5 de dezembro de 2014

Coolbooks aposta no fantástico

P.V.P.: 8,99 € 
Data de Edição: 2014
Nº de Páginas: 378
Editora: Coolbooks 
 
Sobre a obra: 
Lilly Ashton não podia imaginar vida mais perfeita que a sua, até à terrível noite em que tudo mudou.
A única maneira que encontra para sobreviver à tragédia é fazer o que sempre desejou: ser impulsiva.
Afasta-se de tudo e todos quando se muda para Jillian e decide estudar Folclore e Mitologia, mas depressa se encontra numa corrida para salvar a própria vida, ao descobrir que os monstros que se escondem debaixo da cama existem mesmo. 
Para garantir a sua sobrevivência, junta-se a Diabolus Venator, a organização de caçadores de demónios daquela pequena cidade, onde conhece Liam, o misterioso jovem que a enfurece e surpreende todos os dias. Mas nem todos os que lutam com ela têm o mesmo objetivo, e o perigo que enfrenta pode ser maior junto dos que a rodeiam do que na batalha contra os demónios. Num mundo onde as lendas são reais, em quem poderá Lilly confiar?
 
Sobre autor: 
Patrícia Morais é uma estudante de tradução na London Metropolitan University. Mesmo enquanto mudava constantemente a sua mente acerca do que seria a sua futura profissão – alternando entre professora, nadadora salva-vidas e até mesmo veterinária –, algo que sempre teve a certeza foi que um dia viria a crescer para ser escritora. 
E porque acredita que ainda não passa demasiado tempo à frente de um computador a escrever, ainda regista no seu blog, trishmorais.blogspot.pt, as suas experiências de escrita e traduz os conselhos de outros autores de língua inglesa.

Porto Editora | As candidatas a Palavra do Ano 2014

Dez palavras vão a votos. Vocábulos de diferentes origens que marcaram o presente ano. A votação faz-se em www.infopedia.pt/palavra-do-ano. 

Remetem para a política, a saúde, a guerra, hábitos sociais e estratégias de comunicação, e ainda há espaço para regionalismos. As dez candidatas a “PALAVRA DO ANO” estão definidas e a votação está aberta a partir de hoje e é feita através do site Infopédia.pt, decorrendo até o último segundo de 31 de dezembro de 2014.
E as palavras candidatas são:
banco – Toda a polémica em torno da situação de uma conhecida instituição bancária colocou este vocábulo no centro do nosso quotidiano, levando ao aparecimento de expressões como "banco bom" e "banco mau".
basqueiro – Um vocábulo que surpreendeu a opinião pública quando foi utilizado pelo atual ministro da Economia num debate parlamentar. 
cibervadiagem – A utilização de plataformas digitais, como as redes sociais, com fins lúdicos durante o exercício de funções profissionais é cada vez mais frequente e é um fenómeno que começa a ser objeto de análise jurídica.
corrupção – Ao longo do ano, foram sendo conhecidos vários casos de suspeita de corrupção em vários setores da sociedade, envolvendo inclusive entidades e personalidades públicas.
ébola – O surto de ébola, que atinge maioritariamente África ocidental, tornou-se uma das preocupações das entidades públicas e das populações durante todo o ano.
legionela – Recentemente, registou-se no nosso país um inesperado surto de legionela, e o impacto que teve fez com que o uso deste vocábulo se tornasse generalizado.
gamificação – Cada vez mais e em inúmeros contextos – educação, saúde, política, etc. – se faz uso de técnicas características de videojogos para resolver problemas práticos ou consciencializar ou motivar um público específico para um determinado assunto. Uma estratégia que tem o nome de gamificação.
jihadismo – O afirmar do jihadismo no Iraque e na Síria, através da utilização dos media e das novas plataformas como formas de propaganda à escala global, colocou este movimento no topo da agenda mediática.
selfie – Mais do que uma moda, mais do que uma tendência, as selfies fazem parte do nosso dia a dia, com presença constante nas redes sociais.
xurdir – Talvez pelas circunstâncias socioeconómicas que o país atravessa, ou pela riqueza da língua portuguesa, verificou-se este ano um aumento significativo da utilização desta palavra que significa “lutar pela vida; mourejar”.
Esta lista do trabalho permanente de acompanhamento e análise da realidade da língua portuguesa feito pela Porto Editora, com base em critérios de frequência de uso e de relevância assumida quer através dos meios de comunicação social e das redes sociais, quer da utilização dos dicionários da Porto Editora nas suas versões online e mobile.
A “PALAVRA DO ANO” é uma iniciativa da Porto Editora que tem como objetivo principal enaltecer o património da língua portuguesa, sublinhando a importância das palavras e dos seus diferentes sentidos no nosso quotidiano.
Nas edições anteriores, as palavras vencedoras foram “bombeiro” (2013), “entroikado” (2012),  “austeridade” (2011), “vuvuzela” (2010) e “esmiuçar” (2009).

Novidade Alfarroba

4 de dezembro de 2014

Natal Louco na Saída de Emergência

http://www.saidadeemergencia.com/editorial/natal-louco/

Novo livro de Camilo Lourenço «Irresponsáveis»

Título: Irresponsáveis
Autor: Camilo Lourenço 
Páginas: 216
PVP: €15,00

A QUEDA DO BANCO DO PODER. A DETENÇÃO DE POLÍTICOS. A REVELAÇÃO DE DADOS MANTIDOS EM SEGREDO.
ESTAMOS SEM DÚVIDA PERTO DO FIM DO REGIME.
Será que Zeinal Bava procurou na aliança com Ricardo Salgado, chegar rapidamente ao topo da PT, dando em troca o apoio às empresas do GES? Se assim foi, como é que um gestor inteligente e com diversas valências cometeu um erro desta envergadura?”
“Ferreira Leite e Bagão Félix parecem ter sido atacados por amnésia aguda: criticam medidas que sabem ser inevitáveis. Hoje sabemos que Cavaco Silva partilha com eles a amargura de ter sido atingido pelo corte de pensões .“
“Eu disse a Ricardo Salgado: «O diretor da revista sou eu. Eu é que decido o que sai». Resposta «Oh filho, o grupo (Media Capital) deve 600 mil contos ao BES. Se tiver de utilizar isso para não publicarem nada, é o que farei».”
“Numa conversa (difícil) entre Ricardo Salgado e o governador do Banco de Portugal, Salgado terá dito «já sobrevivi a vários governadores», dando a entender que poderia haver consequências para carreira de Carlos Costa. “
ISTO TEM, PELO MENOS, UM NOME: IRRESPONSABILIDADE.
Ricardo Salgado pensou que era impune e destruiu um império com 150 anos;
José Sócrates usou e abusou do poder, deixando um rasto de dúvidas numa série de “casos”.
O caso BES/PT não é mais que o resultado dos erros dos últimos 40 anos. Vasco Gonçalves liderou um processo de nacionalizações sem critério. Mário Soares agravou o problema resistindo às privatizações. Cavaco Silva fez mudanças, mas optou por não corrigir graves erros do passado. José Sócrates começou bem mas começou a usar o Estado em jogos de poder. Temos assim uma economia descapitalizada, mal gerida, assente numa perniciosa rede de interesses que mistura empresas e Estado. Em Irresponsáveis, vai perceber como foi criada esta teia de poder, num acumular de erros transversais a vários governos. São também revelados pormenores sobre os principais casos que têm enchido as páginas dos jornais.
Ao longo deste livro Camilo Lourenço, que já nos acostumou a uma opinião livre e descomprometida, faz uma análise do que considera as principais razões da promiscuidade entre Estado, gestores, políticos e empresas e da forma como esta contribuiu para o estado em que a economia se encontra. Políticos, Tribunal Constitucional, empresários, gestores e cidadãos, todos somos chamados à responsabilidade: uns por atos, outros por omissões.
Traçando um perfil dos principais erros cometidos desde as nacionalizações, passando pelas privatizações, Camilo Lourenço passa também em análise os principais casos que envolvem o Estado, as empresas e os seus gestores. A crónica falta de capital dos empresários portugueses, as golden share e as empresas como a PT, o BES, a TAP, a ANA, mas também os bons exemplos dos CTT ou da EDP, são alguns dos temas analisados.
Por último, mas não menos importante, Camilo Lourenço deixa um importante apelo à mudança de mentalidade que tem de ser operada: na regulação, nos media e em cada um de nós.
UM LIVRO IMPRESCINDÍVEL PARA ENTENDER O FIM DO REGIME QUE TEM ARRASADO COM A ECONOMIA.

Começa já amanhã!!!

ComicCon Portugal - 5 a 7 de Dezembro de 2014 
Exponor @ Porto 

AS VÍTIMAS DO FURACÃO ESPÍRITO SANTO, de Filipe S. Fernandes

Título: As Vítimas do Furacão Espírito Santo
Autor: Filipe S. Fernandes 
N.º de Páginas: 240 
PVP: 14,90 € 
E-book: 9,99€ 

O Furacão Espírito Santo deixou um rasto de destruição que o Financial Times estimou em dez mil milhões de euros, o equivalente a cerca de 5,9% do PIB. Foram 30 mil accionistas, 2,2 milhões de clientes, 10 mil milhões de perdas, e milhares de empresas afectadas em todo o mundo. 

Na sua origem estão guerras familiares, engenharia financeira, prejuízos ocultos, um poder que julgava absoluto e se esboroou. Marcou o fim de uma dinastia financeira e de uma marca com 150 anos, e transformou um banqueiro, Ricardo Salgado de todo poderoso - conhecido como o DDT (Dono Disto Tudo)- numa espécie de maior vilão do século. 

A história da derrocada do Grupo Espírito Santo em números ganha contornos de tragédia. O BES apresentou os maiores prejuízos da história empresarial portuguesa no primeiro semestre de 2014 com 3,577 mil milhões de euros. O montante de 4,9 mil milhões de euros para criar o Novo Banco poderá ter um efeito de 2,9% do PIB, a acrescentar ao défice público de 2014.A sua intensidade atingiu o Banco de Portugal, a CMVM, o BCE, o Governo e até o Presidente da República. 

O livro encontra-se dividido em 5 partes, começando com a relação da família Espírito Santo e as alianças com empresários e investidores; Os conflitos com accionistas e as investigações judiciais; A guerra civil nos Espírito Santo; o Aumento de capital; e As vítimas do BES-GES 

Sobre o autor:
Filipe S. Fernandes, jornalista, colabora com o Jornal de Negócios, o Diário Económico e o Correio da Manhã. Já escreveu nos jornais Semanário, Expresso e nas revistas Fortunas & Negócios e Exame. É autor de entre outros livros de Alexandre Soares dos Santos, Fortunas & Negócios - Empresários do Século XX, Organizem-se! A Gestão Segundo Pessoa, À Minha Maneira – Como Salazar Resolveu o Grande Escândalo Financeiro do Estado Novo. Em co-autoria: com Hermínio Santos, Excomungados de Abril, com Luís Villalobos, Negócios Vigiados e com Isabel Canha, António Champalimaud: Construtor de Impérios.

3 de dezembro de 2014

Passatempo - Caos Maravilhoso

A D'Magia agradece a todos os participantes, infelizmente só 1 poderia ser premiado.
 
E o vencedor é:
 
Tânia Almeida
 
O vencedor será contactado por email.
Parabéns ao vencedor e os votos de uma boa leitura.

Passatempo Cabaz de Natal - Planeta

A D'Magia em parceria com a Planeta tem para oferecer um Cabaz de Natal constituido por: 




- Livro "A Princesa Branca" 
- Livro"As fadas de Edimburgo" 
- Livro "Surpreende-me" 

Para te habilitares a ser o vencedor deste magnifico prémio, só tens de seguir os passos seguintes (Atenção que nem todos os campos são obrigatórios, mas quanto mais preencheres mais hipóteses tens de ganhar!!):  

a Rafflecopter giveaway
 
O passatempo termina dia 24 de Dezembro.
Boa sorte a todos!!!


Regras do passatempo:

1) Apenas participantes com moradas de Portugal.    
2) Apenas uma participação por cada nome e email.
3) Obrigatório o envio dos seguintes dados: nome, email e morada (para envio de prémio caso seja o vencedor seleccionado).
4) Poderás partilhar este passatempo numa rede social e via twitter uma vez por dia (ou seja todos os dias poderás partilhar aqui o link o que te dará direito a participações extra no passatempo).
5) Condições e Termos de Participação estão em www.dmagia.net/faq.html
 

2 de dezembro de 2014

TOPSELLER: "O Marciano" vence nos "Goodreads Choise Awards 2014"

 
Mais de 3,3 milhões de leitores de todo o mundo votaram nas obras e autores que mais os apaixonaram ao longo de 2014. Os Goodreads Choice Awards são os óscares dos livros entregues por aqueles a quem os escritores esperam inspirar com as suas palavras e nos mais variados géneros. 

O Marciano (Topseller I 384 pp I 19,99€) é um livro simplesmente fabuloso. E, não terá sido com surpresa que Andy Weir acordou esta manhã com a notícia de que o seu livro de estreia conquistou o 1.º lugar no género Ficção Científica, com mais do dobro de votos do segundo classificado. Uma vitória que se junta às já conhecidas distinções da Publishers Weekly e Amazon.com que elegeram O Marciano como um dosMelhores Livros de 2014.
 
 ​Excelente! Andy Weir satisfaz tanto os leitores generalistas como os leitores de ficção científica. Uma história em ritmo sempre crescente, com um desenlace fascinante.» - Publishers Weekly

«Um dos melhores romances que li nos últimos tempos. Parece tão real que quase poderia ser lido como não-ficção.» - Douglas Preston, autor bestseller #1 do New York Times

E, não foram apenas os jornalistas, editores e leitores que se renderam à escrita e imaginação de Andy Weir. O realizador Ridley Scott nem hesitou quando descobriu O Marciano. 

Ao contrário do que acontece com a maioria dos livros cujos direitos para adaptação são comprados, mas que nunca chegam ao Grande Ecrã, O Marciano já tem estreia marcada para 26 de novembro de 2015 (Portugal) e com um elenco de luxo: Matt Damon, Jessica Chastain, Kate Mara, entre outros. Depois do “Óscar” no Goodreads Choise Awards, O Marciano estará de certeza na corrida à tão apetecida Estatueta de Ouro em 2016.

Sinopse:
Uma Missão a Marte. Um acidente aparatoso. A luta de um homem pela sobrevivência. 
Há exatamente seis dias, o astronauta Mark Watney tornou-se uma das primeiras pessoas a caminhar em Marte. Agora, ele tem a certeza de que vai ser a primeira pessoa a morrer ali. Depois de uma tempestade de areia ter obrigado a sua tripulação a evacuar o planeta, e de esta o ter deixado para trás por julgá-lo morto, Mark encontra-se preso em Marte, completamente sozinho, sem perspetivas de conseguir comunicar com a Terra para dizer que está vivo. 
E mesmo que o conseguisse fazer, os seus mantimentos esgotar-se-iam muito antes de uma equipa de salvamento o encontrar. De qualquer modo, Mark não terá tempo para morrer de fome. A maquinaria danificada, o meio ambiente implacável e o simples «erro humano» irão, muito provavelmente, matá-lo primeiro. 
Apoiando-se nas suas enormes capacidades técnicas, no domínio da engenharia e na determinada recusa em desistir — e num surpreendente sentido de humor a que vai buscar a força para sobreviver —, ele embarca numa missão obstinada para se manter vivo. Será que a sua mestria vai ser suficiente para superar todas as adversidades impossíveis que se erguem contra si?
 
 Com referências científicas atualizadas e impulsionado por uma trama engenhosa e brilhante que agarra o leitor desde a primeira à última página, O Marciano é um romance verdadeiramente notável, que se lê como uma história de sobrevivência da vida real.

Civilização volta com nova colecção - Vício dos Livros - com autores como Tolstoi, Twain e Jack London

A Civilização Editora acaba de lançar uma nova coleção: Vício dos Livros.

Depois de algum tempo ausente, a editora Civilização volta ao mercado editorial português com edições de clássicos num formato original e de grafismo tentador.

A nova coleção reúne um conjunto selecionado de obras de alguns dos autores mais consagrados da literatura mundial, de Tolstoi a Twain e Jack London.

São obras intemporais que marcaram inúmeras gerações de leitores, seja pelos altos valores humanos nelas veiculados seja pelas aventuras que permitiram viver em prazentosas e infinitas horas de leitura. Muitas chegariam ao cinema e à televisão, caso de Robin dos Bosques, Mulherzinhas ou As Aventuras de Tom Sawyer.

São obras precursoras. Um livro como a Ilha do Tesouro, por exemplo, determinaria o arquétipo do pirata que ainda hoje povoa o nosso imaginário, o da perna de pau e papagaio ao ombro, bem como a imagem clássica que guardamos de um mapa do tesouro, sempre com um grande X a assinalar a localização de um baú cheio de ouro enterrado algures numa remota ilha tropical.

E é também entre estes clássicos que poderemos descobrir e apreciar a faceta de tradutor de um autor consagradíssimo como Eça de Queirós, que traduziu e adaptou superiormente As Minas de Salomão. Em suma, grandes livros para infinitas horas de leitura.

O Cavalheiro Inglês, o novo livro de Carla M. Soares à venda a partir de hoje

Uma nação em crise. 
Uma família na miséria. 
Uma mulher determinada. 
Um noivo terrível. 
Um inglês apaixonado. 
Um crime e uma proposta indecente. 

PORTUGAL. 1892. Na sequência do Ultimato inglês e da crise económica na Europa e em Portugal, os governos sucedem-se, os grupos republicanos e anarquistas crescem em número e importância e em Portugal já se vislumbra a decadência da nobreza e o fim da monarquia. 

Os ingleses que ainda permanecem em Portugal não são amados. O visconde Silva Andrade está falido, em resultado de maus investimentos em África e no Brasil, e necessita com urgência de casar a sua filha, para garantir o investimento na sua fábrica. 

Uma história empolgante que nos transporta para Portugal na transição do século XIX para o século XX numa narrativa recheada de momentos históricos e encadeada com as emoções e a vida de uma família portuguesa. 

NO SEIO DE UMA FAMÍLIA, HÁ CORAÇÕES QUE SE AGITAM ENTRE O CURSO DA HISTÓRIA E O IRRESISTÍVEL PERFUME DOS LIVROS. 

Sobre a autora: 
Carla M. Soares nasceu em Moçâmedes em 1971. Formou-se em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras de Lisboa e tornou-se professora. Tem um mestrado em Estudos Americanos. A tese de doutoramento em História da Arte, começada na Faculdade onde se formou, aguarda dias mais tranquilos para uma conclusão cuidada. Publicou em 2012 o romance de época Alma Rebelde, com a Porto Editora, e embarcou em 2014 na aventura digital, publicando o romance A Chama ao Vento, com a Coolbooks. 

À VENDA A PARTIR DE 2 DE DEZEMBRO

1 de dezembro de 2014

Sextante Editora - Centenário de Romain Gary celebrado em Lisboa

Título: Educação europeia
Autor:
 Romain Gary
Tradutor: Manuela Torres
Págs.: 240
PVP: €16,60

Por ocasião do centenário de Romain Gary e da publicação em Portugal de Educação europeia, o seu romance de estreia, o Institut Français du Portugal organiza uma sessão de apresentação deste livro, na próxima quarta-feira, dia 3 de dezembro, às 19:00. A sessão, que se realiza na Mediateca do Instituto, conta com a participação de João Rodrigues, editor da Sextante Editora, e da tradutora Manuela Torres.Educação europeia venceu o Prémio dos Críticos, foi traduzido para 27 línguas e classificado por Maurice Nadeau como «o romance da Resistência». Num misto de Hemingway e clássico russo, este é um romance revelação que catapultou Romain Gary para um prestígio que iria ser consagrado uns anos mais tarde, ao receber, pela primeira vez, o Prémio Goncourt.

Sinopse:
Educação europeia narra a história de um jovem adolescente lituano polaco de 14 anos, Janek Twardowski, que vive refugiado na floresta e se junta a um grupo partisan para sobreviver e lutar contra a ocupação nazi.
Neste conto moral, cruel e otimista, Janek conhecerá o frio, a fome, a traição e a morte, mas também o amor, junto da sua jovem amiga Zosia. Como diz o chefe partisan Dobranski, «a Europa teve sempre as melhores e mais belas universidades […], elas foram o berço da civilização […], mas há também uma outra educação europeia, a que recebemos hoje: os pelotões de execução, a escravatura, a tortura, a violação – a destruição de tudo o que torna a vida bela. É a hora das trevas». Com os seus camaradas de infortúnio, a sua simplicidade e generosidade, Janek aprenderá o valor da amizade e a crença no Homem.

Sobre o autor:
Romain Gary (1914-1980) nasceu há cem anos, em Vilnius, na Lituânia (então Polónia). Judeu de origem russa, emigra com a sua mãe para Nice em 1928. Em 1940 junta-se ao general de Gaulle e às forças livres francesas em Londres e combate como navegador da esquadrilha Lorraine até ao final da guerra. Ferido, recebe a condecoração suprema dos combatentes franceses, Compagnon de la Libération, e será um dos poucos sobreviventes dos duzentos homens da esquadrilha. O êxito dos seus primeiros romances, Educação europeia e As raízes do céu (Prémio Goncourt 1956) tornam-no imediatamente um escritor famoso em todo o mundo. Ocupa vários postos diplomáticos na Europa e nos EUA. Em 1975, escrevendo sob o pseudónimo Émile Ajar, ganha de novo o Prémio Goncourt (caso «impossível» na história do prémio) com A vida diante de si, também editado pela Sextante em 2011. Suicida-se em 1980.

Imprensa:
Ele não escreveu um romance da Resistência mas «o romance» da Resistência. […] Gary, que encontrou a profunda humanidade do romance russo, faz-nos também pensar inevitavelmente no melhor Hemingway. Maurice Nadeau, Combat
Desde há dez anos, quando soaram repentinamente os nomes de Malraux e de Saint-Exupéry, que não líamos um romance alimentado por um talento tão profundo, tão novo, tão luminoso. O poder misterioso da criação revela-se a cada página. Joseph Kessel