2 de setembro de 2013

Novidades D. Quixote para Setembro



Sinopse:
Um homem recebe no Natal uma dentadura nova, em vez de cumprir uma pena de prisão. Um rapaz é torturado quase até à morte em nome dos Illuminati. Os nove «cidadãos respeitáveis» de uma banda de metais destroem a vida de uma jovem, e nenhum deles tem de expiar o crime...
Ferdinand von Schirach transformou meros processos penais em literatura de qualidade, com uma intensidade penetrante, de uma forma discreta mas sempre assertiva, num estilo entre o lírico e o lacónico. São as questões intemporais como o bem e o mal, a culpa, a inocência e a responsabilidade que cada um de nós tem de assumir que se destacam.
Compassivo e revelando a mesma elegância e contenção que levou o livro de estreia de von Schirach, Crimes, às listas de best-sellers, Culpa é a impressionante segunda obra de um dos melhores novos talentos da literatura alemã.

Nas livrarias a 3 de Setembro

Sinopse:
Daniel tinha um plano, uma espécie de diário do futuro, escrito num caderno. Às vezes voltava atrás para corrigir pequenas coisas, mas, ainda assim, a vida parecia fácil – e a felicidade também. De repente, porém, tudo se complicou: Portugal entrou em colapso e Daniel perdeu o emprego, deixando de poder pagar a prestação da casa; a mulher, também desempregada, foi-se embora com os filhos à procura de melhores oportunidades; os seus dois melhores amigos encontram-se ausentes: um, Xavier, está trancado em casa há doze anos, obcecado com as estatísticas e profundamente deprimido com o facto de o site que criaram para as pessoas se entreajudarem se ter revelado um completo fracasso; o outro, Almodôvar, foi preso numa tentativa desesperada de remendar a vida. Quando pensa nos seus filhos e no filho de Almodôvar, Daniel procura perceber que tipo de esperança resta às gerações que se lhe seguem. E não quer desistir. Apesar dos escombros em que se transformou a sua vida, a sua vontade de refazer tudo parece inabalável. Porque, sem futuro, o presente não faz sentido.

Nas livrarias a 3 de Setembro

Sinopse:
O novo livro de Pepetela remete-nos para uma Luanda nos dias de hoje.
Acompanhamos Heitor, um escritor em início de carreira, o tímido.
Ouvimos a quente voz de Marisa, responsável por um programa de rádio de grande audiência, que a todos encanta e seduz.
Conhecemos Lucrécio, seu marido, uma mente brilhante aprisionada numa cadeira de rodas.
É este o trio que une as diversas histórias e personagens deste romance.
Com a sua habitual mestria, Pepetela volta a surpreender-nos, desenhando uma paisagem imparcial e objectiva da actual sociedade angolana, fruto de muitas mutações culturais e políticas derivadas da sua história recente.

Nas livrarias a 10 de Setembro


Sinopse:
A última grande tertúlia de Lisboa – que marcou cultural e politicamente várias décadas portuguesas – teve lugar no Botequim, bar do Largo da Graça criado e projectado por Natália Correia.
Nele fizeram-se, desfizeram-se revoluções, governos, obras de arte, movimentos cívicos; por ele passaram presidentes da República, gover­nantes, embaixadores, militares, juízes, revolucionários, heróis, escritores, poetas, artistas, cientistas, assassinos, loucos, amantes em madrugadas de vertigem, de desmesura.
A magia do Botequim tornava-se, nas noites de festa, feérica. Como num iate de luxo, navegava-se delirantemente (é uma viagem assim que neste livro se propõe) em demanda de continentes venturosos, de ilhas de amores a encontrar.
O futuro foi ali, como em nenhuma outra parte do País, festivamente antecipado nunca houve, nem por certo haverá, nada igual entre nós.

Nas livrarias a 10 de Setembro


Sinopse:
Uma surpresa maliciosamente deliciosa, o segun­do romance de Faulkner, originalmente publicado em 1927, apresenta-nos um colorido grupo de pas­sageiros num cruzeiro em Nova Orleães. A viagem torna-se numa verdadeira feira de vaidades, onde escritores e artistas diletantes, indivíduos insig­nificantes e entediantes parasitas passam o tempo a picar o próximo, sendo retratados por Faulkner tanto como mosquitos quanto como encantadores beija-flores. Uma sátira mordaz e bem-humorada sobre a condição humana que oferece um fasci­nante vislumbre de Faulkner enquanto jovem artista.

Nas livrarias a 10 de Setembro

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