27 de dezembro de 2015

Passatempo Cabaz de Natal - Elfo

Como não podia deixar de ser a D'Magia não podia deixar passar esta quadra em branco!!! E em parceria com várias marcas tem um maravilhoso Cabaz de Natal cheio de presentinhos para vos oferecer. Neste Cabaz de Natal vão poder encontrar os seguintes presentes:

Da Kawaii Panda:
1 Frasco de vidro com post-its da personagem da Disney Rapunzel
1 Álbum em formato de livro para organizar autocolantes ou recordações 


Dos CTT:
Livro - A minha História de Natal

Da Bizâcio:
Livro - Pérolas a Porcos 9

Da Pimpolhices cá de casa:
1 Base Fluida
1 Verniz de Catrice
1 Sabonete perfumado

Geny C Artes:
1 Porta Moedas

Lilithium Shop:
2 Amostras Deluxe de Oleos


Para te habilitares a ser o vencedor deste Cabaz de Natal só tens de: 
- ser nosso fã e seguidor
- partilhar o passatempo no facebook de forma pública
- preencher o formulário abaixo



O passatempo termina dia 10 Janeiro.

Caso nos sigas nas nossas plataformas, a tua participação conta como mais uma por cada plataforma em que nos seguires. Basta nos referires na tua participação o teu nome de seguidor em cada uma delas. As nossas plataformas são:

Facebook - https://www.facebook.com/DMagia
Blog D'Magia - https://www.dmagia.blogspot.com
Blog D'Magia LifeStyle / Inconfidências de Pedaços Rasgados de Memória - https://www.pedacosrasgadosdememoria.blogspot.com
Instagram - https://www.instagram.com/gizmah/
Twitter - https://twitter.com/dmagia

Regras do Passatempo:
1) Só aceitamos participações de residentes em Portugal.
2) Podem participar todos os dias no máximo de uma vez por dia.
3) Só serão aceites participações de fãs e seguidores.
4) Tens de partilhar este passatempo no facebook e a partilha tem de ser pública.
5) Podes partilhar este passatempo uma vez por dia. Cada nova partilha contará como uma participação extra no passatempo. Caso partilhes o passatempo noutra rede social, essa partilha também contará com participação extra.
6) Caso nos sigas no Twitter, no Instagram, ou D'Magia LifeStyle, a tua participação contará como participação extra no passatempo por cada uma das plataformas em que nos seguires.
7) O prémio é sorteado via random.org entre todos os participantes validados.
8) O vencedor será contactado através de email.
9) Não nos responsabilizamos por qualquer extravio no envio do prémio.

26 de dezembro de 2015

Opinião – 99 Casas de Ramin Bahrani


Sinopse
Neste thriller muito actual, o carismático e impiedoso empresário Rick Carver (Michael Shannon) faz fortuna com casas arrestadas – jogando com as condições do mercado imobiliário, os bancos de Wall Street e o governo americano.

Quando ele expulsa Dennis Nash (Andrew Garfield), um pai solteiro que sustenta sozinho a mãe (Laura Dern) e o filho (Noah Lomax), Nash fica tão desesperado que para sustentar a sua família aceita trabalhar para Carver - o homem que o despejou. Carver promete a Nash uma forma de recuperar a sua casa e trazer segurança para a sua família, enquanto que maliciosamente o vai seduzindo para um estilo de vida de riqueza e glamour. É um acordo com o diabo que vai tendo um custo cada vez mais alto - por ordem de Carver, Nash tem de despejar várias famílias de suas casas. À medida que vai caindo cada vez mais profundamente nas teias de Carver, Nash descobre que se encontra numa situação mais violenta e perigosa do que alguma vez imaginou.
Opinião por: Artur Neves
Este filme é um; the end of story. Para compreendê-lo na sua totalidade, para entender com propriedade os factos que nos são mostrados, a ganância, o egoísmo a falta de humanidade com que pessoas são espoliadas dos seus bens é necessário recuar à governação de George W. Bush entre (2001 a 2009) aos primeiros anos do seu mandato e à desregulação do sistema financeiro preconizada por este, e por anteriores inquilinos da Casa Branca, por recomendação de vários conselheiros e responsáveis da FED que conduziram à crise americana do subprime em 2007 através de empréstimos massivos ao consumo e de hipotecas de casas por pessoas e agregados familiares que reinvestiam esse dinheiro em acções no mesmo mercado imobiliário na esperança de poder pagar a hipoteca com os ganhos do investimento. O colapso chegou com a desvalorização dos imóveis em mercado decorrente da excessiva oferta dos mutuários e das instituições financeiras que “mascararam” os seus activos, aglutinando-os em produtos bancários aparentemente diferentes das iniciais hipotecas formando assim uma bolha financeira dos famosos “activos tóxicos” de que ainda hoje não nos livrámos completamente.
Nesta história não há inocentes, são todos culpados, são todos vilões, a começar em George W. Bush, Henry Paulson, a Goldman Sachs, empresas de rating que deram cobertura aos activos tóxicos através de uma classificação de risco favorável, mutuários embalados pelo “canto das sereias” e a acabar em Rick Carver, patrão da empresa de execução judicial, muito bem interpretado por Michael Shannon e a sua equipa de tarefeiros que consuma a desgraça da espoliação dos bens de família, de qualquer uma das famílias atraídas pela fábula da “multiplicação dos pães”, pelo lucro fácil que esperavam obter com a hipoteca dos seus bens imobiliários, tal como Dennis Nash, no fim da “linha”, que na ausência de melhor solução para a sua dívida, se vem a tornar também noutro torcionário da mesma equipa cumprindo o papel que lhe foi encomendado, de fazer acontecer a outros, o mesmo que lhe tinha acontecido a si.
A história evolui depois para um esboço de redenção com a centésima casa (a que falta ao título do filme) resgatada in extremis por um ex-vizinho de Dennis, por quem este se declara culpado da falcatrua burocrática encomendada por Rick Carver. Por todo o filme perpassa um retrato de época, da nossa época, de valores fluidos e omissão de costumes, onde vale tudo para “ficar à frente”, onde o nosso vizinho passa a adversário e da sua derrota depende a nossa vitória. Lamentavelmente a verdadeira razão causal dos eventos que nos são apresentados é abordada tangencialmente em duas ou três falas durante todo o filme, retirando o efeito pedagógico que esta história poderia constituir para os mais distraídos sobre os acontecimentos recentes em Portugal e nesta Europa de equívocos que constantemente nos surpreende com novos eventos. Laura Dern tem um desempenho que embora secundário está ao seu nível e o argumento é escorreito e bem construído, sendo no global um filme que se vê sem cansaço.
Classificação: 6 numa escala de 10

Opinião – “Solace: Premonições” de Afonso Poyart

 
Sinopse:
Joe Merriwether (Jeffrey Dean Morgan), um agente especial do FBI, perplexo por uma série de homicídios, decide recorrer à ajuda do seu ex-colega, um analista civil e médico aposentado, Dr. John Clancy (Sir Anthony Hopkins). Após a morte da sua filha e subsequente dissolução do seu casamento, Clancy fechou o consultório e isolou-se do mundo, não querendo por isso envolver-se no caso, ou fazer uso das suas competências. Acaba por mudar de ideias ao ver as imagens perturbadoras e violentas da jovem e céptica parceira de Joe, a agente especial do FBI Katherine Cowles (Abbie Cornish), seguidas daquilo que acredita ser uma mensagem pessoal. Quando os excepcionais poderes intuitivos de Clancy o colocam no rasto de um suspeito, Charles Ambrose (Colin Farrell), o médico rapidamente se apercebe que as suas habilidades de pouco valem face aos poderes extraordinários deste assassino.
 
Opinião por Marta Nogueira
Nem a presença do gigante Anthony Hopkins e do prodígio Colin Farrell salvam este Solace do brasileiro Afonso Poyart, filme que segue a linha do tradicional thriller de perseguição a assassinos em série violentos, que arquitectam cenas de crime macabras e deixam os investigadores de olhos em bico com a sua suposta inteligência fora de série. O problema, e este filme tem uma série de problemas, é que Afonso Poyart não é Jonathan Demme, Ted Griffin (o argumentista) não chega aos calcanhares de Thomas Harris (o autor de Silêncio dos Inocentes) e Anthony Hopkins já não é Hannibal Lecter, apesar de tentar teimosa, infrutífera e sistematicamente repetir o papel de génio que lhe coube na famosa saga do canibal mais charmoso do planeta.
Desta vez, o argumento tenta uma nova fórmula colocando o foco num psíquico ou vidente que pressente o futuro e o passado daqueles em quem toca fisicamente, e que ajuda a polícia em casos mais bicudos, tentando descobrir os próximos passos do assassino e das suas vítimas. Inicialmente recrutado pelo seu velho amigo Joe, John irá estabelecer uma parceria cada vez mais próxima com a céptica Katherine, colega de Joe, que não acredita em premonições mas que acaba convencida pelos poderes infalíveis do velho psíquico.
Os diálogos são pobres e às vezes ridículos, os clichés deste género abundam com uma efusividade que quase magoa a inteligência do espectador (exemplo: imagem em câmara lenta de uma fila de polícias caminhando pela rua em perseguição do suposto homicida), não sei quem disse a Farrell que para se representar um serial killer é preciso esbugalhar muito os olhos e Hopkins repete-se pateticamente, inclusivé na relação estabelecida com a bela e loira Katherine que é uma cópia mal amanhada da relação de Hannibal com Clarice. O filme tenta pateticamente seguir a linha visual desenvolvida de forma genial por séries televisivas como a magnífica mas descontinuada “Hannibal” ou por filmes como Seven, mas resvala pela montanha enorme que se propôs escalar, apresentando uma sucessão imparável de imagens rápidas que constantemente pululam a mente de John durante as suas premonições, mas que ao invés de nos perturbarem como nos exemplos referidos anteriormente, não passam disso mesmo – de uma sucessão de imagens rápidas que qualquer amador de edição se poderia encarregar de montar (Poyart é mais conhecido pela sua carreira como realizador de videoclips para músicos). Curiosamente o argumento deste filme é um antigo argumento modificado que se destinava a constituir uma sequela de Seven.
Hopkins, que é o produtor executivo do filme, deveria ter juízo e parar de querer repetir o passado. Nem sequer as cenas de confronto entre estes dois actores se safam. Pergunta dirigida a Poyart: Como é possível ter dois actores do calibre de Hopkins e Farrell juntos numa cena e fazer esta nulidade? Conjectura Número 1: Se calhar o único realizador que aceitou pegar neste disparate de argumento produzido por Hopkins foi um brasileiro que tem no currículum apenas “Dois Coelhos” e ambiciona singrar em Hollywood. Conjectura Número 2: Farto de não lhe darem papéis onde possa brilhar, Sir Hopkins decidiu ele próprio produzir um, mas não tinha dinheiro para melhor do que Poyart, um jovem realizador em ascenção vindo do terceiro mundo.
Ainda assim, o actor tem um momento genial, que dura cerca de uns escassos 10 segundos, durante a morte da sua filha, e que vale todos os restantes 101 minutos de filme completamente desperdiçados. Mas não creio que isso seja suficiente para justificar os cerca de 6,50€ que custa um bilhete de cinema.
Volta Hannibal, estás perdoado ...

Passatempo Cabaz de Natal - Rodolfo

Como não podia deixar de ser a D'Magia não podia deixar passar esta quadra em branco!! E em parceria com várias marcas temos um maravilhoso Cabaz de Natal cheio de presentinhos para vos oferecer.
Neste Cabaz de Natal vão poder encontrar os seguintes presentes:



Da Kawaii Panda:
1 Sonny Angel Natal 2015
1 Set Cartas da Sanrio (My Melody ou Hello Kitty) 

Dos CTT:
Livro - O meu albúm de selos 2015

Da Bizâncio:
Livro - Cada dia é um milagre

Hom3:
Ardósia Lista

Wish a Bean:
1 Wish a Bean

F J Campos:
1 Kit Jasmin

Meia-Dúzia:
1 Amora com Avelã e Noz Moscada
1 Ameixa Rainha Claúdia com Tomilho Limão


Para te habilitares a ser o vencedor deste Cabaz de Natal só tens de: 
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- partilhar o passatempo no facebook de forma pública
- preencher o formulário abaixo



O passatempo termina dia 13 Janeiro

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Regras do Passatempo:
1) Só aceitamos participações de residentes em Portugal.
2) Podem participar todos os dias no máximo de uma vez por dia.
3) Só serão aceites participações de fãs e seguidores.
4) Tens de partilhar este passatempo no facebook e a partilha tem de ser pública.
5) Podes partilhar este passatempo uma vez por dia. Cada nova partilha contará como uma participação extra no passatempo. Caso partilhes o passatempo noutra rede social, essa partilha também contará com participação extra.
6) Caso nos sigas no Twitter, no Instagram, ou D'Magia LifeStyle, a tua participação contará como participação extra no passatempo por cada uma das plataformas em que nos seguires.
7) O prémio é sorteado via random.org entre todos os participantes validados.
8) O vencedor será contactado através de email.
9) Não nos responsabilizamos por qualquer extravio no envio do prémio.

24 de dezembro de 2015

Passatempo Cabaz de Natal - Castor de Papel

Como não podia deixar de ser a D'Magia não podia deixar passar esta quadra em branco!!! E em parceria com a Castor de Papel tem um maravilhoso Cabaz de Natal cheio de presentinhos para vos oferecer. Neste Cabaz de Natal vão poder encontrar os seguintes presentes:

Livro - Contador de Estórias
Livro - Ajude-me a Chorar
Livro - Acordei como Acordam os Tolos, cheia de Felicidades 
Livro - Armandinho Dois

Para te habilitares a ser o vencedor deste Cabaz de Natal só tens de: 
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O passatempo termina dia 9 Janeiro

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Regras do Passatempo:
1) Só aceitamos participações de residentes em Portugal.
2) Podem participar todos os dias no máximo de uma vez por dia.
3) Só serão aceites participações de fãs e seguidores.
4) Tens de partilhar este passatempo no facebook e a partilha tem de ser pública.
5) Podes partilhar este passatempo uma vez por dia. Cada nova partilha contará como uma participação extra no passatempo. Caso partilhes o passatempo noutra rede social, essa partilha também contará com participação extra.
6) Caso nos sigas no Twitter, no Instagram, ou D'Magia LifeStyle, a tua participação contará como participação extra no passatempo por cada uma das plataformas em que nos seguires.
7) O prémio é sorteado via random.org entre todos os participantes validados.
8) O vencedor será contactado através de email.
9) Não nos responsabilizamos por qualquer extravio no envio do prémio.

Opinião – “Diário de Uma Criada de Quarto” de Benoît Jacquot




Sinopse:
Célestine, uma criada de quarto jovem e bela, acaba de chegar à província, vinda de Paris, para trabalhar com a família Lanlaire. Ela vai evitando os avanços do patrão, enquanto lida também com a Senhora Lanlaire, que governa a casa com um punho de ferro. É então que conhece Joseph, um misterioso jardineiro, por quem fica fascinada. O filme é uma adaptação do romance homónimo de Octave Mirbeau.
 
Opinião por Marta Nogueira
Diário de uma Criada de Quarto é uma adaptação do romance homónimo de Octave Mirbeau por Benoît Jacquot, realizador responsável pelos mais recentes Adeus, Minha Rainha e Três Corações. Com as anteriores adaptações de Renoir e Buñuel, Jacquot tinha uma pesada tarefa em mãos, que resolveu contornar de forma elegante tentando ser mais fiel ao livro do que os seus ilustres antecessores.
Quando escreveu o romance, Mirbeau quis reflectir sobre a escravidão dos tempos modernos, um mundo moribundo em que a divisão de classes era de tal forma rígida que alguém nascido do lado social errado, mesmo detendo todos os atributos necessários para uma vida de sucesso, nunca poderia aspirar a ele. É assim que nos é apresentada Célestine, a criada de quarto bonita, elegante, inteligente e expedita, que saltita de casa em casa, partilhando os segredos repugnantes da burguesia e escarnecendo intimamente deles ou, neste caso, debitando-os para o seu diário. São dela estas palavras no romance: “A veneração do dinheiro é a mais baixa das emoções humanas, mas é partilhada não apenas pela burguesia, como também pela maior parte de nós, gente pequena, gente humilde, mesmo os paupérrimos. E eu, Célestine, com toda a minha indignidade, toda a minha paixão pela destruição, eu também não sou imune a essa veneração.” Célestine prossegue explicando que de cada vez que encontra alguém com muito dinheiro, não consegue evitar um instintivo respeito por essa pessoa, como se ela apenas por ter mais dinheiro fosse mais do que todos os outros. É esta a base deste romance sobre uma criada de quarto que acaba dona de um café e tratando os seus empregados com a mesma indiferença que recebeu dos seus antigos patrões.
No filme, o diário de Célestine são os sussurros venenosos que ela vai “cuspindo” entredentes nas costas dos seus patrões, sempre que se vê vítima de uma injustiça qualquer absurda e os flashbacks que nos explicam os diversos patrões e casas por onde passou e que nos revelam também cada vez mais um pouco da sua verdadeira alma. E, se no início, Célestine nos parece insubordinada, às vezes mesmo malcriada, cínica e desencantada, lentamente percebemos que ela tem sentimentos e que a sua aparente arrogância provém do facto de saber que tem qualidades e atributos louváveis que, nascidos noutro berço, lhe poderiam proporcionar uma vida digna e segura, em vez de ter de se sujeitar aos humores e às manias dos seus vis patrões ricos. Na última casa onde a maior parte da acção se passa, Célestine acaba completamente hipnotizada por um jardineiro bruto e xenófobo, possivelmente até assassino, que lhe oferece uma espécie de contrato alternativo à sua vida de escravatura e com quem ela acaba por fugir, não tanto por amor, mas numa tentativa desesperada de alcançar a liberdade que sempre ambicionou.
À semelhança dos seus anteriores filmes, Jacquot oferece-nos um retrato de época modernizado, com uma leveza pouco habitual em películas que retratam períodos históricos. Adaptar um romance à tela é sempre um risco enorme, carregado de desafios nunca completamente imunes às comparações, ainda para mais com as duas anteriores adaptações já mencionadas. O esforço de Jacquot para respeitar o romance é sobretudo colocado em cima dos ombros ou do rosto de uma Léa Seydoux em estado de graça. A actriz que vimos em Inglorious Basterds, Meia-Noite em Paris, Missão Impossível e no mais recente Spectre, veste a personagem de Célestine com convicção e uma extraordinária expressividade e versatilidade do rosto, que a luz do premiado Romain Winding ilumina ora para nos revelar um anjo confuso e esperançoso, ora um demónio enegrecido pela vida. A Célestine de Léa aparenta ter deixado de sentir, ou nunca ter sentido, mas aos poucos, de forma subtil e estudada, vamos percebendo que existe um turbilhão revolto lá dentro pronto a explodir a qualquer momento, sem que ela deixe que isso aconteça jamais junto de quem não quer. Mas quem não conheça o romance ficará certamente na dúvida sobre as verdadeiras intenções e os verdadeiros sentimentos de Célestine, sobretudo no que diz respeito à sua relação com Joseph, o jardineiro com quem acaba por fugir. Essa será a parte mais fraca do argumento, que não consegue, a meu ver, estabelecer de forma clara a verdadeira natureza das relações do par e que poderá confundir o espectador, sobretudo com um final que poderá parecer um pouco dúbio.
Ainda assim, penso que o resultado é bastante positivo. Jacquot conseguiu fazer um filme fresco, fluído e ao mesmo tempo profundo, que fará o espectador reflectir sobre uma série de questões e que veicula a mensagem principal do romance, ainda que de forma muito concentrada, como acontece com quase todas as adaptações – a injustiça de um sistema de classes que amarra as pessoas eterna e irrevogavelmente a papéis estereotipados e que ainda hoje em dia se mantém actual em muitas partes do mundo nas mais variadas situações. Penso que se Jacquot tivesse seguido a sua intenção de fidelidade ao romance até ao final, mantendo a conclusão idêntica à do romance – Célestine acaba sendo patroa vil de outros – o filme teria ganho uma maior integridade de significado e uma maior clareza na sua globalidade.

22 de dezembro de 2015

Armandinho 2 - Alexandre Beck


Harlem Gospel Choir no Coliseu dos Recreios - 7 Dezembro 2015


Se forem como eu, o espírito de Natal começa-vos a invadir os pensamentos mal entramos em Dezembro, e foi com estes pensamentos em mente que com muita ansiedade esperava por dia 7 de Dezembro para poder assistir ao Harlem Gospel Choir no Coliseu dos Recreios em Lisboa.
Não sendo esta a primeira vez que tenho a oportunidade de poder assistir a um concerto deles, sabia bem o que me esperava e foi com muito entusiasmo que vi a cara das pessoas que os iam ver pela primeira vez e como rapidamente entraram no ambiente de celebração natalícia que se desenrolou à sua frente.
Como é habitual, os Harlem Gospel Choir contribuem muito para a Operação Sorriso e é assim que ajudam muitas crianças, revertendo parte das vendas de cds para ajudar a causa. Nesse contexto foi assim que foi convidada a subir ao palco uma criança para receber uma pulseira e poder estar em palco durante uma das suas performances. E posso dizer que são este tipo de pormenores de convívio que faz com que o público se entregue ao espectáculo e que sinta que faz parte do mesmo, sendo convidados a cantar, dançar, bater palmas e até participar em arranjos vocais. Um verdadeiro espectáculo de Natal.
Mas a verdade é que um coro só é tão forte como o seu elemento mais fraco e tendo esta ideia em mente, rapidamente percebemos a qualidade dos Harlem Gospel pois não existe um único elemento fraco. Mais, todos os elementos do coro tiveram os seus momentos a solo e alguns deles até interpretaram à cappella, mostrando um enorme poder vocal que deixou o público em êxtase.
No primeiro momento de tributo foi criado um medley para homenagear o compositor BB King que despertou muitas emoções e nos fez lembrar o verdadeiro espírito de Natal, a celebração e a partilha de momentos com a família e todas as pessoas importantes na nossa vida.
Depois de 15 minutos de intervalo passámos ao segundo momento de tributo, desta vez, dedicado a Whitney Houston, que dispensa apresentações, celebrando os seus grandes sucessos e a sua grande voz. E esta foi uma ponte perfeita para a parte final do espectáculo, e indiscutivelmente a parte que muitos no público mais esperavam: os christmas caroling. Aqui foi possível apreciar versões diferentes de musicas como Silent Night, e Hark the Herald Angels Sing, que despertaram momentos de grande ternura visto estas serem algumas das mais marcantes músicas de Natal de sempre.
E para finalizar uma grande noite o coro convidou 2 pessoas do público para ajudar a traduzir mensagens de Natal para o público português e também para ajudar a cantar o clássico do Gospel Oh Happy Day! e o clássico de Kool & the Gang: Celebrate, fazendo assim com que o palco fosse literalmente invadido por várias pessoas e crianças, criando um momento de festa irrepetível que vai certamente ficar na memória dos participantes.
Uma noite emocionante e cheia de sentimentos de união que ajudam a espalhar o espírito de Natal por todos nós e que certamente vão ajudar cada um de nós a espalhar também um pouco desta magia. Ficando todos aqueles que lá estavam a aguardar até ao ano que vem para poderem mais uma vez ver O World Famous Harlem Gospel Choir.

Passatempo Cabaz de Natal - Chiado

Como não podia deixar de ser a D'Magia não podia deixar passar esta quadra em branco!!! E em parceria com a Chiado tem um maravilhoso Cabaz de Natal cheio de presentinhos para vos oferecer. Neste Cabaz de Natal vão poder encontrar os seguintes presentes:

Livro - A atitude muda tudo
Livro - In sexus veritas
Livro - Jonas vai morrer

Para te habilitares a ser o vencedor deste Cabaz de Natal só tens de: 
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O passatempo termina dia 7 Janeiro

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Blog D'Magia - https://www.dmagia.blogspot.com
Blog D'Magia LifeStyle / Inconfidências de Pedaços Rasgados de Memória - https://www.pedacosrasgadosdememoria.blogspot.com
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Twitter - https://twitter.com/dmagia

Regras do Passatempo:
1) Só aceitamos participações de residentes em Portugal.
2) Podem participar todos os dias no máximo de uma vez por dia.
3) Só serão aceites participações de fãs e seguidores.
4) Tens de partilhar este passatempo no facebook e a partilha tem de ser pública.
5) Podes partilhar este passatempo uma vez por dia. Cada nova partilha contará como uma participação extra no passatempo. Caso partilhes o passatempo noutra rede social, essa partilha também contará com participação extra.
6) Caso nos sigas no Twitter, no Instagram, ou D'Magia LifeStyle, a tua participação contará como participação extra no passatempo por cada uma das plataformas em que nos seguires.
7) O prémio é sorteado via random.org entre todos os participantes validados.
8) O vencedor será contactado através de email.
9) O prémio será enviado pela editora.

ARTE | Estreia dia 27 de Janeiro no Teatro Tivoli BBVA


Em 1998 e 2003, 180.000 espectadores tornaram Arte, com António Feio, José Pedro Gomes e Miguel Guilherme, num sucesso UAU sem precedentes. Em 2016, Arte está de regresso ao palco com novo elenco e nova encenação.
A compra de uma “tela branca com riscas brancas, transversais”, assinada pelo famoso pintor Antrios, não é consensual para 3 amigos de longa data. Conhecem-se bem mas têm gostos diferentes. Discutem-nos até à exaustão. Até se zangarem. Até dizerem tudo o que queriam e não queriam.
Assinado por Yasmina Reza, Arte é um texto belíssimo e sempre actual sobre a amizade, seus limites e valor. Mas, no fim, a questão permanece: Deverá dizer-se a um amigo querido que o quadro que comprou, e tanto aprecia, de nada vale?

Teatro Tivoli BBVA
Estreia 27 Janeiro
5ª a sábado às 21h30 | domingos às 16h30
Preços: Entre 12€ e 18€

Teatro Sá da Bandeira, Porto
Estreia 9 Junho
5ª a sábado às 21h30 | domingos às 16h30
Preços: Entre 8€ e 20€

Digressão Nacional (novas datas em breve):
1 e 2 de Abril | Theatro Circo, Braga
9 de Abril | CineTeatro de Estarreja
7 de Maio | Teatro Virgínia, Torres Novas
14 de Maio | CAE de Portalegre
3 de Junho | Olga Cadaval, Sintra

BILHETES À VENDA
Teatro Tivoli BBVA, Teatro Sá da Bandeira, Casino Lisboa, FNAC, Worten, El Corte Inglés, CC Dolce Vita, Galerias Campo Pequeno, Abreu, CC Mundicenter, CC MMM e em www.ticketline.sapo.pt
Informações & Reservas Ligue 1820 (24h)

21 de dezembro de 2015

Disney in Concert - Magical Music from the Movies | 26 Dezembro | Campo Pequeno


A Lisbon Film Orchestra, as canções da Disney, as imagens dos filmes sincronizadas em tela e os 4 cantores são a receita mágica para um Natal ainda mais especial!
"Sempre quisemos fazer um produto só com temas da Disney e esta é uma experiência imperdível!" afirmou o Maestro Nuno de Sá ao Jornal de Notícias.
Às 16h30 ou às 21h30, venha sentir a magia do Natal num espectáculo que tem como protagonistas os temas dos nossos filmes preferidos da Disney! Dos 8 aos 80, o Disney in Concert vai conquistar gerações e resgatar do seu imaginário sonhos, emoções e fantasias!

Campo Pequeno
26 Dezembro às 16h30 e 21h30
Preços: entre 15€ e 35€

Bilheste à Venda
Campo Pequeno, Teatro Tivoli BBVA, FNAC,Worten, El Corte Inglés, CC Dolce Vita, Galerias Campo Pequeno, Abreu, CC Mundicenter, CC MMM e em www.ticketline.sapo.pt. Informações & Reservas Ligue 1820 (24h)

SECRID | Twinwallet - Duplamente Inteligente


TWINWALLET | Duplamente inteligente!


O modelo Twinwallet apresenta o dobro da capacidade de armazenamento, uma vez que inclui um duplo sistema Cardprotector, permitindo guardar de oito a doze cartões. No interior da carteira pode ainda guardar cerca de quatro cartões adicionais, recibos e cartões de visita
Na gama SECRID este é modelo menos compacto mas ainda assim, bastante prático e, sobretudo, funcional. Possui fecho de pressão na lateral que torna fácil de transportar. Este é o modelo Twinwallet Red Lipstick, pela sua cor de vermelho intenso. Está também disponível em outras cores e texturas.
Especificações
Cardprotector (máx. 12 cartões) em alumínio
Capa em pele genuína
Medidas
70x102x25mm
Peso
120g
Preço
€74,95

Opinião – “Os Príncipes de Camelot” de Patrick Jeudy




Sinopse:
O que faz a vida familiar a uma criança? O que retém essa criança de todos os seus desafios, aspirações, deveres? Especialmente quando essa família se chama Kennedy, o clan que esteve no centro das atenções da América e do mundo. Caroline, Robert, Christopher, Mary, John-John e David tinham todos entre sete e onze anos quando o Presidente John F. Kennedy foi assassinado e entre treze e dezassete quando Bobby Kennedy foi abatido. À medida que os anos foram passando, todos eles conheceram a intoxicação do estilo de vida das crianças ricas, mas também tomaram conhecimento de todas as infidelidades dos mais velhos membros da família, de todos os romances secretos do Presidente e de todas as ameaças que pairavam sobre a sua família. O documentário analisa essas infâncias privilegiadas e esses destinos destruídos e, através de filmes oficiais e arquivos íntimos, revela as complexas personalidades do clan Kennedy, criando um retrato de família que pode ser nostálgico, mas que não omite nada. É uma história privada familiar, vista através dos olhos das crianças, com toda a sua ingenuidade, dúvidas e perguntas; uma história que levanta finalmente o véu sobre a vida privada de uma das mais poderosas famílias do século XX.
 
Opinião por Marta Nogueira
"Somebody up there doesn't like us." - Robert Kennedy
Este documentário conta a história do fabuloso destino daquela que foi apelidada de dinastia Camelot, vista pelos olhos das suas crianças. Fabuloso não significa aqui maravilhoso, antes surpreendente. Dolorosamente intenso. Trágico.
O primeiro foi Joseph Jr., que morreu aos 29 anos durante a II Guerra Mundial. O filho mais velho do embaixador e patriarca Joseph Kennedy, era ele quem deveria ter sido o Presidente dos EUA. Com a morte do irmão, John foi empurrado para a frente de batalha. Morreria 19 anos depois, assassinado muito provavelmente pela máfia que se dedicara a perseguir. A morte de John fez chegar à frente Bobby, a próxima vítima de sacrifício, que seria alvejado apenas 5 anos depois do seu irmão, antes sequer de ter oportunidade para ocupar a Sala Oval, supostamente pela mesma máfia.
Como Abraão, percebemos que Joseph ofereceu ciclicamente os seus filhos para o sacrifício em troca do governo do mundo. A ambição desmesurada do patriarca dos Kennedy fê-lo ordenar uma lobotomia cerebral à sua filha Rosemary apenas porque a rapariga era demasiado vivaça para poder arruinar a carreira política e a reputação dos seus irmãos masculinos! Dela sempre se disse que não era normal. Diferente, talvez ... incómoda, muito provavelmente ...
As mortes na família Kennedy foram, essas sim, uma norma. O documentário acrescenta que elas nunca foram devidamente explicadas às suas crianças, que cresceram julgando-se uma espécie de semi-deuses a quem tudo era permitido mas que tinham presente, como reverso da medalha, o pesado preço a pagar por tanta impunidade, fama e poder - os funerais sempre foram o pão nosso de cada dia na família Kennedy.
Também elas, as crianças, fariam parte da malfadada estatística.
Três dos cinco bebés de John e Jackie morreram mal nasceram.
John John morreria aos 39 anos num acidente de avião, com a mulher e a cunhada.
David, filho de Bobby, morreria de overdose aos 29 anos.
Michael, filho de Bobby, morreria de um acidente de ski, aos 39 anos.
Curiosamente, as mortes prematuras cessaram à quinta geração. Mas talvez ainda seja cedo ...
Alguém um dia disse que numa família tão numerosa, era natural que estatisticamente houvessem tantas mortes. Mas esse alguém esqueceu-se que esta família não era normal. E que as suas mortes foram tudo menos apenas uma parte da estatística. Elas mudaram o curso do mundo. O destino encarregou-se de equilibrar a balança. Podeis ter o mundo, mas não podeis sobreviver-lhe todos.
Os príncipes de Camelot foram sucessivamente oferecidos para o sacrifício, como Job. Apenas um sobreviveu. O mais fraco. Aquele que voltou as costas ao poder, Ted Kennedy. Nenhum filho lhe morreu, mas Ted Jr. teve de amputar uma perna aos 12 anos em consequência de um osteosarcoma. Como se o fabuloso destino dos Camelot afirmasse - não levaremos nenhum dos teus, mas ainda assim, apenas por seres Kennedy, existe um preço a pagar.

20 de dezembro de 2015

Passatempo Cabaz de Natal - Asa

Como não podia deixar de ser a D'Magia não podia deixar passar esta quadra em branco!!! E em parceria com a Asa tem um maravilhoso Cabaz de Natal cheio de presentinhos para vos oferecer. Neste Cabaz de Natal vão poder encontrar os seguintes presentes:

Livro - Rendição

Para te habilitares a ser o vencedor deste Cabaz de Natal só tens de: 
- ser nosso fã e seguidor
- partilhar o passatempo no facebook de forma pública 
- preencher o formulário abaixo



O passatempo termina dia 5 de Janeiro.

Caso nos sigas nas nossas plataformas, a tua participação conta como mais uma por cada plataforma em que nos seguires. Basta nos referires na tua participação o teu nome de seguidor em cada uma delas. As nossas plataformas são:

Facebook - https://www.facebook.com/DMagia
Blog D'Magia - https://www.dmagia.blogspot.com
Blog D'Magia LifeStyle / Inconfidências de Pedaços Rasgados de Memória - https://www.pedacosrasgadosdememoria.blogspot.com
Instagram - https://www.instagram.com/gizmah/
Twitter - https://twitter.com/dmagia

Regras do Passatempo:
1) Só aceitamos participações de residentes em Portugal.
2) Podem participar todos os dias no máximo de uma vez por dia.
3) Só serão aceites participações de fãs e seguidores.
4) Tens de partilhar este passatempo no facebook e a partilha tem de ser pública.
5) Podes partilhar este passatempo uma vez por dia. Cada nova partilha contará como uma participação extra no passatempo. Caso partilhes o passatempo noutra rede social, essa partilha também contará com participação extra.
6) Caso nos sigas no Twitter, no Instagram, ou D'Magia LifeStyle, a tua participação contará como participação extra no passatempo por cada uma das plataformas em que nos seguires.
7) O prémio é sorteado via random.org entre todos os participantes validados.
8) O vencedor será contactado através de email.
9) Não nos responsabilizamos por qualquer extravio no envio do prémio.

GTA online: Executivos e Outros Criminosos já estão disponíveis


Executivos e outros criminosos trazem novas maneiras de fazer o crime valer a pena em GTA online para PlayStation 4, Xbox e PC One - oferecendo aos jogadores a possibilidade de desenvolver as suas próprias organizações criminosas, contratar e demitir outros jogadores, e enfrentar rivais em operações Freemode. Los Santos também recebe uma atualização premium com a introdução da Imobiliária "Stilt" no Vinewood Hills, novos Apartamentos Penthouse com estilos de interiores personalizáveis ​​e Super Iates agora à venda no Docktease. A atualização também vem com novos veículos blindados, duas novas armas e muito mais.
Ser seu próprio patrão
Os jogadores com mais de US $ 1 milhão em dinheiro GTA na sua conta bancária, podem optar por se tornar um VIP com a capacidade de criar e nomear a sua própria organização, e contratar até 3 outros jogadores para servir como guarda-costas. Todos os jogadores terão acesso ao novo menu SecuroServ no Menu Interação do jogador para se tornar um VIP e construir a sua organização.

Trabalho constante
Jogadores que querem participar de uma organização como guarda-costas podem procurar no telefone por convites no novo app SecuroServ e podem definir o seu status como "à procura de trabalho" através do menu SecuroServ. VIPs podem disponibilizar munições e armaduras para os membros da Organização, bem como pedidos de novos veículos on-demand, incluindo o novo turreted Limo, e pedir favores como "Ghost Organization" para remover temporariamente toda a organização do radar.

Juntar-se a uma organização como um guarda-costas tem a vantagem de oferecer um salário periódico de GTA$5.000, bem como RP adicional para assumir trabalhos VIP que ocorrem no Freemode. No entanto, os ganhos (dinheiro ganho) por um trabalhador Bodyguard quando não está a trabalhar para a organização (como completar os eventos Freemode ou outras atividades Freemode como Bounties ou Hold Ups) vai para o VIP. O Guarda-Costas também desfruta de benefícios adicionais, incluindo a regeneração acelerada da saúde, bônus RP frequentes e a elevação de estatística quando nas imediações do VIP.


Novos Jogos e Desafios
Trabalho VIP é o nome para 6 novos tipos de jogos que operam diretamente no Freemode. Na aquisição hostil, um pacote desconhecido é mantido dentro de uma área restrita, e as organizações competem para recolher o pacote e entregá-lo num local definido. Soa enganosamente simples, mas quando o 'pacote' é um tanque dentro de "Fort Zancudo", as coisas ficam mais complicadas.

Recuperação de espólio
Envia a tua organização para estações LSPD ao redor da cidade para recuperares veículos apreendidos. É até o teu equipamento para desbloquear esses espólios e devolvê-los ao local designado, enquanto os policiais e os outros jogadores na sessão estarão olhando para destruir seus veículos.

Prevenção da pirataria é um ataque e defesa no convés de um luxuoso iate. Aparecem Jogadores de defesa no iate enquanto jogadores de ataque aparecem em terra com acesso a barcos, helicópteros e Seasharks prontos para capturar o andar do deck superior


Deathmatch Executivo 
Coloca organizações rivais em uma batalha de estilo Deathmatch dentro do Freemode, com cada VIP com apenas 10 vidas. Desafios VIP são testes Freemode intra-organizacionais em que os membros estão uns contra os outros para obter ganhos pessoais. Há 6 tipos de desafios, incluindo:
Mais Procurado: A acção está ao virar da esquina, com todos os jogadores da organização com 5-estrelas a querer o nível. Em uma contagem regressiva de 10 minutos, o último jogador vivo ganha o desafio.
Manipulação de mercado: Todos as lojas de conveniência abertas são blipped no mapa. Os jogadores têm de correr de loja em loja para recolher tanto dinheiro quanto lhe for possível. Quando o tempo de contagem regressiva acaba, o jogador com mais dinheiro ganha.
Auto Buyout: Os jogadores devem roubar e entregar tantos veículos quanto puderem. Cada veículo tem um valor específico exibido quando o jogador entrar no veículo, para escolher cuidadosamente as suas aquisições. O jogador com o maior valor total de veículos entregues no final do tempo, é o vencedor do desafio.


Vida Com Iate
Os jogadores terão a opção de comprar um único Super Iate do site da Docktease. Lates funcionam como apartamentos flutuantes e incluem o seu próprio capitão pessoal para deslocar o barco à sua escolha entre 12 locais ao redor de Los Santos e Blaine County, e um barman para servir bebidas ao jogador e aos seus convidados você e seus convidados. Escolha entre uma variedade de designs, com iates mais sofisticados que se caracterizam pelas banheiras de hidromassagem, e opções de transporte de cortesia adicionais, incluindo helicópteros e embarcações pessoais. O nome do navio é personalizável com uma bandeira, revestimento com opções de cor e uma diversidade de opções de iluminação. Cada Yacht vem equipado com um sistema de defesa antiaérea para ajudar a proteger contra ataques indesejados de organizações rivais e outros atacantes Freemode.


Outros novos recursos

10 Casas estão agora à venda em torno de Vinewood Hills, cada uma equipada com uma garagem de 10 carros e um quarto de Planejamento Heist
3 Apartamentos personalizados à venda em Eclipse Towers, com 8 interiores temáticos customizáveis
10 novos carros para venda, incluindo uma limusine com torres e 6 novos veículos executivos com variações blindados
2 novos helicópteros - SuperVolito e SuperVolito Carbono
2 novas armas, o Magnum Revolver e Switchblade,com variantes para VIPs e Bodyguard
Os jogadores terão agora a possibilidade de adquirir uma quinta Garagem ou Apartmento

Novas roupas e acessórios, incluindo Robes, revestimentos fumadores, pijamas e roupas de banho
Executivos e outros criminosos também trazem o novo modo Adversário. As equipes de guarda-costas devem procurar, localizar e extrair com segurança um alvo Executivo de seu jato derrubado antes que um rival o impeça com um esquadrão de ataque e elimine o alvo.

Novos avatares personalizados no Social Club
Agora é possível tirar um mugshot ou selfie do seu personagem e usá-lo como seu Avatar no clube social. Além de fotos do seu personagem GTA on-line, isto também funciona com personagens de Story Mode, e quaisquer mugshots ou selfies na sua galeria Snapmatic. Fotos criadas antes de Maio de 2015 podem não aparecer, e fotografias com texto ou meme não aparecerão como opções. A seção Arte e Downloads do site da GTAV também foi actualizado com a mais recente obra de Executivos e outros criminosos - num intervalo de parede do desktop, fundo tamanhos de avatares.

GTA online: Executivos e outros criminosos já está disponível como uma atualização automática para PlayStation 4, Xbox One e PC.

19 de dezembro de 2015

Opinião – “Perigosas Tentações” de Eli Roth


Sinopse
Quando um marido dedicado e pai, é deixado sozinho em casa durante um fim-de-semana de trabalho, duas jovens ociosas batem inesperadamente na sua porta para pedir ajuda. O que começa como um gesto de solidariedade resulta numa sedução perigosa e num jogo mortal de gato e rato.

Opinião por: Artur Neves
Este filme apresenta-se como uma parábola de justiça moral, começando por nos apresentar uma família de classe média; pai arquitecto, mãe artista plástica e dois filhos em idade escolar, que junto com a mãe vão desfrutar de um fim-de-semana prolongado junto à praia, enquanto o pai fica em casa devido a obrigações profissionais inadiáveis.
É neste ambiente que se desenrolará a acção, que tem início quando duas jovens lhe batem à porta, interrompendo o seu trabalho, que não mais voltará a retomar, decorrente da espiral de acontecimentos que o filme nos dá a conhecer, num crescendo de violência, inicialmente camuflada e que se vai sucessivamente descobrindo, praticado pelas duas raparigas, inicialmente com ar cândido, que vai endurecendo, de acordo com as malfeitorias praticadas.
No desenrolar do argumento pode apreciar-se um crescendo de tensão razoavelmente bem conseguido, embora nalgumas vezes através de cenas pouco convincentes que me fez perguntar de mim para mim como é que o agredido não tinha previsto aquilo e se deixava enredar cada vez mais naquele novelo de armadilhas que posteriormente justificam a punição física pelos “pecados” cometidos, provocados pelas duas pretensas justiceiras.
Este filme segue aproximadamente o guião do filme de Michael Haneke; “Funny Games” de 1997 (Brincadeiras Perigosas em Portugal) em que dois rapazes desempenhavam um papel semelhante ao praticado por estas duas raparigas, todavia neste filme de Haneke, o “mal” é real, sente-se a sua espessura, a sua intensidade crescente e sem vacilação, pois o seu objectivo é precisamente esse; a prática do “mal” pelo “mal” em si mesmo para puro gaudio dos seus percursores.
Neste porém, o argumento tenta imprimir uma “justificação” nos atos praticados pelas duas algozes femininas, como se essa componente “moral” acrescentasse algo de valor para a trama, para os actos praticados ou para o interesse do espectador, que até se mantem durante todo o visionamento, embora com possibilidade de formular algumas interrogações, como referi anteriormente.

Classificação: 4 numa escala de 10

Novidades Marcador


Justin Bieber – O Meu Mundo, desvenda um pouco da realidade de um dos artistas mais excêntricos da atualidade. Depois de se encontrar com os seus maiores, a jornalista, Sarah Oliver está a par de todas as notícias pessoais e segredos que interessam a todos os verdadeiros beliebers. A autora e jornalista conta-nos tudo sobre como é conhecer pessoalmente o artista, incluindo as histórias sobre o que ele andou a fazer em cada país e revela-nos como é que ele é realmente fora do palco e na sua vida privada. Um livro cheio de revelações exclusivas sobre um dos cantores mais famosos do Planeta: Justin Bieber.


O livro Por Falar Noutra Coisa resulta do sucesso alcançado pelo blogue com o mesmo nome, criado no início de 2014. Já ultrapassou os cinco milhões de visualizações e conta com mais de 125 mil seguidores no Facebook. Este livro contém os melhores textos, reescritos e melhorados, e compila as piadas menos fracas que o autor coloca no Facebook quando precisa de likes para reforçar o ego.
Os textos versam sobre temas como a juventude atribulada do autor na Buraca, questões filosóficas profundas (só às vezes), política internacional, sexo, beijos na boca, sexo, coisas parvas, sexo, e o mau odor nos transportes públicos.
Embora a maioria dos textos seja de cariz humorístico, há seriedade nesta obra. Assim, quando acusam o autor de não ter piedade, ele tem sempre como se desculpar: «Nem era para ter.».


Em Jesus no Banco dos Réus, o autor David Limbaugh, aplica a experiência jurídica que adquiriu ao longo da vida a uma tarefa singular: investigar os Evangelhos como provas da vida e obra de Jesus Cristo. Aborda os Evangelhos canónicos com o mesmo nível de escrutínio que dedicaria a qualquer documento jurídico, e faz todas as perguntas pertinentes sobre a vida de Jesus. Na lista dos livros mais vendidos do The New York Times, esta é uma obra notável de investigação sobre o cristianismo, sobre Jesus Cristo e sobre a Bíblia.
Limbaugh conhece bem os argumentos dos céticos e dos crentes, uma vez que ele mesmo já esteve nos dois lados da barricada. Jesus no Banco dos Réus proporciona uma espantosa reafirmação de fé aos Cristãos, constituindo simultaneamente um desafio que os céticos não poderão ignorar.
Bear Grylls é um homem que sempre procurou as aventuras mais radicais. Conhecido e admirado por milhões de pessoas, Bear sobreviveu em locais aonde poucos se atreveriam a ir. Agora, pela primeira vez, conta a história da sua vida recheada de ação.
Dedicou-se ao curso de seleção extremamente rigoroso do regimento 21 do SAS das Forças Especiais Britânicas – uma viagem que o levaria aos limites da resistência física e mentais. Após um acidente horrível de queda livre, Bear fraturou a coluna em três locais. Por pouco não perdeu a capacidade de andar. Porém, dezoito meses depois, tornar-se-ia um dos mais jovens alpinistas a escalar o Evereste, com apenas 23 anos. No entanto, esse era somente o início das suas múltiplas aventuras extraordinárias.

18 de dezembro de 2015

Apresentação de Traidores e Traições na História de Portugal


Opiniões Filimes - "The heart of a dog" por Laurie Anderson

Sinopse:
A partir da sua própria experiência e das suas memórias recentes, marcadas pelas recentes perdas da sua mãe e do marido Lou Reed a realizadora Laurie Anderson faz uma pequena reflexão sobre temas da vida como o amor e a morte.


Opinião por Maria Ana Jordão

Laurie Anderson, numa espécie de documentário existencial, faz homenagem ao seu cão Lolabelle.  Através da relação que tinha com ele e questiona a vida mundana do homem, numa filosofia muito própria e positivista. Com tanta complexidade no dia-a-dia, o Ser Humano perde-se na seriedade e esquece-se da alegria que é o simples acto de viver. Alegria essa que pode vir do afecto que um cão dá aos seus donos e, os donos a ele, da família, dos mais próximos.  A morte de Lolabelle, terá sido impulsionadora para a realizadora viajar no meio de tanta filosofia. Chegando mesmo a filosofar sobre a brevidade da vida.
Como não captei todas as questões existenciais, apenas a essência, neste meu texto a responsabilidade de filosofar pelos olhos de Lolabelle é mais minha que de Anderson. Tendo uma abordagem positiva a realizadora coloca-nos de forma subjacente uma antiga questão, será o cão o melhor amigo do homem? O mais leal, certamente, há exemplos de que quando o dono morre, o cão fica na sua campa numa demonstração de lealdade, não digo fidelidade, isso pertence aos humanos, a lealdade é tão primitivamente delicada que poucos de nós conseguem ter esse traço de personalidade, o que não quer dizer que não sejamos fiéis aos nossos amigos, ou que não queiramos receber os nossos amigos com alegria, quando chegam à nossa casa. Sabemos que temos um intelecto superior ao do animal, ao cão, neste caso, mas será por isso que somos menos primitivos? Talvez, mas temos também, a capacidade de controlar a nossa evolução, o que um cão não tem, a não ser que seja treinado, no entanto, haverá sempre diferenças entre cães e humanos. Apesar de haver estudos que sugerem que um cão tem emoções de criança, ou seja, assim sendo, um humano já adulto não poderia ser tão leal quanto Lolabelle. Como documentário, poderia ser pretensioso mas é precisamente o oposto, simples e directo, não nos perdemos nas filosofias de Anderson que são bem claras e emotivas. Lolabelle é uma chance do espectador arrumar ou desarrumar as suas questões existenciais, pode não concordar, pela sensibilidade, mas com certeza “Lolabelle” irá pô-lo a filosofar. A simplicidade dos diálogos de esta longa-metragem de Anderson, apesar da sua profundidade, enquadra-se neste filme original que sugerimos que o espectador veja.