7 de fevereiro de 2016

Novidades Marcador

Apetece(s)-me


Do amor [im]perfeito. Do amor violento, arrebatado, que quase rasga a pele. Do amor que sufoca. E do amor que dá vontade de saltar à corda e de voar Apetece(s)-me

sobre as árvores. Do amor da mãe, do pai. Do amor dela por ele e dele por ela: esse, tão cheio de paixão, de urgência e de tudo. Do amor pelo outro, mas também do amor-próprio — que, às vezes, dá ainda mais trabalho do que qualquer outro. Porque são tantas as histórias que o amor pode contar. E tantas as que se vivem por [des]amor.
«Faz falta um amor. Um amor que altere a nossa vida. Um amor que faça a diferença. Um amor que nos marque, independentemente do tempo, mais do que qualquer outro. Um amor que nos obrigue a fazer muito mais, a dar muito mais, a ser muito mais. Um amor que teste os nossos limites. Que seja uma descoberta e muito mais completa do que qualquer outra. (…) Um amor (…) que nos obrigue a conhecer o melhor e o pior de nós. Sim, faz falta um amor. Um amor que até possa acabar quando menos queremos e ir embora da nossa vida – sem nunca ir, de facto, embora de nós -, mas que seja inteiro enquanto dura. Sim, faz falta um amor.»

In Sexus Veritas


De um elenco eclético nasce a desconcertante acção de In Sexus Veritas, um romance intrigante, carregado de sátira e de ironia – um catálogo de amor e de ódio, de desejo e de vingança, de ambição e de submissão.
«O problema da felicidade é ser ilegal. Enquanto a felicidade não estiver na lei nenhum mundo será perfeito. Enquanto a felicidade estiver fora da lei nenhum mundo será perfeito. Enquanto a felicidade estiver fora da lei tudo continuará a ser permitido para a evitar. E nada será feito para a instituir. Verdadeiramente instituir. Todas as Constituições deviam começar pelo seguinte ponto: Todas as Pessoas Têm o Dever de Ser Felizes. Ou: Todas as Pessoas São Obrigadas a Ser Felizes. Um país sem felicidade é um país do Terceiro Mundo. É a felicidade que define o grau de riqueza de um país. Devia ser o homem mais feliz do mundo – e não o homem com mais dinheiro do mundo – a estar na capa de todas as revistas de alta finança.»

A Dieta dos Casais


Dizem que o amor engorda, mas é igualmente verdade que, quando um casal se prepara para emagrecer, a dois, e para adotar hábitos saudáveis, a motivação é muito maior e ambos alcançam resultados surpreendentes. Munida da sua experiência clínica e das pesquisas mais recentes sobre alimentação, a nutricionista Patricia Davidson Haiat aceitou o desafio de criar um plano alimentar – prático e acessível, para casais – baseado em Nutrição Funcional.
Inclui mais de 130 receitas rápidas e tendo em conta as diferentes necessidades nutricionais de homens e de mulheres, e respeitando as particularidades hormonais e psicológicas de cada um, este livro tem:
• Um plano em três fases para emagrecer até 2 quilos por semana;
• Mais de 130 receitas fáceis e deliciosas para preparar e desfrutar a dois;
• Sugestões de alimentos funcionais indicados por género e faixa etária;
• Estratégias para a integração do programa na rotina familiar;
• Depoimentos de casais que emagreceram juntos.

O Renascido - The Revenant


UM CAÇADOR EXPERIENTE ENTREGUE À MORTE
APENAS UM SENTIMENTO O LEVA A SOBREVIVER: A PELOS SEUS COMPANHEIROS.VINGANÇA
O Renascido é uma história notável de obsessão, de vontade humana levada ao extremo, e do que um homem está disposto a fazer para obter a sua vingança.
No ano de 1823, e os caçadores da Rocky Mountain Fur Company levam uma vida dura na fronteira. Enquanto procuram castores, enfrentam diariamente uma natureza inóspita, bem como a ameaça das tribos índias em guerra devido à invasão do homem branco. Hugh Glass é um dos melhores elementos do grupo, um explorar experiente e um excelente batedor.

Ou é Tudo ou Não Vale Nada


Um romance perturbador. Um homem perdidamente apaixonado procura uma mulher que só ele vê e que só ele acredita existir. Conseguirá encontrá-la?
Tudo o que fiz foi para ela, com ela, por ela.
Tudo o que existe só existe em ela: por dentro do que ela me deixa ver, por dentro do que ela me deixa sentir. Sei que sou estranho, maluco, demente, imbecil, estúpido, cabrão, sacana, traidor. Sei que sou tudo o que me quiserem chamar.
Mas o que nunca vou deixar de ser é dela. Porque o espaço do que ocupo é o espaço que sobra do que ela me ocupa.

Vitamina D


Muitas pessoas renderam-se às diretrizes emitidas pela comunidade de medicina dermatológica e evitam a luz do sol por recearem o cancro de pele, assim como o envelhecimento precoce.
No entanto, a maioria de nós sofre de deficiência da vitamina D, condição que provoca dores diárias e fadiga, piora doenças já de si graves e afeta a qualidade de vida. Apoiado em várias décadas de investigação, o Dr. Michael F. Hollck revela um segredo até agora muito bem guardado: o nosso organismo precisa de doses razoáveis de exposição solar sem proteção.
Vitamina D, o livro mais determinante e abrangente sobre este tema, oferece aos seus leitores um plano simples para que possam reverter os efeitos da deficiência de Vitamina D e, com isso, ter uma vida substancialmente mais saudável.

A Viagem de Peludim

UMA VIAGEM PELO MUNDO DA EDUCAÇÃO SEXUAL

A Viagem de Peludim é uma abordagem lúdica de temáticas que os pais, educadores e professores têm muitas vezes dificuldade em explorar: «Quem sou?», «De onde vim?», «Como nasci?», e questões fundamentais nos dias de hoje, como a igualdade de género, o respeito pela diferença e a prevenção da violência sexual. Acompanhado de um guia para adultos, com dicas para exploração da história, este é o livro que faltava para uma adequada educação sexual, desde a primeira infância.

6 de fevereiro de 2016

Katia Guerreiro continua digressão e apresenta-se na Grande Salle da Ópera de Lyon


Opinião - "A Praia" de Alex Garland



Sinopse:
O desejo de encontrar algo real e genuíno é o que leva Richard a viajar para a Tailândia. Num hotel de Bangkok, Richard conhece um casal francês e encontra também um sujeito estranho conhecido por Daffy, um viajante de longa data marcado pelo sol e pelas drogas. Daffy confia a Richard um segredo: a existência de uma ilha secreta, o paraíso na terra- a praia perfeita!

Opinião por Vanessa Roque:
A Praia, de Alex Garland, já adaptado ao cinema pelas mãos de Danny Boyle, é um romance que pretende falar a toda uma geração.
Alex Garland representa nos anos 90, aquilo que todos os “jovens adultos” sentem em determinadas fases da sua vida, uma impotência e falta de estrutura emocional para encarar o mundo e a realidade capitalista.
A Praia fala sobre um jovem na casa dos 20 anos, que descobre nas viagens, um meio de fuga para a sua vida e para os seus problemas. Ao longo do livro, vamos-nos apercebendo que este viajante elege a Ásia como o seu paraíso, mas ele não está sozinho, neste sentimento de alienação da vida familiar e profissional. Rapidamente conhece um casal de franceses, em Banguecoque, que procura viver o mesmo espírito de aventura, sem rumo, nem destino. Contudo, na pensão onde pernoita conhece um drogado, Mr. Daffy, que antes de cometer suicídio, delira, coloca uma conversa incómoda com Richard e deixa-lhe um mapa debaixo da porta. Hospedados na mesma pensão, Richard e o casal de franceses decidem rapidamente seguir o mapa que indica uma praia paradisíaca de areias brancas e de recife de coral, de difícil acesso, que supostamente são os jardins do Paraíso em plena Tailândia.
Contudo, a viagem é mais difícil do que imaginavam, provocada pela violência psicológica do local e o esforço físico do nado. Ao chegar à ilha, tentam atravessar uma floresta densa e deparam-se com uma plantação de erva guardada por tailandeses nada simpáticos. Para escapar, eles saltam para uma cascata, onde surpreendentemente são acolhidos por uma comunidade de cerca de 30 pessoas de diferentes nacionalidades que escolheram aquela praia para formar uma sociedade utópica.
Aí começa o desenrolar de cenas de acção, terror e de thriller psicológico, com uma narrativa com frias e calculadas passagens psicológicas, desde a amizade imaginária (ou real) com Mr. Daffy, num ritmo que nos faz querer ler até à última página. A história é, ainda, ilustrada por personagens de desenho animado (Mr. Daffy) e filmes sobre a guerra do Vietname (Apocalypse Now) e jogos da Nintendo, mostrando mais uma vez o mito de viver numa ilha isolada.
Este livro é aquilo que podemos apelidar de uma "má dose" no paraíso, pois apesar da envolvente de sonho, acabamos por cair na mesma rede de cinismo e falta de valores morais da sociedade actual.


Novidade Asa | Uma Escolha por Amor - Nicholas Sparks


Sinpose:
Travis Parker tinha tudo o que um homem podia desejar: um bom emprego, grandes amigos e uma casa de sonho. Não encontrara ainda a sua alma gémea, mas também não sentia a sua falta... pelo menos, até ao dia em que um mal-entendido levou Gabby Holland, a nova vizinha, a bater-lhe à porta.
Gabby também não tencionava sucumbir aos encantos de Travis. Para começar, tinha uma relação estável com um namorado de longa data… e o novo vizinho irritava-a imenso. Mas a animosidade depressa deu lugar a uma cordial amizade, e, aos poucos, a algo muito mais sério. Juntos, vão empreender uma jornada que dificilmente poderiam ter antecipado.
Agora, anos mais tarde, Travis está no hospital, a sua vida despedaçada, o futuro uma incógnita. Ele recorda o passado, todos os momentos que o levaram ali. Se ao menos pudesse fazer com que o tempo voltasse atrás... Pois Travis encontra-se perante uma escolha que ninguém deveria ter de fazer… nunca!
Valerá a pena quebrar a promessa que fez ao amor da sua vida?

Passatempo Teatro - Arte

A D'Magia em parceria com a UAU tem para oferecer 2 convites duplos para a peça "Arte", domingo, dia 7 de Fevereiro, às 16.30h, no Teatro Tivoli BBVA.

Sinopse:
Em 1998 e 2003, 180.000 espectadores tornaram Arte, com António Feio, José Pedro Gomes e Miguel Guilherme, num sucesso sem precedentes. Em 2016, Arte está de regresso ao palco com novo elenco e nova encenação: João Lagarto, Vítor Norte e Adriano Luz. A compra de uma “tela branca com riscas brancas, transversais”, assinada pelo famoso pintor Antrios, não é consensual para 3 amigos de longa data. Conhecem-se bem mas têm gostos diferentes. Discutem-nos até à exaustão. Até se zangarem. Até dizerem tudo o que queriam e não queriam. Assinado por Yasmina Reza, Arte é um texto belíssimo e sempre actual sobre a amizade, seus limites e valor. Mas, no fim, a questão permanece: Deverá dizer-se a um amigo querido que o quadro que comprou, e tanto aprecia, de nada vale?


Para te habilitares a ser um dos vencedores só tens de responder à seguinte pergunta:
- Quem assina esta peça?

Caso nos sigas nas nossas outras plataformas, a tua participação conta como mais uma por cada plataforma em que nos seguires. Basta nos referires na tua participação o teu nome de seguidor em cada uma delas. As nossas plataformas são: 

Blog D'Magia LifeStyle / Inconfidências de Pedaços Rasgados de Memória - https://www.pedacosrasgadosdememoria.blogspot.com

Regras do passatempo:
1) Enviar a resposta para literatura@dmagia.net indicando: Nome Completo, Número de BI ou CC, Nome de Fã no Facebook e Nome de Seguidor no Blog
2) O assunto do email deverá ter a menção Passatempo Teatro - Arte
3) Só é válida uma participação por pessoa/e-mail.
4) É obrigatório seres nosso Fã no Facebook e Seguidor no Blog.
5) O passatempo é válido até às 23:59 de dia 6 de Janeiro
6) Os vencedores serão apurados através de um sorteio via random.
7) Os vencedores avisados através de email.

5 de fevereiro de 2016

Novidade Topseller | Mais um Dia - David Levithan


Depois do aclamado romance A Cada Dia, bestseller do New York Times, David Levithan conta a história de Rhiannon e da sua busca desesperada pelo amor verdadeiro.

Todos os dias da Rhiannon são iguais. Ela resignou-se com a vida, convenceu-se de que não merece mais do que um namorado distante e frio, o Justin, e até delimitou regras para a sua vida: não ser demasiado carente, evitar aborrecê-lo, nunca esperar demasiado. Até que uma manhã muda tudo. De repente, e pela primeira vez, o Justin parece olhar para ela, querer estar com ela, e juntos vivem um dia perfeito – um dia perfeito de que o Justin não se recorda na manhã seguinte. Confusa, deprimida e desesperada por mais um dia tão inesquecível quanto esse, Rhiannon começa a questionar tudo. Então, certo dia, um estranho diz-lhe que o Justin com quem ela passou esse dia, e que a fez sentir-se uma nova pessoa...não era o Justin.

Um livro que toca profundamente a imperfeição humana, os maus relacionamentos, a despropositada importância da aparência, a sexualidade ou a insignificância dos géneros.

Novidade Porto Edtora | Amemo-nos Uns Aos Outros - Catherine Clément


Sinopse:
Em 1871, a Comuna de Paris, a mais nobre revolução que o mundo já conheceu, incendiou os corações e as ruas.
Élisabeth Dmitrieff é a enviada e representante de Karl Marx na capital francesa. Jovem, tão frágil quanto arrebatadora, recusa-se a amar algo ou alguém que não a revolução. Léo Frankel, revolucionário húngaro e também ele membro da Primeira Internacional, tem o sonho de construir um modelo ideal de sociedade sem exploradores nem explorados. Mas poderá o amor nascer na insurreição e sobreviver no coração da barricada?
Numa escrita apaixonada e de ritmo alucinante, Catherine Clément faz o retrato literário destes dias trágicos e gloriosos, «que começaram com a alegria e terminaram com o sangue», oferecendo--nos uma narrativa de esperança e de sonho, numa homenagem a todos cujas vidas foram tocadas pelo Génio da Liberdade.

Dulce Regina em Portugal para sessões de autógrafos

A astróloga Kármica e terapeuta de vidas passadas, Dulce Regina, autora do livro «Descubra as Suas Vidas Passadas com a Astrologia Kármica», editado este mês de janeiro pela Pergaminho, visita brevemente Portugal. A autora, natural do Brasil, tem já várias sessões de autógrafos agendadas e convida todos aqueles que seguem o seu trabalho ou que tenham interesse nestas temáticas a estarem presentes.
A primeira sessão de autógrafos é dia 13 de fevereiro às 16h30, na Livraria Bertrand do Amoreiras Shopping Center, em Lisboa.


Próximas datas das sessões de autógrafos:

Dia 17 de fevereiro – 18:30 – Livraria Bertrand do Fórum Aveiro, em Aveiro

Dia 18 de fevereiro – 18:30 – Livraria Bertrand do Shopping Cidade do Porto, no Porto

Passatempo Cinema - UMA ESCOLHA POR AMOR

A D'Magia em parceria com a Pris Audiovisuais tem para oferecer 20 convites duplos para a antestreia do filme "Uma escolha por amor", às 21.30h:

Lisboa – UCI El Corte Ingles - dia 10 de Fevereiro10 convites duplos
Porto – NOS Parque Nascente - dia 9 de Fevereiro – 10 convites duplos

Sinopse:
Baseado no romance emocional e inspirador do notável escritor literário Nicholas Sparks, UMA ESCOLHA POR AMOR, narra o poder do amor de um jovem casal que se detesta no primeiro encontro até a uma longa jornada de forte amizade, cumplicidade e desejo que muito dificilmente ambos poderiam ter antecipado.
Quando a mal-humorada estudante de medicina Gabby Holland se muda para a casa ao lado de um homem sedutor entre as mulheres, Travis Shaw, ela jamais previa que a sua vida iria mudar de rumo ao apaixonar-se por aquele que ela achava insuportável. Travis sempre acreditou que um relacionamento sério nunca iria fazer parte dos seus planos uma vez que adora a sua vida boémia; por sua vez, Gabby está prestes a dar o passo mais arriscado ao querer ir viver com o seu namorado de longa data – até que uma irresistível atração entre o improvável casal altera o destino das suas vidas. Agora, anos mais tarde, Travis está no hospital com a sua vida despedaçada e o seu futuro incerto. O passado vem à memória com todas as vivências que o levaram até ali. Se o tempo voltasse atrás…Travis encontra-se agora perante uma escolha que jamais alguém teria de fazer….Valerá a pena quebrar a promessa feita ao amor da sua vida? Trabalhando uma década e traçar a evolução de relacionamentos amorosos que é, em última análise, testado pela maioria dos acontecimentos mais marcantes da vida, esta história de Sparks culmina com a pergunta que cada casal se deve questionar: Até onde você iria para manter a esperança do amor viva? 

Para te habilitares a ser um dos vencedores só tens de responder às seguintes perguntas:
- Este filme é baseado no romance emocional e inspirador de que notável escritor literário?
- Qual é o passo mais arriscado que Gabby está prestes a dar?

Caso nos sigas nas nossas outras plataformas, a tua participação conta como mais uma por cada plataforma em que nos seguires. Basta nos referires na tua participação o teu nome de seguidor em cada uma delas. As nossas plataformas são: 

Blog D'Magia LifeStyle / Inconfidências de Pedaços Rasgados de Memória - https://www.pedacosrasgadosdememoria.blogspot.com

Regras do passatempo:
1) Enviar a resposta para literatura@dmagia.net indicando: Nome Completo, Número de BI ou CC, Nome de Fã no Facebook e Nome de Seguidor no Blog
2) O assunto do email deverá ter a menção Uma escolha por amor + Localidade Pretendida (Lisboa/Porto)
3) Só é válida uma participação por pessoa/e-mail.
4) É obrigatório seres nosso Fã no Facebook e Seguidor no Blog.
5) O passatempo é válido até às 23:59 de dia 8 de Fevereiro
6) Os vencedores serão apurados através de um sorteio via random.
7) Os vencedores avisados através de email.

Passatempo Cinema - AS CINQUENTA SOMBRAS DE BLACK

A D'Magia em parceria com a NOS Audiovisuais tem para oferecer 20 convites duplos para a antestreia do filme "As Cinquentas Sombras de Black", dia 9 de Fevereiro, às 21.30h:

Lisboa – NOS Colombo – 10 convites duplos
Porto – NOS Norte Shopping – 10 convites duplos

Sinopse:
Se gostou e ficou excitado com Christian Grey, espere até ver Christian Black em ação! Protagonizado por Marlon Wayans e com a equipa que criou "Inatividade Paranormal", "Scary Movie" e "Loiras à Força", chega-nos uma comédia como nunca experimentou. “As Cinquenta Sombras de Black” é uma paródia erótica que o leva através de um labirinto de encontros violentos, duros e precoces que têm lugar na sala de jogos de Mr. Black. 

Para te habilitares a ser um dos vencedores só tens de responder às seguintes perguntas:
- Este filme é uma paródia a que outro filme?
- Quem protagoniza este filme?

Caso nos sigas nas nossas outras plataformas, a tua participação conta como mais uma por cada plataforma em que nos seguires. Basta nos referires na tua participação o teu nome de seguidor em cada uma delas. As nossas plataformas são: 

Blog D'Magia LifeStyle / Inconfidências de Pedaços Rasgados de Memória - https://www.pedacosrasgadosdememoria.blogspot.com

Regras do passatempo:
1) Enviar a resposta para literatura@dmagia.net indicando: Nome Completo, Número de BI ou CC, Nome de Fã no Facebook e Nome de Seguidor no Blog
2) O assunto do email deverá ter a menção As Cinquentas Sombras de Black + Localidade Pretendida (Lisboa/Porto)
3) Só é válida uma participação por pessoa/e-mail.
4) É obrigatório seres nosso Fã no Facebook e Seguidor no Blog.
5) O passatempo é válido até às 23:59 de dia 8 de Fevereiro
6) Os vencedores serão apurados através de um sorteio via random.
7) Os vencedores avisados através de email.

4 de fevereiro de 2016

Novidade Porto Editora | Milagre - Deborah Smith


Sinopse:
Sebastien de Savin é um brilhante cirurgião cuja habilidade e arrogância representam uma mistura explosiva. No passado, um segredo obscuro foi o responsável pelo endurecer do seu coração, até que um milagre acontece. O milagre dá pelo nome de Amy Miracle, uma rapariga tímida com um emprego de verão nas vinhas da família de Savin e a última pessoa pela qual alguém como Sebastien esperaria apaixonar-se. Um acaso junta-os: graças a Sebastien, Amy escapa de uma vida de pobreza e abusos psicológicos, adquire autoconfiança e progride numa carreira de sucesso. Graças a Amy, Sebastien reaprende a rir e desperta para o amor. No entanto, a vida real separa-os. Embora tendo passado pouco tempo juntos, a memória desses preciosos momentos assombra-os durante anos. Até ao dia em que os seus caminhos se cruzam novamente... Repleto de personagens bem-humoradas e apaixonantes, Milagre é sobretudo uma história de amor e de conflito inesquecível, que mostra como o amor pode parecer improvável, mas nunca é impossível.

Aurea apresenta "I didn't mean it"



AUREA apresenta "I DIDN'T MEAN IT"

Música já se encontra disponível em formato digital e será incluída no novo álbum a editar em Março de 2016!


No passado 10 de Janeiro, na final do The Voice Portugal, AUREA surpreendeu os fãs ao apresentar ao vivo o novo tema “I DIDN’T MEAN IT”. O tema já se encontra disponível digitalmente e será incluído no próximo registo de originais, com edição prevista para Março de 2016.
O novo longa-duração foi gravado e produzido por Cindy Blackman Santana (baterista com formação de jazz com vários discos a solo editados, conhecida pelo seu trabalho com Lenny Kravitz e também colaboradora habitual de grandes nomes como Joss Stone, George Benson ou Santana) e Jack Daley (músico de Lenny Kravitz durante 15 anos e um dos mais consagrados músicos de estúdio da actualidade; de entre os artistas com quem colaborou destacam-se Joss Stone, Michael Jackson, Janet Jackson, Queen Latifah, Beyoncé, Avril Lavigne, Des’ree, Chaka Khan, The Temptations, Jason Mraz, Rob Thomas, Leona Lewis, Iggy Pop, James Brown, Jay-Z, Mick Jagger, entre muitos outros) nos Studio X at the Palms (LV), onde já gravaram nomes como Lady Gaga, Imagine Dragons, Mary J.Blige ou The Killers, entre muitos outos.
O novo álbum irá suceder ao platinado “SOUL NOTES”, lançado em Novembro 2012 e que deu a conhecer os singles ‘Scratch my back’, “Nothing Left To Say”, entre outros. ‘Scratch my back’ passou recentemente a integrar a banda-sonora da novela brasileira “MALHAÇÃO”.
Esta foi a segunda vez que a cantora e intérprete viu um dos seus temas sincronizado numa novela da Globo, pois também “Busy (for me)” já havia sido escolhido para a banda-sonora de “AMOR À VIDA”.
O álbum de estreia homónimo de AUREA, editado em Setembro 2010 e de onde foi retirado o êxito “Busy (For Me)”, atingiu a marca de dupla platina. Um ano após a edição do trabalho de estreia, foi também disponibilizado “Aurea ao Vivo no Coliseu dos Recreios” (Dezembro 2011).

Opinião - "The New Hacker's Dictionary" de Eric S. Raymond


Sinopse:
Esta última edição do dicionário de termos de hacking inclui mais de 100 novas entradas e mais de 200 actualizações ou revisões. Historica e etimologicamente mais rico do que os seus predecessores, fornece antecedentes a entradas já existentes e clarifica as origens sombrias de vários termos fundamentais do jargão, enquanto mantém o seu alto valor de diversão.
 
Opinião por Marta Nogueira
Este dicionário é não apenas super informativo e didático, como também divertidíssimo, para além de poder ser adquirido de forma totalmente gratuita, pois na boa tradição da filosofia hacker, está disponível na sua totalidade na internet. Constitui o maior repositório impresso da cultura hacker, da linguagem, terminologia e vocabulários hacker e da história e características humorísticas da utilização e adaptação da linguagem pelos vários grupos que constituem a comunidade hacker.
Uma das primeiras coisas que se aprende é desde logo a diferenciar correctamente entre hackers (os bons) e crackers (os maus ou, vulgo, piratas informáticos), a mesma distância que separa, por exemplo, jedis de siths e que a maioria dos jornalistas deveria aprender antes de sistematicamente associar nos media hackers a piratas.
A comunidade hacker foi pioneira da maior parte das funcionalidades que hoje em dia tomamos como garantidas na gestão do nosso dia-a-dia, incluindo, como é óbvio, precisamente esta plataforma de comunicação onde esta opinião está a ser lida - a internet. A filosofia do hacking preconiza a partilha total de informação - "informação é poder" é uma das suas máximas mais queridas - e é por essa razão que tem sido "perseguida" e vilipendiada ao longo das décadas pelas grandes corporações que fazem negócio com este bem incorpóreo cada vez mais valioso. Por outro lado, é uma comunidade cuja hierarquia se baseia na meritocracia, isto é, a ascensão a níveis mais elevados exclusivamente através do mérito provado, algo com que todos os regimes políticos (incluindo as democracias) deste planeta teriam muito a aprender.
Para além disso, a comunidade hacker é imensamente criativa, algo bem visível neste livro composto por cerca de 500 páginas escritas de forma divertida, interessante e aprofundada, onde se pode ter acesso a todos os termos, lendas, mitos e anedotas criadas pela cultura hacker ao longo dos anos, desde os seus primórdios e onde se pode conhecer a preferência dos seus membros por jogos de palavras e neologismos, desconstruindo e reconstruindo o léxico a seu bel-prazer. 
Para adoçar o apetite, eis alguns exemplos de entradas do The New Hacker's Dictionary:
* Angry Fruit Salad - A bad visual-interface design that uses too many colors. (This term derives, of course, from the bizarre day-glo colors found in canned fruit salad.) (...)
* Hamster - A particularly slick little piece of code that does one thing well; a small, self-contained hack. The image is of a hamster happily spinning its exercise wheel. (...)
* A Hanlon's Razor - (...) "Never attribute to malice that which can be adequately explained by stupidity." (...)
* Terminal Brain Death - The extreme form of terminal illness. What someone who has obviously been hacking continuously for far too long is said to be suffering from.

Recomenda-se vivamente, sobretudo para quem está à vontade com a língua inglesa, tem curiosidade pela área da linguística ou simplesmente vontade de conhecer um pouco melhor uma das comunidades underground mais interessantes, discretas, influentes e mal compreendidas da sociedade.

3 de fevereiro de 2016

Novidade Pergaminho | Easyway - O Método Fácil Para Deixar de Fumar

A Editora Pergaminho lança dia 12 de fevereiro o livro Easyway – O Método Fácil Para Deixar de Fumar, um curso completo que permitiu que milhões de fumadores deixassem o vício sem dificuldade depois de o lerem. Este método é reconhecido internacionalmente como o sistema mais eficiente para acabar com o vício do cigarro, tendo sido criado por Allen Carr, que foi fumador compulsivo durante 33 anos. Chegou a fumar 100 cigarros por dia. Várias celebridades já experimentaram o método com sucesso, entre elas Ellen DeGeneres, Anthony Hopkins, Anjelica Houston, Jason Mraz, entre outros.
O Método Easyway é famoso não só pela sua eficácia, mas também por ser um método que vai ao encontro das expetativas e desejos daqueles que querem deixar de fumar:
- Imediatamente;
- Permanentemente;
- Sem precisar de ter força de vontade;
- Sem sofrer os sintomas de abstinência;
- Sem engordar;
- Sem usar imagens chocantes, tomar comprimidos, usar adesivos ou outras fórmulas milagrosas.
Easyway – O Método Fácil Para Deixar de Fumar é publicado há mais de 30 anos, sendo o livro mais vendido em todo o mundo nesta temática.
O Método Easyway espalhou-se pelo mundo na forma de clínicas, livros, vídeos e cursos na Internet. Em Portugal está presente através da clínica na zona do grande Porto. A taxa de sucesso alcançada em todo o mundo através das clínicas ultrapassa os 90%.
Easyway – O Método Fácil Para Deixar de Fumar é um título de prestígio na área da autoajuda / saúde e bem-estar, temáticas a que a Editora Pergaminho dá grande enfoque.

Sinopse:
Easyway – O método Simples para Deixar de Fumar é reconhecido internacionalmente como o sistema mais eficiente para acabar com o vício do cigarro.
Publicado há mais de 30 anos, o livro é até hoje a principal referência para quer parar de fumar; as vendas aumentam ano após ano, por efeito da recomendação de leitores que deixaram de fumar depois de o lerem.
O MÉTODO EASYWAY é famoso não só pela sua eficácia, mas também por ser um método que permite deixar de fumar sem sofrimento, sem alterações de humor, momentos de depressão ou ansiedade, e sem aumento de peso.
Ao longo destas páginas, Allen Carr desmonta, um a um, os mitos associados ao fumo, tais como a ideia de que o cigarro alivia o tédio e o stresse, favorece a concentração e o relaxamento, e aumenta a autoconfiança. O autor demonstra como o maior desafio de qualquer fumador é superar a dependência psicológica provocada pelo cigarro, e não a dependência química da nicotina – e revela como superar essa dependência psicológica, de forma eficaz e definitiva. Experimente por si mesmo – verá como é realmente simples deixar de fumar!

Opinião: “TRUMBO” de Jay Roach


Sinopse
Nos anos 40, a carreira de sucesso do argumentista Dalton Trumbo (Bryan Cranston) chega ao fim quando ele e outras figuras de Hollywood entram na lista negra pelas suas convicções políticas. TRUMBO, (realizado por Jay Roach) conta a história da sua luta contra o governo americano e os patrões dos Estúdios, numa guerra pelas palavras e pela liberdade, que envolveu muita gente em Hollywood, tais como; Hedda Hopper (Helen Mirren), John Wayne, Kirk Douglas e o realizador Otto Preminger.

Este é um filme com um fantástico elenco onde, para além de Bryan Granston e Helen Mirren, encontramos também Diane Lane e John Goodman.

Opinião por Artur Neves
A vida de Trumbo, (Dalton Trumbo interpretado por Bryan Cranston) argumentista de Hollywood nos tempos da guerra fria entre os Estados Unidos e a extinta União Soviética, é de novo motivo para nos ilustrar o que foi essa página negra da história dos USA e do “Macartismo” personificada pelo senador Joseph MacCarthy e a sua famosa “Black List” que coleccionava nomes de pessoas apelidadas genericamente de “comunistas” e como tal acusadas de inimigas do estado e do seu “way of life” tão querido a uma certa América tacanha, conservadora e retrograda, que apenas pretendia um bode expiatório que fizesse dissimular as suas práticas fraudulentas em benefício próprio como o filme reporta embora de modo breve e ligeiro.
O realizador Jay Roach pretende dar-nos uma visão desse período da história mas o que consegue é oferecer-nos um filme maniqueísta com os bons (os comunistas) de uma lado e os maus do outro, num confronto entre o “bem” e o “mal” no qual as qualidades e virtudes estão todas do lado dos primeiros e os outros corporizam o mal absoluto, representado na figura de um John Wayne como sendo pouco mais do que um rufia débil mental.
De certa maneira este filme ilustra a esquizofrenia de Hollywood em relação à época da “caça às bruxas” e procura através da desvalorização do comunismo de Trumbo uma expiação para os desmandos cometidos em nome da salvação da América e talvez por isso, remete para o fim do filme, mesmo depois dos créditos finais o discurso de Dalton Trumbo numa entrevista para a televisão, onde este declara que a história futura não encontrará naqueles tempos vilões ou heróis, santos ou demónios, mas apenas e somente, vítimas de um poder discricionário e déspota que foi muito injusto e fez sofrer muitas pessoas sem respeito pelas evidencias e condenando inocentes sem provas concretas das acusações formuladas.
A visão complacente que o realizador pretende transmitir ao público daquela época negra, é semelhante à parábola utilizada por Trumbo para explicar à filha de dez anos a essência de comunismo, como se a partilha de bens fosse apanágio da esquerda e qualquer outra tendência política, ou qualquer outra pessoa sem ideologia ou filiação partidária não pudesse ter o mesmo sentimento de equidade com os menos afortunados da vida.
Para lá destas fraquezas de narrativa o filme está bem feito, a interpretação de Bryan Cranston é convincente, o ambiente dos USA de 1947 transparece por todo o filme, Diane Lane, no papel de esposa de Trumbo corporiza bem o eixo que mantém aquela família unida em torno de um homem inteligente embora truculento, bom profissional e amante da sua profissão, tenaz, resiliente, aglutinador de outras vontades e motivador de uma luta sub-reptícia que conseguiu expor a incongruência e a injustiça contidas na “Black List”. É um filme que deve ser visto mesmo até ao fim para que não se perca o revelador discurso na entrevista do verdadeiro Dalton Trumbo.
Classificação: 6 numa escala de 10

2 de fevereiro de 2016

Opinião - "O Grande Gatsby" de F. Scott Fitzgerald



Sinopse
Justamente considerada uma das mais importantes obras do século XX, O Grande Gatsby é um retrato notável da era dourada do jazz, em toda a sua decadência e excessos. Pelos olhos do provinciano Nick Carraway, conhecemos a história do misterioso Jay Gatsby, um milionário que subiu na vida a pulso, movido pela paixão quixotesca que nutre pela jovem Daisy, uma rica herdeira, bela e frívola. A sua obcessão por ela fá-lo reinventar-se para por fim poder reclamar a sua amada, numa autêntica encarnação do sonho americano. Porém, o reencontro de ambos acaba por desencadear uma série de acontecimentos trágicos, com Gatsby a ser vítima não apenas da sua ambição, mas de sensibilidade e a falta de valores que imperam na sociedade americana da época. 

Opinião por Margarida Rodrigues
Nick Carraway, um jovem de origens humildes muda-se para Nova Iorque no verão de 1922 - as expectativas são altas: uma pequena casa em West Egg, Long Island e um emprego como corretor da Bolsa. Do outro lado da baía, em East Egg, vive a prima de Nick, Daisy e o seu marido Tom Buchanan. É também apresentada Jordan Baker, uma golfista profissional, amiga de Daisy e frequentadora das famosas festas do vizinho de Nick: Jay Gatsby. É numa destas festas que Nick trava conhecimento com Gatsby e descobre toda a verdade sobre o misterioso anfitrião. Gatsby e Daisy foram outrora amantes e quando este foi chamado para combater na Grande Guerra e não regressou, Daisy vê-se obrigada a seguir em frente. Mas Jay nunca desistiu, pois todas as festas que realizava em sua casa eram na esperança que, um dia, Daisy aparecesse. No entanto, o reencontro de ambos acaba por desencadear uma série de eventos trágicos que expõe algumas duras verdades sobre o amor, naquela efervescente e eléctrica cidade.
O livro da autoria de F. Scott Fitzgerald transporta-nos para um mundo de sonhos, amores proibidos, luxo e esperança. O livro serve também de crítica social, retratando a sociedade da época: uma sociedade focada na futilidade e no dinheiro, onde o amor era um tema posto de parte.
A história é contada por Nick, dando-nos uma perspetiva dos anos 20 pouco explorada: a descrição dos locais como o Vale das Cinzas, as casas de Jay Gatsby e Tom Buchanan, as roupas e as festas… Um mundo luxuoso e desconhecido.
Os personagens da história são tanto simples como complexas. Nick é um jovem modesto com poucas ambições, simbolizando a simplicidade, que se deixa seduzir pelo mundo da riqueza e ostentação, representado pelo resto do elenco. Daisy é uma personagem complexa, dividida entre o conforto e estabilidade que Tom lhe dá e a forte paixão que sente por Gatsby. Este último é um personagem um tanto confusa. Claramente ambicioso mostra também uns traços de ingenuidade. Tom é a superioridade e a extravagância em pessoa.
O Grande Gatsby é um clássico que aconselho a todos que procuram uma leitura absorvente e cheia de drama e intrigas que vai fazer qualquer um suster a respiração!

Opinião - "Nunca Me Deixes" de Kazuo Ishiguro


Sinopse:
Kazuo Ishiguro foi elogiado no Sunday Times por «ampliar as possibilidades da ficção». Em "Nunca Me Deixes", que se encontra certamente entre as suas melhores obras, conta-nos uma extraordinária história de amor, perda e verdades escondidas.
Kathy, Ruth e Tommy cresceram em Hailsham – um colégio interno idílico situado algures na província inglesa. Foram educados com esmero, cuidadosamente protegidos do mundo exterior e levados a crer que eram especiais. Mas o que os espera para além dos muros de Hailsham? Qual é, de facto, a sua razão de ser?
Só vários anos mais tarde, Kathy, agora uma jovem mulher de 31 anos, se permite ceder aos apelos da memória. O que se segue é a perturbadora história de como Kathy, Ruth e Tommy enfrentam aos poucos a verdade sobre uma infância aparentemente feliz — e sobre o futuro que lhes está destinado.
Nunca Me Deixes é um romance profundamente comovedor, atravessado por uma percepção singular da fragilidade da vida humana.


Opinião por Júlia Pereira:
Kathy, Ruth e Tommy são alunos do colégio Hailsham e crescem completamente isolados do mundo, sem nenhum contacto com a realidade e sem conhecerem o direito ao livre arbítrio. Depressa percebemos que são diferentes de todas as outras pessoas. São criados com uma finalidade: doar órgãos. Percebem, desde cedo, que são o resultado de um projeto mas nenhum deles se revolta. Nenhum deles tenta modificar o seu destino. Não. A resistência deles é feita de uma outra forma. Consciente de que os seus corpos não aguentam mais do que três doações, a morte torna-se uma constante nas suas vidas. Kathy, Ruth e Tommy conformam-se com os seus destinos e tentam retirar o que de bom ainda têm na vida. E nenhum deles espera coisas extraordinárias; apenas querem ser pessoas normais; apenas querem ser tratados como Seres Humanos. É essa a grande questão colocada pelo autor: Será que os alunos projetados em Hailsham, que são clones, têm alma? Será que é a alma que nos faz a todos seres humanos? O autor cria situações, ao longo do livro, em que o leitor se identifica com esta ou aquela personagem para depois nos dar um murro no estômago ao suscitar a pergunta:” Serão eles sequer humanos?”
Kazuo Ishiguro escreve com mestria e cria um universo ficcional quase distópico.

"Nunca me deixes" é uma história melancólica e triste, muito triste mas é apesar de tudo um livro magistral.

Opinião – “O Caso Spotlight” de Tom McCarthy


Sinopse:
Quando a tenaz equipa de repórteres denominada "Spotlight" investiga as alegações de abuso no seio da Igreja Católica, acaba por descobrir décadas de encobrimento aos mais altos níveis das instituições de Boston - religiosas, legais, e mesmo do governo, desencadeando uma onda de revelações por todo mundo.

Opinião por André Olim
Diversas denúncias de abusos sexuais de menores por parte de membros da Igreja Católica têm vindo a público nos últimos anos, lançando um importante debate na sociedade sobre a condição de protecção da Igreja. Mas tudo começou na verdade em 2001 quando a equipa Spotlight do The Boston Globe arrancou uma investigação de largos meses sobre centenas de abusos na cidade norte-americana que eram ocultados pelos mais altos representantes da instituição milenar, nunca chegando a tribunal ou sequer ao conhecimento público. Ao longo de dois anos, a equipa Spotlight publicou vários artigos sobre o tema, vencendo em 2003 o Pulitzer por serviço público. Rodeado por um elenco de luxo, Tom McCarthy, com o argumentista Josh Singer, adapta esta destemida investigação ao grande ecrã fazendo jus à qualidade da investigação do The Boston Globe, não se coibindo da sua temática sensível ou de pintar um retrato negro sobre a Igreja Católica sem atacar qualquer crença. Adaptar não basta e o realizador vai para além da temática, usando como motriz da sua narrativa a prática da imprensa e a relevância da sua persistência, independência e liberdade de actuação.

A certa altura de O Caso Spotlight, a insaciável Sacha Pfeiffer, interpretada por Rachel McAdams, pede a uma das vítimas que descreva detalhadamente os abusos de que foi alvo. A descrição, sugere, deve ser crua e dura, deve ser sentida como um murro no estômago para que não fique a pairar qualquer dúvida sobre o mal infligido. O realizador norte-americano estende esta sugestão à sua realização e o elenco, consciente da importância e da sensibilidade do tema, nunca perde foco nem reduz carga ao seu comprometimento. Mark Ruffalo é particularmente empenhado no papel do luso-descendente Michael Rezendes, provando que tem mais estofo para papéis criteriosos do que lhe é normalmente atribuído. Michael Keaton, enquanto líder da equipa Spotlight, volta a oferecer uma interpretação cuidada, dando continuação à retoma iniciada com Birdman.

O Caso Spotlight coze em banho-maria durante grande da sua narrativa, mas é assim que atinge o ponto de rebuçado em que se transforma, questionando vítimas e perpetradores, cúmplices e denunciadores com o mesmo discernimento, um ponto de rebuçado inspirado sobre o jornalismo genuíno e sobre a sua relevância no mundo moderno. Sem comprometer em nenhum momento, Tom McCarthy prova que está para as curvas.

Classificação: 4 em 5 estrelas

Opinião - "O Quarto de Jack" de Emma Donoghue

Sinopse
Original, poderoso e soberbo, Jack é inesquecível: a coragem e o imenso amor numa história perturbante contada pela voz da inocência.
Para Jack, de cinco anos, o quarto é o mundo todo. É onde ele e a Mamã comem, dormem, brincam e aprendem. Embora Jack não saiba, o sítio onde ele se sente completamente seguro e protegido, aquele quarto é também a prisão onde a mãe tem sido mantida contra a sua vontade. Contada na divertida e comovente voz de Jack, esta é uma história de um amor imenso que sobrevive a circunstâncias aterradoras, e da ligação umbilical que une mãe e filho.
O quarto é um lugar que nunca vai esquecer; o mundo é um sítio que nunca mais olhará da mesma maneira.
 

Opinião por Joana Bento

Este livro chamou-me à atenção devido a vários factores: a capa, a sinopse, os prémios que ganhou e as nomeações que teve. 
Quando penso em recomendá-lo a alguém faço alusão ao filme "A Vida é Bela"; por tratarem ambos de temas fortes e retratarem situações desumanas de uma forma leve e divertida.
Sendo narrado pela voz de Jack, uma criança que acaba de completar cinco anos, tornou este quarto um local agradável e nada claustrofóbico, pois para ele o quarto de onze metros quadrados é tudo o que conhece, onde tem tudo, onde vive com a sua mãe e onde considera estar em segurança.
No decorrer do livro vemos três temáticas importantes: A Humanidade, a Psicologia e a Pedagogia. Sendo a Pedagogia a área em que estudei, considero a obra deliciosa, porque é muito interessante perceber como uma mãe a viver em cativeiro ensina e educa uma criança num espaço confinado, dando-lhe sempre o melhor que conseguia, independentemente dos sacrifícios que fossem necessários. 
Esta foi uma leitura bastante intensa, mas nada difícil de acompanhar. Tanto nos faz rir, como nos parte o coração.

1 de fevereiro de 2016

Passatempo DVD - A princesa Mononoke

A D'Magia em parceria com a Outsider Filmes tem para oferecer 2 DVD's do filme "A princesa Mononoke" dos Studio Ghibli.

Sinopse:
Ashitaka é o jovem guerreiro do clã Emishi que é amaldiçoado ao defender a sua aldeia de um demónio criado pela violência humana. Assim, viaja até à região controlada pelo clã Tatara na esperança de compreender a maldição que lhe fora posta, antes que esta o mate. O que Ashitaka vai encontrar é um conflito entre os humanos e os deuses da floresta. Apanhado no meio do conflito, Ashitaka conhece San, a Princesa Mononoke. Esta rapariga, criada por lobos, fará tudo o que puder para acabar com os humanos que ameaçam a floresta. Ashitaka colocar-se-á entre San e Lady Eboshi, a líder do clã Tatara, procurando um meio de terminar a guerra.

Para te habilitares a ser o vencedor responde às seguintes perguntas:
- Ashitaka é o jovem guerreirode que clã?
- Como se chama a princesa?


E envia os teus dados pessoais (incluíndo o nome completo, morada e nome de seguidor no Facebook), com o assunto "DVD A princesa Mononoke" para literatura@dmagia.net


Caso nos sigas nas nossas plataformas, a tua participação conta como mais uma por cada plataforma em que nos seguires. Basta nos referires na tua participação o teu nome de seguidor em cada uma delas. As nossas plataformas são:

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Twitter - https://twitter.com/dmagia


O passatempo termina dia 20 de Fevereiro. 

Regras do passatempo: 
1) Só aceitamos participações de residentes em Portugal. 
2) Podem participar todos os dias. No máximo de uma vez por dia. 
3) Só serão aceites participações de fãs e/ou seguidores. 
4) É obrigatório dar like no Facebook na Página D'Magia 
5) Ser fã do facebook e seguidor do blog dá direito a duas participações no passatempo. 
6) Poderás partilhar este passatempo numa rede social e via twitter uma vez por dia. Cada nova partilha conta como uma participação extra. 
7) O prémio é sorteado via random.org entre todos os participantes validados. 
8) Os vencedores serão contactados por email.
9) Não nos responsabilizamos por qualquer extravio no envio do prémio. 

Boa sorte a todos!!!

Opinião - "Carol" de Todd Haynes

 
Sinopse:
A jovem Therese Belivet (Rooney Mara) tem um emprego entediante na secção de brinquedos de uma loja de departamentos. Um dia, conhece a elegante Carol Aird (Cate Blanchett), uma cliente que procura um presente de Natal para a sua filha. Carol, que está a divorciar-se de Harge (Kyle Chandler), também não está contente com a sua vida. As duas aproximam-se cada vez mais e, quando Harge a impede de passar o Natal com a filha, Carol convida Therese a fazer uma viagem pelos Estados Unidos.
 
Opinião por Marta Nogueira
Therese conhece Carol numa loja durante a azáfama das compras de Natal e logo nesse momento sente uma estranha sensação que não consegue ainda explicar. Esta sensação é partilhada por Carol que, mais velha, sofisticada e resolvida consigo própria, sabe identificá-la. Como uma amiga mais experiente ou como uma mestra paciente, Carol convida Therese a entrar lentamente no seu mundo, trazendo-a para a sua casa e partilhando com ela  a sua vida de uma forma cada vez mais íntima e presente. Até que Therese percebe que a sua relação com o namorado em nada se assemelha à necessidade e desejo que tem por aquela mulher, que a satisfaz em todos os sentidos que os homens nunca conseguirão.
Numa época em que as relações homossexuais eram um tabu absoluto, a década de 50 nos EUA, em que se esperava das famílias a exacta reprodução interior e exterior de um quadro de Norman Rockwell, as duas mulheres tornam-se amantes proibidas e essa relação irá abalar as fundações já de si periclitantes das suas vidas organizadas   de acordo com o que as convenções ditam e as expectativas obrigam relativamente aos estereótipos esperados de cada sexo. Carol vive um casamento de conveniência com um marido que suspeita das suas preferências sexuais e ameaça retirar-lhe o filho por causa da sua ligação com Therese. Esta, por sua vez, vê as suas supostas crenças desmoronarem-se à medida que se sente cada vez mais ligada a Carol.
Este filme seguro e contido  de Todd Haynes possui dois grandes trunfos - um argumento sólido que foge habilmente aos excessos melodramáticos e duas actrizes deslumbrantes capazes de dar e receber na medida exacta, sem precisarem de transbordar o seu talento para lá da justa medida de realismo.
Haynes oferece-nos uma crónica impecavelmente equilibrada sobre um amor inevitável e inquebrável, apesar de todas as exclamações que o rodeiam, incluindo as de uma das metades desta laranja ao mesmo tempo doce e amarga.
Justamente, ambas as actrizes estão nomeadas para oscares. Injustamente, Rooney Mara para Melhor Actriz Secundária, mas provavelmente se não fosse nesta categoria não teria sequer recebido nomeação. Rooney Mara é aquele tipo de actriz capaz de uma performance absolutamente perfeita em modo de under-acting, o que muitas vezes passa despercebida aos mais distraídos. Quanto a Blanchett, é provavelmente a melhor actriz da actualidade.