion of Light in Water, de Samuel R. Delany, e The Wall, de Marlen Hausuhofer, e aborda a verdade fundamental da memóriae a tarefa heróica da solidão, é uma obra original e irresistível. Recomenda-se vivamente.» Library Journal
«Este é um livro verdadeiramente belo. Tal como em todos os seus romances, a escrita de Sam Savage é intrinsecamente verdadeira e pura e de grande qualidade poética. Se há actualmente um escritor americano vivo que deve ser ainda mais apreciado, esse escritor é Sam Savage. Quer técnica quer estilisticamente, Savage é um verdadeiro mestre da escrita. Independant Publisher
Sobre o autor
Sam Savage é doutorado em Filosofia pela Universidade de Yale, onde leccionou algum tempo. Abandonou o ensino para se dedicar a outras actividades. Trabalhou como mecânico de bicicletas, pescador profissional e impressor tipográfico. Aos 65 anos estreou-se na literatura com Firmin (Planeta, 2009), uma obra carismática, que alcançou rapidamente um grande êxito em todo o mundo, a que se seguiu O Grito da Preguiça (Planeta, 2010). Sam Savage foi finalista dos Prémios Barnes & Noble Discover Great New Writers Award, do PEN L.L. Winship Award e Society of Midland Writers Award. Natural da Carolina do Sul, vive em Madison, Wisconsin.
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