3 de fevereiro de 2015

Novidades Planeta para Fevereiro

FICÇÃO ESTRANGEIRA
 
Título: A Herança Bolena
Autor: Phiippa Gregory
N.º de Páginas: 472
PVP: 19,95 €
Disponível a partir de 4 de Fevereiro

Acaba de chegar o segundo livro publicado pela Planeta, da autora best-seller de romance histórico reconhecida internacionalmente.

«Philippa Gregory regressa com o seu melhor romance histórico de sempre». USA Today

Intriga, romance, história, com uma pesquisa rigorosa narrada de forma soberba.
Uma excelente evocação de Henrique VIII e de uma mulher que destruiu duas das suas rainhas, neste primeiro livro, reeditado pela Planeta, da série Os Tudor.
A narrativa do livro é feita pelas três mulheres protagonistas: Ana de Cléves, Joana Bolena e Catarina Howard, o que nos dá um ponto de vista diferente da história.
Após a execução de Ana Bolena, Ana de Cléves vai para Inglaterra para ser a nova rainha. Uma história muito bem escrita, que mostra três mulheres muito diferentes, com ideias distintas da vida e do que desejam para elas próprias, debaixo do poder de um homem despótico e cruel.

1539, a corte de Henrique VII teme cada vez mais as constantes mudanças de humor do rei envelhecido e doente.
Apenas com um bebé, como herdeiro, o rei tem de encontrar outra esposa e o perigoso prémio da coroa de Inglaterra é ganho por Ana de Cléves.


Apesar de se mudar para um país onde os costumes e a língua são estranhos, Ana tem as suas razões para aceitar o casamento com um homem com idade para ser seu pai.
Apesar de se sentir deslumbrada por tudo o que a rodeia, sente que uma armadilha está a ser entretecida à sua volta.
A sua aia Catarina tem a certeza de que conseguirá seguir os passos da prima Ana Bolena até ao trono, mas Joana Bolena, cunhada de Ana, ensombrada pelo passado, sabe que o caminho de Ana Bolena a levou à Torre e à morte.

A Planeta vai continuar a recuperação e reedição de todos os livros da série.

Sobre a autora:
Nascida no Quénia a 9 de Janeiro de 1954, esta famosa escritora de romances históricos, mudou-se para Bristol, Inglaterra, quando tinha dois anos.
Formada em História pela Universidade de Sussex e doutorada em Literatura do Século XVIII pela Universidade de Edimburgo. Além de escritora de romances, também escreve críticas para jornais britânicos e revistas. É também conhecida pelos programas de rádio e televisão.
Philippa vive com a família – o marido, dois filhos e enteados – numa quinta do Yorkshire, onde cria cavalos, galinhas e patos. Gosta de jardinagem, equitação e caminhadas. Também é activa em projectos de caridade e fundou o Gardens for the Gambia. O seu período preferido da História é a Era Tudor, sobre o qual já  escreveu vários romances, alguns adaptados para televisão e cinema. Philippa Gregory também tem vários livros infantis publicados, além de romances com histórias modernas.

NÃO FICÇÃO NACIONAL 

 

Título: Gramática Descomplicada
Autores: Sandra Duarte Tavares & Sara de Almeida Leite
N.º de Páginas: 136
PVP: 12,95€
Nas livrarias a partir de 4 de Fevereiro 

Um livro descomplicado que torna fácil aquilo que pode parecer um bicho-de-sete-cabeças.

Um livro destinado perceber a gramática, não a memorizá-la.
Um livro prático, muito fácil de consultar, que não só ajuda a tirar as dúvidas referentes ao uso correcto da língua portuguesa no dia-a-dia como também explica, de uma maneira didáctica e simples, as principais regras gramaticais.
Quantas vezes não teve dificuldade em ajudar o seu filho a estudar para um teste de Português ou a resolver um exercício de gramática? Quantas vezes não ficou confuso ao tentar compreender a diferença entre um quantificador e um determinante indefinido, ou entre um complemento indirecto e um oblíquo?
Provavelmente muitas... mas decerto não é o único! 
Escrito numa linguagem clara e acessível por duas autoras que, além de grandes especialistas, são apaixonadas pela língua portuguesa.
Este guia procura desmistificar a complexidade da terminologia linguística actual, facilitando a compreensão de conceitos, sem descurar o necessário rigor científico. Não há termo linguístico que não possa ser explicado de forma simples.
«Esperamos que a Gramática Descomplicada seja um suporte e um estímulo constante à aprendizagem de todos, para que possam comprovar que a gramática não é, afinal, um bicho-de-sete-cabeças!» in Introdução Gramática Descomplicada 

Esta Gramática está organizada em três capítulos que, em si, já mostram como o conhecimento da língua pode ser descomplicado: letras e sons; palavras; frases e orações. Em cada capítulo são abordados conteúdos previstos nos programas curriculares das disciplinas de Português, tendo em conta o objectivo primordial de criar uma ferramenta de apoio ao estudo.

Sobre as autoras:
Sandra Duarte Tavares é doutoranda, mestre e licenciada em Linguística Portuguesa pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É docente no Instituto Superior de Educação e Ciências, em Lisboa. É consultora linguística e colaboradora da RTP em programas radiofónicos de Língua Portuguesa: Jogo da Língua (Antena 1), Pontapés na Gramática (Antena 3) e Consultório Linguístico (RDP Internacional). É autora do guia Aspectos Críticos da Língua Portuguesa e coautora dos livros Assim é que é falar! e Pontapés na Gramática. Com Sara de Almeida Leite, publicou os livros Quem tem medo da Língua Portuguesa? e SOS Língua Portuguesa.
Sara de Almeida Leite é doutoranda em Estudos Portugueses, especialidade de Ensino do Português, mestre em Estudos Anglo-Portugueses e licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Português e Inglês, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É docente no Instituto Superior de Educação e Ciências, em Lisboa. É consultora linguística e colaborou nos programas radiofónicos da RTP Páginas de Português (Antena 2) e Língua de Todos (RDP África). É autora de diversos artigos sobre didáctica da língua e da literatura. Com Sandra Duarte Tavares, publicou os livros Quem Tem Medo da Língua Portuguesa? e SOS Língua Portuguesa.


NÃO FICÇÃO ESTRANGEIRA 


Título: Pensar com os pés
Autor: Gabriel García de Oro
N.º de páginas: 152 
PVP: 13,95 €
Disponível a partir de 4 de Fevereiro

«O futebol é o desporto mais difícil do mundo porque é jogado com os pés obedecendo à cabeça... e vejam a distância entre os dois.» Angel Labruna, jogador argentino das décadas de 40 e 50

Um manual para ganharmos os nossos «jogos» do dia-a-dia Se não gosta de futebol, este livro irá mudar a sua opinião sobre o desporto mais amado do mundo. Se já gosta, prepare-se para aumentar ainda mais a sua paixão. O futebol mobiliza multidões e exalta os ânimos. O que poucos percebem é a sua semelhança com a vida nos momentos de sofrimento, determinação e êxito. 
Pensar Com os Pés é um manual de auto-ajuda e um convite para andarmos menos às voltas e atirarmos certeiros à baliza para conseguir o que queremos.
Com inteligência, perspicácia e humor, este livro reúne 50 máximas do mundo do futebol sobre assuntos essenciais, como: autoestima, desenvolvimento pessoal, carreira, relacionamentos, gestão de tempo,  liderança e até alimentação. Cada capítulo de Pensar com os Pés é aberto com um aforismo de um craque ou de um grande treinador, que é analisado e aplicado ao nosso dia-a-dia, fazendo desta obra um manual para vencer as vicissitudes do quotidiano.
Com a sabedoria e lucidez de grandes jogadores e técnicos, o autor demonstra que o mundo do futebol é uma fonte riquíssima de ensinamentos para nossa vida.

Alguns ensinamentos que encontrará neste livro: 
«Prefiro perder uma partida por nove golos do que perder nove partidas por um golo.»
«Nada é mais perigoso do que o êxito de ontem. Quando nos acomodamos com o êxito, perdemos a perspectiva e os valores que nos levaram ao triunfo. Devemos permanecer ambiciosos, como se não tivéssemos conquistado nada.»
«No jogo e na vida, quanto mais pesada a derrota, maior é a lição que podemos extrair dela. Além disso, é melhor errar apenas uma vez e fazer as mudanças necessárias do que fracassar diversas vezes e nunca se superar.»
«Diante da competição diária, focamo-nos apenas em resultados e acabamos por não reparar na magia da vida, não deixando espaço para o imponderável.»
«Os jogadores novos correm; os mais velhos sabem correr.»

Sobre o autor:
Gabriel García de Oro nasceu em Barcelona em 1976.
É licenciado em Filosofia, mas dedicou-se à publicidade, onde já ganhou inúmeros prémios. Actualmente é director-executivo de criação na OgilvyOne, uma das principais agências em Marketing Relacional. Combina esta actividade com a escrita de livros infantis, juvenis e de não ficção. É também colaborador habitual no El Pais Semanal.  

BOOKET


Título:Pecados Escondidos
Autor:  Emma Wildes
PVP: €8,85
Nas livrarias: 4 de Fevereiro
 

Da premiadíssima autora, que conta com uma legião de fãs em Portugal, um romance de época, apimentado com muito sexo e paixões avassaladoras até à última página.
Uma escrita envolvente que combina sensualidade e erotismo.
 Título: A Cidade de Vidro
Autor:Cassandra Clare
PVP: €10,95
Nas livrarias: 4 de Fevereiro
O terceiro volume de uma série incontornável da literatura fantástica, que mergulha o leitor num universo que combina cenários cosmopolitas e modernos com as lutas ancestrais entre anjos e demónios.

2 de fevereiro de 2015

Novidade Asa

Edição/reimpressão: 2015
Páginas: 416
Editor: Edições Asa
ISBN: 9789892328898
PVP: 17,50€
Disponível a partir de 03-02-2015

Sinopse
Mara é uma advogada de sucesso, tem um casamento feliz, é uma mãe dedicada. Tem, também, uma doença devastadora que esconde do marido e da filha pequena. Ama-os demasiado para aceitar ser um fardo para eles. E tudo corre bem durante alguns anos. São anos maravilhosos mas sobre os quais paira a sombra da sua decisão aquando do diagnóstico: viverá enquanto puder manter-se digna. Agora que o seu corpo está finalmente a ceder, Mara estabelece um doloroso prazo: dentro de cinco dias, acabará com a sua própria vida.
A mais de mil quilómetros de distância, Scott tem também apenas cinco dias para cuidar de Curtis, um menino que acolheu em sua casa e que será agora novamente entregue à mãe, que está prestes a terminar uma pena de prisão. Foi com Scott que Curtis conheceu a estabilidade e o amor e desfrutou plenamente da infância pela primeira vez. O que o espera é uma angustiante incógnita. Para proteger Curtis, Scott tem agora de abdicar dele para sempre.
Mara e Scott são duas pessoas em contagem decrescente. Inesperadamente, as suas vidas vão cruzar-se e unir-se numa amizade que os acompanhará ao longo da semana mais difícil das suas vidas. E, no final dessa dura semana, qual deles estará feliz? Qual estará de luto? E qual deles terá desaparecido para sempre?

Sessão de lançamento de «Amar Não É Pecado», de Flávio Capuleto

Novidade Suma de Letras

Edição/reimpressão: 2015
Páginas: 408
Editor: Suma de Letras
ISBN: 9789898775212
PVP: 17,80€
Disponível a partir de 21-01-2015

Sinopse
Quando Judd encontra a esposa na cama com o seu chefe e começava a pensar que as coisas não podiam piorar, recebe a notícia da morte do pai, cuja última vontade é que os filhos cumpram uma tradição que pretende juntar toda a família durante sete dias. Algumas famílias podem-se tornar tóxicas quando expostas a uma exposição prolongada e a família Foxman em particular pode atingir um nível de toxicidade letal…

Passatempo Cinema - Annie

A D'Magia em parceria com a Big Picture Films tem para oferecer 5 convites duplos para a antestreia do filme "Annie", dia 11 de Fevereiro, às 19h:

Lisboa – NOS Colombo – 5 convites duplos 

Sinopse:  
ANNIE, um clássico da Broadway, que deliciou audiências ao longo de várias gerações, chega ao grande ecrã pela mão da Columbia Pictures numa visão fresca e contemporânea. O realizador, produtor e argumentista Will Gluck alia-se aos produtores James Lassiter, Will Smith e Jada Pinkett Smith, a Shawn “JAY Z” Carter, Laurence “Jay” Brown, e a Tyran “Ty Ty” Smith, numa versão moderna que captura a magia das personagens clássicas e do espetáculo original galardoado com sete Tony Awards. Celia Costas é a Produtora Executiva. O argumento é de Will Gluck e Aline Brosh McKenna, baseado na peça “Annie,” no livro de Thomas Meehan, música de Charles Strouse, letra de Martin Charnin, e em “Little Orphan Annie,” © e ® Tribune Media Services, Inc.
Quvenzhané Wallis, a jovem atriz nomeada para um Óscar® da Academia por “Bestas do Sul Selvagem” é Annie, uma jovem e feliz orfã, suficientemente dura para se aventurar pelas rua de Nova Iorque em 2014. Deixada em bébé pelos seus pais biológicos com a promessa de que um dia a viriam buscar, a sua vida vida com a sua maldosa mãe de acolhimento, Miss Hannigan (Cameron Diaz), tem sido, desde então, ‘dura como o raio’. Mas tudo está prestes a mudar quando Will Stacks (Jamie Foxx) um magnata de nariz empinado, candidato a Mayor de Nova Iorque – aconselhado pela sua brilhante Vice Presidente, Grace (Rose Byrne) e pelo seu astucioso e manipulador conselheiro de campanha, Guy (Bobby Cannavale) – a acolhe em sua casa numa disfarçada ação de campanha. Stacks acredita ser o seu anjo da guarda mas a personalidade segura de Annie e a sua visão amanhã-o-sol-voltará-a-nascer da vida podem muito bem significar que o que se passa na realidade é exatamente o contrário.


Para te habilitares a ser um dos vencedores só tens de responder às seguintes perguntas:
-De quem é este argumento?
- Quvenzhané Wallis foi nomeada para um óscar por que filme?

Regras do passatempo: 
1) Enviar a resposta para literatura@dmagia.net indicando: Nome Completo e Número de BI ou CC.
2) O assunto do email deverá ter a menção "Annie" + Localidade Pretendida (Lisboa)
3) Só é válida uma participação por pessoa/e-mail.
4) O passatempo é válido até às 23:59 de dia 8 de Fevereiro.
5) Os vencedores serão apurados através de um sorteio via random.
6) Os nomes dos vencedores serão colocados online e avisados através de email.

Jogo "Marvel Ultimate Alliance 2" – PS3 - Critica


Opinião por Tiago Costa:
Nunca fui um grande fã do universo DC comics, já o contrário não posso dizer do Universo Marvel. Desde que descobri numa papelaria, atrás das revistas e jornais, uma secção de comics (ou gibis devido à tradução brasileira) comecei a explorar esse Universo, desde heróis que se balanceavam em redes de aranha até equipas de mutantes que se passeavam pelo mundo a lutarem contra vilões.
Passados vinte anos já não leio os comics embora esteja a par de todas as grandes sagas do universo Marvel, desde Thanatos (que vem em forma de filme em 2015) à Phoenix (já passada para filme em X-Men 3). Mas como fã, sempre que posso volto a visitar a Marvel, vendo os filmes, algumas publicações de relevo e claro está, jogando os jogos que são publicados. Em 2009 foi publicado o jogo Marvel Ultimate Alliance 2 (MUA2) para as consolas da altura, hoje fazemos uma menção a este jogo.

O jogo começa num ataque à nação fictícia da Latvéria com o apoio de Nick Fury da S.H.I.E.L.D., no qual quatro heróis, Homem de ferro, Capitão América, Wolverine e Homem Aranha invadem a fortaleza do regente da nação, no que é claramente o inicio da saga Secret War publicada pela Marvel uns anos antes. De seguida o jogo desenrola-se e muda drasticamente de tom ao passar para a saga Civil War. Para quem não sabe, esta saga desenrola-se depois de um encontro entre heróis e vilões resultar na morte de cerca de 600 inocentes, incluindo várias crianças, o que provoca um surto de pedidos aos governos para legislarem, registarem e controlarem os indivíduos com super poderes. O homem de ferro é pró-registo e o Capitão América contra, o que faz com que se comecem a gladiar e a recrutar heróis e vilões para cada um dos lados. Todo o jogo anda em volta deste conceito interessante, e torna-se cada vez mais durante o desenrolar do jogo, podendo acabar de várias formas diferentes baseadas nas nossas escolhas.

O jogo em si é um action RPG, bem ao estilo do Diablo, no qual podemos escolher quatro heróis e batalhar vagas de inimigos e caras conhecidas do universo Marvel como bosses de nível. O jogo contém uma dinâmica muito interessante sendo possível saltar para cada um destes heróis e tomar o controlo dele, enquanto a Inteligência Artificial toma conta dos restantes três. Para aumentar ainda mais o interesse do jogo é possível recrutar mais três amigos para jogarem localmente e cada um tem o controlo do seu herói.

Falando em heróis, sendo este jogo um jogo de acção com elementos muito fortes de RPG, cada um deles contem um conjunto de dois ataques, rápido e forte, misturado com 4 poderes especiais e 4 habilidades especificas que podem ser evoluídas com o passar do jogo.
Os poderes são activos e podem ser usados desde que tenhamos energia para os lançar, normalmente são usados ofensivamente durante a batalha. As habilidades são geralmente passivas, providenciando bónus e extras aos heróis durante a campanha, sendo que algumas estão bloqueadas à facção que escolhemos.
Ao passar de nível ganham-se pontos para aumentar os poderes, e durante o jogo ganha-se globos luminosos que servem como moeda para se comprar aumentos nas habilidades.

A dinâmica da equipa de 4 heróis está muito bem conseguida e é possível lançar ataques devastadores usando vários elementos da equipa quando temos o fuse meter cheio, neste momento podemos fazer fuse entre dois heróis e juntar os seus poderes para atacar um grupo de inimigos ou um inimigo mais forte com melhor eficiência. O engraçado deste sistema é descobrir quais as combinações que melhor podem ser usadas entre os vários heróis, por exemplo o Wolverine e o Ironman juntam os seus poderes e os tiros do ironman são espalhados pelas garras de Logan, se for o Wolverine com Capitão América, Logan pega no Capitão e usa-o como aríete na batalha. Outro pormenor engraçado é ser possível escolher elementos só de uma equipa, por exemplo X-Men ou Quarteto Fantástico, e ganhar-se bónus especiais.

O jogo pode por vezes parecer caótico e muito escuro, tornando-o ainda mais confuso em certas situações. Senti ainda que por vezes estava sobre o controlo do meu herói e não sabia como estavam os outros três heróis em termos de saúde e energia para poderes, a Interface de Utilizador poderia ser melhorada neste aspecto. Mas é apenas uma pequena mossa num jogo que tem tudo para ser excelente.
Em termos de gráficos, sendo de 2009 já está um pouco ultrapassado nas animações, mas tendo o estúdio seguido uma estilização muito comic de todo o universo, os gráficos continuam bons. O som é muito adequado ao jogo com música que aumenta o interesse nas alturas certas. Os heróis gostam de falar durante a batalha mas torna-se rapidamente repetitivo.
As batalhas, que são o cerne do jogo tendem a ser repetitivas, mas o jogo mantém um balanço entre as batalhas e a exploração dos níveis, que contêm dezenas de itens escondidos prontos para serem encontrados.
O jogo explode na diversão quando jogado em modo cooperativo local ou online sendo que cada jogador, até quatro, controla um dos heróis. 

No geral Marvel Ultimate Alliance 2 é um bom jogo para a PS3 que aconselho a todos os que gostem de Action RPGs.

Passatempo Dia dos Namorados - Marcador

A D'Magia em parceria com a Marcador tem para oferecer um miminho muito especial para o Dia dos Namorados constituido por um exemplar de "Gosto de ti" de Francesco Gungui.

Sinopse:
Um mês pode ser muito longo, quando sabes exatamente o que vai acontecer todos os dias. Mas, às vezes, o que menos esperas, aquilo que nunca te atreveste a imaginar, acontece. Alice ficou sem as férias que mais desejava. Tanto tempo a planear a primeira viagem com as suas amigas no final de mais um ano letivo e, afinal, vai passar o mês de agosto com os seus pais, no mesmo parque de campismo, na mesma roulotte e na mesma praia de sempre. Às vezes, a vida não é justa. Às vezes, parece que tudo corre mal ao mesmo tempo…
Mas, felizmente, Alice não está tão sozinha e, de repente, vê-se envolvida por um conjunto de pessoas cujas relações são tudo menos lineares. No entanto, os conflitos emocionais que a vão surpreender serão sempre acompanhados a muitos quilómetros de distância pelo seu melhor amigo, Luca, através de uma constante troca de mensagens. No meio de um caos emocional, Alice percebe que, para conseguir o que realmente deseja, só precisa de se deixar ir…
Porque o amor é assim: só chega se deixares que gostem de ti. 

O passatempo termina dia 16 de Fevereiro. 

Para te habilitares a ser um dos vencedores só tens de preencher o formulário abaixo e seguir as regras do passatempo.

Regras do passatempo: 
1) Só aceitamos participações de residentes em Portugal. 
2) Podem participar todos os dias. No máximo de uma vez por dia. 
3) Só serão aceites participações de fãs e/ou seguidores. 
4) É obrigatório dar like no Facebook na Página D'Magia 
5) Ser fã do facebook e seguidor do blog dá direito a duas participações no passatempo. 
6) Poderás partilhar este passatempo numa rede social e via twitter uma vez por dia. Cada nova partilha conta como uma participação extra. 
7) O prémio é sorteado via random.org entre todos os participantes validados. 
8) Os vencedores serão contactados por email.
9) Não nos responsabilizamos por qualquer extravio no envio do prémio.
10) Ser seguidor do blogue Marcador Editora.

Boa sorte a todos!!!

Passatempo Cinema - Selma - A marcha pela Liberdade - Vencedores

Lisboa – UCI El Corte Ingles – 10 convites duplos
Ruben Alexandre Ramalho Pereira
Lúcia Maria Nascimento Oliveira de Almeida
Isabel Maria de Matos Teixeira Corujo
Hugo Jorge das Neves
Bárbara Rodrigues de Almeida
Carla Daniela de Jesus Esteves
Miguel Ângelo António Ventura
Jéssica Alexandra Moleiro Martins Rolho
João Francisco Salvador Fernandes
Catarina Sofia Ferreira Santos

Porto – UCI Arrabida – 10 convites duplos
Antonio Jose Marques Silva
Maria Augusta Sousa Ferreira
José Miguel da Silva Magalhães
Catarina Bonito Vitor
Jorge Luis Teixeira
Gustavo Rego Barbosa
Marta Sofia Pinto Monteiro
Nuno Miguel Parente Oliveira Mendes
Cátia Soraia Soares Silva
Sara Pinto Miranda

O Jogo da Imitação - Crítica



Ficha Técnica:
Título Original: The Imitation Game
Título Nacional: O Jogo da Imitação
Argumento: Graham Moore
Realização: Morten Tyldum 
Fotografia: Oscar Faura
Produção: Nora Grossman

Opinião por João Salvador Fernandes:

Sinopse:  
Na liderança de um grupo de académicos, linguistas, campeões de xadrez e analistas, Turing foi reconhecido por quebrar o até aí indecifrável código da Enigma, a máquina utilizada pelos alemães na 2ª Guerra Mundial. Um retrato intenso e memorável de um homem brilhante e complicado, “O JOGO DA IMITAÇÃO” relata a história de um génio que sob extrema pressão ajudou a encurtar a guerra e, consequentemente, salvou milhares de vidas." 
"Durante o inverno de 1952, as autoridades britânicas entraram na casa do matemático, criptoanalista e herói de guerra Alan Turing (Benedict Cumberbatch) para investigar um assalto. Em vez disso, prenderam Turing por ‘atentado ao pudor’, uma acusação que levaria à sua devastadora sentença pela ofensa criminal de homossexualidade – mal sabiam as autoridades que estavam a incriminar o pioneiro da computação moderna." 

Crítica:
Alan Turing foi uma figura ímpar pelos contributos que ofereceu ao mundo, quer no desenvolvimento da ciência da computação e na estruturação do conceito de algoritmo, quer pela forma como adjuvou os Aliados a vencer a Segunda Guerra Mundial. Ajuda que se notabilizou, principalmente, com o projecto Colossus e a decifração do método de funcionamento da máquina germânica de encriptação Enigma. Não obstante os seus indeléveis feitos, essenciais para terminar com o maior morticínio da História da Humanidade, foi um homem que pagou por ser homossexual: orientação sexual que, durante décadas, foi barbaramente criminalizada no Reino Unido (a título de curiosidade, em Portugal, só deixou de o ser em 1982).

Faço esta introdução, porque creio que pessoas deste calibre merecem ser homenageadas, divulgadas e eternizadas em filme, ou, como diria F. Gonçalves Lavrador, em acontecimentos semióticos perenes. Deste modo, permitimos à posteridade saber quem foram os homens que merecem ficar na História.

O Jogo da Imitação não é, ainda assim, a primeira investida que procura, no reino do cinema, render o justo elogio a Alan Turing; em 1996, em Breaking The Code, telefilme de Herbert Wise, o tema já havia sido esmiuçado com grande qualidade. Porém, aqui, a dimensão é outra: a obra está nomeada para 8 Óscares da Academia, tendo granjeado 101 nomeações para diversos prémios e vencido, até à data, 41 galardões.

Quanto à longa-metragem, esta cumpre os seus propósitos laudatórios a Alan Turing – e, como se percebe no final, a todos os homossexuais –; mas, dada a comoção e excitação causadas, estava à espera de algo melhor.

Morten Tyldum (realizador) apresenta-nos uma película interessante, dirigida com esmero técnico e recheada dos elementos necessários para o nascimento de uma obra-mestra; apesar disso, falta-lhe encanto e um pouco de maior realismo.

Concretizando: a personagem Alan Turing (Benedict Cumberbatch) é irreal; e é irreal não pelo seu génio, facto comprovado, mas sim pelas suas certezas inabaláveis, desde o princípio até à conclusão da narrativa; ou seja, pela noção correcta e imediata do que teria de executar para lograr no seu objectivo e, ao mesmo tempo, conquistar a concordância dos seus companheiros. Sujeito a pressões, contrariedades técnicas e humanas, entre outros escolhos no seu trajecto triunfante, não há um pingo de dúvida que abale Turing; aliás, se não é melhor e mais eficaz, tal decorre da tacanhez de mente dos que não compreendem o seu brilhantismo.

Percebo, perfeitamente, a martirização que se faz de Turing; é um poderoso artifício dramático para retratar alguém que, evidentemente, sofreu horrores com o silenciamento do seu trabalho e com a castração química que lhe foi imposta (culminando em suicídio aos 42 anos de idade). Todavia, não me aprouve a excessiva fundamentação do seu comportamento tímido, quase autista, arrogante e mesquinho com o seu passado escolar. Recorrendo a flashbacks, Morten Tyldum revela-o uma vítima de bullying e do preconceito, quando nem tudo se pode assim justificar. Tentativa que se agudiza com a maneira criativa de minorar esses defeitos de carácter, patenteando-os em ambientes leves e com uma envolvência ligeiramente humorística.

Por conseguinte, esta é uma fita que, saltando entre a infância de Turing, a Segunda Guerra Mundial e os seus últimos anos, nos oferta uma boa dose de um velado politicamente correcto.

No que diz respeito ao desempenho dos actores, a longa-metragem conta com duas óptimas performances de Benedict Cumberbatch e Keira Knightley (que interpreta o papel de Joan Clarke), limitadas pelo próprio enredo e por diálogos, nalguns minguados casos, incredíveis; e, quando o afirmo, sustento-o na sensação de serem ensaiados. Por outro lado, refiro duas óptimas performances, porque não há espaço cénico suficiente para os outros actores, o que é entendível num entrecho que pretende atribuir quase todo o protagonismo à figura principal, salientando, porém, que esta não teria alcançado o cume da montanha sem um toque feminino.

A falta de rigor histórico (como, por exemplo, o uso anacrónico de linguagem, de líquido corrector --  quando ainda não havia sido inventado -- ou da electrificação, em 1939, da estação de comboio de King's Cross) não afecta a história; e os erros que alteram a realidade dos eventos são enquadráveis na liberdade artística do realizador.

O Jogo da Imitação é tanto um relato -- parte biográfico, parte ficcional -- sobre os jogos de espionagem e dissimulação em tempo de guerra, quanto é um manifesto sobre os padecimentos físicos, emocionais e morais por que passam aqueles que são forçados a emular  vidas que não são as suas. Vale a pena dele fruir, mesmo que esteja a ser sobrevalorizado.

1 de fevereiro de 2015

Centésimo livro de Danielle Steel | Assuntos do Coração

Edição/reimpressão: 2015
Páginas: 312
Editor: Bertrand Editora
ISBN: 9789722529419
PVP: 16,60€
Disponível a partir de 06-02-2015

Sinopse
Marcada pelos seus dramas pessoais, Hope Dunne, célebre fotógrafa nova-iorquina, leva uma vida solitária e dedicada ao seu trabalho. Não anda à procura do amor, mas ele acontece quando vai a Londres fotografar um dos mais aclamados escritores do mundo. Carismático e sedutor, Finn O'Neill é muito diferente das personagens sombrias dos seus romances. Seduzida, Hope aceita o convite para a magnífica propriedade que Finn tem na Irlanda. Isolados, os dois amantes vivem semanas de amor idílico. Até que o verniz da perfeição começa a estalar… Uma história inesquecível sobre os perigos do amor obsessivo e os segredos mais negros que por vezes espreitam à superfície de vidas comum.

Sobre a autora: 
É a mais popular das autoras contemporâneas e já entrou no Guinness World Records por ter tido um ou mais livros seus durante 381 semanas consecutivas na lista de best-sellers do New York Times.
Em 2002, a autora foi galardoada com a prestigiante Ordre des Arts et des Lettres pelo seu contributo de uma vida para a cultura mundial.
É ainda fundadora de duas instituições de solidariedade, em memória do seu filho Nick: a Nick Traina Foundation, que apoia doentes do foro psiquiátrico e crianças vítimas de maus-tratos, e a Yo! Angel!, que ajuda os sem-abrigo. 
A autora, mãe de nove filhos, vive em São Francisco e Paris.

Festival Monstra



O REALIZADOR JOSÉ MIGUEL RIBEIRO E A ESLOVENA ŠPELA ČADEŽ  LEVAM A  MONSTRA AO MUSEU DA MARIONETA


A MONSTRA – Festival de Cinema de Animação de Lisboa regressa ao Museu da Marioneta, no dia 19 de Fevereiro, com uma exposição dedicada ao filme “Papel de Natal”, de José Miguel Ribeiro e ao trabalho da realizadora eslovena Špela Čadež.

A exposição deste ano revela os segredos de “Papel de Natal”, que estreou no final de 2014, e que recupera a personagem Dodu, o rapaz de cartão, realizado pelo premiado realizador português José Miguel Ribeiro. Serão assim exibidos três cenários principais de “Papel de Natal”, as suas personagens, 25 fotografias e vários adereços em imagem real. Uma oportunidade para dar a conhecer as etapas e processos de criação deste filme antes de chegar ao ecrã.

Os cenários, adereços e marionetas de todos os filmes da eslovena Špela Čadež estarão também em exibição no Museu da Marioneta, em Lisboa. Desde as simples marionetas de arame dos seus primeiros filmes, até ao trabalho pormenorizado e sofisticado de “Boles” (2013), é possível acompanhar o desenvolvimento da realizadora, que trabalha essencialmente em animação de marionetas, em stop-motion. “Boles”, o seu mais recente filme, foi o Grande Prémio Curta Metragem MONSTRA 2014 e, para além deste, recebeu mais de 40 outros prémios e esteve em exibição em mais de 100 festivais por todo o mundo. Para Fernando Galrito, diretor artístico do Festival Monstra,  
Čadež "é uma grande revelação do cinema esloveno e europeu, não só pela originalidade, mas também pelas temáticas que aborda nos seus filmes".

Esta exposição está patente no Museu da Marioneta, em Lisboa, até ao dia 19 de Abril.
A entrada na exposição é gratuita.

Os realizadores vão estar presentes na inauguração, dia 18 de fevereiro, e encontram-se disponíveis para entrevista.

Oficina de Escrita Criativa “Há vozes no Museu”

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Deambular pelo Museu do Oriente, por outras épocas, culturas e lugares, para esboçar um fio narrativo e estabelecer um diálogo com as peças em exposição, é o objectivo da oficina de escrita criativa “Há vozes no Museu” que se realiza no dia 7 de Fevereiro, sábado, às 10.00.

A partir da experiência de errância pelos corredores do museu, pretende-se motivar os participantes a desenvolverem técnicas e a utilizarem recursos simples, para demonstrar que qualquer um tem um escritor dentro de si.

A oficina é orientada por Isabel Figueira, licenciada em Filosofia e em Estudos Portugueses, doutoranda em Educação, e com uma larga experiência de formação de professores em expressões criativas e na orientação de workshops de desenvolvimento pessoal pela criatividade. Como professora de língua portuguesa desenvolveu actividades dentro do Plano Nacional da Leitura.

Oficina de escrita criativa
“Há vozes no Museu”
7 de Fevereiro
10.00-13.00
Preço: € 25,00
Participantes: Mín. 8; Máx. 16

Irish Celtic | Figueira da Foz, Porto e Lisboa | 19 a 22 Fevereiro

Exibindo


Em Spirit of Irland, os Irish Celtic prestam homenagem aos milhares de irlandeses que fugiram do país no século XIX em busca de uma vida melhor. Na bagagem levaram a música e o ritmo que os caracteriza. Espalhados pelo mundo, juntavam-se nos pubs para dançar. Ainda hoje o fazem e assim mantêm vivo o “espírito da Irlanda”.
Com orquestra ao vivo, uma viagem às raízes recentes da tradição irlandesa!

“Um espectáculo musical que permite descobrir a cultura irlandesa”, Les Echos
“Coreografias assombrosas, sapateado endiabrado e energia inesgotável celebram o espírito irlandês.”, Selection Reader’s Digest
“Uma magnífica viagem pela Irlanda através dos cenários, do guarda-roupa, da dança e, claro, da música!”, ici.Paris
“Uma viagem inesquecível, alegre e poética, ao coração das tradições e lendas celtas.”, Télérama Sortir

ONDE/QUANDO/QUANTO
CAE Figueira da Foz | 19 Fevereiro às 21h30
Preço: 25€ e 30€
Coliseu do Porto | 20 Fevereiro às 21h30
Preço: 10 a 32,50€
CCB | 21 Fevereiro às 21h e 22 Fevereiro às 16h
Preço: 10€ a 35€

LOCAIS DE VENDA
CCB, Coliseu do Porto, CAE Figueira da Foz,Teatro Tivoli BBVA,
Casino Lisboa, FNAC,Worten, El Corte Inglés, CC Dolce Vita,
Galerias Campo Pequeno, Abreu, CC Mundicenter, CC MMM e em www.ticketline.sapo.pt
Informações & Reservas Ligue 1820 (24h)

TOPSELLER: Uma jornada maravilhosa de dois corações perdidos

Edição/reimpressão: 2015
Páginas: 256
Editor: TopSeller
ISBN: 9789898800190
PVP: 15,49€
Disponível a partir de 02-02-2015

Sinopse
Perder. Tudo na minha vida se resume a esta palavra doentia. O meu treinador culpa-me por termos perdido os jogos decisivos da temporada. E o resto da equipa também. Passei os últimos dois meses completamente perdido e fechado sobre o meu desespero, como um autêntico fracassado. E perdi a minha namorada — Fable, a única rapariga que alguma vez mexeu comigo — por não me achar suficientemente bom para ela e por não querer magoá-la.
Agora sei que deixá-la foi um erro e, ao ser cobarde, fui eu quem mais perdeu. Mas, mesmo que ela finja que está tudo bem e que seguiu com a sua vida, sei que ainda pensa em mim. Conheço-a demasiado bem. Raios… Ela é tão frágil que tudo o que eu mais quero é estar por perto para protegê-la… para abraçá-la… para amá-la.
Só preciso que ela me dê mais uma oportunidade. Estamos perdidos, um sem o outro, mas eu sei que juntos podemos viver um amor incomparável, para sempre.

Leia as primeiras páginas do livro, aqui.

Monica Murphy é uma autora norte-americana cuja coleção de livros intituladaOne Week Girlfriend Quartet já é bestseller do New York Times e do USA Today.Uma Semana para te Amar é o primeiro título desta série.
Escreve ficção para jovens adultos, além de romances contemporâneos. Vive com o marido e os três filhos no sopé das montanhas de Yosemite, na Califórnia.
Adora livros e acha que tem o melhor trabalho do mundo                    

Críticas de imprensa
«Maravilhoso, de fazer acelerar o coração, profundo e extremamente emotivo. Tudo o que se pode querer num livro.» Mostly YA Book Obsessed

«Uma história emotiva. A autora escreve com o coração e agarra-nos de forma tão intensa que podemos sentir a paixão, a angústia e, sobretudo, o amor verdadeiro entre duas pessoas que merecem ser felizes.» The Reading Cafe

«Este livro é a jornada maravilhosa de dois corações perdidos. Este livro é o livro. Este livro é perfeito.» The Obsessive Reader

Saiba mais sobre o livro no site da TopSeller, aqui.