1 de novembro de 2011

Andrea Bocelli convida Celine Dion e Tony Bennet para concerto em Nova Iorque


O novo álbum de Andrea Bocelli recorda uma noite mágica e uma das mais deslumbrantes actuações da sua carreira. «One Night in Central Park» conta com a presença de Celine Dion e Tony Bennett e reúne o melhor do repertório pop e clássico pela primeira vez num só disco, numa edição em CD, DVD e Blu Ray. A estreia está marcada para 14 de Novembro.
No dia 15 de Setembro de 2011, Andrea Bocelli deu um concerto único, inesquecível e gratuito, no Great Lawn, o imenso relvado no coração do Central Park. Este espectacular acontecimento, um magnífico presente do cantor à cidade de Nova Iorque, deu origem à mais recente compilação de Bocelli – tão apelativa para os seus fãs mais leais quanto para os seus admiradores mais recentes. O alinhamento variado inclui algumas das mais brilhantes interpretações de Bocelli até à data, quer se fale do universo da música clássica ou da pop, os dois mundos distintos que o tenor domina como ninguém. «Andrea Bocelli Concerto: One Night in Central Park», que será editado no dia 14 de Novembro, pela Sugar/Universal, reúne, pela primeira vez num só disco, os muitos contornos das várias paixões musicais de Bocelli. A acompanhar o tenor, nesta noite de ímpar celebração, estão a orquestra The New York Philharmonic, com direcção musical de Alan Gilbert, e também Celine Dion, Tony Bennett, Bryn Terfel, Chris Botti, David Foster, Andrea Griminelli, Nicola Benedetti, Anna Maria Martinez e Pretty Yende, como convidados especiais.
Andrea Bocelli é unanimemente reconhecido como o mais popular tenor italiano do mundo, com mais de setenta milhões de álbuns vendidos. A agência Reuters considerou o concerto do Central Park «deslumbrante» e um «importante marco na sua carreira». Bocelli, de forma carinhosa, descreveu a oportunidade de cantar no Great Lawn como «a derradeira concretização do sonho do seu pai». Neste serão memorável, ao qual assistiram mais de 60 mil pessoas, Bocelli gravou cinco novas canções, lado a lado com outros clássicos inolvidáveis: a dinâmica interpretação de «Amazing Grace»; a icónica «New York, New York», dividida com Tony Bennett; uma versão cheia de balanço de «More», partilhada com Chris Botti e David Foster; «Volare», igualmente com Foster; ou «Your Love (Once Upon A Time In The West)», retirada da banda sonora do famoso filme com o mesmo nome.

«Andrea Bocelli Concerto: One Night In Central Park»

Alinhamento do CD:
ACTO 1
1) LA DONNA È MOBILE – RIGOLETTO
2) DI QUELLA PIRA – IL TROVATORE
3) AVE MARIA «CENTRAL PARK VERSION»
4) VICINO A TE S’ACQUETA – ANDREA CHÉNIER – dueto com Ana Maria Martinez
5) AU FOND DU TEMPLE SAINT – LES PÊCHEURS DE PERLES – dueto com Bryn Terfel
6) O SOAVE FANCIULLA – LA BOHÈME – dueto com Pretty Yende
7) LIBIAMO NE’LIETI CALICI – LA TRAVIATA – com P.Yende, B.Terfel, A.M.Martinez

ACTO 2
8) AMAZING GRACE
9) NEW YORK, NEW YORK – dueto com Tony Bennett
10) THE PRAYER – dueto com Cèline Dion, David Foster ao piano
11) MORE (TI GUARDERÒ NEL CUORE) – com Chris Botti na trompete, David Foster no piano
12) YOUR LOVE (ONCE UPON A TIME IN THE WEST)
13) NEL BLU, DIPINTO DI BLU (VOLARE) – com David Foster ao piano
14) FUNICULÌ FUNICULÀ – com Andrea Griminelli na flauta
15) EN ARANJUEZ CON TU AMOR– CONCIERTO DE ARANJUEZ – com Nicola Benedetti no violino
16) TIME TO SAY GOODBYE (CON TE PARTIRÒ) – dueto com Ana Maria Martinez
17) NESSUN DORMA – TURANDOT

ROLLING STONES - «SOME GIRLS»: AINDA MAIOR! AINDA MELHOR! - EDIÇÃO A 21 DE NOVEMBRO


É com enorme prazer que o Universal Music Group e os Rolling Stones anunciam o lançamento, marcado para 21 de Novembro, das edições remasterizada, aumentada, Super Deluxe, Deluxe e Digital de «Some Girls», o extraordinário registo que apresentou a música dos Rolling Stones a toda uma nova geração de fãs.
Justamente considerado um dos melhores discos de Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts, Bill Wyman e Ronnie Wood, «Some Girls» liderou as tabelas norte-americanas há mais de três décadas e continua a ser o álbum mais vendido da histórica carreira do grupo. Esta nova edição vai incluir algumas pérolas desconhecidas, entre as quais canções que foram recentemente descobertas pelo produtor Don Was nos baús dos Rolling Stones.
«Some Girls» é a mais directa e variada obra dos Rolling Stones, do irresistível falsete de Mick Jagger no mui dançável «Miss You», o seu oitavo nº1 nos Estados Unidos, ao sabor a country de «Far Away Eyes», passando pelo enredo punk que se cruza com Chuck Berry, em «Respectable». E é importante não esquecer o sensual «Beast of Burden» – uma das mais emblemáticas melodias de Keith Richards, que chegou à oitava posição da listagem americana de singles –, o garage-rock de «Shattered» (a terceira canção do álbum a ocupar o Top 40) e o passeio soul por «Just My Imagination (Running Away With Me)», dos Temptations, em mais um olhar intemporal no vasto cânone de versões dos Stones de clássicos da Motown.

Mary J. Blige edita novo disco a 21 de Novembro


“My Life II... The Journey Continues (Act 1)” é o título do novo álbum de Mary J. Blige, uma das vozes incontornáveis da Soul dos últimos 20 anos. O registo tem edição marcada para 21 de Novembro.
Denominada por muitos como a rainha do Hip Hop & Soul, Mary Jane apresenta um disco que pretende seguir a marca do storytelling, bem vincada no anterior capítulo da saga “My Life” (1994).
E a cantora não perdeu tempo em convidar nomes sonantes para a acompanharem neste novo capítulo: Busta Rhymes, Nas, Drake, The Underdogs - um verdadeiro exército de celebridades da R’n’B e Hip Hop.
Já apresentado foi o single “25/8” que estreou em televisão no programa Good Morning America.
O álbum é editado no dia 21 de Novembro e a expectativa é alta, com destaques nas páginas da MTV, Rap-Up, Billboard, entre outros, não fosse Mary Jane Blige a artista mais bem sucedida dos últimos 25 anos, do espectro musical Soul, Hip Hop e R’n’B.

«Queen: Days of Our Lives» Documentário sobre os Queen à venda a 21 de Novembro


Os Queen continuam as celebrações do seu 40º aniversário – agora, com a exibição de um documentário, transmitido pela BBC TV em duas partes. Concebido pelo departamento de produção da Universal Music, a Globe TV, em colaboração com a BBC e as produções Queen, «Queen: Days Of Our Lives» encontra Roger Taylor e Brian May a recordar a incrível carreira da banda.
O produtor executivo do programa e director geral da Globe TV, Iain Funnell, afirmou que «poder trabalhar com um arquivo de imagens e um catálogo de canções tão ricos quanto os dos Queen foi um sonho tornado realidade. Acho que conseguimos criar o documentário fundamental sobre o grupo: o realizador Matt O’Casey e o produtor Simon Lupton fizeram um trabalho fantástico na narração de uma das mais fenomenais histórias do rock’n’roll. Os Queen foram a primeira banda de estádio – e acho que, ao longo destes programas, se compreende porquê».
O documentário aborda cada um dos oito álbuns de estúdio do grupo, as lendárias digressões mundiais dos anos 70 e 80 (que os encontraram à conquista da América e da Ásia), o Live Aid e o seu duradouro sucesso, desde a morte de Freddie até ao presente, com a sua popularidade em constante crescimento, ano após ano. O extenso espólio de imagens inéditas inclui entrevistas de arquivo com Freddie Mercury, que, assim, acaba por ajudar a contar esta história – nas suas próprias palavras.
«Encontrar todas estas filmagens antigas e nunca antes vistas foi verdadeiramente incrível», confessa o produtor executivo, Richard Cook. «Temos, por exemplo, a primeira aparição da banda no “Top of the Pops” – este programa nunca mais foi exibido, desde a sua transmissão original. Nem a BBC o tinha em arquivo: na verdade, veio de uma cassete VHS que o comediante Dick Emery gravou. O que ele queria realmente registar era o programa que dava antes do “Top of the Pops” mas acabou por gravar este, por acaso», continua.
Segundo Iain Funnell, «além de terem acumulado diversos sucessos globais, uma das principais características do grupo era o seu enorme sentido de humor – e isso está perfeitamente evidente na forma como o Roger Taylor e o Brian May relatam o seu percurso».
Além de «Queen: Days of Our Lives», os Queen têm celebrado este importante aniversário de diversas formas distintas. No início deste ano, a exposição, apoiada pela Island, «Stormtroopers in Stilettos», recebeu mais de 20 mil pessoas. Por outro lado, os primeiros cinco álbuns da banda foram reeditados com notável aclamação.

VIRGEM SUTA - MANUELA AZEVEDO E HÉLDER GONÇALVES JUNTAM-SE AO GRANDE CONCERTO QUE ENCERRA A DIGRESSÃO 2011


Se 2011 foi memorável, o seu final será inesquecível! Os Virgem Suta despedem-se dos palcos, este ano, no próximo dia 4 de Novembro, no Hard Club, no Porto. E porque a ocasião assim o pede, o concerto de encerramento desta digressão conta com convidados muito especiais: Hélder Gonçalves e Manuela Azevedo vão juntar-se ao duo de Beja para interpretar alguns dos mais emblemáticos momentos do álbum de estreia homónimo, editado em 2009.
Bastou um disco para que os Virgem Suta passassem de perfeitos desconhecidos a grandes campeões de estrada: canções como «Dança de Balcão», «Tomo Conta Desta Tua Casa», «Linhas Cruzadas», «Vóvó Joaquina» e «Ressaca» ficaram no ouvido de toda a gente. O percurso desta dupla começou em Beja mas conquistou o país, o público, a crítica e os pares – para a história ficará, desde já, a magnífica versão de «Linhas Cruzadas», que Jorge Benvinda e Nuno Figueiredo partilharam com Manuela Azevedo, que tomou de assalto as ondas radiofónicas nacionais e que será passagem obrigatória no concerto do próximo dia 4.
O primeiro álbum do grupo, produzido por Hélder Gonçalves, conheceu, entretanto, uma reedição, que incluía um DVD e duas canções inéditas: «Menina Princesa» e «Ficou Tanto Por Dizer». Mais canções representaram, claro, mais sucesso. E muitos concertos: no currículo, a dupla pode orgulhar-se de contar já com actuações no (extinto) Maxime e no São Jorge, em Lisboa, nos Festivais Sudoeste, MED e Delta Tejo tendo, neste último, quase literalmente deitado o palco abaixo com a invasão de público... E quem se esquece da actuação no Avante, no passado mês de Setembro?

Um percurso ímpar impõe um ponto final verdadeiramente singular. Na estrada, esta música contagiante e festiva é interpretada por uma banda extraordinária: em palco, os Virgem Suta ficam completos com Hélder Morais (baixo, sintetizador e coros), Nuno Rafael (guitarras e coros), João Cabrita (programações, guitarras e coros) e Sérgio Nascimento (bateria e programações). A estes, no Hard Club, juntam-se o produtor do álbum e uma das mais emblemáticas vozes femininas da actualidade. Melhor é impossível!
O concerto de encerramento da digressão dos Virgem Suta será no Hard Club, a 4 de Novembro.

Amy Winehouse - “LIONESS: HIDDEN TREASURES” à venda a 5 de Dezembro


«Gravar com Amy Winehouse foi arrebatador. Quando ouvimos “Body And Soul”, testemunhamos o génio e o esplendor de uma das artistas mais honestas que alguma vez conheci». Tony Bennett

Após a sua trágica morte, no passado mês de Julho, diversos produtores e músicos que trabalharam de perto com Amy Winehouse, entre os quais Mark Ronson e Salaam Remi, passaram algum tempo a ouvir as muitas gravações de Amy, registadas antes, durante e depois do lançamento de «Frank» e «Back To Black». Todos os que colaboraram com Amy são unânimes: Amy Winehouse nunca cantava ou tocava uma canção da mesma forma, duas vezes. Rapidamente se tornou claro para Salaam e Mark que estavam perante uma colecção de canções que merecia ser ouvida, uma colecção de canções que funcionava como a mais merecida homenagem a Amy, a artista, mas também – e igualmente importante – a Amy, a amiga.
«Lioness : Hidden Treasures», o terceiro álbum de Amy Winehouse, sem dúvida, uma das mais talentosas, originais e adoradas artistas a surgir na música popular, em largas décadas, será editado no dia 5 de Dezembro, pela Island Records. Este desfile de 12 canções – que inclui momentos inéditos, versões alternativas de clássicos e novíssimas composições de Amy – foi reunido pelos seus parceiros musicais de longa data, Salaam Remi e Mark Ronson, em perfeita união com a família, o management e a editora de Amy, a Island Records. «Lioness: Hidden Treasures» revela-se um apropriado tributo à artista, ao seu talento e à mulher, servindo como testamento do extraordinário poder de Amy enquanto compositora, cantora e intérprete de clássicos.

Sobre o álbum, o pai de Amy, Mitch, afirmou:
«Passei tanto tempo a correr atrás da Amy, a ralhar com ela, que acabei por nunca compreender realmente a sua verdadeira genialidade. Só depois de me sentar, com o resto da família, a ouvir este disco, é que fui capaz de apreciar a total plenitude da profundidade do talento da Amy, dos clássicos jazz às canções hip hop. Fiquei sem palavras. “Halftime”, que eu nunca tinha ouvido, é incrivelmente bela. Se a nossa família achasse que este álbum não estava ao nível de “Frank” ou de “Back To Black”, nunca teríamos concordado com a sua edição – mas acreditamos que servirá como um fantástico reconhecimento do legado musical da Amy». Mitch Winehouse