
Mostrar mensagens com a etiqueta Saída de Emergência. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Saída de Emergência. Mostrar todas as mensagens
6 de novembro de 2014
3 de novembro de 2014
Opinião - A Dança dos Dragões
Título: A Dança dos Dragões
Autor: George R. R. Martin
Editora: Saída de Emergência
Sinopse:
O Norte jaz devastado e num completo vazio de poder. A Patrulha da Noite, abalada pelas perdas sofridas para lá da Muralha e com uma grande falta de homens, está nas mãos de Jon Snow, que tenta afirmar-se no comando tomando decisões difíceis respeitantes ao autoritário Rei Stannis, aos selvagens e aos próprios homens que comanda. Para lá da Muralha, a viagem de Bran prossegue. Mas outras viagens convergem para a Baía dos Escravos, onde as cidades dos esclavagistas sangram e Daenerys Targaryen descobre que é bastante mais fácil conquistar uma cidade do que substituir de um dia para o outro todo um sistema político e económico. Conseguirá ela enfrentar as intrigas e ódios que se avolumam enquanto os seus dragões crescem para se tornarem nas criaturas temíveis que um dia conquistarão os Sete Reinos?
Opinião por Rosana Maia:
Autor: George R. R. Martin
Editora: Saída de Emergência
Sinopse:
O Norte jaz devastado e num completo vazio de poder. A Patrulha da Noite, abalada pelas perdas sofridas para lá da Muralha e com uma grande falta de homens, está nas mãos de Jon Snow, que tenta afirmar-se no comando tomando decisões difíceis respeitantes ao autoritário Rei Stannis, aos selvagens e aos próprios homens que comanda. Para lá da Muralha, a viagem de Bran prossegue. Mas outras viagens convergem para a Baía dos Escravos, onde as cidades dos esclavagistas sangram e Daenerys Targaryen descobre que é bastante mais fácil conquistar uma cidade do que substituir de um dia para o outro todo um sistema político e económico. Conseguirá ela enfrentar as intrigas e ódios que se avolumam enquanto os seus dragões crescem para se tornarem nas criaturas temíveis que um dia conquistarão os Sete Reinos?
Opinião por Rosana Maia:
Para quem leu a minha opinião de “O Mar de Ferro”, o volume anterior de “As Crónicas do Gelo e do Fogo”, sabe que fiquei com grandes expectativas em relação a este livro. Se, por um lado, o oitavo livro foi um pouco parado, os últimos capítulos do mesmo levaram-me a crer que o ritmo desta saga ia acelerar novamente no livro seguinte. Infelizmente, enganei-me.
Achei este volume igualmente parado como o anterior, no entanto, gostei do facto de reviver algumas das minhas personagens preferidas como o Jon Snow, o Bran e o Tyrion e, confesso que tenho saudades da Arya.
É incrível a empatia que criei com estas personagens, o autor levou a que gostasse delas de uma maneira inexplicável. No geral, partilho de um grande carinho pela casa Stark. A meio do livro, dei por mim a pensar o quão a morte do Ned Stark levou a que toda esta família ficasse em risco. E, por isso, cada vez que leio um capítulo de algum membro desta família cai em mim uma certa tristeza e nostalgia daqueles tempos em que todos juntos eram felizes. Por outro lado, também a sua morte levou a que muitos segredos não fossem revelados, nomeadamente, a mãe de Jon Snow. E penso que descobri, ao longo deste livro, como vamos saber quem ela é! Claro que posso estar enganada, mas fiquei contente ao ver uma luz ao fundo do túnel.
Como não poderia deixar de ser num livro de George R. R. Martin, novas personagens surgiram. No entanto, não consegui durante o livro criar uma ligação com as mesmas. E porquê? Ao fim de 9 livros, o autor continua a criar personagens e personagens. E, se por um lado, esta é uma capacidade de louvar e que enriquece muito a obra, por outro criou em mim alguma irritação. Apesar de saber que cada personagem criada tem o seu propósito, a verdade é que dei por mim a rogar pragas ao autor :), que está constantemente a acrescentar coisas novas, a fazer render o peixe. Acredito que no futuro vá provavelmente gostar ou criar empatia por estas novas personagens, mas como na vida, para gostarmos de alguém, é preciso algum tempo!
A Dança dos Dragões acontece paralelamente aos dois livros anteriores, o que tornou muitas vezes a leitura confusa, no entanto, é um facto para o qual o autor nos adverte, pelo que já entramos na leitura a saber com o que contar.
Por fim, posso dizer que, apesar de toda a irritação que possa ter criado para com o autor, é inegável a qualidade da obra. É verdade que ficou aquém das minhas expectativas, no entanto, não deixa de ser uma excelente obra de fantasia de agradável leitura.
2 de novembro de 2014
Opinião - As Jóias do Sol
Autor: Nora Roberts
Editora: Saída de Emergência
Sinopse:
Depois de um casamento falhado e uma carreira desapontante como professora de Psicologia, a jovem Jude Murray sente-se no limiar de um esgotamento nervoso. Numa fuga desesperada para a frente, decide abandonar Chicago e instalar- -se durante alguns meses no chalé abandonado da sua bisavó, na distante e mágica vila de Ardmore, na Irlanda.
Rodeada pela magia das paisagens irlandesas e inebriada pela lendas antigas, Jude vai descobrir a alegria que é viver, amar... e ser amada!
Depois de um casamento falhado e uma carreira desapontante como professora de Psicologia, a jovem Jude Murray sente-se no limiar de um esgotamento nervoso. Numa fuga desesperada para a frente, decide abandonar Chicago e instalar- -se durante alguns meses no chalé abandonado da sua bisavó, na distante e mágica vila de Ardmore, na Irlanda.
Rodeada pela magia das paisagens irlandesas e inebriada pela lendas antigas, Jude vai descobrir a alegria que é viver, amar... e ser amada!
Opinião por Virginia Mareco:
Descubra o paraíso e o amor na Irlanda. Este ó o primeiro livro da trilogia irlandesa. Eu adoro esta autora e este livro é mais um daqueles em que Nora Roberts mostra a sua excelência a caracterizar personagens, personalidades e, principalmente, cenários. Quase que o cheiro do chá, das flores, da terra molhada e o sabor dos bolinhos nos aparecem espontaneamente. Uma frase que dá que pensar é "Eles veem um reflexo da sua própria perceção. Prostituta ou anjo, mãe ou filha. Dependendo do seu ponto de vista, os homens são compelidos a proteger, conquistar ou explorar." Os segundo e terceiro livros da trilogia são "As Lágrimas da Lua" e "Coração do Mar", respetivamente. Vou lê-los de seguida.
27 de setembro de 2014
Novidade Saída de Emergência
Titulo: Os Três
Autora: Sarah Lotz
Titulo Original: The Three
Páginas: 432
PVP: 17,76€
Data de publicação: 24 Outubro 2014
Sinopse:
O dia que nunca será esquecido. O dia em que há quatro acidentes de avião, em simultâneo, em diferentes pontos do globo. E três crianças sobreviveram.
O mundo vive atordoado com a trágica coincidência. À beira do pânico global, as autoridades são pressionadas a encontrar as causas que motivaram os acidentes. Com terrorismo e desastres ambientais fora da equação, não parece haver uma correlação lógica, tirando o facto de ter havido uma criança sobrevivente em três dos quatro acidentes. Intituladas Os Três pela imprensa internacional, as crianças exibem distúrbios de comportamento, presumivelmente causados pelo horror que viveram e pela pressão da comunicação social. Esta pressão torna-se ainda mais intrusiva quando um culto religioso liderado por um ministro fanático insiste que as crianças são três dos quatro profetas do Apocalipse. E se, para mal de toda a Humanidade, ele tiver razão?
Sobre a autora:
Sarah Lotz é argumentista e romancista com uma afeição pelo macabro e nomes falsos. Entre outras coisas, escreve romances de terror urbano sob o pseudónimo S.L. Grey; uma série de zombies de nome Deadlands com a filha Savannah sob o pseudónimo Lily Herne; e ainda romances eróticos a título coletivo. O seu último romance, Os Três, veio agitar a literatura thriller com um novo enquadramento conceptual que combina política, sociedade e horror. Vive atualmente na Cidade do Cabo com a família.
Para mais informações sobre o livro Os Três, clique aqui Para mais informações sobre a editora Saída de Emergência, clique aqui
16 de setembro de 2014
Novidade Saída de Emergência
Autora: Claire Kendal
Titulo Original: The Book Of You
Chancela: Saida de Emergência
Nº de Páginas: 304
PVP: 17,70 €
Data de publicação: 10 Outubro 2014
Sinopse
Os fãs de Gone Girl irão arrepiar-se com este thriller sobre poder e perseguição.
Clarissa está cada vez mais assustada com o seu colega Rafe. Ele não a deixa em paz e recusa-se a aceitar “não” como resposta. Está sempre presente.
Ser convocada para ser jurada é um alívio. A sala do tribunal é um abrigo seguro, um lugar onde Rafe não pode estar. Mas à medida que uma narrativa de rapto e violação se desenrola, Clarissa começa a ver paralelismos entre a sua situação e a da jovem na barra das testemunhas. Se quer sobreviver, Clarissa terá que expor o seu perseguidor. Ao desenredar o macabro e perverso conto de fadas que Rafe teceu em torno deles, descobre que o final que ele visiona é mais aterrador do que ela poderia alguma vez imaginar. Mas como é que alguém pode proteger-se de um inimigo que mais ninguém consegue ver?
Sobre a autora:
Claire Kendal nasceu nos EUA e foi criada em Inglaterra, onde passou grande parte da sua vida adulta. Diário de uma Obsessão é o seu primeiro romance, traduzido para mais de doze línguas. Ensina Literatura Inglesa e Escrita Criativa e vive no Sudoeste da Inglaterra.
Críticas:
"Um thriller claustrofóbico que nos faz sentir na pele o que é ser perseguido." Marie Claire
Para mais informações sobre o livro Diário de Uma Obsessão, clique aqui
Para mais informações sobre a editora Saída de Emergência, clique aqui
Para mais informações sobre a editora Saída de Emergência, clique aqui
31 de agosto de 2014
Apresentação "Isabel - A Condessa Cercada"
Título: Isabel, a Condessa Cercada Autor: Pedro L. Torres
Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 304
Editor: Saída de Emergência
PVP: 17,76€
Sinopse:
Um obscuro desejo de conquista no deserto africano do Sultão. No início do séc. XVI, a expansão portuguesa avança sobre as praças mouras do norte de África, conquistando importantes posições do inimigo. Arzila, grandiosa praça costeira, recebe então um novo capitão, o Conde de Redondo, a quem o Rei D. João III, anos mais tarde, concedeu grandes louvores pelos seus serviços.
Mas como conseguiu este conde resistir aos cercos de um inimigo muito mais numeroso e ainda tomar posições pelo deserto fora? A razão ainda hoje é um mistério, mas rezam as crónicas que o conde gozava de boas relações com um alcaide mouro que entrava sorrateiramente na praça portuguesa.
Com base neste fragmento verdadeiro da História de Portugal, Pedro Torres desenha uma ficção que revela as motivações das misteriosas visitas, o jogo perturbante de paixões e intrigas por detrás das impossíveis conquistas portuguesas. Um jogo doce, elaborado pelas mãos de uma condessa portuguesa, na terra violenta e sensual dos Xarifes…
5 de julho de 2014
Opinião - As Jóias do Sol
Título: As Jóias do Sol
Autor: Nora Roberts
Editora: Saída de Emergência
Sinopse:
Depois de um casamento falhado e uma carreira desapontante como professora de Psicologia, a jovem Jude Murray sente-se no limiar de um esgotamento nervoso. Numa fuga desesperada para a frente, decide abandonar Chicago e instalar- -se durante alguns meses no chalé abandonado da sua bisavó, na distante e mágica vila de Ardmore, na Irlanda.
Rodeada pela magia das paisagens irlandesas e inebriada pela lendas antigas, Jude vai descobrir a alegria que é viver, amar... e ser amada!
Depois de um casamento falhado e uma carreira desapontante como professora de Psicologia, a jovem Jude Murray sente-se no limiar de um esgotamento nervoso. Numa fuga desesperada para a frente, decide abandonar Chicago e instalar- -se durante alguns meses no chalé abandonado da sua bisavó, na distante e mágica vila de Ardmore, na Irlanda.
Rodeada pela magia das paisagens irlandesas e inebriada pela lendas antigas, Jude vai descobrir a alegria que é viver, amar... e ser amada!
Opinião por Angelina Violante:
Um livro com uma história ao mesmo tempo divertida e com
emoções muito fortes. Confesso que alturas houve em que apetecia bater nas
personagens principais por serem tão parvas. quando há aqueles momentos de
misticismo chego a ficar toda arrepiada, as descrições são tão incríveis que ao
longo da leitura dou por mim a visualizar mentalmente o que estou a ler. Estou
em pulgas para pegar no segundo volume e ver o que me reserva. Já fazia algum
tempo que não lia nada desta autora e ainda não houve um livro dela que lê-se e
me deixasse indiferente. É daquelas histórias de amor que faz lembrar os filmes
e os contos de fadas, pois o livro mete mesmo muito misticismo, para mim uma
coisa nova nos livros da autora.
1 de junho de 2014
Opinião - A arca de Natal
Título: A arca de Natal
Autor: Richard Paul Evans
Editora: Saída de Emergência
Sinopse:
A Arca de Natal é uma fábula que mexe com todos nós. É um conto familiar que vem recordar-nos aquilo que é realmente importante nas nossas vidas. Mais do que tudo, é uma história para pais e filhos.
Richard Paul Evans, autor em plena ascensão a nível mundial, tem um talento especial para nos levar pela mão, numa viagem ao verdadeiro sentimento que orienta a nossa vida: o amor.
Este livro traz-nos as lágrimas aos olhos, mas também a redenção e o consolo de saber que depois de o lermos, estamos mais perto de conhecer o verdadeiro amor.
Richard Paul Evans, autor em plena ascensão a nível mundial, tem um talento especial para nos levar pela mão, numa viagem ao verdadeiro sentimento que orienta a nossa vida: o amor.
Este livro traz-nos as lágrimas aos olhos, mas também a redenção e o consolo de saber que depois de o lermos, estamos mais perto de conhecer o verdadeiro amor.
Opinião por Filipa Monteiro:
Entrei eu
numa Bertrand em Dezembro, para ver as novidades e se havia alguma pechincha
quando me deparo com uma caixa de madeira com o título "A arca de Natal".
Eu, uma maníaca pela época, peguei logo logo nele e li a sinopse. Não que o fosse deixar lá quando o tema é o Natalinho, mas só para ver o que dizia...
Quando dei por mim estava a dirigir-me para a caixa e, como tinha dinheiro acumulado no cartão, ficou-me por apenas 8€. Estava a prenda de Natal de mim para mim feita.
A arca de Natal é um conto que é tão belo quanto triste.
É um livro pequenino que se lê numa hora ou duas.
Contém uma mensagem preciosa.
Uma família com uma pequena filhota, em que a mãe procura emprego, consegue esse mesmo emprego junto de uma senhora rica que mete o anúncio num jornal. A casa dessa senhora é grande e é perto da do casal e assim torna-se a situação. . . ideal.
A mãe consegue o emprego, no entanto, o emprego implica que a família toda se mude para a nova casa pois a senhora, quer apoio a tempo inteiro.
Dispõe um piso para toda a família, e, com o arrastar dos dias, ocupam a casa toda juntamente com a senhora. Moram todos na mesma casa.
Acontece que a família começa a notar que a senhora os quer por lá mais pela companhia do que pelas tarefas que possam eventualmente desempenhar e é assim que notam que algo se passa. . .
A senhora dá-se muito bem com a menina pequenina e até, inclusivé, chama a atenção do pai de família para o possível tempo que está a recusar à filha, pois o pai trabalha muito e são poucos os momentos que são dedicados à família. . . e chama a sua atenção mais do que uma vez. . .
E assim os dias se vão passando, até que algo acontece com a senhora. . .
e esta insiste com o pai de família para este descobrir o verdadeiro significado do Natal. . . e faz até uma pergunta:
"Qual foi o primeiro presente de Natal"?
Esta pergunta arrasta-se e apenas nas últimas páginas o personagem se apercebe do que isto significa e consequentemente o que significa para nós, leitores. . .
Todo o pequeno livro se passa nos dias que antecedem o Natal.
Recomendo aos fãs acérrimos do Natal, como eu.
Eu, uma maníaca pela época, peguei logo logo nele e li a sinopse. Não que o fosse deixar lá quando o tema é o Natalinho, mas só para ver o que dizia...
Quando dei por mim estava a dirigir-me para a caixa e, como tinha dinheiro acumulado no cartão, ficou-me por apenas 8€. Estava a prenda de Natal de mim para mim feita.
A arca de Natal é um conto que é tão belo quanto triste.
É um livro pequenino que se lê numa hora ou duas.
Contém uma mensagem preciosa.
Uma família com uma pequena filhota, em que a mãe procura emprego, consegue esse mesmo emprego junto de uma senhora rica que mete o anúncio num jornal. A casa dessa senhora é grande e é perto da do casal e assim torna-se a situação. . . ideal.
A mãe consegue o emprego, no entanto, o emprego implica que a família toda se mude para a nova casa pois a senhora, quer apoio a tempo inteiro.
Dispõe um piso para toda a família, e, com o arrastar dos dias, ocupam a casa toda juntamente com a senhora. Moram todos na mesma casa.
Acontece que a família começa a notar que a senhora os quer por lá mais pela companhia do que pelas tarefas que possam eventualmente desempenhar e é assim que notam que algo se passa. . .
A senhora dá-se muito bem com a menina pequenina e até, inclusivé, chama a atenção do pai de família para o possível tempo que está a recusar à filha, pois o pai trabalha muito e são poucos os momentos que são dedicados à família. . . e chama a sua atenção mais do que uma vez. . .
E assim os dias se vão passando, até que algo acontece com a senhora. . .
e esta insiste com o pai de família para este descobrir o verdadeiro significado do Natal. . . e faz até uma pergunta:
"Qual foi o primeiro presente de Natal"?
Esta pergunta arrasta-se e apenas nas últimas páginas o personagem se apercebe do que isto significa e consequentemente o que significa para nós, leitores. . .
Todo o pequeno livro se passa nos dias que antecedem o Natal.
Recomendo aos fãs acérrimos do Natal, como eu.
15 de maio de 2014
Opinião - A Águia de Sangue
Título: A Águia de Sangue
Autor: Simon Scarrow
Editora: 11 X 17 / Saida de Emergência
Sinopse:
Quando as legiões romanas desembarcaram nas costas britânicas em 43 d.C., o plano era conquistar a ilha em alguns meses e fazer dela mais uma província do império. Mas os deuses tinham outros planos. E um ano depois os legionários continuam a ter pela frente um imenso exército de selvagens liderados por Carátaco, um rei destemido e matreiro.
Agora, como o Imperador Cláudio precisa de uma vitória urgente para cimentar a sua posição, o momento para esmagar definitivamente Carátaco chegou. Na véspera da grande batalha, os Centuriões Cato e Macro partilham a mesma confiança dos camaradas e sonham com o regresso a paragens mais solarengas depois de derrotarem o líder bárbaro. Mas os deuses voltam a ser caprichosos e a batalha não se desenrola como esperado. Inevitavelmente a culpa desce pela hierarquia até aos dois centuriões e a punição não podia ser mais cruel: um dos amigos terá que matar o outro.
Depois de anos de fidelidade ao estandarte da águia, será este o fim dos dois heróis?
Quando as legiões romanas desembarcaram nas costas britânicas em 43 d.C., o plano era conquistar a ilha em alguns meses e fazer dela mais uma província do império. Mas os deuses tinham outros planos. E um ano depois os legionários continuam a ter pela frente um imenso exército de selvagens liderados por Carátaco, um rei destemido e matreiro.
Agora, como o Imperador Cláudio precisa de uma vitória urgente para cimentar a sua posição, o momento para esmagar definitivamente Carátaco chegou. Na véspera da grande batalha, os Centuriões Cato e Macro partilham a mesma confiança dos camaradas e sonham com o regresso a paragens mais solarengas depois de derrotarem o líder bárbaro. Mas os deuses voltam a ser caprichosos e a batalha não se desenrola como esperado. Inevitavelmente a culpa desce pela hierarquia até aos dois centuriões e a punição não podia ser mais cruel: um dos amigos terá que matar o outro.
Depois de anos de fidelidade ao estandarte da águia, será este o fim dos dois heróis?
Opinião por Pedro Miguel Barcelos:
As jornadas de Macro e Cato, dois centuriões ao serviço de Roma
continuam. Ainda na Bretanha, os dois amigos têm de enfrentar dois perigos: os
nativos da ilha revoltosos e um oficial superior que os pode encaminhar para a
morte.
A Águia de Sangue fica marcada por mostrar um lado mais negro
(pelo menos tendo em conta os livros anteriores) das legiões romanas. Afinal, o
leitor habituado às aventuras de Simon Scarrow já se deparou com diversas
personagens que lutam pela honra, e por outras que lutam por interesses
próprios, mas, agora, encontra figuras que representam a sede de vingança e a
debilidade no exercício de poder.
É interessante observar como a avaliação de bem e mal pode ser tão
ténue. Se em volumes anteriores Cato já ponderava sobre a legitimidade da
conquista, neste livro esse fator torna-se mais evidente. Existem mais atos
cruéis contra o povo nativo, que surgem sem grandes justificações e que lançam
as mesmas questões para o honrado Macro.
Contudo, se por um lado é possível ver o interesse e os
conhecimentos do autor sobre o Império Romano, por outro não se pode dizer
sobre os povos nativos da Bretanha. Existem algumas situações narradas que
deixam dúvidas relativamente à veracidade histórica dos factos apresentados,
nomeadamente no que toca a crenças religiosas e hábitos de vida.
A linguagem utilizada continua a ser muito acessível e bastante
atual. Se, por um lado, este pode ser um fator de agrado, ao mesmo tempo pode
ser desaprovado pelo leitor que procura conceitos mais fiéis à época. É
divertido ver as personagens tratarem-se da mesma forma que nós hoje lidamos
com quem nos é mais próximo, mas é necessário ter a noção de que este não era o
tipo de fala usada na época.
Para os fãs da série da Águia, este é um livro que não desilude. A
relação entre Macro e Cato continua a ser um ponto fulcral, as batalhas
continuam a ser sangrentas, continuam a existir jogos de poder e o final sugere
uma ligeira mudança para as próximas obras.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





