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9 de junho de 2015

Opinião - Bandas Sonoras da Disney - CCB - 31.05.2015


Foi no passado dia 31 de Maio que se deu o último espetáculo Caixa de Música – Bandas Sonoras da Disney. Um espétaculo repleto de nostalgia para os adultos, mas também de muita magia para as crianças presentes. Ao pensarmos Disney, pensamos sempre em algo mais direccionado para as crianças, mas devido à escolha dos temas, este concertoconseguiu apelar às memórias dos muitos graúdos presentes, criando momentos de pura ternura, tudo graças à imaginação de um homem: Walt Disney.

No inicio do espetáculo foi-nos apresentada a Piccola Orquestra Metropolitana, onde era a vez dos mais pequenos ocuparem o seu lugar em palco, trajados a rigor, encarnando diversos personagens do vasto mundo Disney, que rapidamente cativaram todo o público. E foi com o seu forte apoio que estes pequenos artistas interpretaram alguns temas de filmes clássicos como: When You Wish Upon a Star (Pinóquio) e Heigh-Ho (A Branca de Neve e os Sete Anões), entre outros. Uma visão surpreendente sobre a nova geração de músicos que irá ocupar o seu lugar de destaque muito em breve. Eis que então a cortina abre, pondo a descoberto o enorme número de cadeiras e, um por um, os muitos elementos da Orquestra de Sopros da Metropolitana preencheram o palco, liderados pelo Maestro Reinaldo Guerreiro. Com a narração de Susana Henriques como fundo, a orquestra fez um percurso cronológico por todos os filmes e temas de maior relevância, passando por algumas das histórias que melhor refletem o imaginário Disney. Para melhor ilustrar e captar o tema foram passadas projecções de trabalhos realizados por crianças, sobre os personagens mais marcantes de todos os filmes que constam do alinhamento.

Após um pequeno arranjo musical que englobou alguns dos temas primordiais, passámos a conhecer Aladino e seu grande desejo de ser príncipe para poder casar com Jasmin, e assim, a música A Whole New World foi o tema perfeito para encapsular esta magnífica história de amor e deixar o público com água na boca para o que vinha a seguir. De uma história de amor para outra, fomos de novo apresentados a uma menina, forçada a viver num enorme palácio com uma criatura de aspecto horrível, acabando por eventualmente ver para além das aparências e apaixonar-se. A Tale as Old as Time/ Beauty and the Beast foi o tema principal de a Bela e o Monstro, e um tema que arrecadou muitos prémios no panorama musical a nível mundial e era inevitável observar os mais crescidos a mexer os lábios certamente recordando a letra, um momento certamente memorável. Uma história sobre o desejo de descoberta, sitios novos, novas possibilidades e sim, também uma história de amor. A pequena sereia é um dos filmes Disney com mais sucesso de sempre, assim não foi de estranhar que Under the Sea fosse instantaneamente reconhecidos pelo público, criando um pequeno momento de festa que se estendeu até A Part of Your World. 

Antecipando os momentos finais do espetáculo, fomos relembrados da importância de valores familiares através de uma familia amorosa mas um pouco estranha: Os Incriveis. São a familia de super-heróis que tentam viver uma vida normal, mas que eventualmente se apercebem que com capacidades especiais vêm responsabilidades especiais. 

Uma manhã de nostalgia mas também de introdução de grandes clássicos do cinema animado a uma nova geração, tal como a que veio antes de nós também nos transmitiu. Os valores morais dos filmes Disney tornam-os num elo de ligação perfeito entre gerações, ensinando os mais novos sobre vários aspectos da vida e relembrando os adultos que ainda têm uma criança interior.

1 de junho de 2015

Viagem Fantástica | CCB | 31 Julho

Concerto inédito junta a Orquestra Gulbenkian, Katia Guerreiro e três Grammy!
O concerto de encerramento da 41ª edição do Festival Estoril Lisboa junta aOrquestra Gulbenkian e Katia Guerreiro a três vencedores dos Grammy, David Alan Miller (maestro) e Evelyn Glennie (percussão), em 2014, e o compositor norte-americano Michael Daugherty, em 2013. À estreia em Portugal de Dreamachine para Percussão e Orquestra (Michael Daugherty, 2014), junta-se o fado de Katia Guerreiro e a grandiosa obra The Fall of Constantinopla (A Queda de Constantinopla), do turco-norte-americano Kamran Ince. 

Uma viagem fantástica por mundos e histórias que se entrecruzam no tempo e que a Orquestra da Gulbenkian junta no palco do CCB!


QUANDO
31 de Julho | às 21h

ONDE
CCB

QUANTO
Entre 10€ e 27,50€

BILHETES À VENDA
CCB, Teatro Tivoli BBVA, Casino Lisboa, FNAC,Worten, El Corte Inglés, CC Dolce Vita, Galerias Campo Pequeno, Abreu, CC Mundicenter, CC MMM e em www.ticketline.sapo.pt. Informações & Reservas Ligue 1820 (24h)

30 de maio de 2015

MEO Sudoeste | Pack Tribo MSW

Pack Tribo MSW já à venda na loja online MEO:

O MEO dá 155€ de desconto para 1 cliente MEO + 4 amigos.

5 a 9 de agosto, abertura do campismo a 1 de agosto
Zambujeira do Mar

APP TV MEOSW já disponível

Para que todos disfrutem da 19ª edição do melhor festival de verão, o MEO tem desde hoje à venda, exclusivamente na loja online, o PACK TRIBO MSW, em quantidade limitada, um pacote especial para clientes MEO (MEO M4O, MEO TV+Net+Telefone e MEO Móvel Unlimited L Light, L e XL).
Um Cliente MEO que compre o passe para o MEO Sudoeste em conjunto com 4 amigos, recebe 1 passe de oferta e os 4 amigos recebem 15€ de desconto cada um na compra do seu passe. Assim, os clientes MEO, para além do benefício da oferta do bilhete, ainda têm a grande vantagem de poder “convidar” 4 amigos, cada um com desconto de 15€.

O valor deste pack promocional MEO, à venda em exclusivo na loja Online, é de 320€, correspondendo a um desconto total de 155€. Disponível em quantidade limitada.

MEO Sudoeste, A tua melhor semana de Férias de Sempre!

Cartaz Completo:
Palco MEO
5 de agosto / Noite de Receção ao Campista – Dimitri Vegas & Like Mike, Kura, Wolfpack
6 de agosto – Calvin Harris, Emeli Sandé, D.A.M.A, Dengaz
7 de agosto – W&W, Clean Bandit, Buraka Som Sistema, Jimmy P, Carlão
8 de agosto – Hardwell, Lil Jon, Regula, Anselmo Ralph, Pérola
9 de agosto / Dia D – Steve Aoki, Showtek, Oliver Heldens, Above & Beyond, Quentin Mosimann, Djeff Afrozila

Moche Room
6 de agosto – Juicy M, Jordy Dazz, Mundo Secreto
7 de agosto – Julian Jordan, Blinders, Yannick Afroman
8 de agosto – Curadoria Kambas” by Fred com: Mundo Segundo & Sam The Kid, DJ Ride, Mike El Nite, Tribruto, King Kong e DJ Oder
9 de agosto / Dia D – Bl3nd, TV Noise, NTS

Mais novidades a anunciar brevemente.

Informação de Bilhetes

Preço dos Bilhetes
1 - Passe 5 dias: 95€
2 - Bilhete Diário: 48€
3 - Pack MSW XBus Village: a partir de 135€ (www.xtravel.pt)
4 - ExpressPass MSW: 120€ (www.redeexpressos.pt)
5 - Zmóvel (2 camas single ou 1 casal): 1.022€
6 - Zmar Alvéolo: 162,40€

Locais de Venda
1- www.blueticket.pt - Call Center Informações e reservas 1820 (24 horas), noFacebook da Música no Coração, lojas FNAC, lojas Worten, El Corte Inglês, ABEP, Portimão Arena ;Turismo de Lisboa; lojas Media Markt; Bilheteiras MEO Arena; rede PAGAQUI; Agências Top Atlântico; Destination Clubbing.
2 - Get a Fest , Atrapalo, Radario
3 - Alemanha: www.ticketmaster.de
4 - Espanha: www.breakpoint.es ; www.ticketmaster.es França: lojas FNAC www.fnac.com, Carrefour www.carrefour.fr, Géant, 
5 - Magasins U, Intermarché, www.francebillet.com Reino Unido: www.seetickets.com
6 - Festicket

29 de maio de 2015

EDPCOOLJAZZ | João Gil estreia “Non-Finito” a 23 de julho

João Gil estreia-se em modo “Non-Finito”
no edpcooljazz

Mais do que um nome, o edpcooljazz tem o prazer de anunciar hoje uma estreia para integrar o seu cartaz de 2015. O artista é bem reconhecido mas o projeto é novo. “Non-Finito” junta algumas das composições mais emblemáticas de um dos maiores compositores da atualidade - João Gil – com originais, trazendo esse composto especial e único para o público doedpcooljazz no dia 23 de julho, na primeira parte do concerto de António Zambujo.

Canções como “Perdidamente”, “Saudade”, “Esplanada”, “125 Azul”, “Zorro”, “Loucos de Lisboa” e “Postal dos Correios” persistem na memória dos portugueses e serão interpretadas por grandes vozes no edpcooljazz, em Oeiras, numa noite dedicada à música nacional. Tal como um edifício em permanente construção, João Gil junta o que há de melhor na sua obra e apresenta uma viagem aos grandes momentos, mas também algumas canções originais, numa nova abordagem por um grupo de excecionais músicos e de convidados especiais como Nancy Vieira, Ricardo Ribeiro e Filipe Pinto. 

“Non-Finito agrega canções emblemáticas da memória musical portuguesa que é importante recuperar. No fundo, é um juntar de fragmentos memoráveis mas, como o nome indica, virado para a frente. Para além da revisitação ao passado com interpretações refrescadas, o que estamos a preparar para o edpcooljazz inclui originais que serão estreados nessa noite que acredito que será marcante”, afirma João Gil a respeito deste projeto. 

Nessa mesma noite, António Zambujo vai trazer ao edpcooljazz alguns dos temas do seu repertório, como é o caso do seu último trabalho “Rua da Emenda”, um disco já galardoado com a marca de Ouro, com a participação dos colaboradores habituais, onde se somam nomes como Samuel Úria e José Fialho Gouveia, e talentos imortais como Noel Rosa ou Serge Gainsbourg, lado a lado com os contemporâneos Jorge Drexler, Rodrigo Maranhão ou Pedro Luís. 

Recorde-se que o cartaz desta 12ª edição do edpcooljazz conta já com nomes de luxo como Chick Corea & Herbie Hancock (19 de julho, Jardins Marquês de Pombal), Mark Knopfler (28 de julho, Parque dos Poetas), Melody Gardot, primeira parte Pierre Aderne(29 de julho, Jardins Marquês de Pombal), Lionel Richie - All the Hits, All Night Long (30 de julho, Parque dos Poetas) e Caetano & Gil – Dois Amigos, Um Século de Música (31 de julho, Parque dos Poetas). 

António Zambujo, primeira parte João Gil "Non-Finito"
23 julho, Jardins do Marquês de Pombal, Oeiras
ABERTURA DE PORTAS – 19h30
INÍCIO DO CONCERTO – 21h30
Vip – 40 €
A – 30 €
B – 25 €
Em Pé – 20 €

Pontos de Venda 

Locais dos Concertos 
Blueticket: FNAC, WORTEN, Mediamarkt, El Corte Inglês, ABEP, Portimão Arena, Bilheteira Meo Arena, Turimos de Lisboa (aeroporto de Lisboa e Praça do Comércio), getafest.comFacebook edpcooljazz
Informações e Reservas: 1820 (24h) 
Blueticket Linha de Apoio: 21 891 85 06 (2ª a 6ª das 10h às 18h) 

Espectadores com mobilidade reduzida: 
O edpcooljazz oferece condições especiais para espectadores com mobilidade reduzida consultar site AQUI

Classificação etária: 
O EDPCOOLJAZZ é um festival com espetáculos para maiores de 6 anos. Entrada permitida a maiores de 6 anos, mediante pagamento de bilhete e desde que acompanhado por um adulto portador de bilhete.

Concerto: A Ópera Cabe no Bolso, Sabia?

Porque a ópera é para todas as idades...
... diferentes cantores líricos vestem-se a rigor para recordar emoções e memórias da sua história, acompanhados pela Orquestra da Cidade. 
Barbeiro de Sevilha, Flauta Mágica, Bodas de Fígaro ou Carmen são algumas das mais famosas árias de ópera que compõem o programa de A Ópera Cabe no Bolso, Sabia?
ORQUESTRA DA CIDADE é o mais recente projecto da UAU e assenta na parceria com a MusicInAction, responsável pela Lisbon Film Orchestra, um projecto vocacionado para as bandas sonoras da 7ª Arte.

QUANDO
23 de Junho | 21H30
ONDE
Teatro Tivoli BBVA
QUANTO
Entre 13€ e 20€
BILHETES À VENDA
Teatro Tivoli BBVA Casino Lisboa, FNAC,Worten, El Corte Inglés, CC Dolce Vita, Galerias Campo Pequeno, Abreu, CC Mundicenter, CC MMM e em www.ticketline.sapo.pt. Informações & Reservas Ligue 1820 (24h)

28 de maio de 2015

Tiago Bettencourt pela primeira vez nos Coliseus

Tiago Bettencourt vai subir ao palco dos Coliseus no próximo mês de novembro. O músico irá dar dois concertos nas salas mais emblemáticas do País, dia 07 de novembro, no Porto, e dia 14 de novembro, em Lisboa. Os bilhetes estarão à venda a partir de sábado, dia 09 de maio, nos locais habituais.
Coliseu do Porto | 07 novembro
Abertura de portas: 20h30
Início do espetáculo: 21h30

Coliseu de Lisboa | 14 novembro
Abertura de portas: 20h30
Início do espetáculo: 21h30

Comecei cedo. Quando gravei o primeiro disco dos Toranja tinha 22 anos e não fazia ideia do que era estar em estúdio. Não sabia que existia um mercado discográfico, não sabia que um single tinha que ter três minutos e meio para passar na rádio, não sabia que era preciso a minha música passar muito na rádio para dar muitos concertos, e  ter muito sucesso. Não sabia que para o mundo inteiro o sucesso era aparecer na televisão e ser reconhecido na rua. Essa parte aconteceu rapidamente, e de tal forma que não soube deixar de ser um miúdo tímido a tempo de não me chamarem um miúdo arrogante. Não sabia que o tipo de imprensa que ouvia a mesma música que eu, só gostava dos artistas se eles não vendessem discos. Eu vendi muitos discos. Não sabia que o sucesso era dar mil concertos num ano, para pessoas que no fundo não nos queriam ouvir, mas que queriam olhar para nós, apontar, dizer “olha aqueles são daquela banda cheia de sucesso”, mas não nos ouviam. Eu não sabia que na altura em que comecei a ouvir música as pessoas tinham começado a deixar de ouvir música com tempo, porque a internet tinha trazido de rompante tanta música que a própria música estava a deixar de ter o seu devido valor. Para mim cada canção que me tocasse era uma joia e cada disco que me mudasse era uma arca de tesouros, como uma tatuagem. Não sabia que naquela altura as pessoas estavam a começar a não ouvir discos, que era aquele o princípio do fim do conceito de disco como um livro que se lê.
Naquela altura eu não sabia muita coisa, mas sentia já com muita força que o Tempo era como um juiz que filtrava o que ficava, e o que caía no esquecimento. Eu sabia que, havendo essa oportunidade única, queria fazer música que se pudesse ouvir não só naquela altura, como hoje e amanhã da mesma maneira, e que continuasse a existir depois de eu desaparecer, independente de modas e movimentos artístico-musicais. Lembro-me que, no principio, era isso que eu queria fazer. Uma canção tinha que me tocar a mim primeiro, antes dos três minutos e meio, antes do refrão orelhudo, antes de a cantar para alguém, depois de a gravar, depois de alguém a cantar, depois dos discos vendidos e das passagens na rádio, das entrevistas, das fotografias e dos mil concertos, cada canção tinha que ainda existir, e tinha que ser o mais importante de tudo, infinitamente mais importante que eu próprio. Cada canção tinha que perdurar. As pessoas queriam ver a banda que fazia sucesso, e eu tão novo, via tudo tão efémero e distante... nada daquilo me preenchia, aliás, coisas tão pequenas como alguém vir ter comigo na rua e partilhar que uma música minha tinha feito parte de uma altura importante da sua vida, eram claramente mais gratificantes  do que uma semana inteira de concertos para miúdos que berravam de emoção se eu levantava a mão para acenar. Era clara a diferença de caminhos, era claro o caminho a seguir. Eu era muito novo, mas já sabia o que não queria.
Nunca imaginei que ia gravar mais que um disco. Pensava que ia voltar para o estágio de arquitectura e que esta aventura ia passar. Simplesmente tentei dar o melhor de mim pela dádiva que me foi concedida. Ainda hoje tento e todos os dias sou grato por poder fazer o que faço.
O primeiro pico de sucesso foi importante, mas insignificante comparado com tudo o que aconteceu depois, com todo o trabalho que me trouxe até aqui, trabalho esse que não foi só meu, mas de tanta gente indispensável no meu caminho: falo dos músicos, da minha banda, equipas de estrada, agentes, editora, e de tantos amigos. É bom ter pessoas a ouvir o que cantamos, é  mágico fazer parte das vidas de tanta gente. É uma lição de humildade ouvir dizer “obrigado pelo seu trabalho” às 3 da manhã no Bairro Alto. É bom, depois de todo este tempo, não eu, mas a minha música, continuar a percorrer caminhos tão distantes e diferentes dos meus.
Acho que o sucesso é podermos dormir descansados com as escolhas que fizemos. Podia ter feito os Coliseus na altura dos Toranja. Por alguma razão, resolvi continuar caminho.
Hoje, de maneira sólida e adulta, longe de ondas e sucessos prematuros, depois de 7 discos gravados, vamos arriscar aquelas que para mim são as duas salas mais emblemáticas do país. Se vamos encher? Não sei. Mas vamos seguros, e com esperança de que seja um dia de reencontros, e que todos aqueles que ao longo do tempo se cruzaram com minha música estejam presentes para desta vez cantarmos todos juntos, eles comigo, e eu com eles. Estes Coliseus vão ser um gigante obrigado a todos os que, algures nestes 14 anos, abriram a porta da sua casa para uma canção minha entrar.
Estão todos convidados. Vou, como no princípio, dar o melhor de mim.
Tiago Bettencourt,  07 de maio, 2015

6 de maio de 2015

7ª Edição do Sumol Summer Fest I Knife Party, Dragonette e Dj Glue na Welcome Party

O Sumol Summer Fest alia o mar ao sol quente de verão, com a oportunidade de se usufruir do incrível cenário da Ericeira, para os primeiros dias de férias ao som da melhor música. Como já vem sendo habitual, o festival terá início com a Welcome Party no dia 2 de julho , e os convidados são de luxo: os australianos Knife Party , os canadianos Dragonette em estreia em Portugal e o português DJ Glue , três nomes incontestáveis na arte dos ritmos. A música eletrónica volta a dar as boas-vindas aos festivaleiros.
Durante os três anos que passaram desde que a dupla australiana constituída por Rob Swire and Gareth McGrillen surgiu, a abordagem singular dos Knife Party e as suas produções ferozes foram o que os levou à ascensão meteórica nos rankings da electrónica, desde o anonimato até à conquista da liderança das pistas de dança e a encabeçarem os cartazes dos maiores festivais de Música. Conquistaram um enorme sucesso com o LP “Abandon Ship” (2014), subindo rapidamente até aos lugares cimeiros das tabelas dos melhores DJs do mundo. No Sumol Summer Fest o duo promete um espetáculo celebratório e arrebatador.

Os Dragonette oferecem a excelência do electropop polvilhado de referências estéticas e rítmicas que nos lembram dos anos 80. O trio é constituído por Martina Sorbara (voz), o baixista e produtor Dan Kurtz e o baterista Joel Stouffer. A banda explodiu definitivamente com o tema “Jesus Doesn’t Love Me”, retirado do disco debut “Galore” (2007). Dois anos mais tarde chegou a edição “Fixin to Thrill”, fixando os Dragonette como uma das bandas mais interessantes do mercado da electrónica e é isso que nos vêm mostrar na Welcome Party do Sumol Summer Fest, palco da sua estreia no nosso país.

DJ Glue é um tecnicista e virtuoso no turntablism e na capacidade ampla de desfilar sons de muitos géneros. Já foi companhia dos Da Weasel, mas tem conquistado paixões na sua carreira a solo. Os seus incríveis sets têm transportado Glue às melhores cabines do nosso país, mas também para lá das fronteiras. Funde com génio eletrónica variada com hip hop e outras categorias à mistura. O mote perfeito para abrir em grande o primeiro Festival do verão!

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.

O acesso à Welcome Party é exclusivo para os portadores do passe do
festival.

Sumol Summer Fest, o festival onde o Verão, a Praia, os Amigos e a boa
Música se juntam para um fim-de-semana inesquecível!
Mais novidades a anunciar brevemente.

Já Confirmados:

Palco Sumol
Dia 2 / Welcome Party - Knife Party, Dragonette, Dj Glue
Dia 3 – Tove Lo, Buraka Som Sistema, B4, Agir
Dia 4 – Rudimental Live, Richie Campbell, The Cat Empire

Soundset Ribeira D`Ilhas
Dia 3 – DJ Kwan, Hugo Rizzo
Dia 4 – Dynamic Duo (DJ Cruzfader + Stikup), Dan Maarten e Massivedrum

20 de abril de 2015

NOS LIVE ACT CONTINUA A APOIAR PROJETOS MUSICAIS EMERGENTES COM ATUAÇÃO NO MELHOR FESTIVAL DO PAÍS

OS LIVE ACT CONTINUA A APOIAR PROJETOS MUSICAIS EMERGENTES COM ATUAÇÃO NO MELHOR FESTIVAL DO PAÍS

DEPOIS DE BATER O RECORD EM 2014, COM MAIS DE 550 PARTICIPAÇÕES, O CONCURSO DE BANDAS E DJS REGRESSA E ABRE PORTAS A QUEM SONHA ATUAR NO NOS ALIVE'15

A edição deste ano do NOS LIVE ACT está em fase de lançamento e as inscrições abrem já hoje. Serão seleccionadas 15 bandas e 15 DJs para irem à grande final, no dia 15 de maio (local a confirmar), de onde serão apuradas 10 bandas e 10 DJs para atuar ao vivo no melhor festival do País. O NOS LIVE ACT é já uma referência para novos projetos musicais.

Naquela que será a sua 5.ª Edição, o NOS Live Act é um momento muito aguardado pelos músicos e DJs nacionais, consolidando a sua posição enquanto concurso incontornável do festival NOS ALIVE, na medida em que, além de ter sido pioneiro e o mais antigo concurso de bandas associado a um festival, é o que mais projetos leva até à fase de atuação ao vivo, no Passeio Marítimo de Algés.

Prémios
Os dois vencedores (o 1.º das bandas e o 1.º dos DJs) terão a oportunidade de atuar no palco NOS Clubbing e o grande vencedor (ou banda ou DJ – desde que apresente Set de originais) terá a oportunidade de gravar um álbum pela editora NOS Discos, as restantes 9 bandas e 9 DJs mais votados pelo júri na grande final garantem a sua atuação no primeiro palco do NOS Alive, o Pórtico de entrada

Regras de Participação
Para participar, os concorrentes apenas precisam de submeter as suas performances através da plataforma do concurso, alojada na página Facebook da NOS.

Os finalistas serão escolhidos, em parte, pelos fãs (as cinco bandas com mais votações estão automaticamente apuradas para a final) e também pelo júri do passatempo, que conta com Rodrigo Gomes (Thunder & Co) e Rui Maia (Mirror the People), ambos projectos eletrónicos lançados pela editora NOS Discos, Pedro Fernandes (apresentador do programa 5 P’rá Meia Noite da RTP, representantes da Everything is New (promotora do festival) e da Rádio Comercial (Media Partner), entre outros a anunciar.

No final da fase de inscrições, que termina a 03 maio, a NOS irá comunicar os finalistas na sua página de Facebook.

Datas chave do passatempo
Fase 1: inscrição - 07 de abril a 03 de maio de 2015
As inscrições são efetuadas através do site do concurso liveact.nos.pt ou no Facebook da NOS, devendo as bandas enviar três temas originais e os DJs enviar um set.
As votações dos fãs que vão determinar a escolha de algumas das bandas e DJs decorrem no site até 03 de maio, altura em que termina a primeira fase do concurso.

Fase 2: anúncio dos finalistas - 04 a 08 de maio
As cinco bandas e cinco DJs com mais votações do público estão automaticamente apurados para o Live Casting (final). Os finalistas serão anunciados no Facebook da NOS dia de 04 de maio.
As restantes 10 bandas e 10 DJs que irão integrar o leque de finalistas para a grande final serão escolhidos pelo júri do LIVE ACT e serão conhecidos dia de 08 de maio.

Fase 3: Live Casting - 15 de maio
O Live Casting será realizado no dia 15 de maio, em local a definir, com divulgação prévia no Facebook da NOS.
No Live Casting serão apurados 20 vencedores (10 bandas e 10 DJs). Estes serão anunciados ao vivo pelo júri e, posteriormente, publicados no Facebook da NOS.

As regras de inscrição e participação estão disponíveis para consulta em liveact.nos.pt.

7 de abril de 2015

Álbum Welcome To Los Santos Já Disponível para Reserva

Welcome To Los Santos, a coleção de música abrangente no gênero e inspirada no mundo de Grand Theft Auto V, que se encontra disponível para reserva no iTunes com a faixa 'Play It Cool', de Gangrene com Earl Sweatshirt e Sam T. Herring de Future Islands já disponível para download com qualquer reserva.

Criado e compilado por Alchemist e Oh No e fortemente influenciado e inspirado pelo seu trabalho em Grand Theft Auto V incluindo o final do lendário compositor Edgar Froese da Tangerine Dream e Woody Jackson, Welcome To Los Santos compõe-se de todas as faixas originais que caracterizam um diversificado leque de artistas que abrangem o hip-hop, electronica, dancehall, rock, r'n'b e muito mais. A música contida em Welcome To Los Santos também conta com The Lab, uma nova estação de rádio que marca a sua estreia em Grand Theft Auto V para PC. O álbum completo estará disponível em CD, vinil e digital download a 21 Abril via Mass Appeal Records.
 
Consulte em baixo a lista completa de faixas musicais:

1. Gangrene – Play It Cool feat. Samuel T. Herring (of Future Islands) & Earl Sweatshirt
2. Ab-Soul – Trouble feat. Aloe Blacc
3. Tunde Adebimpe – Speedline Miracle Masterpiece feat. Sal P & Sinkane
4. MC Eiht & Freddie Gibbs – Welcome to Los Santos feat. Kokane
5. Phantogram – K.Y.S.A 
6. Vybz Kartel – Fast Life 
7. King Avriel – 20's 50's 100's feat. A$AP Ferg
8. MNDR – Lock & Load feat. Killer Mike
9. Popcaan – Born Bad feat. Freddie Gibbs
10. E-40 – California feat. Dam-Funk & Ariel Pink
11. Wavves – Leave
12. Curren$y & Freddie Gibbs – Fetti
13. Little Dragon – Wanderer
14. Action Bronson & Danny Brown – Bad News

16 de março de 2015

Novas Músicas Chegam a GTA V: The Alchemist e Oh No Present Welcome to Los Santos


Lançamento de nova estação de rádio e álbum da banda sonora estão a caminho para GTAV composto por The Alchemist & Oh No.


Hoje, estamos orgulhosos de poder anunciar The Alchemist and Oh No Present: Welcome to Los Santos, uma coleção abrangente de músicas novas para Grand Theft Auto V,  a estrear com a versão PC de GTAV a 14 de Abril mais um álbum ´standalone´ a ser lançado a 21 de Abril  pela Mass Appeal Records.

Bem-vindo a Los Santos apresenta novas faixas inspiradas em GTAV's original score, composto por The Alchemist and Oh No em parceria com Woody Jackson Tangerine Dream para criar um álbum ambicioso e exclusivo. Alchemist e Oh No entrelaçam uma viagem musical que abrange todos os cantos do mundo fictício de Grand Theft Auto V e apresentam convidados de todo o espectro musical – incluindo Earl SweatshirtLittle DragonPhantogramFreddie GibbsPopcaanKiller MikeTunde Adebimpe e Samuel T. Herring (da Future Islands).

A música de Welcome to Los Santos vai estrear em GTAV para PC com The Alchemist and Oh No- uma nova estação de rádio convidada ‘The Lab’ sendo adicionado ao sintonizador do rádio de Los Santos. Fique atento para mais atualizações futuras sobre as músicas de GTAV. As faixas do álbum também estarão disponíveis no Rockstar Editor para PC como bandas sonoras para seus vídeos personalizados originais. O álbum ´standalone´ completo, previsto para lançamento a 21 de Abril, estará disponível para download digital e no retalho, em CD e em vinyl lançado pela Mass Appeal Records.

Leia o artigo da Vanity Fair aqui, e ouça o primeiro single do álbum, intitulado de “Play it Cool” por Gangrene (The Alchemist e Oh No) apresentando Samuel T. Herring (da Future Islands) e Earl Sweatshirt. E fique atento para muito mais sobre o albúm Welcome to Los Santos nas próximas semanas.

18 de dezembro de 2014

Vodafone Mexefest 2014 - St. Vincent no Coliseu de Lisboa

Annie Clarke não é nenhuma estranha aos palcos portugueses, especialmente em 2014. Depois de uma passagem pelo NOS Primavera Sounds no Porto, foi a vez de Lisboa receber St. Vincent no âmbito do Vodafone Mexefest. Com um Coliseu os Recreios cheio para a receber, e ao seu mais recente trabalho homónimo, não desapontou.

Para quem conhece, a subtil excentricidade das actuações de St. Vincent não são novidade. Os movimentos bruscos a cada dedilhar de uma corda da sua guitarra, o olhar distante no fecho de uma canção (como quem está para lá do chão que pisa), a forma como se move em palco numa mescla disforme entre uma bailarina e uma geisha. Tudo isto esteve presente neste concerto, mas o que marca os espectáculos desta longa Digital Witness Tour é o lado bem mais teatral que se manifesta a cada momento. De interlúdios onde comunica com o público sob a forma de monólogos abstractos, ao uso de uma pirâmide de degraus à qual sobe para tocar músicas acima de todos os presentes e da qual desce de uma forma pouco ortodoxa, num misto de sensualidade e descoordenação.

A video posted by Marta Castro (@gizmah) on


St. Vincent marca por ser diferente, realça por ser a força contrastante em palco. A cor garrida do seu cabelo, o vestido exuberante - mas de aparência "gasta" - combinado de meias rasgadas ao longo da perna. Tudo isto choca com o restante ensemble que se apresenta elegante e quase soturno. É especialmente desconcertante (e igualmente fascinante) quando Annie dança em perfeito uníssono com a majestosa Toko Yasuda, a teclista/guitarrista japonesa que tem acompanhado St. Vincent nesta tour, em que o vazio que separa a extravagância de uma e a seriedade de outra se reduz a uma quase imperceptível linha por entre passos de dança perfeitamente sincronizados.

O álbum St. Vincent, de 2013, foi obviamente o grande foco do concerto e não faltaram os seus maiores êxitos. Abrindo com Rattlesnake e Digital Witness, houve uma breve paragem por temas de álbuns anteriores (como Cruel e Marrow, respectivamente de Strange Mercy e Actor) antes de se retomar a obra mais recente. O público acompanhou o espectáculo com gosto, e apesar ter havido pouca interacção entre o palco e a plateia (para lá dos interlúdios programados, nada naturais), o ambiente no Coliseu era de festa. Ninguém ficou indiferente.

A photo posted by Marta Castro (@gizmah) on


Um concerto desta magnitude não poderia fechar sem o encore da praxe (onde se ouviu Krokodil e Your Lips are Red), mas a apoteose chegou quando St. Vincent se deixou carregar em ombros até à plateia e mergulhou no mar de gente que se concentrou para a receber. No fim, com um sorriso nos lábios e a adrenalina no sangue, tudo o que sobrou foi o barulho ensurdecedor de uma guitarra abandonada em palco.

Até à próxima.

10 de dezembro de 2014

Vodafone Mexefest 2014 - tUnE-yArDs no Coliseu de Lisboa

Dois anos depois da sua primeira visita a Portugal, por alturas do Festival de Paredes de Coura, Merril Garbus estreou-se no Coliseu de Lisboa naquele que foi o primeiro concerto deste espaço no Vodafone Mexefest 2014. tUnE-yArDs, como a sua persona musical é mais conhecida, foi recebida por uma plateia que encheu - mas não esgotou - o recinto.

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Num cenário parco em detalhes, sem grandes elementos de cenografia, o palco estava dominado pelos músicos que acompanhavam Garbus e no ênfase dado aos instrumentos de percussão que preenchiam grande parte do espaço. Foi um espectáculo ritmado, quente, que banhou a plateia com os sons animados do seu mais recente trabalho Nikki Nack. O incontornável single "Water Fountain" não faltou, mas outros temas também marcaram presença (como "Real Thing" e "Time of Dark"). Os seus trabalhos anteriores também receberam algum carinho, revisitando-se temas como Powa do álbum Whokill.

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Apesar de não ser o grande cabeça de cartaz para o Coliseu naquela noite, a plateia abraçou o experimentalismo do folk de tUnE-yArDs e foi inevitável não dançar a cada batuque. Os sons, as cores, e alegria foram contagiantes, e proporcionaram um concerto divertido e digno de se experienciar na primeira pessoa.

Foi talvez curto (algo que seria comum a outros concertos do festival), mas já se sabe que o que é bom tem tendência a acabar depressa.

Harlem Gospel Choir no CCB 09.12.2014





  Foi no passado dia 9 de Dezembro que o CCB abriu as suas portas para um estilo que não se encontra muito enraizado na grande maioria do público português, mas a curiosidade parecia ser muita, pois foi num Grande Auditório praticamente lotado que os Harlem Gospel Choir, actuaram e mostraram ao público que essa aposta teria valido a pena. 


  Apenas foi necessário um baterista, um pianista e um grupo cheio de vozes fortes e inconfundíveis para encher o palco e para as suas harmonias e capacidades individuais fazerem as delicias de todo o público, que cedo foi avisado que o coro ali se encontrava para divertir e entusiasmar. Não demorou até o grupo pedir o apoio do público quer fosse a marcar o ritmo em palmas, ou a acenar com os braços chegando até a integrar o público no coro. 


  Um grande à vontade em palco, fez com que incursões à plateia fossem recorrentes e incentivaram o público a participar cada vez mais activamente na performance. A interacção com o público foi o fio condutor de toda a noite, por vezes explicando a razão pela qual os cantores se apaixonaram pelo estilo musical, ou até mesmo para anunciar a sua parceria com causas sociais, como a missão sorriso.


  Um dos grandes pontos altos da noite eram vistos sempre que o grupo largava os microfones e dispensava os músicos, para fazer interpretações à capella, demonstrando o verdadeiro poder das suas vozes e das suas dinâmicas próprias, criando assim maiores laços de empatia com público. 


  Após um pequeno intervalo de 15 minutos, o grupo voltou a pisar o palco, com novas vestes e prontos a levar o espectáculo para outro nível, começando a segunda parte com o tema Amazing Grace, recolheram palmas e pequenos maneirismos de incentivo às partes de maior individualidade do tema.  Ao perguntarem ao público se estavam a desfrutar da actuação, houve uma pessoa que respondeu de forma tão efusiva que foi convidada a partilhar o palco com o grupo durante um tema inteiro, pedido esse que foi prontamente acedido e como recompensa recebeu um CD autografado por todos os elementos do Harlem Gospel Choir.


  Foi com o tema Oh Happy Day! do filme “Do Cabaret para o Convento” (Sister Act), que o público teve uma real oportunidade para participar numa verdadeira “desgarrada”, demonstrando que quando o público conhece o tema, participa com todo o entusiasmo.


  Foi já no final do espectáculo, que todo o público foi convidado a entrar em palco para celebrar, dançar e até mesmo participar na festa que se criou, assim, ao som de uma versão Gospel de Happy de Pharrel Williams, e quem aceitou o convite pôde trocar abraços, mensagens de apoio e até tirar fotografias com vários elementos do grupo. Na saída de palco, cada elemento do grupo atravessou todo o público e saiu pela porta principal, deixando os músicos em palco para fornecerem uma banda sonora enquanto todo o público seguia o grupo até uma mesa fora da sala, onde coro se disponibilizou a assinar autógrafos e a tirar fotografias.

  Uma noite de ritmos diferentes com mensagens de paz, amor e devoção, o que se demonstrou bastante apropriado com a aproximação do natal, lembrando a todos uma nova forma de se viver o espírito desta quadra natalícia.



6 de dezembro de 2014

21º Super Bock Super Rock no Parque das Nações e com Florence and The Machine

A banda de Florence Welch aterra em Lisboa, no dia 18 de Julho – um nome já conhecido por milhares e milhares de fãs em Portugal (e arredores), prometendo uma familiaridade imediata com os presentes, amigos e conhecidos.
Falamos de uma banda indie que rapidamente alcançou êxito suficiente para vender massivamente e correr as playlists festivaleiras… Sem falsa modéstia, as músicas dos Florence and the Machine são poderosas, vivas de cor e multifacetadas – remexendo em géneros como o soul, o rock e o pop electrónico dançável. A sintonia é perfeita: dos cabelos fogosos de Florence que se afinam com os tons encarnados dos nossos 20 anos, à voz calorosa e irradiante que abençoará a nova casa do Super Bock Super Rock, Lisboa.
Sumptuosa de registo, a voz e o jeito interpretativo de Florence Welch são os protagonistas de todas as canções dos LPs até agora editados: “Lungs” (2009) e “Ceremonials” (2011). Menção para os troféus arrecadados pela banda: vencedores de um Brit Award e nomeados para vários Grammys, os Florence and the Machine são imbatíveis ao vivo, servindo de mote para a celebração de 20 anos do primeiro festival de Verão nacional.
Preparemo-nos para a primeira “flor” londrina a brotar no renovado, e mais iluminado, Super Bock Super Rock da história. A Super “máquina” festivaleira está prestes a arrancar.

18 de novembro de 2014

Guano Apes na Sala Tejo 11 de Novembro 2014

Foi no passado dia 11 de Novembro que a banda germânica Guano Apes voltou a  pisar palcos portugueses, deta vez para mostrar o seu mais recente album Offline.  Não é segredo nenhum o carinho que a banda tem pelo publico português, esse carinho ainda hoje é evidenciado e nunca esquecido.

Chamados para abrir o espéctaculo, os britânicos Army of One, libertaram toda a sua energia em palco deixando uma boa imagem apresentando alguns temas do seu EP. Incentivaram o público com a sua música intensa e até elogiaram Portugal, quer pela comida, quer pela bebida, quer pelas mulheres portuguesas. Só não elogiaram o tempo que se fazia sentir, e olhando para as pessoas que iam chegando de casacos molhados pela chuva, era fácil entender o porquê.



Os anos pareçem não passar por Sandra Nasic, a vocalista ainda tem enorme presença em palco e transmite uma enorme energia, que incentivou o público nos grandes clássicos, tais como: Open your eyes; Big in Japan e Lords of the Boards, mesmo que a cantora se tenha esquecido de como começa a letra (não seria de estranhar visto que este tema já tem 17 anos!!).

Com um público a meio gás e em meia presença, fizeram questão de se fazer sentir naquele que foi o momento alto da noite, a entrada de Miguel Guedes (Blind Zero) em palco para interpretar Quietly e também a apresentação de um novo tema da banda portuguesa com a colaboração de Sandra: Take You Home. Um momento de grande química e respeito entre os dois intérpretes, com muitos sorrisos, abraços e olhares de cumplicidade.




Open your eyes foi o tema que “encerrou” o concerto, porém, foram para os 2 encores que se seguiram que estavam guardadas as últimas energias da noite, Close to the Sun e Big in Japan no primeiro e Lez seguido de Lords of the Boards para a verdadeira conclusão do espetáculo, um pequeno mimo para o público, que consistia mais em fãs que os acompanham desde a adolescência do que propriamente uma nova geração de fãs.

Uma vez mais, os Guanos Apes não desapontaram, ao proporcionar um bom espetáculo com uma grande mostra de temas mais recentes de Bel Air e Offline, mas também nunca esquecendo a base de fãs que os viu crescer e acompanhou cada um dos seus sucessos. Uma despedida com promessas de regressar daqui a um ano fez o público pensar: “Cá estaremos mais uma vez para vocês!!”


Fotos: Graziela Costa