3 de julho de 2016

Cinema | A Vida Secreta dos Nossos Bichos estreia a 18 de agosto



“ A Vida Secreta dos Nossos Bichos” - O muito aguardado filme de animação estreia a 18 de agosto
UM RECORD DE ESTRELAS PORTUGUESAS DÃO VOZ AOS “NOSSOS BICHOS”

João Manzarra, Mariana Monteiro, Ricardo Carriço, Rui Unas, Cleia Almeida, Diogo Beja, Eduardo Madeira, Luís Franco Bastos, Paulo Furtado e muitas outras caras conhecidas do público vão dar voz às personagens mais divertidas do mundo do cinema de animação! A VIDA SECRETA DOS NOSSOS BICHOS foi criado pela Illumination Entertainment e a Universal Pictures, pelos mesmos realizadores - Chris Renaud e Yarrow Cheney - de “Gru – O mal disposto, e tem estreia agendada para dia 18 de Agosto.
Esta divertida animação conta a vida dos animais domésticos a partir do momento em que os donos saem para o trabalho ou para a escola. O filme ideal para todos aqueles que gostam de bichos, mostrando também a dura vida dos animais de rua, com o mote de crítica ao abandono. A esta causa, sempre divertidos e dinâmicos, juntam-se nomes já bastante conhecidos pelos portugueses, com vozes únicas e distintas e com um critério que em tudo se destaca pela paixão também destes artistas pelos animais. João Manzarra é Max, um cão meigo inseparável da sua dona Katie, representada pela afável Sara Calisto. A sua vida baseia-se em esperar que a dona regresse a casa e receber toda a sua atenção, mas no dia em que Katie adota um outro cão, Duke - interpretado por Eduardo Madeira - as aventuras de ambos começam!
Duke é um cão vadio e rude, que coloca em perigo a sua vida e a de Max. Juntos desafiam o terrível Pompom, um coelho abandonado representado pelo incrível Rui Unas, acabando por provocar um duelo entre todos os animais domésticos e o exército de animais de rua! Max conta com as preciosas ajudas da sua apaixonada Gidget - interpretada por Cleia Almeida -, a gata mais gulosa, Chloe – na voz de Mariana Monteiro -, o engraçado Mel - representado pelo comediante Luís Franco-Bastos -, entre muitos outros que irão lutar para impedir os terríveis planos de Pompom.
Esta é uma história diferente e emocionante, que une duas realidades da vida dos animais na cidade, os domésticos e os de rua. Para além de muita animação, o filme transmite também valores importantes como a amizade, o companheirismo e a solidariedade.“ A Vida Secreta dos Nossos Bichos” chega aos cinemas já este verão, no dia 18 de agosto, prometendo encantar toda a família, em especial aqueles que adoram animais e os recebem no seu lar. 

Clique aqui para ver o trailer desta espetacular aventura!

2 de julho de 2016

Livros Amarelos | Vamos abrir um buraco no cadáver de Fernando Pessoa

Vamos abrir um buraco no cadáver de Fernando Pessoa e vamos abrir um buraco no cadáver de Miguel de Unamuno. Para quê abrir buracos em cadáveres, perguntarão os leitores? Para lhes insuflar vida, responde a Guerra e Paz Editores.
Tomemos nos braços o cadáver de Pessoa, o seu «Banqueiro Anarquista», por exemplo. O que acontecerá se, por esse buraco, lhe insuflarmos o sopro da boca de Oscar Wilde chamado «A Alma do Homem sob a Égide do Socialismo»? Arranquemos ao túmulo, piedosamente, o cadáver do espanhol Miguel de Unamuno pegando-lhe pelo buraco que dá pelo nome de «Portugal, um povo suicida» e disparemos lá para dentro o tiro que espatifou os miolos do português Manuel Laranjeira e a que ele chamou «Pessimismo Nacional». Há mais vida num tiro suicida do que numa longa existência canalha!
De que morte e de que vida é que estamos a falar? Estamos a falar de textos que o respeito atirou para um cemitério chamado literatura. A melhor forma de matar um texto, a melhor forma de matar a criação é catalogá-la e engavetá-la.
Matemos a morte, regressemos à vida! Para dar vida a contos, a romances, a poemas e a ensaios é necessário abrir-lhes um buraco por onde entrem outros textos. A melhor forma é rasga-los à discussão. A melhor forma é pintá-los a uma cor inesperada e insólita.
Hoje, a Guerra e Paz inicia uma viagem de devassa ao cemitério que é o património literário da humanidade. É mentira, os textos não estão mortos. Às nossas escondidas, nos escusos vãos das bibliotecas, os textos literários fazem uns com os outros coisas inconfessáveis. Era preciso caçar-lhes essas relações clandestinas. A Guerra e Paz editores criou o paparazzo da história da literatura e do pensamento. Chama-se ”Livros Amarelos” e é uma nova colecção. A colecção que revela as relações comprometedoras de textos célebres.
Célebres, célebres, muito bons, muito bons, mas metidos a um canto, e isso é exactamente o que esta colecção quer veementemente rejeitar, contrariar e desmentir. “Livros Amarelos” é uma colecção de textos que se erguem de um salto, afectivamente activos.
Esta é uma colecção que, ao contrário de muitos planetas e de tantas estrelas, se pode ver à vista desarmada. São livros de 15 por 21 centímetros e são amarelos. Completamente amarelos e pintados à mão nas três faces do miolo. Custa um dinheirão ao editor? Custa, mas é bonito que se farta. E não são só livros bonitos. A Guerra e Paz rasgou-lhes a beleza, com um corte elíptico e alongado que deixa ver uma faísca de vermelho ou verde ou azul, conforme a cor que as guardas do livro, debaixo da capa, venham a ter.
São os “Livros Amarelos”, amarelos por serem voyeurs, amarelos em vénia à Yellow Book, a revista que, na Londres do século XIX, foi o primeiro sopro de vida desse modernismo que ainda hoje, no século XXI, se nos cola à pele, como grafismo de Ilídio Vasco, autor do design, grita nestes livros.
Saem, agora, os dois primeiros. Num, o «Banqueiro Anarquista», de Fernando Pessoa, dialoga com «A Alma do Homem Sob a Égide do Socialismo», de Oscar Wilde. Entre os dois textos, intrometem-se 60 páginas com a biografia dos autores e um texto que vai por trás do anarquismo dos autores, tortura-os com perguntas e tenta desesperadamente estabelecer as relações deles. Escreve-o Manuel S. Fonseca.
O outro livro junta «O Pessimismo Nacional», de Manuel Laranjeira, insólito médico e autor português, que escreveu uma carta ao amigo espanhol Miguel de Unamuno e a seguir se suicidou, levando o perplexo filósofo espanhol, em «Portugal, um Povo Suicida», a desesperar face à psicologia dos portugueses, esse povo vizinho que tem na morte a solução para a crise espiritual e a bancarrota financeira. Passaram cem anos e podia ser hoje, é o que Helder Guégués também diz no texto em que ressuscita o suicida português e o anti-falangista espanhol.
Nasceu uma nova colecção, os Livros Amarelos”. Em cada livro dois textos de dois grandes autores. Podem ser novelas, contos, poemas ou ensaios. Um intrometido «estudo» contemporâneo virá sempre lançar a rede que liga esses dois textos clássicos. Em Setembro, o próximo livro, amarelíssimo, juntará «A Célebre Rã Saltador do Condado de Calaveras», de Mark Twain, e «Rikki-Tikki-Tavi», de Rudyard Kipling. Mark Twain e Kipling trazem rãs, cães, cavalos, ratos-alfaiates e najas, as cobras-capelo. E um mangusto. O mangusto, já se sabe, tem bons dentes e é imune ao veneno das cobras mais peçonhentas. Saídos do cemitério e regressados à vida, é mesmo de um mangusto que os proteja que os Livros Amarelos” estão a precisar: bem-vindos ao século XXI.

Modo de uso dos “Livros Amarelos”
Toque-lhes: O amarelo não se pega.
Compre-os: É uma forma legítima e desejável de posse.
Meta o dedo: É irresistível, o cortante da capa abre uma fenda que apetece tactear.
Abra-os: Têm segredos que só quem vai lá dentro descobre.

Leia-os: Os seus olhos são o violino que dá música à sua alma.

Novidade GOSH | Welcome Summer 2016


1 de julho de 2016

Clube do Autor | Novo livro da serie CASTLE


Estes dias têm estado muito quentes mas também há emoções a fervilhar No Calor da Noite. Este é já o terceiro livro do protagonista da série de TV Castle. Depois dos volumes anteriores, que têm igualmente como personagens centrais Richard e kate, “No Calor da Noite” narra a nova aventura de Nikki Heat, determinada e ousada, tão fascinante e bem-humorada como a série em exibição no AXN. Nikki Heat foi afastada da polícia e embarca sozinha numa investigação. Só James Rook a poderá ajudar a recuperar o seu distintivo, fazendo aumentar a temperatura da sua relação.

NOS Alive '16 | Horários e cartaz fechado

10.ª EDIÇÃO DO NOS ALIVE COM HORÁRIOS E CARTAZ FECHADO


A 10.ª edição do NOS Alive já conta com horários e cartaz fechado. Ao longo de três dias, 07, 08 e 09 de julho, o Passeio Marítimo de Algés vai receber 128 artistas, num conjunto de 134 atuações. A música vai fazer-se ouvir a partir das 15h00 até às 04h00 da manhã.
Os dias 08 e 09 de julho, que contam com Radiohead e Arcade Fire, respetivamente, já se encontram esgotados, bem como os passes de três dias, situação única no panorama nacional. Para quem não quer deixar de fazer parte da 10.ª edição do NOS Alive os últimos bilhetes estão disponíveis para dia 07 de julho, dia em que atuam The Chemical Brothers, Pixies, Robert Plant and The Sensational Space Shifters, Biffy Clyro, The 1975, 2manydjs, Branko Live, entre muitos outros.
Descarregar programa completo aqui


ÚLTIMOS BILHETES PARA A 10.ª EDIÇÃO DO NOS ALIVE
À VENDA NOS LOCAIS HABITUAIS

Passeio Marítimo de Algés 
07, 08, 09 DE JULHO DE 2016
APENAS DISPONÍVEIS BILHETES DIÁRIOS PARA DIA 07 DE JULHO
O NOS Alive aconselha a compra de bilhetes apenas nos pontos de venda oficiais.