Mostrar mensagens com a etiqueta Assírio e Alvim. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Assírio e Alvim. Mostrar todas as mensagens

30 de outubro de 2013

Assírio & Alvim - Novidades - José Tolentino Mendonça, Federico García Lorca e Herberto Helder

Título: Poemas
Autor: Federico García Lorca
Seleção e Tradução: Eugénio de Andrade
N.º de Páginas: 112
PVP: 13,30 €
Coleção: Documenta Poetica

No dia 1 de novembro a Assírio & Alvim publica uma excelente antologia de um dos maiores poetas do século XX. Eugénio de Andrade assina uma escolha criteriosa e uma tradução exemplar. O resultado é um livro perfeito para nos iniciarmos na leitura de uma obra poética ímpar.

O SILÊNCIO
Ouve, meu filho, o silêncio.
É um silêncio ondulado,
um silêncio
donde resvalam ecos e vales,
e que inclina a fronte
para o chão.

Título: A Papoila e o Monge
Autor: José Tolentino Mendonça
N.º de Páginas: 176
PVP: 13,30 €
Coleção: Poesia Inédita Portuguesa

Fruto de uma viagem ao Japão, a convite do Centro Nacional de Cultura, e devedor também do Book of Haikus de Jack Kerouac, A Papoila e o Monge é o novo e surpreendente livro de poesia de José Tolentino Mendonça, que a Assírio & Alvim publica a 1 de novembro.

«Como se sabe, o haiku japonês é uma composição de três versos, com métrica fixa […], muitas vezes sem rima, propondo-se como um instantâneo que dá a ver o flagrante e o implícito, o assombro e a tensão inerentes à vida. A operação que Kerouac leva a cabo é a de valorizar sobretudo a capacidade do haiku trazer à página the real thing, a coisa verdadeira, libertando-o, porém, do esquema métrico: “Proponho que o haiku ocidental conte simplesmente muito em três curtos versos, e o faça em qualquer língua”.» José Tolentino Mendonça

Silêncio:
na ravina inacessível
o prado em flor

10 de outubro de 2013

Assírio & Alvim - Literatura Portuguesa - Novos livros de Álvaro Magalhães e Eugénio de Andrade

 
Título: O Senhor Pina
Autor: Álvaro Magalhães
Ilustrações: Luiz Darocha
N.º de Páginas: 96
PVP: 14,40 €
Coleção: Assirinha

Um livro-homenagem a Manuel António Pina ilustrado por Luiz Darocha

A Assírio & Alvim publica O Senhor Pina no dia 11 de outubro. Cerca de um ano após a morte do poeta Manuel António Pina, esta é uma homenagem comovente prestada por Álvaro Magalhães, um dos seus grandes amigos. Encontramos aqui um conjunto de dezasseis ficções que erguem um retrato íntimo, sensível e muito bem-humorado do poeta Manuel António Pina, desde o seu modo peculiar de olhar a vida e a literatura até à sua relação com Joanica-Puff, o Urso com Poucos Miolos que ele tanto admirava.
O lançamento deste livro terá lugar na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto, no próximo dia 18 de novembro, data de aniversário de Manuel António Pina.

3 de setembro de 2013

Assírio & Alvim - Infantojuvenil - "História da Égua Branca", de Eugénio de Andrade

Título: História da Égua Branca
Autor: Eugénio de Andrade
Ilustração: Cristina Valadas
N.º de Páginas: 96
PVP: 13,00 €
Coleção: Assirinha
Acabamento: encadernado

História da Égua Branca é um livro infantojuvenil de Eugénio de Andrade que a Assírio & Alvim vai publicar, agora numa edição enriquecida com ilustrações de Cristina Valadas. Nas livrarias a partir do próximo dia 6 de setembro, este livro é recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 3.º ano de escolaridade.

O Camponês Cristóvão possui uma belíssima égua branca. Quando envelhece deseja legá-la em testamento a um dos seus três filhos não sabendo, porém, qual deles o mais merecedor desse tesouro que é por todos eles cobiçado. Para tomar uma decisão decide colocar os três à prova, entregando aos cuidados temporários de cada um deles a preciosa égua branca. Tomam então lugar três episódios recheados de fantasia, ternura e alguma violência, terminando o livro com um desfecho inesperado que subverte agradavelmente as expectativas do leitor e transmite uma lição de moral, combinando o lúdico com o educativo.

30 de agosto de 2013

Assírio & Alvim - Ficção portuguesa - A "obra maior" de Maria Velho da Costa

Título: Casas Pardas
Autor
: Maria Velho da Costa
Prefácio: Manuel Gusmão
N.º de Páginas: 456
PVP: 19,90 €

Casas Pardas cartografa Lisboa no final dos anos sessenta, em plena agonia do regime salazarista: crise política e social, rumores das guerras coloniais e dos tumultos estudantis. O Portugal pardacento à espera do terramoto que virá em 1974, enquanto se escreve o caos afetivo em comunidade, por dentro das casas do amor e desamor de Elisa, Mary, Elvira e companhia. Mas Casas Pardas é acima de tudo a casa da língua portuguesa e dos seus vários linguajares, aqui em jubiloso processo de miscigenação com outras falas do mundo, através do grande virtuosismo da escrita de Maria Velho da Costa.
Deste romance fala-nos também Mário de Carvalho: «Casas Pardas é um maravilhoso torvelinho de linguagens, uma evocação concreta e exata de comportamentos sociais de várias classes no final do fascismo, uma revisitação dos lugares da literatura e da poesia (também nas suas vertentes populares), uma polifonia de falas genialmente captadas, uma subversão endiabrada dos processos narrativos e uma prática de jogos de linguagem que lembram o barroco, mas também os grandes efabuladores do século XVIII, como Fielding ou Sterne. A ironia e a réplica acerada pairam em todo o romance, repartido em várias "casas", pluralidade de focos que centram uma escrita em que passado e presente, a concretude do quotidiano mais trivial, mas também a citação literária de vários graus, ou mesmo a toada infantil, a reflexão às vezes iluminada, de envolto com o paradoxo e a paródia, nos desafiam página a página.»
Casas Pardas esteve recentemente em cena no Teatro Nacional de São João, no Porto, com adaptação e dramaturgia de Luísa Costa Gomes e encenação de Nuno Carinhas.

30 de maio de 2013

Assírio & Alvim - Pessoa Breve - Nova coleção dirigida por Richard Zenith e Fernando Cabral

No dia em que Richard Zenith recebe o Prémio Pessoa a Assírio & Alvim edita uma nova coleção em torno da obra de Fernando Pessoa que tem como objetivo proporcionar aos leitores o melhor da obra pessoana, em edições rigorosas e acessíveis. A direção da nova coleção Pessoa Breve está a cargo de Richard Zenith e Fernando Cabral Martins e os primeiros livros chegam às livrarias no próximo dia 3 de junho.
O trabalho de edição da obra de Pessoa tem vindo a desenvolver-se nos últimos anos, a tal ponto que se pode dizer estarmos hoje perante a publicação completa e corrigida da sua poesia — e ainda de parte  substancial da sua prosa. É, pois, altura de se preparar uma série antológica em pequenos volumes que possa reunir os textos mais representativos de cada heterónimo ou de cada livro ou tema. O conjunto de volumes previstos ultrapassa as duas dezenas, sendo os quatro primeiros, como não poderia deixar de ser, dedicados aos quatro nomes fundamentais do universo pessoano: os heterónimos Álvaro de Campos, Ricardo Reis, Alberto Caeiro e, claro, o ortónimo Fernando Pessoa. Esta coleção, incluindo os textos publicados em vida e os mais célebres e marcantes, sempre em formas acabadas e rigorosamente conferidas pelos originais, tem como objetivo oferecer o melhor Pessoa.

27 de maio de 2013

Assírio & Alvim - Poesia - Novo livro de Herberto Helder

Título: Servidões
Autor: Herberto Hélder
N.º de Páginas: 128
PVP: 22€
Edição Encadernada
Nas livrarias a partir de 27 de Maio 

Depois da publicação de A Faca não Corta o Fogo – súmula & inédita e de Ofício Cantante, chega às livrarias na próxima segunda-feira, dia 27 de maio, um novo livro de poemas inéditos de Herberto Helder, Servidões.
Livro de tiragem única de que aqui deixamos um poema:
até cada objecto se encher de luz e ser apanhado
por todos os lados hábeis, e ser ímpar,
ser escolhido,
e lampejando do ar à volta,
na ordem do mundo aquela fracção real dos dedos juntos
como para escrever cada palavra:
pegar ao alto numa coisa em estado de milagre: seja:
um copo de água,
tudo pronto para que a luz estremeça:
o terror da beleza, isso, o terror da beleza delicadíssima
tão súbito e implacável na vida administrativa

Sobre o autor:
Herberto Helder nasce em 1930 no Funchal, onde conclui o 5º ano. Em 1948 matricula-se em Direito mas  cedo abandona esse curso para se inscrever em Filologia Românica, que frequenta durante três anos. Teve inúmeros trabalhos e colaborou em vários periódicos como A Briosa, Re-nhau-nhau, Búzio, Folhas de Poesia, Graal, Cadernos do Meio-dia, Pirâmide, Távola Redonda, Jornal de Letras e Artes. Em 1969 trabalha como director literário da editorial Estampa. Viaja pela Bélgica, Holanda, Dinamarca e em 1971 parte para África onde faz uma série de reportagens para a revista Notícias. Em 1994 foi-lhe atribuído o Prémio Pessoa, que recusou. Publica regularmente na Assírio & Alvim.

15 de maio de 2013

Assírio & Alvim - Ficção - "Suicídios Exemplares", de Enrique Vila-Matas

Título: Suicídios Exemplares
Autor: Enrique Vila-Matas
Tradução: Miguel de Castro Henriques
N.º de Páginas: 184
PVP: 12,90 €
Edição Brochada
Nas livrarias a partir de 22 de Maio

No passado mês de abril a Assírio & Alvim publicou História Abreviada da Literatura Portátil e, no próximo dia 22 de maio, lança Suicídios Exemplares, outro dos livros maiores na obra de Enrique Vila-Matas. Neste livro, o suicídio torna-se a saída para as deceções ou ausências nas vidas dos personagens. Contudo, acontece sempre alguma coisa que altera o desfecho esperado. Com narrativas cheias de imaginação, subtileza e inteligência, a obsessão pelo suicídio acaba, paradoxalmente, por afastar a tentação da morte, tornando-se num incentivo para a vida e transformando positivamente a ação dos heróis deste livro.
«Vila-Matas é um prestidigitador digno de Nabokov que organiza um mundo inteiramente feito de textos múltiplos que nos transmitem a ilusão de um texto único. Não um autor mas toda uma Factory em si mesmo. “Acredito que toda a minha obra nasce da impostura.” Vila-Matas, um impostor de génio, como todos os maiores artistas.» Les Inrockuptibles

No próximo dia 25 de maio, sábado, Enrique Vila-Matas vai estar no Espaço Porto Editora, na Feira do Livro de Lisboa


Sobre o autor:
Enrique Vila-Matas nasceu em Barcelona, em 1948. Aos vinte anos parte para Paris, auto exilado do governo de Franco e à procura de maior liberdade criativa. O apartamento onde se instalou foi-lhe alugado por Marguerite Duras. Durante esses anos subsistiu realizando pequenos trabalhos como jornalista para a revista Fotogramas e chegou mesmo a participar como figurante num filme de James Bond. Com a publicação de História Abreviada da Literatura Portátil começou a ser reconhecido e admirado internacionalmente. As suas obras combinam ensaio, crónica jornalística e novela. A sua literatura, fragmentária e irónica, dilui os limites entre a ficção e a realidade.
Possui uma vasta obra narrativa que se inicia em 1973 e se encontra traduzida para 29 línguas. É um dos maiores escritores espanhóis da atualidade e tem conquistado inúmeros prémios, no seu país e no estrangeiro.

11 de maio de 2013

Assírio & Alvim - Literatura - Novidades de maio


Título: Como uma Flor de Plástico na Montra de um Talho
Autor: Golgona Anghel
N.º de Páginas: 72
PVP: 11€
Edição Brochada
Nas livrarias a partir de 13 de Maio

Pouco depois da publicação do seu último livro de poesia, Vim Porque me Pagavam, António Guerreiro escrevia no Expresso: «Diabólica e requintada, a poesia de Golgonha Anghel é uma máquina implacável de irrisão e uma festa da linguagem. […] Irrompe como um objeto intempestivo e sem igual na poesia portuguesa. […] Por aqui desfila a prosa do mundo, mas é sempre de viés que ela se apresenta, como que de passagem, já que o poema parece deslocar-se sempre noutra direção e apontar para outro lado. Não numa direção determinada nem para um lado preciso, mas num deslizar contínuo pelas palavras e pelas referências, sem se deter. E este movimento é estonteante, lúdico, faz de cada poema uma festa.»
O livro que agora se publica vem confirmar tudo o que foi dito, por vezes de modo surpreendente, e demonstrar a maturidade poética de Golgona Anghel, uma das vozes mais originais e consequentes da nova  poesia portuguesa.

Sobre a autora:
Golgona Anghel (n. 1979) licenciou-se em Estudos Portugueses e Espanhóis na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde, mais tarde, conclui o doutoramento em Literatura Portuguesa Contemporânea. Desde 2009, desenvolve a sua actividade de investigação no âmbito de um projecto de pós-doutoramento, na FCSH-UNL. Publicou vários livros de ensaio — Eis-me acordado muito tempo depois de mim, uma biografia de Al Berto (Quasi Edições, 2006), Cronos decide morrer, viva Aiôn, Leituras do tempo em Al Berto (Língua Morta, 2013). Mais recentemente, preparou uma edição diplomática dos Diários do poeta Al Berto (Assírio & Alvim, 2012). Com uma mão numa salada de ovas de bacalhau e outra numa caneta de tinta permanente, escreve, hoje, sem trégua, espalha doenças, parte os dentes dos curiosos, alimenta casos perdidos. Tudo isto está devidamente registado: Crematório Sentimental (Quasi Edições, 2007), Como Desaparecer (Diputación de Málaga, 2011), Vim Porque me Pagavam (Mariposa Azual, 2011) e o agora publicado Como uma Flor de Plástico na Montra de um Talho. Alguém, um dia, irá cumprir penas graves em seu nome.


Título: Oração Fria
Autor: António Gamoneda
Tradução: João Moita 
N.º de Páginas: 320
PVP: 16€
Edição Brochada
Nas livrarias a partir de 13 de Maio

Esta antologia, preparada e traduzida por João Moita e acompanhada por Antonio Gamoneda, segue a ordenação e a fixação dos textos de Esta  Luz – Poesía Reunida (1947-2004), livro publicado em Espanha em 2004 pela Galaxia Gutenberg, com organização do próprio poeta. Foram ainda incluídos cinco poemas do seu último livro, Canción Errónea, publicado em 2012 pela editora Tusquets.
Anos após a publicação de Livro do Frio na Assírio & Alvim, esta antologia apresenta ao leitor português uma visão panorâmica da obra de um dos maiores poetas espanhóis da atualidade.

A beleza
não proporciona sonhos doces;
derrama-se
na insónia azul do gelo
e na matéria do relâmpago.
Em cal viva, em
lâminas queimadas,
gira sem descanso; a sua
perfeição é a vertigem.
A beleza não é
um lugar aonde os
cobardes vão parar.
Viva em sua luz
o meu pensamento. Quero
morrer em liberdade.

Sobre o autor: 
Antonio Gamoneda nasceu em Oviedo em 1931, vive em León e faz parte de uma geração de grandes nomes da poesia espanhola contemporânea como Álvarez Ortega, Claudio Rodríguez, José Agustín Goytisolo, María Victoria Atencia, Francisco Brines e Jaime Gil de Biedma, entre outros. Ainda que o seu primeiro livro tenha sido publicado, como os daqueles poetas, no início da década de sessenta, só no final dos anos oitenta a sua obra, ímpar e peculiar, viria a ter o reconhecimento merecido. A ela foram atribuídos diversos prémios dos quais destacamos o Prémio Cervantes e o Prémio Reina Sofía de Poesía Iberoamericana, ambos em 2006.



Título: As Novas Mil e Uma Noites
Autor: Robert Louis Stevenson
Tradução: José Domingos Morais
N.º de Páginas: 216
PVP: 15€
Edição Brochada
Nas livrarias a partir de 13 de Maio

As Novas Mil e Uma Noites é um livro de histórias. Nem outra coisa  poderia ser, já que tal título — New Arabian Nights, no original inglês — nos remete direta e imediatamente para a fabulosa e famosíssima coletânea das Mil e Uma Noites. Xerazade, tal como o ignorado árabe que escreveu as histórias que ela contou, era senhora dos recônditos segredos dessa arte por tantos praticada e por tão poucos conseguida. Também assim aconteceu com Robert Louis Stevenson, que, após a conclusão de cada uma das histórias que coligiu sob os títulos de O Clube dos Suicidas e O Diamante do Rajá, nos faz saber que delas teve conhecimento por intermédio de um suposto manuscrito redigido por um misterioso autor árabe. Com estas discretas alusões, Stevenson não nos revela apenas a sua admiração pelas histórias das Mil e Uma Noites. Diz-nos também que o seu objetivo, ao escrever umas Novas Mil e Uma Noites, era idêntico ao de Xerazade; ou seja, o Escocês das Arábias — chamemos-lhe assim — pretende apenas que quem o leia possa passar o tempo sem se dar conta de que o tempo voa, tal como aconteceu com o príncipe árabe, aquele que julgava ser o dono e o senhor de Xerazade. A publicação deste segundo volume encerra a publicação desta obra admirável na Assírio & Alvim. 

Sobre o autor:
Robert Louis Stevenson nasceu em Edimburgo, a 13 de Novembro de 1850. Cursou Direito — sem que alguma vez tenha chegado a advogar — e, pouco depois, apaixona-se por Fanny Osbourne, com quem, apesar das diversas atribulações por que passaram, se viria a casar. Anos mais tarde, contrai tuberculose e muda-se com a  mulher e o enteado para a Suíça, onde vive durante um ano. Regressa à Escócia, mas o clima só prejudica ainda mais a sua saúde, obrigando-o a mudar-se novamente, desta vez para o sul de França. Os anos seguintes foram passados à procura de um clima que não agravasse a sua doença, até que finalmente, em 1892, se fixou com a família em Samoa. Foi aí que morreu, no dia 3 de Dezembro de 1894, vítima de uma hemorragia cerebral. Foi autor, entre outros, de O Estranho Caso do Dr. Jekyll e do Sr. Hyde e de A Ilha do Tesouro, que o imortalizaram.


Título: Manifesto Anti-Dantas e por Extenso por José de Almada Negreiros poeta d’Orpheu Futurista e Tudo
Autor: Almada Negreiros
Organização: Sara Afonso Ferreira
N.º de Páginas: 112
PVP: 16,60€
Inclui um cd de oferta
Nas livrarias a partir de 27 de Maio

Publicado em 1915 o Manifesto Anti-Dantas foi uma reação pública e veemente de Almada Negreiros contra a oposição crítica e conservadora ao movimento modernista português, aqui personificada por Júlio Dantas.
A edição que agora se apresenta inclui um fac-símile da primeira edição e uma gravação inédita onde se pode ouvir este manifesto lido pelo próprio Almada Negreiros, bem como uma pequena entrevista concedida pelo autor, no decurso dessa leitura. Sara Afonso Ferreira assina a organização, apresentação e notas. O lançamento de O Manifesto Anti-Dantas e por extenso por José de Almada Negreiros, Poeta d'Orpheu, Futurista e Tudo irá realizar-se no próximo dia 27 de maio, pelas 18:30, no Jardim de Inverno do Teatro São Luiz, em Lisboa. A moderação é de Anabela Mota Ribeiro com Fernando Cabral Martins, Nuno Artur Silva, Pedro Santos Guerreiro e Sara Afonso Ferreira.  

Sobre o autor: 
Nascido em São Tomé em 1893, Almada Negreiros viveu em Portugal e revelou-se como um artista e um escritor polifacetado: artista plástico, poeta, ensaísta, romancista e dramaturgo, associou-se em 1913 ao grupo modernista. Com Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, formou o grupo da revista Orpheu, tendo mais tarde lançado a revista Sudoeste e promovido uma série de conferências. Sempre desejou que a produção artística se orientasse pela linha de renovação dos países já animados do espírito europeu — o que pode explicar a tendência provocatória de alguns dos seus manifestos (com destaque para o Manifesto Anti-Dantas) e o ter participado e fomentado muitas das manifestações culturais realizadas no seu tempo em Portugal. Faleceu em 1970 em Lisboa.